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Projeto Consuelo Rios

 

De 20 de abril a 10 de maio, acontece em Joinville o Projeto Consuelo Rios, com direção de Darling Quadros. Uma homenagem da capital brasileira da dança a uma personalidade marcante na história da dança. O Projeto Consuelo Rios é realizado pelo Governo do Estado de Santa Catarina, por meio da Fundação Catarinense de Cultura (FCC), com recursos do Governo Federal e da Lei Paulo Gustavo.

 

PROGRAMAÇÃO GRATUITA:

EXPOSIÇÃO Alunas de Consuelo Rios Local: Casa da Memória Data: 20 de abril a 10 de maio Horário: 10h às 18h

 

OFICINAS DE BALLET CLÁSSICO 
Professora: Teresa Augusta – RJ
Local: Casa da Cultura Fausto Rocha Júnior
Data: 04 e 05 de maio 
Horário: 10h às 18h

 

PALESTRA "Consuelo Rios: uma vida dedicada ao ensino da Dança" 
Palestrante: Liana Vasconcelos - RJ 
Local: Auditório da Casa da Cultura Fausto Rocha Júnior
Data: 04 de maio 
Horário: 15h

 

INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES:
Whatsapp:47 997593408
Instagram: @artesdopalco
Informações email


 

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12 dicas para você participar de Festivais de Dança
                                                                                                                                                                                                                              por Eleusa Lourenzoni

Participar de festivais de dança é uma oportunidade emocionante para escolas, grupos e bailarinos demonstrarem sua arte e talento.
No entanto, para alcançar o sucesso máximo, é crucial seguir algumas diretrizes importantes.
Aqui estão algumas dicas para garantir uma participação bem-sucedida:

 

  1. Conheça o Regulamento Detalhadamente: Cada concurso possui suas próprias especificidades no regulamento. Desde restrições de idade até requisitos de tempo e distribuição de gêneros, entender essas nuances é fundamental. Alguns concursos têm uma abordagem mais inclusiva, enquanto outros buscam promover um alto nível de excelência técnica.

  2. Entenda a Intenção do Concurso: Alguns eventos têm como principal objetivo premiar os participantes, enquanto outros visam contribuir para o desenvolvimento artístico e cultural da dança. Conhecer a essência do concurso pode ajudar na preparação e na seleção adequada do repertório.

  3. Aproveite Competições por Faixa Etária e Gênero: Em eventos onde as categorias são divididas por faixa etária e gênero, é mais fácil comparar trabalhos e avaliar o desempenho. Isso proporciona uma competição mais equilibrada e justa.

  4. Verifique as Condições do Local: Antes do evento, certifique-se de conhecer as características do local, como o tamanho do palco, as condições de iluminação, a disponibilidade de camarins e a duração do concurso. Essas informações ajudam na preparação técnica e logística.

  5. Defina suas Intenções: Decida se o objetivo principal é vencer o concurso ou aprimorar suas habilidades e ampliar seu círculo de contatos na comunidade da dança. Essa clareza de intenção orientará suas escolhas durante a preparação.

  6. Apresente Trabalhos Adequados: Evite levar coreografias concebidas especificamente para apresentações de final de ano. Adapte seu repertório para atender às expectativas do concurso, mantendo sempre uma proposta clara e coesa.

  7. Escolha os Participantes com Cuidado: Ao selecionar bailarinos para apresentações solo, leve em consideração não apenas o talento, mas também o nível técnico e o tipo físico. Isso garantirá performances mais impactantes e adequadas ao contexto.

  8. Domine o Balé de Repertório: Para apresentações de balé clássico, respeite a idade e o nível técnico dos bailarinos. Mantenha a fidelidade ao estilo do repertório escolhido, buscando referências em vídeos e consultando profissionais experientes.

  9. Participe de Cursos Complementares: Aproveite os cursos oferecidos pelos concursos para expandir seu conhecimento e conhecer outros profissionais da área. Essa troca de experiências é enriquecedora e pode abrir portas para novas oportunidades.

  10. Conecte-se com Mestres da Dança: Se possível, o diretor do grupo deve participar desses cursos e buscar estabelecer contato com os professores. Essa interação promove um intercâmbio cultural e técnico valioso para o crescimento artístico.

  11. Envolver Familiares e Amigos: Incentive a presença dos pais e familiares nos concursos e espetáculos. Isso não só valoriza o trabalho dos dançarinos, mas também ajuda na compreensão da dedicação e do esforço exigidos pela dança.

  12. Lembre-se do Valor da Experiência: Mais do que conquistar prêmios, a participação em festivais de dança proporciona crescimento pessoal e profissional. A disciplina, o trabalho em equipe e o desenvolvimento pessoal são ganhos inestimáveis, independentemente do resultado final.

Com essas dicas em mente, você estará mais preparado para brilhar nos festivais de dança e aproveitar ao máximo essa jornada artística e emocionante. 🌟💃✨

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Bailarinos Brasileiros Prontos para Brilhar no World Ballet Competition
 


Cerca de 40 talentosos bailarinos brasileiros estão prontos para levar a graça e a técnica do ballet nacional ao palco internacional. Selecionados entre diversas escolas de dança de renome no país, esses artistas irão representar o Brasil no prestigioso World Ballet Competition, que ocorrerá de 23 a 27 de abril.

Os olhos do mundo estarão voltados para esses talentosos bailarinos brasileiros enquanto eles se preparam para mostrar sua arte e competir em um dos eventos mais importantes do calendário internacional de ballet.

 

Entre as escolas brasileiras que terão o privilégio de enviar seus melhores dançarinos estão o Estúdio de Dança Eliane Indiane, Grupo Artieri de Danças, Ballet Vera Bublitz, Espaço Arte Dança Itaipu, Ateliê da Dança, Estúdio Eiras - Centro de Dança e Movimento, Cadência Ballet, Escola Fabiana de Ballet, BBT Academy of Art, Ballet Thatiana Orite, Ebateca, Ballet Lenita Ruschel, Étoiles de la danse, Studio de Ballet Bertha Rosanova, Eloo escola de Dança, La Fille Dance Academy, Marcia Bueno Escola de Dança, Ecco Centro de Artes, Balé Isabel Gusman, Petipa Dance Scholl e Balletarrj Escola de Dança.

 

O World Ballet Competition é um evento de prestígio mundial, e este ano não será diferente, contando com uma banca de jurados composta pelos mais renomados profissionais do mundo do ballet. Entre eles estão Mihailo Djuric do Ballet Providence, Sharon Story do Atlanta Ballet, Robert Hill do Orlando Ballet, Kristina Kambalov do First State Ballet Theatre, Evie Shives do Ballet International, Marin Boieru do Carolina Ballet, Magaly Suarez do Florida Classical Ballet, Heather Sanders Fryxell do Ballet West, Rolando Sarabia do Washington Ballet, Jeffrey Rogers do Ballet West, Willy Shives do Ballet San Antonio, Heath Gill do Orlando Ballet, Krista King-Doherty coreógrafa internacional, Eleusa Lourenzoni mestra e coreógrafa internacional, Etienne Diaz da Rock School, Judith Turos do Bavarian State Ballet, Catrinel Sandu coreógrafa e apresentadora de televisão, Hsienfa Cheng da Cheng Ballet Academy, Elisabetta Hertel da Accademia Internazionale Coreutica, Charmaine Hunter do Orlando Ballet, Christopher Moore do Ballet Theatre UK, Samantha Dunster do Pennsylvania Ballet, Daniela Buson do Tulsa Ballet, Patricia Barker do Royal New Zealand Ballet, Slawomir Wozniak da Master Ballet Academy, Debra Austin do Carolina Ballet, Tina LeBlanc do San Francisco Ballet, Chan Hon Goh da Goh Ballet Academy e Skylar Brandt do American Ballet Theatre.

 

Os bailarinos competirão por medalhas, bolsas de estudo e outros prêmios em diversas categorias. Destaque especial para o Grand Prix, um prêmio de US$ 10.000 que será concedido ao melhor bailarino masculino, feminino ou grupo, conforme decisão do júri. Além disso, haverá o Prêmio de Coreografia de US$ 500.

 

Os prêmios em dinheiro variam de acordo com as categorias:

  • Categoria Introdutório (9 a 11 anos): até US$ 300 por medalha
  • Categoria Preparatório (12 a 13 anos): até US$ 600 por medalha
  • Categoria Pré-Profissional (14 a 15 anos): até US$ 1.500 por medalha
  • Categoria Profissional (16 a 24 anos): até US$ 3.000 por medalha
  •  

Para mais informações sobre o evento, acesse o site oficial em www.worldballetcompetition.com

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Balé Jovem de São Vicente É BICAMPEÃO

FESTIVAL DE DANÇA DE FLORIANÓPOLIS

 

 

     O Balé Jovem de São Vicente (SP) é o vencedor do Prêmio Desterro – 13º Festival de Dança de Florianópolis, realizado de 17 a 25 de fevereiro, no Centro Integrado de Cultura (CIC). Entre os mais de 120 grupos que concorreram em 14 sessões de Mostra Competitiva, no Teatro Ademir Rosa, ele foi considerado o de melhor performance geral pela comissão de júri, faturando R$ 10.000.

 

     Também foram indicados à premiação máxima a Ecco Cia. de Dança, de São Paulo; a Freedom Cia. de Dança, de Rio Grande (RS); e a Lapidari Cia. de Dança, de Praia Grande (SP), ganhadora do ano passado.

 

     Recordista em quantidade de coreografias nesta edição do festival, o campeão exibiu 39 trabalhos: 13 balés clássicos de repertório, 12 balés neoclássicos, nove danças contemporâneas e cinco de jazz.

 

Colecionando vitórias

     Seus 37 bailarinos, que formaram um dos maiores grupos deste ano, disputaram com solos femininos e masculinos, duos e conjuntos, nas categorias júnior e adulto, conquistando 19 classificações nas baterias diárias – 10 delas em primeiro lugar.

 

     Além disso, no decurso do evento, os paulistas foram premiados como o concorrente que apresentou o melhor balé clássico de repertório e o melhor balé neoclássico do festival, como também receberam diversas indicações a outras premiações principais.

 

     Com a vitória, o Balé Jovem de São Vicente, cidade litorânea na região metropolitana da Baixada Santista, se tornou bicampeão, pois já havia levado o título em 2018. Este é o segundo participante que vence o Prêmio Desterro mais de uma vez. Antes, somente o Raça Centro de Artes, de São Paulo, havia conseguido a façanha, ao juntar em sua galeria os troféus de 2017 e 2022.

 

 

Vencedores por gênero

     Os primeiros colocados em cada subgênero (solo feminino, solo masculino, duo e conjunto) das duas categorias (júnior e adulto) ganharam vaga garantida para se apresentarem na edição seguinte do Prêmio Desterro com coreografia de igual combinação, sem necessidade de passar pelo processo seletivo. Já os melhores de cada gênero competitivo receberam R$ 2.000, exceto a dança contemporânea – dividida em três aspectos, com premiação de R$ 800 para cada.

