Thiago Soares estreia “Carmem” no Rio com nova leitura latino-brasileira do clássico de Bizet
Um dos nomes mais respeitados da dança internacional, o bailarino e coreógrafo Thiago Soares estreia no dia 14 de março, no Teatro Carlos Gomes, sua nova criação coreográfica: “Carmem”, espetáculo inspirado na célebre ópera Carmen, composta por Georges Bizet no século XIX.
À frente da Companhia de Dança Thiago Soares, o artista propõe uma releitura contemporânea do clássico, deslocando a narrativa original da Espanha para uma atmosfera latino-americana. Nesta versão, a personagem Carmem ganha traços brasileiros e emerge como símbolo de liberdade e força feminina.
No palco, a bailarina Gabriela Mendez interpreta a protagonista, enquanto o bailarino turco Alijan Güçoğlu assume o papel de José e João Victor vive o vaqueiro — personagem que substitui o tradicional toureiro da narrativa clássica. A montagem também conta com a participação especial do ator Nelson Freitas, que surge como narrador da história, conduzindo o público pelos acontecimentos e assumindo uma figura enigmática que pode simbolizar o próprio touro — força instintiva que permeia o destino dos personagens.
A trilha sonora mantém a potência dramática da obra original, com músicas de Bizet entrelaçadas a “Sonho de Amor”, de Franz Liszt. A iluminação assinada por Maneco Quinderé reforça a intensidade da narrativa e amplia a teatralidade da cena.
Uma Carmem latino-brasileira
Influenciado pela história original, Thiago Soares constrói uma personagem que reafirma a autonomia feminina. Nesta leitura, Carmem é sensual, magnética e indomável — uma mulher que se recusa a negociar sua liberdade.
Mais do que um drama passional, o espetáculo mergulha em temas universais como o ciúme, a opressão nas relações e a busca individual por autonomia. A linguagem coreográfica mistura elementos neoclássicos com danças populares, acrobacias e referências urbanas, criando um vocabulário corporal contemporâneo e vigoroso.
A proposta estética reflete também a trajetória internacional de Thiago Soares, que após anos de carreira em grandes palcos do mundo retorna ao Rio de Janeiro para consolidar sua companhia e desenvolver um trabalho artístico com identidade própria.
Temporada no Teatro Carlos Gomes
A estreia de “Carmem” acontece dias após a apresentação de “Gala Brusco”, outro espetáculo do repertório da companhia, que reúne diferentes obras e fragmentos coreográficos de Thiago Soares.
A criação de uma companhia com residência no Rio marca um momento simbólico para o artista: depois de uma carreira internacional consagrada, ele retorna à sua cidade natal para desenvolver novos projetos e fortalecer a cena da dança brasileira.
Focus Cia de Dança celebra 25 anos com o espetáculo “Bodas” no Theatro Municipal do Rio
A Focus Cia de Dança, uma das companhias contemporâneas mais importantes do Brasil, celebra seus 25 anos de trajetória com a estreia do espetáculo “Bodas”, será apresentado dia 06 de março no histórico Theatro Municipal do Rio de Janeiro. A nova criação marca um momento simbólico na história da companhia fundada pelo coreógrafo Alex Neoral e pela gestora cultural Tati Garcias, que desde o início dos anos 2000 consolidaram um dos projetos mais consistentes da dança brasileira.
Criado especialmente para comemorar o jubileu da companhia, “Bodas” é uma espécie de viagem coreográfica pela memória da Focus. A montagem reúne fragmentos e inspirações de 16 espetáculos do repertório do grupo, construindo uma nova narrativa que dialoga com o passado, o presente e o futuro da companhia.
A trilha sonora e a dramaturgia musical ampliam essa diversidade estética. O espetáculo mistura compositores e universos sonoros distintos — de Chico Buarque e Ney Matogrosso a Philip Glass, Bach, Nirvana e Astor Piazzolla — criando uma colagem artística que traduz a identidade plural da Focus ao longo de sua trajetória.
