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“Água redonda e comprida” estreia em 4 de julho no Mezanino do Sesc Copacabana

 

Criado no Rio Grande do Sul, projeto tem direção geral de Geórgia Macedo, que divide a cena e a criação das coreografias com a bailarina Nayane Gakre Domingos, jovem indígena Kaingang

 

Inspirada no conhecimento e na cosmovisão do povo indígena Kaingang, a bailarina e mestra em antropologia social Geórgia Macedo idealizou, ao lado de Iracema Gah Teh e Angélica Kaingang, o espetáculo de dança contemporânea “Água redonda e comprida”. O projeto estreou em Porto Alegre no ano retrasado, e agora chega ao Rio de Janeiro para uma curta temporada no Mezanino do Sesc Copacabana, de 4 a 14 de julho de 2024, com sessões de quinta a domingo, às 20h30. “Água redonda e comprida” foi contemplado pelo Edital de Cultura Sesc RJ Pulsar.

 

Em cena, Geórgia Macedo divide o palco e a criação das coreografias com a bailarina Nayane Gakre Domingos, pré-adolescente indígena Kaingang. Neste encontro, as intérpretes brincam e criam movimentos orgânicos e intuitivos por meio de jogos e também a partir da interação com objetos, criando imagens coreográficas fluidas. O cenário remete ao movimento das águas e se transforma ao longo do espetáculo, trazendo histórias que foram apagadas por séculos. A trilha sonora é de Thiago Ramil, e Isabel Ramil está à frente do figurino e da cenografia. A bailarina Camila Vergara assina a direção de movimento e Kalisy Cabeda, a direção cênica.

 

Em 2015, Géorgia começou a pesquisar a educação, a territorialidade e a cosmologia Kaingang durante o seu mestrado em antropologia social na UFRGS. “Na época, conheci a Angélica Kaingang, mãe da Nayane [então com apenas 5 anos], que foi a minha primeira professora indígena. Foi ela quem me apresentou à liderança política e espiritual Iracema Gah Teh.” Angélica e Iracema fazem a orientação cênica do espetáculo.

 

“Água redonda e comprida” busca construir caminhos para a conscientização da conservação, preservação e proteção das águas. Pelo conhecimento do povo Kaingang, as águas não são vistas apenas como fonte da natureza, mas a partir da noção de parentesco. Conforme explica Iracema, “as águas são parte do nosso corpo e também desse corpo terra. A água que brota da terra é como o leite que brota do seio das mulheres. E jogar sujeira na água seria como jogar uma sujeira no olho da nossa avó ou mãe”. 

 

O povo Kaingang concebe dois tipos de água no mundo: Goj tej (água comprida, dos rios) e Goj ror (água redonda, as nascentes, os lagos). Essas águas são complementares, como toda a cosmologia Kaingang, e é na união e troca entre as duas metades que o mundo pode ficar em equilíbrio. Não só as águas, mas todo universo Kaingang é dividido entre as coisas redondas (ror) e compridas (téj). 

 

“No Rio Grande do Sul, nós vivemos em territorialidade com os povos Kaingang, Mbya-Guarani, Charrua e Xokleng. Como aprendi com Iracema, o Rio Guaíba e seus afluentes são compreendidos como partes de um grande corpo. Deste corpo água que é o planeta Terra. Esses conhecimentos, que buscamos trazer através da dança, quebram a ideia de que as águas, os animais e as árvores são apenas recursos da natureza”, conta Geórgia.
 

Temporada: de 4 e 14 de julho de 2024

Dias e horário: de quinta a domingo, às 20h30

Local: Mezanino do Sesc Copacabana

(Rua Domingos Ferreira, 160, Copacabana)

Ingressos: R$ 7,50 (associado do Sesc), R$ 15 (meia-entrada), R$ 30 (inteira)

Informações: (21) 2547-0156

Horário de funcionamento da bilheteria: de terça a sexta, das 9h às 20h. Sábados, domingos e feriados, das 14h às 20h.