 

-Melhor balé clássico de repertório: Balé Jovem de São Vicente (SP)

 

-Melhor balé neoclássico: Balé Jovem de São Vicente (SP)

 

-Dança contemporânea

> Melhor concepção coreográfica: Premiere Núcleo de Dança, Jundiaí (SP)

> Melhor desempenho cênico: Raça Centro de Artes, São Paulo

> Melhor inovação e experimentação: Bio Center Centro de Danças, Bagé (RS)

 

-Melhor dança popular: Freedom Cia. de Dança, Rio Grande (RS)

 

-Melhor dança urbana: Corpus Sense, Joinville (SC)

 

-Melhor jazz: Ecco Cia. de Dança, São Paulo

 

-Melhor sapateado: Espaço A.Z, Joinville (SC)

 

Prêmio Desterro

Site: www.premiodesterro.com.br

Facebook: facebook.com/festivaldedanca

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SIRENA

 

Solo da bailarina capixaba Ivna Messina,

estreia em 14 de março no Sesc Copacabana

 

Espetáculo visita personagens da mitologia greco-romana, híbridos entre humano e animais, recriados a partir de elementos do flamenco, da dança contemporânea e do teatro

 

Uma sereia, uma harpia, um fauno e uma medusa. Essas figuras mitológicas são ponto de partida para “Sirena”, mais novo solo de dança da bailarina capixaba Ivna Messina que estreia dia 14 de março na Sala Multiuso do SESC Copacabana para curta temporada deduas semanas – de quinta a domingo, às 19h, até 24 de março. “Sirena” foi selecionado pelo Edital de Cultura do Sesc RJ Pulsar. 

 

Dirigido por Alexsandra Bertoli, o espetáculo tem como eixo o hibridismo presente em seres da mitologia greco-romana que são parte humanos e parte animais, mesclando-se ao flamenco – arte a que Ivna se dedica há 22 anos –, à dança contemporânea, ao teatro e a uma trilha sonora especialmente composta para o trabalho, com direção musical de Letícia Malvares.

 

Hibridismo como norteador da pesquisa

Ivna Messina pesquisa a relação entre o flamenco e outras expressões artísticas. Com esse foco, criou, em 2012, o projeto “Isso não é flamenco”, em que convida outros artistas, de diferentes áreas, para experimentar esse atravessamento de linguagens. Terceiro solo da artista, “Sirena” também segue por essa linha, ainda que seja bem diferente de seus trabalhos anteriores, “Bom sujeito” (2016), com direção de Fernando Marques, e “Pedra” (2018), direção de Carla van den Bergen.

 

“Eu trago a experiência do corpo flamenco e da lida com esses elementos e gestualidade, que é muito marcada e expressiva com as linhas, o trabalho de mãos, os giros... e essa técnica é utilizada majoritariamente de maneira não tradicional no meu trabalho”, explica Ivna Messina. “O flamenco, portanto, está presente como técnica e matéria, mas ele não é utilizado de maneira tradicional; então, junto a isso, temos também técnicas de dança contemporânea e elementos relacionados ao teatro e à música”, explica a artista.

 

Em “Sirena”, essa contaminação extrapola o universo da linguagem e aparece na criação de figuras mitológicas híbridas, em imagens sugeridas a partir de elementos característicos do flamenco, que vão sendo ressignificados ao longo dos personagens. Exemplo disso é a bata de cola – que se transforma no rabo da sereia e traz ainda uma sensação de mar, das ondas, das algas –, o mantón de manila (xale) – que se relaciona com as asas de uma harpia e o cabelo da medusa –, ou ainda o sapateado – que remete ao casco do fauno. Para além de questões meramente estéticas, essas mesclas também se abrem a temáticas transversais contemporâneas e apontam posicionamentos e escolhas políticas, como o debate sobre a marginalização de figuras híbridas na sociedade de modo mais amplo, os “purismos” de várias ordens e a representação da mulher. 

 

Para a diretora Alexsandra Bertoli, todos que participam do núcleo de criação, cada um em sua função, ajudam a tecer sentidos e são estimuladores para a construção do espetáculo, que surgiu de uma proposta pessoal de Ivna.

 

“A relação da intérprete-criadora com os elementos cênicos, a apropriação, a ressignificação deles, nos ajudando a construir esses outros híbridos que desejamos, gerando esse lugar de constante transformação durante o espetáculo inteiro”, destaca a diretora Alexsandra Bertoli.

 

“Sirena

Espetáculo de dança de Ivna Messina

Temporada: de 14 e 24 de março de 2024 – de quinta a domingo, às 19h

Local: Sesc Copacabana – Sala Multiuso – Rua Domingos Ferreira, 160. Tel.: (21) 2547-0156

Ingressos: R$ 7,50 (credencial plena Sesc), R$ 15 (meia-entrada), R$ 30 (inteira) e entrada franca (público PCG)

Bilheteria: de terça a sexta, das 9h às 20h | sábados e domingos, das 14h às 20h.

Classificação indicativa: livre. Duração: 50 min. Lotação: Sujeito à lotação.

 

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BALLET PARAISÓPOLIS LANÇA SUA PRÓPRIA COMPANHIA DE DANÇA

 

 

Cia Ballet Paraisópolis nasce com 16 bailarinos profissionais

e algumas obras em seu repertório, como o original Véspera e

a remontagem do Grand Pas de Deux de Don Quixote

 

 

Há 12 anos o Ballet Paraisópolis oferece aulas gratuitas para crianças e adolescentes da comunidade de Paraisópolis, na Zona Sul de São Paulo. Agora, o projeto sociocultural dá um importante passo para a profissionalização de seus bailarinos com a criação da Cia Ballet Paraisópolis. Do ballet clássico à dança contemporânea, a companhia, que traz à cena uma nova geração de bailarinos engajados e criativos, ganha os palcos a partir do dia 10 de março quando será lançada oficialmente no Teatro Ítalo Brasileiro.

 

Na programação, a mais nova companhia de dança de São Paulo com direção executiva de Monica Tarragó apresenta a coreografia original Véspera assinada por Christian Casarin e a remontagem de Weverton Aguiar para o Grand Pas de Deux de Don Quixote. O elenco é formado pelos bailarinos Amanda Dalla, Bruno Antunes, David Bem, Geise Santos, Giovana Guimarães, Haissa Santos, Isabela de Sousa, Luiz Dias, Maju Vieira, Maria Daniela, Mariana Farias, Nicoly Sayuri, Tamires Barros, Thaís Dariolli, Rebeca Guilherme e Wellington Dambroski.

 

A criação da Cia Ballet Paraisópolis é a resposta de todo o trabalho feito, durante anos, com os bailarinos do projeto sociocultural Ballet Paraisópolis. Após a formatura dos primeiros bailarinos em 2022, nasceu o desejo pela criação da companhia. A ideia é que cada bailarino continue sua trajetória profissional (todos os bailarinos da Cia já possuem o DRT de registro profissional) na área da dança, tendo como objetivo a integração ao mercado de trabalho.

 

Para Monica Tarragó, a formação da Cia Ballet Paraisópolis tem como objetivo principal permear múltiplas linguagens, potencializando o próprio fazer artístico da comunidade de Paraisópolis. “Nesses 12 anos de atuação, o Ballet Paraisópolis cresceu muito e já está sendo reconhecido internacionalmente. Todos os moradores amam o Ballet e tem muito carinho e respeito pelo projeto. Nós conseguimos mostrar para a comunidade que dança é profissão”, destaca a diretora executiva.

 

Diversidade de corpos

A Cia Ballet Paraisópolis começa com 16 bailarinos em seu elenco, sendo a grande maioria egressos do Ballet Paraisópolis. A meta é que até o fim de 2024 o número de bailarinos salte para 22 vindos de variados ambientes de São Paulo. “Nosso desejo é que a diversidade de etnias já presentes no elenco forme, ainda mais, uma variedade de corpos. O Ballet Paraisópolis já foi premiado diversas vezes com o Selo de Direitos Humanos e Diversidade, que exemplifica o empoderamento de nossos bailarinos dentro do cenário cultural e artístico”, conta Monica.

 

A Cia Ballet Paraisópolis também projeta para 2024 aumentar o repertório de coreografias e espetáculos com novas criações de coreógrafos renomados no cenário da dança, além de apresentar temporadas em teatros e centros culturais no estado de São Paulo.

 

Na nova Cia Ballet Paraisópolis todos os bailarinos recebem uma remuneração mensal como bailarino e instrutor, além de fisioterapia e suporte para reabilitações com o Instituto Vita e bolsa de estudos para o ensino superior com o Centro Universitário Católico Ítalo Brasileiro.

 

“Vamos acompanhar de perto a evolução desses jovens artistas que hoje se tornaram profissionais talentosos. Tenho certeza que nossos bailarinos ocuparão novos espaços com todo o potencial desenvolvido ao longo dos anos com o Ballet Paraisópolis”, pontua Monica Tarragó.

 

Véspera e Grand Pas de Deux de Don Quixote

No lançamento da Cia. Ballet Paraisópolis, os 16 bailarinos apresentarão duas obras. A primeira, o Grand Pas de Deux de Don Quixote é uma remontagem de Weverton Aguiar para a coreografia original de Marius Petipa baseada em um capítulo da famosa obra de Miguel de Cervantes, que narra as aventuras do barbeiro Basílio e seu amor por Kitri, a filha do taberneiro. Em cena, o momento do casamento de Kitri e Basílio. Dançado pelo mundo todo, esse duo representa um grande desafio para os intérpretes não só pela qualidade técnica, mas também pela interpretação.

 

Véspera, é uma coreografia original de Christian Casarin, que desafia o corpo no espaço com tempos e configurações variadas. Uma criação coreográfica que propõe dinâmicas que são enunciadas, alternadas e retomadas pelos muitos corpos dançantes. Com música de Vivaldi recomposta por Max Richtter, véspera é o que antecede um ato, ou vésperus, que quer dizer "estrela Vésper”, estrela ou planeta de Vênus, partindo do simbolismo da luz e da escuridão.

 

O lançamento da Cia. Ballet Paraisópolis contará também com a exposição fotográfica Ballet Paraisópolis – Voar é Possível, no Foyer do Teatro (visitação a partir das 16h). A mostra, que reúne 32 fotos de oito fotógrafos, tem direção criativa do designer e estilista Jum Nakao.

 

A exposição apresenta por meio de imagens simbólicas a trajetória de existência do Ballet Paraisópolis pelo olhar dos fotógrafos Fernanda Barsotti Kirmayr, Marcos Alonso, Vitoria Andregueti Teixeira, Tomas Kolisch Jr., Daniel Eduardo de Souza, Raúl Aragón, Alceu Bett e Alex Almeida.

 

 

Lançamento Cia. Ballet Paraisópolis

Dia 10 de março, domingo, 17h.

Exposição Ballet Paraisópolis – Voar é Possível, a partir das 16h.

Teatro Ítalo Brasileiro – Av. João Dias, 2046 – Santo Amaro, São Paulo.

 

60 minutos | Livre | Gratuito (reserva de ingressos pelo site sympla.com.br/lancamento-da-cia-ballet-paraisopolis__2338187)

 

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Emovere Estúdio de Dança apresenta espetáculo Cats no Teatro Gamaro, em duas sessões, no dia 2 de março

Com direção geral e produção de Silvana Passos e com direção artística assinada pelo bailarino, professor e coreógrafo Rafael Johnny, o espetáculo de dança é uma adaptação livre do famoso musical que já foi apresentado em mais de vinte países

 

A Emovere Estúdio de Dança encena a sua versão de Cats, musical composto por Andrew Lloyd Webber que teve sua estreia em Londres em 1981, mas que desde a sua abertura, já foi apresentado em mais de vinte países, traduzido em mais de dez idiomas, tendo recebido mais de trinta prêmios. O espetáculo, com direção geral e produção de Silvana Passos e com direção artística assinada pelo bailarino, professor e coreógrafo Rafael Johnny, é uma adaptação livre do musical e acontece no Teatro Gamaro, em duas sessões, no dia 2 de março: às 17h e às 19h30. Os ingressos custam R$80,00 (inteira) e R$40,00 (meia-entrada e promocional) e estão disponíveis no site da eventbrite.