Com duração de aproximadamente 75 minutos, “Bodas” funciona como uma metalinguagem da própria dança: movimentos, referências e novas cenas se cruzam em uma coreografia que reafirma o compromisso da companhia com a inovação e a experimentação artística.
Ao longo de seus 25 anos, a Focus Cia de Dança tornou-se referência nacional e internacional, realizando em média cerca de 80 apresentações por ano e participando de turnês e festivais em diversos países. A companhia também recebeu importantes reconhecimentos culturais e foi declarada Patrimônio Histórico, Cultural e Artístico de Natureza Imaterial do Estado do Rio de Janeiro.
Mais do que uma retrospectiva, “Bodas” reafirma os votos da Focus com a dança contemporânea brasileira, celebrando uma trajetória construída com rigor artístico, circulação internacional e uma linguagem coreográfica própria que continua em constante transformação.
“Le Parc” renasce na Ópera de Paris com uma nova geração de bailarinos
O balé Le Parc, obra emblemática de Angelin Preljocaj, voltou ao palco da Ópera de Paris reafirmando sua força poética e seu lugar de destaque no repertório contemporâneo. Criado em 1994 para o Ballet de l’Opéra de Paris, o espetáculo retorna com um elenco renovado, revelando como uma nova geração de intérpretes pode ressignificar uma coreografia já consagrada sem perder sua essência dramática e musical.
Inspirado no universo galante do século XVIII, Le Parc constrói uma narrativa sobre o jogo da sedução, o desejo e a descoberta amorosa. A trilha de Mozart — eixo sensível da montagem — conduz a dramaturgia corporal com delicadeza e tensão, enquanto a coreografia combina rigor técnico e gestualidade teatral. O contraste entre formalidade social e impulso íntimo permanece como um dos motores centrais da obra.
Nesta remontagem, jovens solistas e integrantes do corpo de baile assumem papéis de grande densidade interpretativa. O resultado é um frescor perceptível na dinâmica de cena: movimentos ganham maior elasticidade, transições se tornam mais orgânicas e o famoso pas de deux final — marcado pelo icônico beijo suspenso — surge com intensidade emocional renovada, arrancando reações entusiasmadas da plateia.
A nova escalação evidencia também uma mudança de abordagem estética. Sem romper com a tradição da casa, os intérpretes trazem maior fluidez de torso e uma musicalidade mais respirada, aproximando o vocabulário coreográfico de uma sensibilidade contemporânea. A leitura privilegia nuances e silêncios corporais, valorizando microgestos que ampliam a dimensão psicológica dos personagens.
O cenário minimalista e os figurinos de linhas clássicas mantêm o ambiente de corte idealizado, funcionando como moldura para o diálogo entre controle e entrega — tema que continua atual e universal. A iluminação, por sua vez, reforça o clima de intimidade progressiva, conduzindo o olhar do público para as relações que se transformam ao longo da peça.
O retorno de Le Parc confirma a vitalidade do repertório recente dentro de grandes companhias e demonstra como a transmissão coreográfica é um processo vivo. Ao passar de geração em geração, a obra não apenas se preserva — ela evolui. Na Ópera de Paris, o reencontro entre tradição e juventude mostra que certos balés não apenas sobrevivem ao tempo: eles renascem.
O Quebra-Nozes
Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Em dezembro último, o palco do Theatro Municipal do Rio de Janeiro voltou a brilhar com uma das mais tradicionais joias do repertório do balé clássico: O Quebra-Nozes. A montagem, conduzida pela Cia. de Ballet do Theatro Municipal, reafirmou a vocação da casa para grandes produções, aliando rigor técnico, apuro estético e a magia que a obra de Tchaikovsky exige.
Sob a direção de Hélio Bejani, o espetáculo apresentou uma narrativa fiel ao espírito original criado por Marius Petipa e Lev Ivanov, mas temperada por nuances que dialogam com a identidade carioca — não no enredo, que se mantém europeu e natalino, mas na energia da interpretação e na comunhão com o público. A plateia, majoritariamente composta por famílias e entusiastas do balé, respondeu com entusiasmo desde os primeiros acordes da orquestra, também residente do Municipal, que executou ao vivo a célebre partitura.