Classificação indicativa: Livre

Duração: 60 minutos

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D'ÁGUA: um começo sem meio sem fim

O bailarino e coreógrafo Rodrigo Alcântara cria uma discussão sobre as vulnerabilidades e contradições presentes na humanidade em “D'ÁGUA: um começo sem meio sem fim”. O espetáculo de dança contemporânea tem duas apresentações gratuitas nos dias 21 e 22 de junho, às 19h, no Centro de Referência da Dança de São Paulo.

O trabalho reflete as várias incertezas, lacunas, vãos, ausências, desejos, descobertas e perigos existentes na humanidade. As ideias de invisibilidade e solidão são o ponto central da dramaturgia, que propõe um portal ritualístico, apresentando uma condição humana, na qual cheiros não são suportados, olhares não enxergados, desejos estão proibidos e corpos exaustos são doutrinados. Uma lógica de controle social contrapondo o desejo de perceber o universo que coexistimos e encontrando estratégias de sobrevivência e resgate de uma dignidade prometida.

O espetáculo reverbera do ritualístico ao oco, do visível ao invisível. Portais existentes ou inexistentes para a humanidade em suas vulnerabilidades. Portais que jamais serão descobertos, assim como as profundezas dos mares meus, seus e nossos. “D'ÁGUA” traz maneiras de girar e perceber o Universo em que coexistimos, Universo esse que carregamos ou somos doutrinados a carregar, experimentando minuciosamente cada um dos seus portais.

 

Apresentações: 21 e 22 de junho, às 19h

Centro de Referência da Dança de São Paulo (CRD) - Galeria Formosa Baixos do Viaduto do Chá s/n, Praça Ramos de Azevedo - Centro Histórico de São Paulo, São Paulo - SP, 01037-000

Capacidade: 60 lugares 

Acessibilidade: Sim

Linguagem: Dança Contemporânea 

Classificação: a partir de 12 anos

Duração: 45 minutos

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Companhia de Dança do Pantanal e Orquestra de Câmara do Pantanal
fazem turnê inédita por São Paulo

 

“Guadakan” é um espetáculo de dança contemporânea com trilha sonora executada ao vivo por uma orquestra, que exalta a biodiversidade do Pantanal, sua essência e a sabedoria de sua ancestralidade, clamando pela urgência de sua preservação para o bem da Humanidade. 

 

“Guadakan” mostra a urgência da preservação do Pantanal em tempos de emergência climática

 

No mês de junho de 2024, mês em que se comemora o Meio Ambiente, a Companhia de Dança do Pantanal ( @ciadedancadopantanal ) e a OCAMP Orquestra de Câmara do Pantanal ( @ocampms ) desembarcam em São Paulo para uma turnê inédita do espetáculo “Guadakan”. O espetáculo é uma   criação do Instituto Moinho Cultural Sul-Americano ( @moinho_cultural ), de Corumbá (MS), organização da qual ambos os coletivos fazem parte. 

 

No dia 19 de junho, às 14h30, com entrada gratuita, Guadakan” será apresentado no Teatro CEU Vila Alpina / Vila Prudente ( @ceuvilaprudentevilaalpina )  - Profª Virgínia Leone Bicudo, na Zona Leste de São Paulo. A apresentação contará com Audiodescrição e Tradução em Libras. 

 

Concebido a partir de um mito indígena Guató, uma etnia estabelecida na fronteira do Brasil com a Bolívia, o espetáculo “Guadakan” conta uma história que ressalta a necessidade da preservação do Pantanal e toda a sua biodiversidade, principalmente no atual momento vivido pela Humanidade, com diversos tipos de mudanças e emergências climáticas.

 

“Esse espetáculo, em especial, surge a partir do momento em que vivemos as queimadas no Pantanal. A gente não respirava. A partir disso, procuramos histórias para falar dessa questão espiritual da região”, comenta a Companhia de Dança do Pantanal.

 

Unindo dança contemporânea e música, com uma trilha sonora executada ao vivo pela OCAMP - Orquestra de Câmara do Pantanal, a montagem faz uma viagem às origens dos povos do Pantanal, buscando a sabedoria dessa ancestralidade, que atravessa gerações, para revelar alertas.