 

O musical da Broadway conta a história de uma tribo de gatos, chamado Jellicle - palavra que só eles sabem o devido significado - que se reúnem uma vez por ano no Jellicle Ball para saberem quem, entre eles, será o escolhido por seu velho e sábio líder Deuteronômio para ir a um lugar mágico e poder renascer para uma nova vida Jellicle.

 

O espetáculo, uma adaptação livre da Emovere Estúdio de Dança, foi inspirado no musical da Broadway. A releitura mantém a história original, mas o que predomina é a linguagem da dança. São nove coreografias nos estilos jazz, contemporâneo, ballet clássico e hip hop, encenadas por bailarinos e dançarinos profissionais, mas também pelos alunos de diferentes faixas etárias da Emovere - desde crianças a partir de 5 anos até adultos acima de 50. 

 

A concepção artística é um dos destaques da produção, como por exemplo, a criatividade com a qual figurinos são elaborados pelas mãos de Aleh Ferrer, mas que ao mesmo tempo, dialogam e se somam aos elementos que possibilitam a transformação de seres humanos em gatos - a maquiagem, a expressão corporal e a interpretação artística - resultado de estudos de dramaturgia. Mas o cenário e a iluminação também dão o toque para permitir ao elenco atuações que representam cada um dos gatos e suas personalidades -  para criá-los ao invés de imitá-los. 

 

“Um espetáculo contagiante e misterioso do começo ao fim. Com muita dança, canto e interpretação que fará com que o público se sinta envolvido e emocionado, até mesmo para aqueles que já vivenciaram o Cats da Broadway. O diferencial dessa montagem é a presença de diversos estilos de dança, a participação de uma faixa etária ampla e a classificação como um espetáculo de dança e não um musical. Mesmo algumas músicas sendo cantadas e textos interpretados ao longo do espetáculo, ainda se caracteriza como um espetáculo de dança, uma vez que mais de 50% do show é apenas dançado. Vamos apresentar algumas cenas faladas que ajudam na ligação do enredo, com a participação especial de uma cantora ao vivo, a Iris Bassi”, explica Silvana Passos.

 

A releitura pela Emovere Estúdio de Dança também traz os momentos mais memoráveis do musical. No palco, a cantora e atriz Iris Bassi canta, ao vivo, a música Memory, enquanto bailarinos performam em cena. Também merece destaque a interpretação da música Jellicle Ball, momento em que crianças, adolescentes e adultos se juntam e sobem ao palco em uma coreografia que contagia.

 

 

Cats - Emovere Estúdio de Dança

Data: sábado, dia 2 de março de 2024

Horário: duas sessões | às 17h e às 19h30

Local: Teatro Gamaro | Rua Dr. Almeida Lima, n° 1176 - Mooca - São Paulo/SP

Duração: 60 minutos (sem intervalo)

Ingressos: R$80,00 (inteira) e R$40,00 (meia-entrada e promocional)

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Bolshoi Brasil apresenta Grandes Espetáculos em Florianópolis

 

A Escola do Teatro Bolshoi no Brasil comemora no dia 15 de março 24 anos de arte e educação e com a missão de formar artistas e cidadãos. Para festejar essa data, traz três grandes espetáculos para a capital do Estado de Santa Catarina, Florianópolis, nos dias 14 e 15 de março no Teatro CIC. 

 

No dia 14 de março a Escola do Teatro Bolshoi no Brasil apresenta em dois horários, às 19h e 21h, com o espetáculo Gala de Aniversário, com mais de 100 bailarinos no palco.

 

O espetáculo de Gala faz um passeio por coreografias clássicas e contemporâneas dos mais aclamados balés. Alunos e Bailarinos da Cia. Jovem Bolshoi Brasil interpretam trechos memoráveis de obras como “Quebra-Nozes”; “Lago dos Cisnes” e “Paquita. Os pequenos bailarinos da Escola Bolshoi dão vida às danças da corte do século XIX, como a Polonaise.

 

A noite se estende até as Danças Polovitsianas da Ópera "O Príncipe Igor", uma coreografia conhecida por sua energia e vigor, que exalta os princípios fundamentais da dança a caráter, em uma experiência única e inesquecível. 

O espetáculo é indicado para todos os públicos. 

 

Balé Carmen com Cia. Jovem Bolshoi Brasil

No dia 15 de março, às 20h, a Companhia Jovem Bolshoi Brasil, composta por 18 bailarinos profissionais, sobe ao palco do Teatro CIC com o Balé Carmen. Com coreografia de William Almeida, inspirado no homônimo do escritor Prosper Mérimée e com 1 hora de duração, o balé tem sua história conduzida pela música de Georges Bizet.  

 

A obra Carmen, reflete uma visão complexa e profunda dos contrastes internos da própria vida. Representa a liberdade de acolher e cumprir o seu próprio destino, com base no fluxo de seus instintos e não em idealismos abstratos.

 

Carmen, com sua natureza enigmática, personifica a luta entre o desejo e a responsabilidade. Levando a refletir sobre os limites da razão e do instinto, revelando as complexidades intrínsecas à condição humana.

O Balé Carmen tem classificação indicativa de 12 anos.  

 

Ingressos

Os ingressos para os Grandes Espetáculos da Escola Bolshoi em Florianópolis, nos dias 14 e 15 de março, custam entre R$19,80 a R$80 mais taxas administrativas e podem ser adquiridos no site www.enjoyticket.com.br 

 

Pessoas inscritas no Cadastro Único (CadÚnico) do Governo Federal, podem retirar 1 ingresso por CPF, apresentando o CadÚnico, no dia 25 de fevereiro na bilheteria do Teatro Ademir Rosa (CIC) entre 13h30 e 18h30. Ingressos limitados.

 

Formação de Plateia

No dia 15 de março, às 15h, no CIC em Florianópolis, a Escola realiza a Formação de Plateia. Uma contrapartida social, que traz crianças da rede pública de ensino e pessoas com deficiência para prestigiar o espetáculo. Um momento único onde plateia e artistas se unem em prol da solidariedade, inclusão, arte e cultura. Esse evento é gratuito e com reservas antecipadas para escola públicas e grupos prioritários via produção da Escola Bolshoi (producao@escolabolshoi.com.br).

 

 

 

Grandes Espetáculos em Florianópolis:

 

Gala de Aniversário Bolshoi Brasil

14 de março

Horários: 19h e 21h

Local: Teatro Ademir Rosa - CIC

Av. Gov. Irineu Bornhausen, 5600 - Agronômica, Florianópolis 

Ingressos: www.enjoyticket.com.br entre R$19,80 a R$80

Duração: 1h

Classificação: Livre 

 

Balé Carmen

15 de março

Horário: 20h

Local: Teatro Ademir Rosa - CIC

Av. Gov. Irineu Bornhausen, 5600 - Agronômica, Florianópolis 

Ingressos: www.enjoyticket.com.br entre R$19,80 a R$80

Duração: 1h

Classificação: 12 anos 

 

 

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Danças tradicionais tibetanas estreiam no Lozar

Evento celebra o ano novo tibetano com programação totalmente gratuita, de 15 a 17 de março, em Três Coroas

 

Em uma celebração única que marca a chegada do Ano Novo Tibetano, a terceira edição do Lozar acontece, de 15 a 17 de março, na praça central de Três Coroas com programação totalmente gratuita. Destaque para os espetáculos de dança, que prometem transportar o público para as tradições milenares do Tibet. Algumas delas já foram apresentadas na edição anterior, mas em 2024 será a estreia em solo brasileiro das danças tradicionais Ralpa solo e Flor Tibetana.

A Ralpa ou Relpa, aliás, é uma dança originária da região de Kham, Tibet, local de nascimento do Ogyen Shak, idealizador do Lozar, junto com sua esposa, a gaúcha Drika Shak. Requer muita flexibilidade e agilidade, meses de ensaio e aperfeiçoamento e uma dança excelente de assistir por conta dos movimentos de acrobacia. Este ano pela primeira vez haverá a Ralpa Solo com a bailarina profissional Gabriely Neves, de Três Coroas. Acredita-se que suas músicas e danças atraem boa fortuna onde quer que sejam apresentadas. 

  

A performance da Dança do Iaque busca honrar o bovino de pelagem longa e características peculiares encontrado apenas em algumas regiões do Himalaia, como o Tibet. O Iaque é fundamental para a sobrevivência dos tibetanos que têm um grande respeito e gratidão por ele.

Já a dança dos Leões da Neve é bastante comum no Lozar e busca para atrair alegria e boa sorte para o novo ano. Animais da mitologia tibetana, simbolizam a coragem e elegância da mente iluminada.  Os dançarinos vestidos como leões representam, cada um, uma parte do animal. O figurino inclui uma máscara de madeira pintada à mão e um corpo de tecido peludo. A performance é uma experiência alegre e descontraída, apreciada por adultos e crianças, sendo uma parte significativa das memórias afetivas do povo tibetano.

Cabe ressaltar a participação de artistas do Vale do Paranhana (Três Coroas e Igrejinha) e Vale dos Sinos (Campo Bom), contando com profissionais como a coreógrafa Mônica Branquier, além de dançarinos, acrobatas, bailarinas e atores, todos sob a orientação do chef e artista tibetano Ogyen Shak.

Para a Diretora e Co-Fundadora do Espaço Tibet, Drika Shak: “Os espetáculos são sem dúvida o ponto alto do evento, um momento em que podemos mergulhar na magia e na história da cultura tibetana, através dos figurinos coloridos, das músicas e dos movimentos exóticos e peculiares. Estamos só no começo, tem muito mais para vir.”

Sempre lembrando que o Lozar, período de transição entre meados de dezembro e março, marca o início do ano 2151 no calendário tibetano. A programação é totalmente gratuita e, além das danças, oferece uma série de atividades significativas e diversificadas, com shows musicais, oficinas gastronômicas e de bem-estar, além de rituais típicos da cultura tibetana.

Organizado pela Shak Produções, com a visão inspiradora do casal Ogyen e Drika Shak, o Lozar conta com o apoio do Espaço Tibet e da Prefeitura de Três Coroas.

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Corpo de Dança do Amazonas faz turnê nacional exaltando DNA amazônico

 

Aos 25 anos de atuação, o Corpo de Dança do Amazonas (CDA) acumula premiações, se destacando no cenário da dança contemporânea em palcos no Brasil e no exterior. A companhia estatal, passando pelas cidades de Fortaleza (CE), Brasília (DF) e Curitiba (PR).
 

O elenco amazonense vai encenar os espetáculos “Rios Voadores”, de Rosa Antuña; “TA – Sobre ser grande”, de Mário Nascimento, e “Caput – Art 5”, de Jorge Garcia, os quais foram selecionados no Edital Programa de Ocupação Caixa Cultural 2023/2024.
 

Para o diretor artístico do CDA, Mário Nascimento, a seleção das montagens reflete a importância da mensagem transmitida pela companhia, no sentido de abordar pautas em cena, que vão além da cultura do Estado, revelando as potencialidades do Amazonas.

“São vários prêmios conquistados pelo CDA nesses 25 anos, que refletem não só a excelência com foco no trabalho artístico, mas sim de cunho social, de difusão da cultura amazonense, de cunho político que procuro trazer à temática que envolve a Amazônia, a cultura dos povos originários, que são os legítimos protetores da floresta”, afirma Mário Nascimento.
 

“O CDA é muito importante porque fala sobre nós, não de maneira estereotipada. O Norte é um polo cultural, temos o Teatro Amazonas, um dos teatros mais bonitos do mundo, temos o Festival de Ópera, de Jazz, o Festival Folclórico de Parintins, enfim, com a floresta, com os povos originários, existe uma vida fervilhante na capital”, acrescenta o diretor.