A cenografia grandiosa transportou o público da festa de Natal da família Stahlbaum para o Reino dos Doces, com destaque para o icônico pinheiro que “cresce” em cena, arrancando suspiros. O figurino, luxuoso e detalhista, deu vida a personagens como o enigmático Drosselmeyer, o Rei dos Camundongos e, claro, a Fada Açucarada e o Príncipe Coqueluche, cujos pas de deux foram o ponto alto da noite. A coreografia do segundo ato, com suas danças características — espanhola, árabe, chinesa e a valsa das flores —, evidenciou a versatilidade do corpo de baile, sincronizado e expressivo.
Nos papéis centrais, os solistas demonstraram maturidade cênica e domínio técnico. A Fada Açucarada, etérea e precisa, destacou-se pela leveza nos giros e pela musicalidade impecável. Já o Príncipe trouxe potência e elegância nos saltos, compondo uma parceria equilibrada que sustentou o lirismo do grand pas de deux. A protagonista Clara, por sua vez, convenceu pela doçura interpretativa e pela transição crível entre o universo infantil e o deslumbramento onírico.
Mais do que um clássico natalino, a apresentação simbolizou um reencontro: o do público com a tradição do Municipal e o da companhia com uma obra que é termômetro de excelência para qualquer corpo de balé. Ao encerrar a temporada de 2025 da casa, O Quebra-Nozes não apenas celebrou o fim de ano, mas também reforçou a relevância do Theatro Municipal do Rio de Janeiro como epicentro da dança clássica no Brasil.
Com aplausos de pé e a sensação de dever cumprido, a Cia. de Ballet deixou claro que a magia do Natal pode até ter data marcada — mas a do balé, quando bem executado, permanece na memória muito depois do cair das cortinas.
Fotos: Jorge L. Bermudes Castro
O Pavão Misterioso encerra temporada 2025 do Ballet Municipal no Teatro Alberto Maranhão
A encenação do espetáculo O Pavão Misterioso marcou o encerramento das atividades oficiais do Ballet Municipal Professor Roosevelt Pimenta em 2025. As apresentações aconteceram em duas sessões na sexta-feira, dia 12, no Teatro Alberto Maranhão (TAM), reunindo quase 200 bailarinos em cena e um público expressivo.
Inspirado na obra de Ronaldo Correia de Brito e Assis Lima, o espetáculo é uma adaptação de um dos mais conhecidos cordéis nordestinos, apresentado neste ano em formato de dança pelo Ballet Municipal. A montagem reafirma o compromisso da instituição com a valorização da cultura popular brasileira, aliada à formação técnica e artística de seus alunos.
Presente às apresentações, a secretária municipal de Cultura, Iracy Azevedo, destacou a relação entre os equipamentos culturais da Prefeitura e a população. Segundo ela, a proposta é ampliar o acesso às produções artísticas da cidade.
“Em 2026, veremos muito mais o Ballet e a Sinfônica de Natal em apresentações públicas e gratuitas pela cidade”, afirmou.
Formação técnica e novos caminhos artísticos
De acordo com o coreógrafo e autor da montagem, Dimas Carlos, o espetáculo encerra o calendário anual do Ballet Municipal, mas integra um processo mais amplo de transformação pedagógica. A instituição passou a adotar uma nova metodologia de ensino baseada no método Vaganova, da dança clássica russa, reconhecido internacionalmente e utilizado por companhias como o Bolshoi.
“Ao longo de seus mais de 50 anos de história, o Ballet Municipal experimentou diferentes metodologias — francesa, italiana e cubana. Agora adotamos o estilo da dança clássica russa, e em breve iremos mostrar os resultados desse trabalho”, explicou.