 

“Os povos originários aprenderam e passaram a ensinar quem são os verdadeiros donos do Pantanal. Seres não humanos, sobrenaturais ou divinos, que devem ser respeitados e exigem condutas éticas para que ali todos possam viver em equilíbrio com os recursos por eles oferecidos. Quando se quebram regras, punições serão proferidas”, explica a direção.

 

Com oito bailarinos em cena, o espetáculo discorre sobre o mito Guadakan, o espírito do Pantanal.

 

A concepção cênica e direção geral é de Márcia Rolon, os arranjos e adaptação musical de Eduardo Martinelli. A regência fica por conta de José Maikson Amorim Alves, a narração do mito por Arce Correia, a coreografia é de Chico Neller, os figurinos de Luiz Gugliatto, e a produção local, na cidade de São Paulo, será realizada por Suelen Garcez.

 

Márcia Rolon explica que o espetáculo é intenso e necessário. “Vivenciamos nesta década as maiores queimadas já registradas no Pantanal. O Brasil, agora, já se prepara para sediar a COP30. O mundo discute o aquecimento global e os impactos sobre as nações. E o Pantanal clama por socorro. Como pantaneiros e sul-mato-grossenses, sabemos da urgência de olhar para o que é nosso e de todos os brasileiros. Por meio da arte e toda a provocação que ela carrega consigo, estamos rompendo os espaços para lembrar a todos de que o Pantanal precisa de nós”, destaca.
 

Quando: 19 de Junho de 2024 (Quarta-feira) - Horário: 14h30

Onde: CEU Vila Alpina / Vila Prudente - Virgínia Leone Bicudo - Endereço: Rua João Pedro Lecór, 144 - Vila Alpina, São Paulo - SP, 03227-190

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Cia. de Dança Palácio das Artes estreia  Você perto…”

 

Apresentações acontecem no Grande Teatro Cemig Palácio das Artes,
dias 22 e 23 de junho e contam com direção e coreografia de Henrique Rodovalho e músicas originais de Luiz Naveda

 

A Cia. de Dança Palácio das Artes, a mais longeva companhia de dança de Minas Gerais, com 53 anos de atuação, se renova para mostrar sua contemporaneidade no espetáculo inédito Você perto…”. Montagem trata da proximidade e da conexão humana e conta com direção, coreografia, cenário e iluminação assinados pelo renomado coreógrafo Henrique Rodovalho. A direção da companhia é de Sonia Pedroso e o elenco é formado pelos bailarinos criadores Anahí Poty, Ariane de Freitas, Bárbara Maia, Christiano Castro, Cristhyan Pimentel, Elton de Souza, Eliatrice Gischewski, Fábio Costa, Gutielle Ribeiro, Ivan Sodré, Isadora França, Kayky Neves, Ludmila Ferrara, Maxmiler Junio, Maíra Campos, Fábio Costa, Renato Augusto e Sílvia Maia. As apresentações de Você Perto…” acontecem no Grande Teatro Cemig Palácio das Artes, nos dias 22 e 23 de junho, sábado, às 20h, e domingo, às 19h. Os ingressos estão à venda na bilheteria do Palácio das Artes e no site da Eventim, através do link: https://www.eventim.com.br/artist/voce-perto/ , com valores de R$20 (inteira) e R$10 (meia-entrada).

 

 

Você perto…” propõe uma reflexão sobre como estar próximo das pessoas nos faz crescer e nos torna mais generosos. A concepção cênica e a iluminação de Henrique Rodovalho criam um ambiente íntimo e acolhedor, trazendo o público para mais perto da dança. Rodovalho, que tem um importante experiência no cenário artístico é, atualmente, diretor artístico e coreógrafo da Quasar Cia de Dança desde sua fundação, já criou e dirigiu 28 espetáculos pela Cia entre de 1988 a 2024, e foi vencedor dos prêmios Melhor Coreógrafo, Melhor Espetáculo, e Melhor Cia pelo Ministério da Cultura, Melhor espetáculo pelo público em TelaViv - Israel e  Melhor coreografia em Festival Internacional de Dança no México.