Ainda de acordo com Mário Nascimento, a musicalidade latente do Amazonas é uma característica singular da companhia. “Considero o corpo de dança, verdadeiramente, contemporâneo. Os bailarinos têm uma maneira de dançar e encontram muita facilidade por conta da musicalidade, do folclore, que traz um movimento autêntico. Temos um elenco poderoso”, revela o diretor, que há quatro anos assumiu a gestão do corpo artístico, trazendo na bagagem trabalhos em grandes companhias nacionais e internacionais.
 

DNA amazônico

Um exemplo da versatilidade dos bailarinos do CDA pode ser confirmado com a performance apoteótica de Cléia Santos na comissão de frente da Acadêmicos do Salgueiro no Carnaval do Rio de Janeiro. Ocupando posição de destaque, a bailarina amazonense representou os povos Yanomami. Ainda em êxtase da apresentação, ela reconhece a importância do corpo artístico. “Fazer parte do CDA é um prazer, é um privilégio. Enquanto bailarina, dançar com artistas que estão até hoje e que assisti lá no primeiro espetáculo é de uma grandiosidade muito forte. O CDA tem influência na minha trajetória desde o princípio. Quando pude assisti-los no palco do Teatro Amazonas, comecei, de fato, a querer seguir carreira de bailarina”, revela Cléia.

 

O Corpo de Dança do Amazonas é um dos sete corpos artísticos do Governo do Estado, administrado pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa. São 24 bailarinos, sendo 95% do elenco formado por amazonenses.

 

Para o titular da pasta, Marcos Apolo Muniz, o CDA é um espaço de valorização da arte e fomento profissional. “O Amazonas é um dos poucos Estados que concentra sete corpos artísticos de diferentes segmentos, da música, canto e dança. Esse conjunto encorpado de artistas talentosos, que recebe o incentivo do governo, é o resultado de um trabalho prioritário de atenção às artes e de difusão da cultura”, finaliza o secretário.


Proximas Apresentações
 

Caixa Cultural Curitiba
Rios Voadores
29/02 e 01/03, às 20h

Caput – Art. 5
02/03, às 20h
03/03, às 19h

 

 

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Guia Completo para Compra de Piso Flutuante
para Salas de Dança:
Cuidados Essenciais

 

 

 

A escolha do piso flutuante adequado para uma sala de dança é crucial para garantir a segurança, conforto e desempenho de bailarinos e dançarinos. Este guia oferece uma visão abrangente sobre onde comprar piso flutuante e os cuidados essenciais que os compradores devem ter em mente durante o processo de compra.

 

Onde Comprar Piso Flutuante:

 

  1. Fornecedores Especializados em Pisos para Dança: Existem empresas especializadas que fornecem exclusivamente pisos para estúdios e salas de dança e espaços similares. Esses fornecedores geralmente oferecem uma gama mais ampla de opções projetadas especificamente para atender às necessidades de bailarinos e dançarinos. É importante garantir que o vendedor seja confiável e que forneça informações detalhadas sobre o produto antes da compra.
  2. Recomendações de Profissionais da Dança: Consultar professores de dança, diretores de escolas, academias, estúdios ou profissionais da área pode fornecer insights valiosos sobre as melhores opções de piso flutuante disponíveis no mercado.

 

Cuidados na Hora da Compra:

  1. Espessura e Material: Verificar a espessura e o material do piso flutuante é crucial para garantir sua durabilidade e desempenho. Opções mais espessas e feitas de materiais de alta qualidade geralmente oferecem melhor absorção de impacto e conforto para os dançarinos.
  2. Avaliações e Lista de Clientes: Pesquisar avaliações e listas de clientes atendidos anteriores pode fornecer informações úteis sobre a qualidade e desempenho do piso flutuante em questão.
  3. Compatibilidade com o Tipo de Dança: Certificar-se de que o piso flutuante seja adequado para o estilo de dança praticado na sala é fundamental. Alguns estilos de dança podem exigir superfícies mais escorregadias, enquanto outros podem se beneficiar de uma superfície mais aderente.
  4. Instalação: Considerar a contratação de empresa profissional qualificada para instalar o piso flutuante pode garantir um resultado final seguro e de alta qualidade.
  5. Orçamento: Estabelecer um orçamento pode ajudar a encontrar a melhor opção dentro das limitações financeiras.

 

Conclusão:

Ao seguir estes cuidados na hora da compra, os compradores podem garantir que estão escolhendo o piso flutuante ideal para suas salas de dança. Investir em um piso de qualidade não apenas melhora a experiência de bailarinos e dançarinos, mas também contribui para a segurança e longevidade do espaço de dança. Durante nossa pesquisa a empresa que mas se destacou foi: www.linoleo.com.br  há 40 anos no mercado atendendo centenas de escolas, academias, clubes.

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Guiando os Pais na Escolha da Escola de Ballet para Seus Filhos

Uma Análise dos Cuidados Necessários

 

A escolha da escola de ballet para os filhos é uma decisão importante para muitos pais. Não apenas influencia o desenvolvimento técnico da criança, mas também afeta seu bem-estar emocional e social. Neste artigo, buscamos identificar os cuidados essenciais que os pais devem considerar ao selecionar uma escola de ballet para seus filhos.

 

Aspectos a serem abordados na busca pela escola ideal:

 

  1. Qualidade do ensino: Investigar a formação e experiência dos professores, currículo oferecido e abordagem pedagógica adotada pela escola.
  2. Instalações e ambiente: Avaliar as condições do estúdio de dança, segurança do espaço, piso adequado (flutuante no mínimo), espelhos, barras, limpeza e ambiente geral da escola.
  3. Turmas e grupos: Analisar o tamanho das turmas, faixa etária dos alunos e oportunidades de avanço e participação em apresentações.
  4. Custo e benefício: Comparar os custos da mensalidade com a qualidade do ensino e os recursos oferecidos pela escola.
  5. Reputação e histórico: Pesquisar sobre a reputação da escola, avaliações de pais e alunos anteriores, bem como seu histórico de performances e conquistas.
  6. Abordagem à saúde e segurança: Considerar as políticas da escola em relação à prevenção de lesões, acompanhamento médico e segurança dos alunos durante as aulas e ensaios.
  7. Flexibilidade e comunicação: Avaliar a comunicação entre a escola, os pais e os alunos, incluindo políticas de cancelamento, reposição de aulas e feedback sobre o progresso do aluno.

 

Conclusão: Ao fornecer estas dicas e informações para sua busca pela escola ideal, esperamos oferecer aos pais uma visão abrangente dos cuidados necessários ao escolher uma escola de ballet para seus filhos. Essas informações serão valiosas para orienta-los na tomada de decisão e garantir uma experiência positiva e enriquecedora na jornada de dança de seus filhos.

 

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Cultura em transformação
Como a era digital impacta o interesse das novas gerações
no ballet clássico e nas demais modalidades da dança

 

por Eleusa Lourenzoni
 


Na era digital, onde os bytes correm mais rápido que os passos de um bailarino, a cultura está em constante transformação, e o ballet clássico, assim como outras modalidades da dança, não escapam desse turbilhão de mudanças. A relação entre as novas gerações e essa forma artística tão tradicional tem sido objeto de reflexão e debate, à medida que o mundo se torna cada vez mais digitalizado.

 

Houve um tempo em que o ballet clássico reinava supremo nos palcos e nos corações dos apreciadores da dança. Era uma arte venerada, onde a disciplina, a graciosidade e a expressão emocional se entrelaçavam em movimentos fluidos e cativantes. No entanto, com o advento da era digital, surgiram novas formas de entretenimento e expressão artística, competindo pela atenção das jovens mentes.

 

As redes sociais, plataformas de streaming e aplicativos móveis oferecem uma infinidade de opções de entretenimento instantâneo, o que muitas vezes torna difícil para as novas gerações dedicarem tempo e esforço para se aprofundar no mundo do ballet clássico. A instantaneidade e a gratificação imediata proporcionadas pela internet muitas vezes contrastam com a paciência e a persistência necessárias para dominar a técnica e a arte do ballet.

 

No entanto, a era digital também trouxe consigo oportunidades sem precedentes para o ballet clássico e outras formas de dança alcançarem novos públicos e se reinventarem. Vídeos de performances, tutoriais de dança e aulas online permitem que pessoas de todo o mundo tenham acesso ao mundo da dança, independentemente de sua localização geográfica ou recursos financeiros. As redes sociais proporcionam uma plataforma para bailarinos compartilharem seu talento e sua jornada, inspirando e conectando-se com outros entusiastas da dança ao redor do globo.

 

Além disso, a tecnologia também está sendo integrada ao próprio mundo do ballet de maneiras inovadoras. Coreógrafos estão utilizando projeções digitais, realidade virtual e tecnologia de sensores para criar experiências imersivas e interativas que transcendem os limites do palco tradicional. Essa fusão entre arte e tecnologia não apenas atrai o interesse das novas gerações, mas também abre novos horizontes criativos para o futuro do ballet clássico.

 

Apesar dos desafios impostos pela era digital, o ballet clássico e outras formas de dança continuam a exercer um poderoso fascínio sobre as mentes jovens. A beleza intemporal, a expressão emocional e a sensação de comunidade proporcionadas pela dança são valores que transcendem as fronteiras do tempo e da tecnologia. Enquanto o mundo ao nosso redor continua a evoluir, o ballet clássico permanece como um farol de tradição e excelência artística, iluminando o caminho para as gerações futuras.

 

 

 

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Competição mundial de danças urbanas Red Bull Dance Your Style 
abre inscrições para dançarinos no Brasil

São Paulo, Belo Horizonte e Salvador recebem as seletivas do campeonato que,
nesta edição, serão abertas para a decisão do público 

 

Grandes nomes das pistas de dança, músicas icônicas, performances surpreendentes e uma plateia participativa com energia de sobra: o Red Bull Dance Your Style, uma das principais competições de danças urbanas do mundo, está de volta e cheia de novidades. Pela primeira vez, São Paulo será palco da final nacional e, ao longo dos próximos meses, três capitais ao redor do país vão receber seletivas abertas ao público. As inscrições podem ser realizadas através do site redbull.com/danceyourstylebr.

 

Com performances de alto nível que incluem todos os estilos e ritmos urbanos, os melhores dançarinos do Brasil serão selecionados através das etapas qualificatórias, que acontecem no dia 16 de março na cidade de São Paulo, no Centro Cultural São Paulo; no dia 13 de abril em Salvador, no Largo Tereza Batista; e no dia 20 de abril em Belo Horizonte, no Centro de Referência das Juventudes (CRJ). Todos os eventos das etapas classificatórias serão gratuitos e quem escolhe os vencedores é o público.

 

“O tamanho do Brasil se reflete também na enorme diversidade e riqueza cultural que temos, possibilitando que as expressões artísticas ganhem ‘temperos locais’. E o mais curioso de observar isso é entender o quanto essa riqueza cultural afeta os estilos de danças urbanas, principalmente porque a grande maioria delas – como o Hip Hop, Popping e Locking– não surgiram no Brasil. O que acontece é que quando esses estilos chegam aqui, na nossa riqueza de diversidade, eles se mesclam com a nossa cultura popular local e vira algo novo e ainda mais potente que só o Brasil pode proporcionar”, diz Pedro Brum, dançarino e produtor audiovisual, que, ao lado de Raquel Cabaneco, coreógrafa do rapper Djonga e integrante do ballet da cantora Urias, faz a curadoria do evento no Brasil.