Há 11 anos à frente do Núcleo de Dança da Funcarte, Dimas Carlos informou ainda que um novo espetáculo já está em fase de montagem e terá como tema a história da arte, passando pela Commedia dell’Arte até os dias atuais.
“Hoje temos um formato acadêmico de ensino, no qual técnica e arte caminham juntas de forma apurada. Daqui a alguns anos, formaremos a primeira turma nesse modelo, o que representa um avanço inédito para o Ballet da cidade”, destacou. Em 2025, o Ballet Municipal atendeu 150 alunos, e novas inscrições deverão ser abertas pela Funcarte.
Arte, acesso e formação de público
Entre os espectadores, a funcionária pública Graça Oliveira ressaltou a importância do espetáculo como experiência cultural e educativa.
“É a oportunidade de levar nossos filhos para assistir a uma peça de qualidade e gratuita, com talentos da idade deles no palco. É inspiração e lazer. Está tudo muito bonito”, comentou.
Dando continuidade à circulação do trabalho, no próximo dia 28, uma suíte do espetáculo O Pavão Misterioso será apresentada no Passo da Pátria, com participação do Ballet Municipal e da Banda Sinfônica de Natal, em formação reduzida. A apresentação terá duração aproximada de 15 minutos, ampliando o acesso da população às produções artísticas da cidade.
Cia Paulista de Dança apresenta Giselle, um dos maiores clássicos do ballet mundial
A Cia Paulista de Dança, sob a Direção Artística de Adriana Assaf, apresenta ao público o espetáculo Giselle, um dos mais emblemáticos balés de repertório da história da dança. Obra-prima do romantismo, Giselle retorna aos palcos em uma remontagem que preserva a tradição do clássico e, ao mesmo tempo, valoriza a força interpretativa dos bailarinos contemporâneos.
Com música de Adolphe Adam, libreto de Jules-Henri Vernoy de Saint-Georges e Théophile Gautier, e coreografia original de Jules Perrot e Jean Coralli (1840), o espetáculo emociona gerações ao narrar uma história intensa de amor, traição, perdão e redenção.
Uma história atemporal sobre amor e humanidade
Considerado um dos balés mais famosos e populares do mundo, Giselle atravessa séculos mantendo sua força poética e dramática. Dividido em dois atos, o ballet conduz o público por uma narrativa que transita entre o mundo real e o sobrenatural, revelando a profundidade dos sentimentos humanos.
Ato I
A história se passa em uma pequena vila europeia do século XIX. Giselle é uma jovem camponesa sensível e apaixonada pela dança, que vive com sua mãe viúva. Ela se apaixona por Albrecht, um jovem que se apresenta como camponês, mas que, na verdade, é um nobre prometido a outra mulher, Bathilde. Ao descobrir a traição, Giselle entra em um estado de profunda desilusão, enlouquece e morre de tristeza.
Ato II
No segundo ato, Giselle retorna como uma Wili, espírito de noivas traídas que vagam pela floresta durante a noite em busca de vingança. Sob o comando de Myrtha, rainha das Wilis, Giselle é convocada a dançar com Albrecht até a morte. No entanto, o amor e o perdão falam mais alto: Giselle protege Albrecht, salvando-o da condenação e concedendo-lhe o perdão final antes de retornar ao seu túmulo, deixando-o entregue ao arrependimento e à memória de seu amor perdido.
Tradição, excelência e emoção em cena
A remontagem assinada por Adriana Assaf reafirma o compromisso da Cia Paulista de Dança com a preservação do repertório clássico, aliando rigor técnico, sensibilidade artística e uma encenação que dialoga com o público contemporâneo. Giselle é um convite à contemplação da beleza, da emoção e da potência narrativa do ballet clássico.