 

 

O Ministério da Cultura, o Governo de Minas Gerais e a Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, por meio da Fundação Clóvis Salgado, apresentam: ”Você perto...”. As atividades da Fundação Clóvis Salgado têm patrocínio master da Cemig e do Instituto Cultural Vale, patrocínio Prime do Instituto Unimed-BH e da ArcelorMittal e correalização da APPA – Cultura & Patrimônio. Governo Federal - Brasil. União e Reconstrução.

 

 

O título do espetáculo Você perto…” mostra essa essência de proximidade e afeto. O nome Você pertoreflete a essência do espetáculo, que é a proximidade, o carinho, e a troca de afeto. Queremos que o público se sinta próximo do assunto que estamos trazendo, sem a complexidade muitas vezes associada à dança contemporânea. É um convite para o público se aproximar”, comenta a diretora da Cia. de Dança Palácio das Artes, Sônia Pedroso. E acrescenta sobre o convite a Henrique Rodovalho. Henrique é um coreógrafo com quem já trabalhamos em 2001, com o Poderia Ser Rosa. Brincamos que ele é um verdadeiro combo, trazendo direção, coreografia, luz e cenografia, e estamos muito felizes de tê-lo novamente conosco.”

 

O processo de criação do espetáculo é coletivo com os bailarinos da companhia, que tiveram um papel fundamental na concepção, atuando como co-criadores ao lado de Rodovalho. Henrique solicitou que eles propusessem ideias e, juntos, construíram cenas e movimentos que fazem parte do espetáculo. É uma criação coletiva que valoriza a individualidade de cada bailarino,” explica Sônia Pedroso. Inicialmente, a ideia era abordar temas trazidos pelos bailarinos, mas ao longo do processo, percebemos que um espetáculo mais íntimo e emocional seria mais adequado. O resultado é uma obra que valoriza a proximidade, a intimidade e a emoção,” afirma Rodovalho.

 

Os figurinos, criados por Cássio Brasil, são uma metáfora visual para a proximidade e a intimidade e valorizam a singularidade de cada bailarino, começando com roupas mais volumosas e escuras, e gradualmente tornando-se mais leves e claras, como uma metáfora visual para a proximidade e a intimidade. Utilizamos tecidos como seda, linho e algodão para criar uma sensação de elegância e conforto”, lembra Pedroso. 

 

A cenografia e a iluminação, também assinadas por Henrique Rodovalho, são fundamentais para criar os ambientes e espaços cênicos da montagem. Trouxemos torres de luzes posicionadas no palco para criar diferentes atmosferas e climas, desde pequenos focos até aberturas amplas, transformando o palco em um espaço dinâmico e envolvente,” adianta  o diretor.

 

Quando e Onde

 

Data/Horário: 22 e 23 de junho, sábado, às 20h/ e domingo, às 19h

Local: Grande Teatro Cemig Palácio das Artes - Avenida Afonso Pena, 1537, Centro

Ingressos: R$ 20 reais (inteira) e R$ 10 reais (meia entrada)

Informações: https://www.eventim.com.br/artist/voce-perto ou bilheteria do Palácio das artes

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Debaixo da pele, por dentro da Terra

Com idealização, direção e execução da artista visual Catharina Suleiman e da bailarina Yasmine Zaitune, a performance narrativa Debaixo da pele, por dentro da Terra será apresentada nos dias 12,13 e 14 de Julho de 2024, às 18h30, no jardim do Goiaba Urbana, na rua dos Pinheiros 259, zona Oeste, com entrada gratuita. Debaixo da pele, por dentro da Terra é uma performance narrativa sobre duas árvores e duas mulheres. Uma relação entre os sistemas de cooperação da natureza e o fazer feminino do cuidado que mistura a bio pesquisa de Catharina Suleiman  com a experiência de  Yasmine Zaitune em passar por um tratamento de câncer de mama.