 

Do hip hop ao house, do locking ao popping, a pista de dança de Red Bull Dance Your Style é embalada pela trilha sonora de sucessos imprevisíveis e as habilidades de freestyle e musicalidade dos participantes são testadas através deste elemento surpresa. Nas batalhas, os participantes competem no formato 1x1, sem saber qual música irá tocar - por isso, a capacidade de improviso do dançarino é um elemento-chave para se destacar. É preciso mostrar muita personalidade, originalidade e qualidade técnica – e vence quem der o melhor show, mostrar o seu estilo e conquistar o voto majoritário da plateia. Os dois ganhadores das etapas qualificatórias seguem para a final nacional na capital paulista.

 

“Para mim o Red Bull Dance Your Style é a criação de um espaço onde temos vários estilos e dançarinos competindo, se divertindo no palco - porque essa é a grande proposta do evento - e disputando quem tem carisma, desenvoltura com o público e domínio da pista. E essa competição dá essa possibilidade para a gente ver isso no âmbito internacional e conhecer um pouco de cada estilo com o tempero do local, de cada cultura e cada país e, assim, a gente vai tendo essa troca linda. As expectativas para essa terceira edição estão altíssimas, acredito que esta vai ser a maior edição de todas!”, completa Pedro.

 

Em 2023, o título nacional ficou com o dançarino especialista em passinho André DB, que representou o País na Alemanha. Já na primeira edição, em 2022, a vencedora foi Darlita Albino, atualmente coreógrafa da cantora Gaby Amarantos e dançarina da equipe de Pabllo Vittar e Drik Barbosa, que viajou até a África do Sul para tentar chegar ao lugar mais alto do pódio global. Neste ano, o vencedor brasileiro representará o país na final mundial em Mumbai, na Índia.

 

Crédito: Eva Berten / Red Bull Content Pool

 

Crédito: dieserbobby / Red Bull Content Pool

Participantes durante a final mundial do Red Bull Dance Your Style 2023, que aconteceu na Alemanha e teve a sul coreana Waackxxxy como vencedora 

 

Quando e Onde

Red Bull Dance Your Style 2024

- Link para inscrições: redbull.com/danceyourstylebr 

- Seletiva São Paulo: 16/03

- Seletiva Salvador: 13/04

- Seletiva Belo Horizonte: 20/04

- Entrada: Gratuita

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20/2/1877 -  ‘O Lago dos Cisnes’ estreia em Moscou e
marca a estreia do compositor russo Tchaikovsky em peças de Ballet

 

Por Eleusa Lourenzoni

 

Em 20 de fevereiro de 1877 há 147 anos, o mundo do balé clássico foi agraciado com a estreia de uma das obras mais emblemáticas de todos os tempos: "O Lago dos Cisnes". Esta magistral criação, que marcou a estreia do renomado compositor russo Piotr Ilitch Tchaikovsky no mundo do balé, foi apresentada no prestigioso Teatro Bolshoi, em Moscou.

 

A trilha sonora exuberante e emocionante composta por Tchaikovsky foi meticulosamente complementada pela coreografia precisa desenvolvida pelo coreógrafo Julius Reisinger, que seguiu as instruções detalhadas do próprio Tchaikovsky. Juntos, eles deram vida a uma história de amor, magia e tragédia por meio dos movimentos graciosos dos bailarinos.

 

Apesar do esforço e da qualidade excepcional da produção, "O Lago dos Cisnes" não recebeu inicialmente o reconhecimento merecido, enfrentando inclusive uma recepção morna do público em sua estreia. No entanto, sua trajetória mudaria significativamente em sua segunda montagem, ocorrida em 1895, após a morte de Tchaikovsky. Nesta ocasião, a obra foi revitalizada com uma nova coreografia criada por Marius Petipa e Lev Ivanov, apresentada com grande sucesso em São Petersburgo, elevando-a ao patamar de reconhecimento e apreciação que sempre mereceu.

 

O enredo, concebido pelos talentosos Vladimir Begitchev e Vasily Geitzer, é uma narrativa complexa dividida em quatro atos, centrada no príncipe Siegfried e na trágica história de amor com a princesa Odette. Condenada por um feitiço, Odette é transformada em cisne durante o dia, apenas recuperando sua forma humana sob a luz da lua. O príncipe, ao jurar seu amor pela princesa diante de todos, desencadeia uma série de eventos que culminam em tragédia e redenção.

 

O Lago dos Cisnes não apenas marcou a primeira incursão de Tchaikovsky no mundo do balé, mas também inaugurou uma nova era na música para este gênero. Anteriormente conhecido por suas óperas e concertos, Tchaikovsky demonstrou sua habilidade excepcional ao criar uma partitura que não só complementava a narrativa, mas também a elevava a novos patamares de beleza e emoção.

 

Assim, "O Lago dos Cisnes" permanece como uma das joias da coroa do repertório clássico mundial, uma obra-prima imortal que continua a encantar e emocionar audiências ao redor do globo, mais de um século após sua estreia histórica em Moscou.

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Atibaia Dance Camp: Uma Imersão Artística Sob a Curadoria de Eleusa Lourenzoni

 

O Atibaia Dance Camp, evento realizado durante o fervoroso período do carnaval, de 10 a 14 de fevereiro, marcou os corações e as almas dos participantes com a paixão pela dança. Sob a experiente curadoria da renomada Maitre de Eleusa Lourenzoni, o camp proporcionou uma experiência única e inesquecível para bailarinos e bailarinas vindos de diversas escolas de dança espalhadas por cidades brasileiras, incluindo Belém, Avaré, Campinas, Valinhos, São Paulo, Marituba entre outras.

 

Com mais de 50 horas de aulas diversificadas, o camp ofereceu uma rica programação que abrangeu desde Ballet Clássico, Jazz, Dança Contemporânea, Preparação Física, Pas de Deux, até Hidroginástica, garantindo uma experiência completa e abrangente. O evento contou com a participação de professores renomados no cenário da dança, tais como Mathilde Matias, Alex Kiton, Carolina Grandi, Adriana Roda e Kaike Alves, que compartilharam seus conhecimentos e paixão, inspirando todos os presentes.

 

Além do intenso cronograma de aulas, o Atibaia Dance Camp foi palco de uma série de atividades complementares, incluindo palestras enriquecedoras, uma animada festa na piscina, um baile de carnaval memorável, a calorosa festa da fogueira e sessão de cinema, criando momentos de lazer e integração entre os participantes.

 

Este evento não foi apenas uma oportunidade para aprimoramento técnico e artístico, mas também um espaço para a construção de laços duradouros, troca de experiências e celebração da cultura da dança em um ambiente acolhedor e festivo.

 

Para mais informações sobre o Atibaia Dance Camp e detalhes sobre futuras edições, acesse www.dancecamp.com.br. Não perca a chance de ser parte desta comunidade vibrante e participar de uma experiência transformadora que transcende a arte da dança.

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 A Vida das Bonecas Vivas, espetáculo de dança-teatro concebido e dirigido por Dan  Nakagawa, chega às cidades paulistas de Osasco e São Bernardo do Campo. As apresentações - gratuitas -ocorrem no Teatro Municipal Glória Giglio, no dia 18 de fevereiro, domingo, às 19h, em Osasco, e no Teatro Elis Regina, no dia 22 de fevereiro, quinta, às 20h, em São Bernardo do Campo.

 

A montagem traz Helena Ignez como atriz convidada em participação gravada em vídeo, Bogdan Szyber na provocação cênica, Lucas Vanatt como dramaturgista e Anderson Gouvea na coreografia. O elenco destas apresentações é formado por Alef Barros, Anderson Gouvea, Lucas Vanatt, Ricke Hadachi e Vivian Valente.

 

Com estética recheada de referências do butô, do kabuki e da dança contemporânea, A Vida das Bonecas Vivas parte do movimento das Living Dolls para tratar de existências humanas à margem de uma sociedade que cerceia a diversidade e a subjetividade. A encenação surge como uma resposta-celebração para uma existência possível no mundo patriarcal e embranquecido.

 

A Vida das Bonecas Vivas é inspirado na comunidade global Living Dolls, na qual homens se vestem com máscaras, roupas de silicone e seios protéticos a fim de se transformarem em bonecas vivas. Surgido nos anos 80, atualmente o movimento tem mais adeptos na Alemanha, Reino Unido e EUA. A montagem investiga questões existenciais, de identidade, filosóficas e artísticas na construção psíquica da personalidade em busca de um duplo como forma de transcender a própria existência. E, pelas sutilezas, tensões cênicas e subjetivas, revela a maneira como a instauração dessa nova persona afeta a identidade e, por consequência, a dança do corpo transformado.

 

Em um lugar atemporal, o enredo fala de pessoas que precisam existir de forma oculta. Borrando as fronteiras entre dança, teatro e performance, Dan Nakagawa traz para o espetáculo a mesma desconstrução do olhar normatizante em relação à sexualidade, gênero, expressão artística e, principalmente, ao modo a expandir e discutir as novas formas de existência que estão além dos padrões estabelecidos. A encenação ocorre em um ambiente que imprime a ideia de sonho. Os atores-bailarinos-performers são envolvidos por atmosferas lúdicas nas quais a cor branca sugere o infinito. O figurino remete à vestimenta plastificada da cultura Living Dolls, trazendo uma mobilidade contida para os corpos e, ao mesmo tempo, conferindo-lhes uma estética ora lírica, ora grotesca e ora bufônica. A trilha sonora também é criação de Nakagawa para o diálogo direto com as coreografias.

 

O encenador afirma que o espetáculo faz uma incursão nesse universo, partindo da pesquisa dos movimentos e das gestualidades desses homens em seus trajes de borracha, como uma “segunda pele”, fisicamente restritivos, mas libertadores ao possibilitar uma nova persona. O diretor conta que buscou elementos em sua ancestralidade oriental para construir a estética das cenas. “Fui buscar caminhos na expressão e intensidade do butô, no qual o ‘estado’ de dança passa pela necessidade da morte para o renascimento, e visitei o kabuki, com sua dramaticidade fluida em canto, dança e expressiva maquiagem, para chegar com liberdade a um conceito mais pop, mais contemporâneo, nesse híbrido de dança e teatro, onde movimentos e sons geram os estados físicos no performer”, afirma Dan, e explica ainda que o texto é coreografado, que a palavra é resultado do estado físico desses performers em cena.

 

O espetáculo teve sua pré-estreia em apresentação remota pelo YouTube, em novembro de 2020, devido às restrições impostas pela pandemia, permanecendo online por três meses, até março de 2021. Em 2023, a montagem circulou por unidades do SESI São Paulo, passando pelas unidades de Ribeirão Preto, São José dos Campos e Campinas. A Vida das Bonecas Vivas, de Dan Nakagawa é um projeto proposto pela Belic Arte.Cultura, sendo classificado em primeiro lugar no Edital ProAC 02/2023 - Teatro / Circulação de Espetáculo, da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo. As apresentações de 2024 integram circulação do espetáculo por cidades paulistas, contemplada pelo referido edital.

 

 

Quando e Onde

 

Espetáculo: A Vida das Bonecas Vivas

Duração: 80 min. Classificação: 16 anos. Gênero: Dança-teatro.

 

Osasco - 18 de fevereiro. Domingo, às 19h.

Teatro Municipal Glória Giglio

Av. dos Autonomistas, 1533 - Vila Campesina. Osasco/SP.

Tel.: (11) 3685-9596. Capacidade: 410 lugares. Acessibilidade: Sim.

Ingressos: Gratuitos. Bilheteria: 1h antes das apresentações.

 

São Bernardo do Campo - 22 de fevereiro. Quinta, às 20h.