Quando e Onde
Cia Paulista de Dança – Adriana Assaf apresenta
GISELLE
Ballet Clássico de Repertório
Duração: 120 minutos
Classificação: Livre
Gênero: Ballet
Datas e horários:
23, 24 e 25 de janeiro de 2026
Sexta e sábado, às 20h
Domingo, às 18h
Ingressos: de R$ 40 a R$ 140
Bilheteria
Quartas e quintas: das 14h às 21h
Sextas, sábados e domingos: das 14h até o horário do espetáculo
Formas de pagamento: cartões de débito e crédito (Amex, Diners, Elo, Mastercard, Visa e Hipercard)
Não aceita cheques
Telefone: (11) 3611-3042
Local
Teatro J. Safra – 627 lugares
Rua Josef Kryss, 318 – Barra Funda – São Paulo/SP
Telefones: (11) 3611-3042 | (11) 3611-2561
Abertura da casa: 2 horas antes do início do espetáculo, com serviço de lounge-bar no saguão.
Acessibilidade para pessoas com deficiência física.
Estacionamento: Valet Service (estacionamento do teatro) – R$ 30,00.
São Paulo recebe estreia brasileira de
“Carmina Burana Ballet”, da Vortice Dance Company
Nos meses de janeiro e fevereiro de 2026, São Paulo será palco de um dos acontecimentos artísticos mais aguardados da temporada: a estreia brasileira de “Carmina Burana Ballet”, criação da prestigiada Vortice Dance Company, de Portugal. O espetáculo, que une dança, música e tecnologia multimídia, promete emocionar o público com sua força estética e sensorial, oferecendo uma leitura contemporânea da célebre cantata de Carl Orff.
As apresentações acontecem no Teatro Liberdade, entre 22 de janeiro e 22 de fevereiro, marcando a primeira passagem da companhia pelo Brasil e consolidando São Paulo como epicentro latino-americano das grandes produções internacionais.
Sob a direção artística e coreográfica de Cláudia Martins e Rafael Carriço, “Carmina Burana Ballet” transcende fronteiras ao fundir a expressividade corporal com a inovação tecnológica. O espetáculo conduz o público por uma jornada intensa, onde destino, desejo e emoção se entrelaçam sob o olhar simbólico da deusa Fortuna, representação do ciclo eterno da vida.
Concebida nos claustros do Mosteiro de Alcobaça, em Portugal, a obra nasceu de uma reflexão sobre o corpo, o isolamento e a busca pela transcendência. O resultado é uma criação de forte carga física e emocional, que explora o contraste entre o sagrado e o profano, o desejo e a decadência, o confinamento e a libertação.
“É uma obra de entrega total — física, emocional e espiritual”, definem os diretores Cláudia Martins e Rafael Carriço.
Inspirada nos manuscritos medievais “Carmina Burana” (Canções de Beuren), que exaltam o amor, a luxúria e o prazer, a Vortice Dance Company eleva a icônica obra de Orff a uma dimensão transmídia. Projeções monumentais, cenários imersivos e uma tessitura coreográfica intensa criam uma experiência sensorial única, em que o público é envolvido por luz, som e movimento num espetáculo de beleza hipnótica.
Sobre a Vortice Dance Company
Fundada e dirigida pelos coreógrafos Cláudia Martins e Rafael Carriço, a Vortice Dance Company é uma das mais conceituadas companhias de dança contemporânea de Portugal. Reconhecida internacionalmente por sua fusão de dança, artes digitais e performance visual, já apresentou suas produções em mais de 30 países.
Entre as obras de destaque estão “A Sagração da Primavera”, “Drácula”, “Jouska”, “Soliloquy about Wonderland” e “Chroma”. A companhia é referência por sua sofisticação estética, intensidade física e uso inovador de tecnologia em cena.
A turnê brasileira de “Carmina Burana Ballet” conta com o apoio à internacionalização da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto / Direção-Geral das Artes.
Serviço
Espetáculo: Carmina Burana Ballet
Companhia: Vortice Dance Company (Portugal)
Direção: Cláudia Martins & Rafael Carriço
Local: Teatro Liberdade – Rua São Joaquim, 129, Liberdade, São Paulo
Datas: 22 de janeiro a 22 de fevereiro de 2026
Ingressos: disponíveis pela Sympla
Contato para imprensa e parcerias: vortice.dance@gmail.com