 

A performance artística se desenrola em 30 minutos com as duas artistas em cena o tempo todo. Catharina desenvolve, entre as ações, a manipulação do próprio cabelo a ser cortado e entregue a Yasmine, além da pintura do corpo da bailarina. No ato final, há uma interação corporal entre as artistas.  “Por meio das linguagens do Flamenco e da Dança Contemporânea, Yasmine contará o ciclo da vida (saúde, enfermidade, renascimento)”, conta Suleiman. Criada por  por Gigi Magno especialmente para o trabalho, a trilha/ ambiente sonoro baseia-se em sons/ruídos da natureza, além dos sons vocais que serão reproduzidos ao vivo pela cantora Gigi Suleiman.

 

A relação das duas artistas, de descendência libanesa, ultrapassa uma década. A profissional da dança Yasmine é o corpo feminino mais presente na obra da artista visual e bio artista Catharina. Essa colaboração já foi mostrada nacional e internacionalmente. Yasmine compôs imagens para exposições de Catharina pelo Brasil, em Nova York, Suécia e Londres e, mais recentemente, na maior exposição a céu aberto da América Latina na Expo da Paulista de 2023.  “A proposta encontra-se no limiar das artes visuais e cênicas”, conceitua Yasmine. Fisicamente, essa ideia se concretiza nas ações individuais das duas artistas, que servem também como suporte uma para outra em sua expressão primária. Arte visual e dança. Debaixo da pele, por dentro da Terra é um projeto contemplado pelo ProAC Editais, com o apoio do Governo do Estado de São Paulo e Secretaria de Cultura e Economia Criativa.

 

Quando e Onde
Dias 12,13 e 14 de Julho de 2024, às 18h30, no jardim do Goiaba Urbana, na rua dos Pinheiros 259, São Paulo. Gratuito. Sujeito à lotação.

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“Circuito Quebrada Viva” celebra a cultura hip-hop com grande evento no Guarujá

 

No dia 15 de junho de 2024 (sábado), às 14h, com entrada gratuita, o Coletivo Noroest (@coletivonoroest) realiza mais um evento da temporada “Circuito Quebrada Viva”, dessa vez na Praça Horácio Lafer, no Jardim Tejerera, no Guarujá (SP).

 

Durante o evento, acontecerão as tradicionais batalhas de breaking 2vs2, com a participação de b-boys e b-girls de São Paulo, com premiação de R$700,00 e troféu. A equipe de jurados será formada por B.boy Keb, B.boy Gerson e B.Girl Miwa, a discotecagem será com o DJ Insano, e os MCs Eliot e Igor Souza

 

Nesta edição, as batalhas serão realizadas em parceria com a AfroBreak Crew, e farão parte do processo de eliminatórias o evento Rival vs Rival, um dos importantes eventos da cena do breaking de São Paulo. A dupla vencedora garantirá a vaga para participar do campeonato Rival vs Rival oficial, que retorna às atividades neste ano após um período de paralisação.

 

Durante o evento, haverá um workshop gratuito de Breaking com o B.boy Boca. Uma aula aberta em que serão compartilhados os passos básicos da dança breaking através de uma vivência leve e divertida. Qualquer pessoa interessada pode participar, sem necessidade de experiência anterior ou qualquer tipo de condicionamento físico. As inscrições serão realizadas no próprio local.

 

A programação conta ainda com apresentação da Banda Black Box, criação de painéis de Graffiti com Xand e uma roda de conversa com o B.boy Keb (Instrusos Crew) sobre a inserção do breaking nas olimpíadas, que em 2024 estreia nos Jogos Olímpicos de Paris como modalidade de competição.

 

“Desde a criação do breaking como um dos pilares do hip-hop, a modalidade se espalhou e possibilitou que muitos jovens se distanciassem da violência. Uma dança que uniu pessoas e mostrou a potência dessa cultura. A inclusão do breaking nas olimpíadas traz uma nova vertente de atuação, agora como modalidade esportiva, o que poderá trazer visibilidade e inspirar mudanças. Isso certamente impacta no movimento e merece ser discutido, afinal, não podemos nos distanciar de quem vive o breaking há tantos anos, que são os jovens da periferia”, reflete Igor Souza, do Coletivo Noroest.