Teatro Elis Regina

Av. João Firmino, 900 – Assunção. São Bernardo do Campo/SP.

Tel.: (11) 4109-6262. Capacidade: 324 lugares. Acessibilidade: Sim.

Ingressos: Gratuitos. Bilheteria: 1h antes das apresentações.

 

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Plasticus Dei

O espetáculo Plasticus Dei, mais recente produção da artista sorocabana Andréia Nhur junto ao grupo Pró-Posição, e com a colaboração do coreógrafo moçambicano Horácio Macuacuá, faz curta temporada em São Paulo, no Sesc Consolação, dias 20 e 27 de fevereiro, terças-feiras, às 20h. A entrada é gratuita.

 

Plasticus Dei mistura dança, música e performance em um trabalho que apresenta um corpo em colapso entre a repetição ritualística e o uso poético de objetos descartáveis de consumo, congregando sobreposição de cantos religiosos, respirações, ruídos, vocalizações, gestos, imagens, sons percussivos e fluxos exaustivos de movimento. 

Em diálogo com o solo Mulher Sem Fim, criado por Andreia em 2017, o espetáculo é uma continuidade da investigação da artista, que agora centraliza a lógica da repetição do acúmulo e do movimento. O solo contou com colaboração do coreógrafo moçambicano Horácio Macuacuá, cujas lógicas trazidas pelas danças tradicionais de Moçambique e de sua pesquisa pessoal colaboraram com as ideias centrais da obra. 

 

“Ele trouxe provocações sobre a integração do corpo com o som, fazendo com que o movimento alterasse a voz e gerasse modificações na obra”, conta Andréia. A artista-produtora Paola Bertolini também contribuiu com a obra, dividindo a direção com Andréia, além da peça contar com colaboração sonorocoreográfica da coreógrafa e musicista Janice Vieira. 

 

Em sua pesquisa, Andréia estabeleceu uma relação com cantos religiosos. “O repertório sonoro de Plasticus Dei é inteiro religioso, sacro e ligado à uma ideia de espiritualidade e esses estados de rito têm a ver com as duas coisas - corpo e voz”, conta. Na obra, estão presentes distorções vocais, drives, sons ingressivos e outras perspectivas sonoras que produzem uma fricção com as vozes trabalhadas na música litúrgica cristã, estabilizadas e mais “limpas”. A ideia do plástico, que compõe o cenário e figurino, chega como uma reflexão sobre o excesso do consumo e do lugar do ritual como produto. 

 

Plasticus Dei também dialoga com as provocações do livro O desaparecimento dos rituais: uma topologia do presente, do filósofo Byung-Chul Han (2021), que aborda o fim dos rituais como sintoma do atual momento do capitalismo. “Para Han, enquanto o ritual é repetitivo, permanente e compartilhado, o consumo é individual, exaustivo, seriado, apressado e extenuante”, conta Andréia. O solo dá continuidade à pesquisa sonorocoreográfica desenvolvida por Andréia e o grupo Pró-Posição em obras anteriores e aprofunda os estudos realizados pela artista junto ao Instituto de Musicologia da Ghent University (Bélgica), entre 2020 e 2021.

 

Quando e Onde
20 e 27 de fevereiro, terças-feiras, às 20h
Local: Espaço Provisório (3º andar) do Sesc Consolação
Endereço: R. Dr. Vila Nova, 245 - Vila Buarque, São Paulo - SP, 01222-020
Classificação indicativa: 16 anos
Duração: 45 minutos
Capacidade: 40 lugares
Gratuito. Retirada de ingressos on-line em Central de Relacionamento Digital e App Credencial Sesc SP, às 12h, e, presencialmente, nas bilheterias das Unidades do Sesc, às 14h, no dia de cada apresentação.
 

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Do Amazonas para o Brasil
coreógrafo Wilson Júnior
vai ministrar oficina de boi bumbá
na Universidade Federal da Bahia

 

O coreógrafo amazonense Wilson Júnior, fundador da Instituição Cultural Arte Sem Fronteiras, vai ministrar uma oficina gratuita de boi bumbá no Campus da Universidade Federal da Bahia (UFBA) em Salvador – Ondina e em Simões Filho, região metropolitana do Estado baiano, de 14 a 15 de março. 

 

A oficina foi denominada “Boi de Quilombo - Conexão Norte e Nordeste”, e tem incentivo da Lei Paulo Gustavo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Amazonas (SEC), na categoria cultura popular. 

De acordo com Wilson Júnior, a oficina “Boi de Quilombo” desvenda o universo da dança do boi bumbá de Parintins e se fortalece em pesquisas na Universidade Federal da Bahia. O artista terá como auxiliar o coreógrafo Bruno Sousa, e produção de Jéssica Moça e Jeferson Viegas.  Além dos bailarinos Rayana Fortes e Robson Silva e a Mestranda em dança e produtora cultural Louise Lucena (Ifádámiláre Ọ̀jẹ̀yímiká)

 

“Todo trabalho também será realizado com os músicos da UFBA e, como resultado do trabalho, haverá um minidocumentário da oficina. A oficina será ministrada pela primeira vez para o público baiano de Salvador e encaro como a oportunidade de levar um pouco da minha cultura para este lugar”, disse. 

 

A oficina “Boi de Quilombo” também foi realizada em Fortaleza (CE) no ano de 2020, sob a responsabilidade do coreógrafo Wilson Júnior, na Argentina, Venezuela e Panamá

 

Segundo a programação da oficina, no dia 14 de março, a oficina será realizada das 15h às 17h. Enquanto isso, no dia 15 de março, a oficina vai acontecer de 10h até 12h no Campus da Universidade Federal da Bahia. E das 17h30 às 19h30 na Academia de Balé Doce Salteado, em Simões Filho.  

 

A oficina terá um repertório totalmente montado com as toadas de Caprichoso e Garantido, com temáticas voltadas à cultura africana. Entre elas: As Cores da Fé (Garantido), Boi de Encantaria (Caprichoso), Boi de Negro (Caprichoso), Cabanagem (Garantido), Festa do Povo Negro (Garantido) e Terra Mãe Ancestral (Caprichoso). 

 

Sobre o artista

Wilson Júnior vem representando o Amazonas com grandes trabalhos de projeção da cultura popular. Fundador da Instituição Cultural Arte Sem Fronteiras, ele coleciona participações em festivais como Toronto Brazilfest no Canadá, Festival da Cultura Brasileira na Áustria e no Internacional Samba Congress de Los Angeles (EUA). Formado pela Universidade do Amazonas (UEA) e Mestrando do curso Dança na Universidade Federal da Bahia (UFBA)  

Recentemente, o artista conquistou premiação no Festival de Dança de Joinville na categoria Danças Populares e desenvolve uma pesquisa profunda das danças populares do Norte do Brasil, além de ser o atual coreografo da Associação Folclórica Boi Bumbá Garantido e membro do Cioff (Conselho Internacional de Organizações de Festivais de Folclore e Artes Tradicionais).  

Além disso, ele soma participações no Festival Folclórico de Parintins, pelo Boi Caprichoso como coreografo, o Festival de Dança do Amazonas e participou de várias apresentações ao lado de artistas como James Rios, Márcia Siqueira, Klinger Araújo (In Memorian), Encanto Vermelho e Paulinho Faria (In Memorian), Marcia Novo, Zezinho Correa (In Memoriam), Lucilene Castro e David Assayag.

 

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Corpos Velhos - Para que servem?

 

Este ano é comemorado os 70 anos das apresentações do Balé do IV Centenário - primeira grande companhia de dança estável da cidade de São Paulo, criada com o objetivo de marcar o espírito vanguardista da cidade e se apresentar nos festejos de seus 400 anos. A criação da cenografia e figurinos das 16 coreografias que compunham o Balé ficaram a cargo de artistas de destaque como Cândido Portinari, Lasar Segall, Di Cavalcanti, Heitor dos Prazeres, Flávio de Carvalho e Roberto Burle Marx – enquanto  Heitor Villa-Lobos, Camargo Guarnieri e Francisco Mignone assinavam algumas das composições musicais.

 

Apesar da curta duração da companhia, seu legado foi de extrema importância para a dança da cidade, formando um geração de jovens bailarinos que deram continuidade ao trabalho em tantas outras companhias que a sucederam: Ballet do Teatro Cultura Artística (1957), Ballet Amigos da Dança (1958), Ballet Experimental de São Paulo (1962) do qual participou como primeira bailarina Márika Gidali (fundadora do Ballet Stagium) e Sociedade do Ballet de São Paulo (1969).

 

E para comemorar o Theatro terá uma programação especial para marcar a efeméride, a começar pelo dia 07 de fevereiro, data do aniversário de 56 anos do Balé da Cidade, quando  traremos ao palco do Theatro o espetáculo Corpos Velhos - Para que servem?, com direção de Luis Arrieta. No elenco, pessoas que em algum momento integraram o Balé da Cidade e fazem parte desses 56 anos de história: Iracity Cardoso, Luis Arrieta, Lumena Macedo, Mônica Mion e Célia Gouvêa; outras que dançaram no Balé do IV Centenário: Marika Gidali, Neyde Rossi e Yoko Okada; além de Décio Otero, cofundador do Ballet Stagium.

 

Quando e Onde
Dia 07 de fevereiro - Horário: 20h
Local: Theatro Municipal de São Paulo
 

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O que é a dança para você? 
O que ela é para os outros?


Você, leitor da Revista Dança Brasil, provavelmente tem uma afinidade com a Dança. Tenho certeza que vocês têm uma relação bem estreita. Se você estuda dança ou vive de dança, sabe o significado dessa prática para a sua vida e de outras pessoas. Sabe também que dançar não é só uma livre expressão do corpo, mas algo que afeta sua saúde.

 

Desde que “A Dança ComVida” foi fundada, penso em como estamos atrasados em relação aos lugares que a dança ocupa. O corpo e seu movimento são fundamentais para o desenvolvimento de cada ser e esse movimento se conecta com o meio externo e interno, ou seja, sem movimento, não há evolução. Penso que a Dança ocupa menos lugares do que deveria.

 

Você sabia que pessoas autistas poderiam se beneficiar do movimento da dança e da apreciação da música? 

 

Você sabia que crianças com deficiência poderiam desenvolver muito mais seus corpos e mentes se a dança fizesse parte de suas rotinas? 

 

Você sabia que a qualidade de vida de idosos poderia se beneficiar dessa prática? Você pode trabalhar com esse público de forma autônoma, mas você não é reconhecido da forma que deveria! E isso eu digo com toda certeza!

 

Por que a medicina ainda não reconhece a Dança como forma de tratamento? Eu nunca vi, por exemplo, algum encaminhamento médico para Dançaterapia.
Clínicas Multidisciplinares já contratam musicoterapeutas para trabalhar com crianças com necessidades especiais, porém, a dança, que é movimento, não é inserida nesse contexto.

 

Enfim, a intenção aqui não é reclamar, mas propor um trabalho voluntário de conscientização para mudar esse cenário, e com este objetivo apresentar palestras, cursos e dinâmicas de forma gratuita, em locais de Saúde, como Ambulatórios, Hospitais, Postos de Saúde, enfim... Locais que trabalham diretamente com a Saúde da população, para mostrar como a Dança é benéfica e necessária para Saúde de todos, e como os profissionais da área precisam ocupar esses espaços.

 

Você, profissional de Dança, não teria que ter outro tipo de emprego para se sustentar e dançar só porque ama. Isso é ridículo... É muito comum, mas é ridículo! Se você é formado em Dança, se você estuda, se você pesquisa, se você trabalha, você já é um profissional e isto já é uma profissão!