 

O “Circuito Quebrada Viva” é uma ação que surgiu a partir de uma perspectiva cultural periférica ligada à cultura Hip-Hop, movimento que vem transformando diversas ‘quebradas’ tanto na cidade de São Paulo, como em outras localidades do país. 

 

Visando incentivar o hábito da leitura, sobretudo ao conteúdo da história do Hip-hop, o evento contará com uma biblioteca temática com oferta de livros e outros materiais didáticos, além de atividades lúdicas com contação de histórias. Um ambiente organizado e confortável que possibilitará a interação de crianças e jovens com os monitores, que vão inspirar a leitura de livros como “O grito do hip-hop”, “A quebrada em quadrinhos”, “Nelson Triunfo, do sertão ao Hip-hop”, “Mulher de Palavra: Um retrato de mulheres no Rap de São Paulo”, “A pedagogia hip-hop: Consciência, resistência e saberes em luta”, “Batidas, rimas e vida escolas” e “Genealogia hip-hop”.  

 

Para desenvolver as ações em 2024, o Coletivo Noroest foi contemplado no edital PROAC Nº 37/2023 - Cidadania Cultural – Produção e Realização Proj. Cultural - Cultura Negra, Urbana e Hip Hop, e visitará as cidades de Franco da Rocha, Pindamonhangaba, Registro, Santo André e São Paulo.

 

Por meio do projeto, o Coletivo Noroest promove um circuito de formação e difusão cultural que contribui com o desenvolvimento social das comunidades por onde as ações irão passar, instigando as pessoas para uma nova perspectiva de vida tendo a ideologia Hip-Hop como base para a produção de conhecimento e compartilhamentos práticos e teóricos.
 

Quando: 15 de junho de 2024 (sábado) - Horário: 14h - Onde:  Praça Horácio Lafer - Jardim Tejerera - Guarujá - SP

Gratuito - Livre para todas as idades 

Programação: - Batalha de Breaking 2 vs 2 (Inscrição no local do evento a partir das 14h) (Premiação de R$ 700,00 + troféu). Eliminatória Rival vs Rival

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Pela primeira vez no Brasil, a companhia equatoriana de dança TALVEZ

apresenta espetáculo, performance e oficina, de 26 a 30 de junho, todos com entrada gratuita

 

Iniciativa do projeto Encruzilhadas Latinoamericanas, a temporada conta com o espetáculo “Ouroboros”, a desmontagem crítica de “Ouroboros”, a performance "Do trajeto ao ato: aparições instantâneas" e a oficina Escuta Corporal para Improvisação Cênica

 

Com 15 anos de trajetória, a companhia equatoriana de dança TALVEZ faz a sua estreia no Brasil, com a promessa de instigar o público a participar ativamente de suas atividades entre 26 e 30 de junho. A proposta do grupo, dirigido pela coreógrafa Marcela Correa, é explorar as linguagens da improvisação a partir de obras que buscam construir plataformas interativas multidisciplinares com os espectadores, que se envolvem emocionalmente e sensorialmente com as criações. Nesta temporada carioca, a Cia TALVEZ vai apresentar o espetáculo “Ouroboros” (29 e 30/06), a desmontagem crítica de “Ouroboros” (26/06), a performance itinerante "Do trajeto ao ato: aparições instantâneas" (27/06) e vai oferecer a oficina Escuta Corporal para Improvisação Cênica (27/06). Todas as atividades são gratuitas.

 

A programação inaugura o novo projeto do selo artístico Celeiro Moebius, o Encruzilhadas Latinoamericanas, que propõe um intercâmbio de artistas da dança, da performance e do teatro que tenham uma implicação ética-estética-política com a produção artística na América Latina. A iniciativa do selo tem concepção e direção da bailarina, coreógrafa e pesquisadora-docente das artes cênicas Aline Bernardi, que deseja fomentar uma rede de troca de saberes, fortalecendo os cruzamentos e os encontros entre artistas latino-americanas/os. A primeira edição do Encruzilhadas Latinoamericanas conta com apoio institucional do Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro e do Programa de Pós Graduação em Dança/PPGDan/UFRJ. O patrocínio é do Ministério da Cultura do Equador e da Universidade São Francisco/Quito.