 

Se você concorda comigo e também acha que a Dança precisa ocupar espaços de Saúde, entre em contato conosco através de nosso WhatsApp. Vamos tornar a Dança uma profissão reconhecida como se deve. Não é justo você fazer uma faculdade só por amor. Amar não é suficiente para pagar contas. 

 

A Dança ComVida Luana Silva - Contato através do WhatsApp: (11)96863-4858. Instagram e 
Facebook: @adancacomvida 

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Balé Teatro Guaíra oficina gratuita

 

Com o objetivo de promover diálogos com a comunidade de dança local, o Centro Cultural Teatro Guaíra retoma as oficinas do projeto Escambo Cinético, por meio do Balé Teatro Guaíra e parceria com a Associação Brasileira de Apoiadores Beneméritos do Teatro Guaíra (ABABTG). A improvisação é o tema da oficina que acontece a partir de 19 de fevereiro. As inscrições são gratuitas e iniciam às 10 horas desta sexta-feira (2).

 

O projeto, iniciado em 2023, vai oferecer sete oficinas ao todo – duas já ocorreram ano passado. As próximas ainda serão anunciadas.

A oficina “Contato Improvisação”, ministrada pelos professores convidados Yiuki Doi e Ralf Jaroschinski, aborda um estilo de dança de contato com o outro e com o espaço. Os movimentos que surgem da técnica lidam com a inércia, o momento, o desequilíbrio e o inesperado, podendo ir de um alto nível aeróbico a uma quietude física.

 

A oficina tem duração de duas semanas, com aulas diárias de 1h30 – total de 10 aulas. Nesse período de imersão, os inscritos também serão convidados a acompanhar dois ensaios do Balé Teatro Guaíra e a participar de duas rodas de conversas entre elenco e convidados.


O número de vagas é limitado a 15 pessoas. A seleção dos integrantes será por ordem de inscrição, priorizando o rodízio de participantes. Os inscritos que já participaram em uma oficina entram em lista de espera para vagas ociosas em outras oficinas. Assim, são privilegiados aqueles que ainda não participaram.

 

Aulas: de 19 a 23 de fevereiro e de 26 de fevereiro a 1º de março, das 8h30 às 10h

Ensaios e rodas de conversas: dias 23 de fevereiro e 1º de março, das 10h15 às 12h30

Local: Estúdio do Balé Teatro Guaíra – Teatro Guaíra (entrada pela portaria da Rua Amintas de Barros), abertura da sala a partir das 8h.

Inscrições: das 10h do dia 2 de fevereiro às 18h do dia 9 de fevereiro

 

A confirmação das inscrições será por meio do e-mail ou número de WhatsApp informados no formulário, até às 18h do dia 15 de fevereiro.

Dúvidas e informações pelo WhatsApp: (41) 99757-0770

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CBDD - SP Litoral

 

O Festival CBDD - SP Litoral  é organizado pelo Conselho Brasileiro de Dança do Estado de São Paulo com o apoio da Secretaria de Cultura do município de Santos/SP.

Com a missão de fomentar a colaboração entre os grupos e companhias de dança da região, O CBDD (Conselho Brasileiro de Dança) é um órgão não governamental e sem fins lucrativos. Foi fundado em 1979 e hoje alcança abrangência e representação nacional. Tem em sua estrutura uma presidência nacional, delegados estaduais e conselheiros regionais. Em parceria com Maîtres, escolas e espaços culturais promove capacitações e intercâmbios em âmbito nacional e internacional. Promove com frequência eventos e festivais de dança por todo o Brasil, forma de promover novas experiências e oportunidades de projeção para bailarinos, professores, coreógrafos e escolas de formação em Dança. 

 

O Festival será realizado nos dias 23, 24, 25 e 26 de maio no Centro Cultural Patrícia Galvão.
Av Pinheiro Machado, 48. Vila Mathias - Santos SP.
 
Inscrições
As inscrições serão realizadas pelo link https://www.instagram.com/cbddsp/

O período de inscrições será do dia 17 de janeiro até as 23:59 do dia 21 de abril de 2024 ou quando encerrarem o número de vagas.

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Vozes do Corpo

 

O Circuito Vozes do Corpo chega a 11° edição consolidando-se como o festival pioneiro de dança contemporânea das periferias de São Paulo. A Iniciativa é realizada pela Cia Sansacroma e está com inscrições abertas para contemplar 18 trabalhos artísticos.

O cronograma da 11ª edição do Circuito Vozes do Corpo teve início em 23 de dezembro, marcando o período de inscrições para os espetáculos, e se estendem até 19 de janeiro de 2024, sendo realizadas por meio do Google Forms. Ao final de janeiro, está previsto o anúncio dos espetáculos selecionados, juntamente com a divulgação das datas correspondentes. Em fevereiro, a confirmação dos artistas e o contato com os produtores, as apresentações estão agendadas para ocorrerem de 04 a 22 de março.

Nesta edição, o eixo curatorial “Corpos Plurais em Dança” propõe uma reflexão e questionamento sobre padrões hegemônicos relacionados à noção do corpo, pretitude, processo e estética.

Para isso, a seleção de trabalhos será dividida em quatro eixos: Espaços Cênicos - espetáculos voltados para espaço cênicos, que acontecerão na Fábrica de Cultura do Jardim São Luís; Rua - Espetáculos de Rua. As apresentações ocorrerão em ruas e praças da região do Capão Redondo e Jardim São Luís.

Pequenas Danças - Categoria destinada a produção de performances em dança com a duração entre 15 e 25 minutos, que acontecerão na Fábrica de Cultura do Jardim São Luís e  Residência – Coletivos que irão participar de uma residência junto a Cia Sansacroma com duração de uma semana. As ações envolvem trocas de saberes e pesquisas através de laboratórios de criação mediados pelos grupos participantes, compartilhamento de processo e tour na região para conhecer os movimentos e coletivos culturais.

 

Quando e Onde

 

Até 19 de janeiro: Período de inscrições online via Google Forms.

Link aqui

Final de Janeiro de 2024: Anúncio dos selecionados e divulgação das datas.

Fevereiro de 2024: Confirmação dos artistas e contato com os produtores.

Março de 2024:  Realização do 11° Circuito Vozes do Corpo, com ênfase na Residência Artística de 04 a 08 de março e apresentações de 12 a 22 de março em diversos locais.

 

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Em  2016 nascia em Santa Catarina para o mundo, o projeto Artes do Palco, com direção de Darling Quadros. Na ocasião Ana Botafogo, primeira bailarina do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, foi a convidada da vez para ministrar aulas e oferecer um bate-papo aos participantes. Depois dela, nomes ícones da dança clássica - como Cecilia Kerche (2017), Aurea Hammerli (2018) e Paloma Herrera (2022) passaram pelo projeto.

 

E para celebrar a quinta edição do Artes do Palco, que será 100% gratuita, Ana Botafogo volta ao estado para ministrar masterclasses de balé clássico e proferir uma palestra sobre sua vida e carreira, entre os dias 15 e 20 de julho de 2024, no Teatro Harmonia Lyra, para alunos de todo o Brasil.  O projeto deve movimentar a dança nacional e é realizado através do PIC (Programa de Incentivo à Cultura), da Fundação Catarinense de Cultura, Governo do Estado de SC.

 

Informações e inscrições:

Projeto Artes do Palco

47-997593408

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O Ballet Clássico no Brasil
Uma Ascensão Marcante na Cena da Dança

 

O Brasil tem experimentado um notável crescimento no mundo do ballet clássico nas últimas décadas, refletindo uma tendência ascendente no cenário da dança no país. Embora a dança sempre tenha sido uma forma de expressão artística amplamente apreciada por aqui, os anos recentes têm testemunhado um aumento significativo no interesse e na prática tanto da dança moderna quanto do ballet clássico, permeando todo o território nacional.

 

O ballet clássico, em particular, tem uma tradição relativamente recente no Brasil, tendo suas raízes fincadas no século XX. Inicialmente, essa forma de dança era praticada apenas por membros das classes econômicas mais abastadas. No entanto, ao longo do tempo, o ballet clássico tornou-se mais acessível ao público em geral, abrindo suas portas para pessoas de todas as idades e origens. Caracterizado pela sua técnica precisa, graça e elegância, o ballet clássico tem ganhado crescente apreciação e adeptos em terras brasileiras.

 

É fundamental destacar o papel desempenhado pelos bailarinos, coreógrafos, escolas e companhias de dança no Brasil na promoção e na prática tanto da dança moderna quanto do ballet clássico. Muitos artistas têm se dedicado arduamente para estabelecer e manter uma cena de dança vibrante e diversificada no país, realizando espetáculos de alta qualidade e promovendo a educação e a apreciação da dança.

 

Além disso, o apoio do governo e de outras entidades culturais tem sido crucial para impulsionar o crescimento do ballet clássico e da dança em geral no Brasil. Por meio de financiamentos e subsídios, o governo tem desempenhado um papel essencial ao fomentar a dança e garantir que essa forma de arte continue a prosperar no país.

 

A popularidade crescente do ballet clássico no Brasil se reflete na expansão do número de academias, escolas de dança, companhias de dança e eventos dedicados a essas formas artísticas em todo o território nacional. Isso inclui festivais de dança, showcases de escolas de dança, espetáculos de companhias profissionais e workshops ministrados por renomados bailarinos e coreógrafos internacionais.

 

Adicionalmente, o ballet clássico tem ganhado destaque em importantes eventos culturais do Brasil, como festivais de música, teatro e artes visuais. A presença da dança nesses eventos tem desempenhado um papel crucial ao promover a apreciação e a compreensão dessa forma de arte entre o público em geral, demonstrando como a dança pode ser uma parte integral da cultura e identidade do país.

 

Eleusa Lourenzoni

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Espetáculo de dança Underneath-1
está na agenda da semana na Oficina Cultural Oswald de Andrade

 

A performance criada por Felipe Teixeira e Mariana Molinos faz parte da programação gratuita de um dos centros culturais que é referência em São Paulo. Opção de atividade com a arte da dança, as seções vão de quarta a sábado, 17 a 20 de janeiro.

 

A performance de dança Underneath, criação que integra o projeto FTMM, terá quatro apresentações esta semana na Oficina Cultural Oswald de Andrade (Rua Três Rios, 363 - Bom Retiro - São Paulo/SP). Idealizado por Felipe Teixeira e Mariana Molinos, o espetáculo conta com seções de 17 a 20 de janeiro, de quarta a sexta-feira às 19h30 e no sábado às 18h. É a dança como opção de atividade cultural nas férias. A atração é gratuita* com distribuição de ingressos uma hora antes da apresentação.

 

A performance ocupa um espaço de 3m x 5m demarcado por fitas no chão onde, mobilizados pela sonoridade e pela alta incidência de luz, dois corpes entrelaçades se deslocam, afetando-se mutuamente. O deslocamento lento e contínuo tece a trama dramatúrgica. Um trabalho que investiga a potência de pequenos gestos, de frestas que deixam escapar intimidades. Em possível contraponto ao movimento das relações afetivas da atualidade, es intérpretes se lançam à dificuldade de ver-se completamente revelados um a outre, num exercício de confiança profunda, uma vez que, somente juntes, têm condições de superar as adversidades que suas trajetórias impõem. Assim, a ação continuada, faz com que gestos de carinho possam se tornar agressões, e apoios (para garantir a integridade física) se transformem em ameaça ou acolhimento. Um reflexo de qualquer relação profunda e íntima. Na dança, toda ação, todo gesto, no passar do tempo transfigura, as vezes se torna uma parceria profunda, noutras um vínculo tóxico e abusivo.