 

“A Cia TALVEZ comemora 15 anos de trabalho investigativo em linguagens do corpo, do movimento e da cena. Nessa trajetória, definimos duas linhas de investigação: a escuta corporal como linguagem cênica e a ressignificação da relação performer/espectador. Com nosso trabalho consolidado no Equador como um grupo experimental e inovador, procuramos agora levar nossa pesquisa para outros países da América Latina: como nossa proposta se insere em outras realidades culturais e artísticas? Quais serão as leituras da nossa encenação face a diferentes compreensões do trabalho corporal e da dança? Como nossas perspectivas de pesquisa mudarão à medida em que mergulharmos em outros círculos artísticos, diante de públicos com outras compreensões do mundo e da arte?”, indaga a coreógrafa Marcela Correa. 
 

Oficina Escuta Corporal para Improvisação Cênica

 

O trabalho de improvisação nas artes cênicas requer um conhecimento e uma escuta múltipla: pessoal, com os outros no palco e com o espaço. A oficina começa com a atenção à caixa pélvica como o centro de força e ação do movimento e como um recipiente de consciência interior. A partir da pélvis, a respiração é acentuada e, com ela, a conexão com o próprio corpo. Uma vez que a consciência pessoal e a do outro são reconhecidas, partimos para a busca e o reconhecimento do espaço como uma página em branco na qual se pode escrever e desenhar em movimento, com ativação das atenções às dinâmicas em movimento, entrelaçando as camadas de escuta corporal. A oficina será realizada dia 27 de junho (quinta-feira), das 10h às 13h, no Estúdio 1 do Centro Coreográfico, com inscrições no link:  https://forms.gle/ywySRC4y3kXhE46V9

 

Cia de dança TALVEZ - Atividades da Turnê no Rio de Janeiro:

Temporada: 26 a 30 de junho de 2024

 

Desmontagem crítica do espetáculo Ouroboros

Dentro da disciplina "Corpo, dança e cultura" do PPGDan - Programa de Pós-graduação em Dança da UFRJ, em parceria com a Profa. Dra. Carol Natal

Dia e horário: 26 de junho (quarta-feira), das 9h às 12h

UFRJ - Campus Fundão: CCMN - Auditório Cema (Av. Athos da Silveira Ramos, 274, Bloco F).

Formulário de inscrição: https://forms.gle/fHeXG6qkAZCVXXyV9

Classificação etária: 16 anos

 

Oficina Escuta Corporal para Improvisação Cênica

Dia e horário: 27 de junho (quinta-feira), das 10h às 13h

Centro Coreográfico da cidade do Rio de Janeiro / Estúdio 1: R. José Higino, 115 – Tijuca

Formulário de inscrição: https://forms.gle/ywySRC4y3kXhE46V9

Classificação etária: 16 anos

 

Performance itinerante "Do trajeto ao ato: aparições instantâneas"

Dia e horário:  27 de junho (quinta-feira), das 16h às 17h

Ponto de encontro para o início: porta do Forte de Copacabana, às 15h45

Classificação etária: livre

 

Apresentação do espetáculo Ouroboros

Dias e horários: 29 e 30 de junho (sábado e domingo). Sábado, às 19h, e domingo, às 18h

Teatro Angel Vianna - Centro Coreográfico da cidade do Rio de Janeiro: José Higino, 115 – Tijuca

Ingressos: gratuitos

Link de ingressos para sábado: https://riocultura.eleventickets.com/#!/apresentacao/463edb24410579ce3acbb901e4145c1c1bf40a6a

Link de ingressos para domingo: https://riocultura.eleventickets.com/#!/apresentacao/c8e9f5ece712b624464061468337928b794ad6bc

Duração: 45 minutos

Classificação etária: 16 anos

 

Informações e Inscrições no Instagram: @celeiromoebius

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