 


Sobre o FTMM

 

Em 2014, quando se conheceram, Felipe e Mariana rapidamente localizaram o desejo de produzir a partir da investigação minuciosa do gesto, da possibilidade de discursar sobre os afetos e a capacidade de mobilizar as pessoas a partir da instauração da empatia. Aqui chega-se ao Materiais para Intimidades Extremas. Depois de 9 anos produzindo às margens da articulação do senso de inadequação (inclusive sobre a dança, já que as produções de FTMM, sempre ancoradas no corpo, no gesto e no movimento por vezes se articulam em vídeos, gifs, fotografias e textos), este projeto surge para dar a ver os gestos que foram retirados em suas histórias.

 

Materiais para Intimidades Extremas vem fazer caber toda a criança viada, tomboy, perua, doce, escandalosa e agressiva. Vem mostrar que toda a obsessão em investigar gestos e afetos atravessa toda a produção de FTMM, mobilizando o público a partir de contextos imersivos que deslocam a percepção da passagem do tempo a fim de dar força ao material gestual. A partir deste insight, FTMM propõe revisitar e circular 4 obras (UNDERNEATH-1, Material Bruto, Meltdown#1 e Ciclos para Desvio), promover a exposição de seu material videográfico, ofertar o compartilhamento de sua pesquisa nesses nove anos através de 3 LABs.

 

 

 

Quando e Onde

Datas: 17 a 20/01 | Quarta a sexta-feira às 19h30 e sábado às 18h

Duração: 50 minutos

Local: Galeria da Oficina Cultural Oswald de Andrade

Endereço: Rua Três Rios, 363 - Bom Retiro - São Paulo/SP

* Vagas: Auditório com 40 lugares - ingressos distribuídos com uma hora de antecedência.

Recomendado para maiores de 14 anos.

@felipeteixeiraemarianamolinos

 

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A Fascinante História e o Futuro da Dança

 

A história da dança é uma narrativa rica e multifacetada que abrange milênios de culturas e tradições. Este artigo tem como objetivo explorar as origens da dança e sua evolução ao longo do tempo, ao mesmo tempo em que examina as direções que a dança está tomando para o futuro.

 

Origens da Dança
A dança é uma forma única de expressão artística que possui raízes profundas nas sociedades antigas. Desde os primórdios da humanidade, as pessoas têm utilizado a dança como uma linguagem de comunicação, celebração e ritual. Pinturas em cavernas pré-históricas retratam figuras humanas em poses de dança, evidenciando que a dança desempenhava um papel significativo na vida das primeiras civilizações.

A dança também ocupava um lugar central em diversas culturas antigas, incluindo as da Grécia e Roma, onde era empregada como uma forma de homenagear divindades. Nas culturas africanas e asiáticas, a dança era usada para narrar histórias e transmitir tradições orais. Em muitas culturas indígenas das Américas, a dança tinha um propósito religioso, servindo como um meio de adoração e conexão com a natureza.

 

A Dança na Atualidade

Ao longo dos séculos, a dança evoluiu e se diversificou em uma ampla variedade de formas, refletindo as transformações sociais, políticas e culturais. Durante o Renascimento Europeu, surgiram formas mais sofisticadas e elaboradas, como o balé, que se tornou uma forma popular de entretenimento na corte real.

Com o avanço da colonização e do comércio, as tradições de dança foram compartilhadas e amalgamadas, resultando em estilos e gêneros diversos em todo o mundo. A dança folclórica, por exemplo, reflete as tradições e costumes de culturas específicas, muitas vezes incorporando elementos de narrativa e simbolismo.

No início do século XX, a dança moderna emergiu como um movimento de vanguarda, desafiando as convenções do balé clássico e explorando a expressão pessoal e emocional. Mais recentemente, a dança de rua e os estilos urbanos têm florescido, tornando-se uma forma popular de expressão artística entre jovens em todo o mundo.

 

Para onde a Dança Caminha

Hoje, a dança continua a evoluir e a se adaptar às mudanças sociais e tecnológicas. Com a globalização e o acesso ilimitado à informação, a dança está mais interconectada do que nunca, permitindo a troca de ideias, influências e colaborações entre artistas de diferentes culturas e estilos de dança.

Além disso, a dança está se tornando cada vez mais inclusiva e diversificada, abraçando uma variedade de corpos, idades, gêneros e identidades. Movimentos como a dança inclusiva e a dança terapêutica estão ganhando destaque, enfatizando o potencial da dança para criar comunidades vibrantes e promover a saúde e o bem-estar.

No contexto da pandemia COVID-19, a dança também está se adaptando, com muitos artistas e companhias de dança explorando novas formas de apresentar seu trabalho virtualmente. A dança digital, por exemplo, está emergindo como uma forma inovadora, combinando elementos de tecnologia e performance ao vivo para criar experiências imersivas e interativas.

 

Por Eleusa Lourenzoni

 

 

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Cursos de férias 2024

As férias de verão no Brasil chegaram e com elas aquela enxurrada de opções em cursos de férias. Aqui selecionei aplicando alguns critérios básicos que acredito que sejam necessários para sua escolha e, claro estarei ministrando aulas em algun deles.

 

  1. Curso Mostra Dança - de 09 a 19 de janeiro na cidade de São Paulo.

 

    • Reputação e Credibilidade: O Curso Mostra Dança é conhecido por sua excelência no ensino da dança e é altamente respeitado na comunidade artística.
    • Objetivos Claros: O curso oferece uma oportunidade única de aprimorar suas habilidades de dança e explorar diversas técnicas.
    • Qualificação dos Instrutores: Instrutores renomados e experientes irão ministrar as aulas, proporcionando uma experiência de aprendizado enriquecedora.
    • Conteúdo Programático: O programa abrange uma variedade de estilos de dança e aspectos técnicos.
    • Estrutura do Curso: As aulas são bem estruturadas, com horários flexíveis para acomodar diferentes níveis de habilidade.
    • Instalações e Recursos: O curso oferece instalações modernas e equipamentos de qualidade para os participantes.
    • Certificação: Os participantes recebem um certificado de conclusão ao final do curso.
    • Mais informações e inscrições (11) 93303-3098

 

 

  1. Curso Internacional Faces Ocultas - de 13 a 21 de janeiro na cidade de Salto - SP.

 

    • Reputação e Credibilidade: O Curso Internacional Faces Ocultas é reconhecido internacionalmente por seu compromisso com a excelência na formação artística.
    • Objetivos Claros: Este curso proporciona uma imersão profunda na arte do teatro e da interpretação.
    • Qualificação dos Instrutores: Professores de renome no mundo do teatro ministram as aulas, oferecendo insights valiosos.
    • Conteúdo Programático: O programa aborda diversas técnicas de atuação e encenação.
    • Estrutura do Curso: A programação é intensiva, permitindo uma experiência imersiva e focada, além de espetáculo no final.
    • Instalações e Recursos: O curso dispõe de espaços de ensaio e recursos técnicos de alta qualidade.
    • Certificação: Os participantes recebem um certificado de participação no curso internacional.
    • Mais informações e inscrições (11) 4602-5236

 

 

  1. Rio Ballet Summer - de 03 a 09 de janeiro na cidade do Rio de Janeiro.

 

    • Reputação e Credibilidade: O Rio Ballet Summer é um dos principais eventos de dança no Brasil, conhecido por sua excelência.
    • Objetivos Claros: Este curso oferece uma oportunidade única de aperfeiçoar suas habilidades de balé.
    • Qualificação dos Instrutores: Instrutores de renome internacional conduzem as aulas, proporcionando uma experiência de aprendizado de alto nível.
    • Conteúdo Programático: O curso abrange técnicas clássicas, além de palestras exclusivas.
    • Estrutura do Curso: As aulas são organizadas de forma a garantir um treinamento completo e eficaz.
    • Instalações e Recursos: O Rio Ballet Summer oferece instalações de classe mundial para a prática de balé.
    • Certificação: Os participantes recebem um certificado de participação no evento.
    • Mais informações e inscrições - 21 99777-5585

 

 

Além desses critérios específicos para cada curso, é importante considerar alguns critérios gerais ao escolher qualquer seu curso de férias:

  • Disponibilidade de Tempo: Certifique-se de que você tenha tempo disponível durante as datas do curso. Verifique se o curso não entra em conflito com outros compromissos de férias que você possa ter.
  • Orçamento: Considere o custo do curso, incluindo taxas de inscrição, materiais e despesas adicionais, como acomodação e transporte, se necessário. Certifique-se de que o curso esteja dentro do seu orçamento.
  • Avaliações e Recomendações: Procure avaliações e recomendações de pessoas que já participaram do curso em edições anteriores. Isso pode fornecer insights valiosos sobre a qualidade da experiência.
  • Certificação e Reconhecimento: Se a obtenção de uma certificação ou reconhecimento oficial for importante para você, verifique se o curso oferece essa opção.

 

Ao analisar esses critérios de seleção, você estará em uma posição melhor para escolher o curso de férias que melhor se adapte às suas necessidades e objetivos. Certifique-se de fazer uma pesquisa minuciosa e tomar uma decisão informada.

Espero que essas informações detalhadas sobre os cursos ajudem na sua decisão. Aproveite suas férias de verão para aprimorar suas habilidades e se dedicar ao seu desenvolvimento pessoal e artístico!

Por Eleusa Lourenzoni

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A Modernização da Dança no Brasil

A dança é uma forma de expressão artística que tem desempenhado um papel significativo na cultura brasileira ao longo dos séculos. Desde danças folclóricas tradicionais até a influência de estilos modernos, o Brasil viu uma evolução na sua cena de dança que resultou em uma fusão de estilos. A modernização da dança no Brasil tem sido um processo gradual e inspirador, que tem permitido aos artistas explorar novas formas de expressão e criar uma identidade única para a dança brasileira.

A fusão de estilos na dança no Brasil tem sido impulsionada pela rica diversidade cultural do país, que abrange influências indígenas, africanas, europeias e diversas outras. Essa diversidade cultural tem dado origem a uma variedade de estilos de dança que se misturam e se influenciam mutuamente, criando assim uma cena de dança vibrante e dinâmica.

Uma das formas mais evidentes de fusão de estilos na dança brasileira é o surgimento de coreografias que combinam elementos de dança contemporânea, hip hop, samba, frevo e danças regionais. Essas coreografias apresentam um estilo único que reflete a diversidade cultural do Brasil e a criatividade dos artistas locais.

Além disso, a dança contemporânea tem desempenhado um papel fundamental na modernização da dança no Brasil. Com suas raízes na experimentação e na quebra de convenções, a dança contemporânea tem proporcionado aos artistas brasileiros a liberdade de explorar novas formas de movimento e expressão. Isso tem levado à criação de peças de dança que combinam elementos de dança moderna, teatro e performance artística, resultando em obras que desafiam as fronteiras tradicionais da dança.

Outro aspecto importante da modernização da dança no Brasil é a influência da dança urbana, como o hip hop e o funk carioca. Estilos como esses têm ganhado popularidade entre os jovens brasileiros, que encontram na dança urbana uma forma de expressão e pertencimento. A fusão de elementos de dança urbana com outros estilos tradicionais tem dado origem a movimentos de dança únicos e energéticos, que refletem a juventude e a cultura contemporânea do Brasil.

Além disso, a dança étnica também tem desempenhado um papel significativo na fusão de estilos na dança no Brasil. Com a presença de comunidades étnicas diversas no país, a dança étnica tem trazido influências culturais de todo o mundo, enriquecendo assim a paisagem da dança brasileira. A fusão de elementos de danças africanas, indígenas, portuguesas e de outras origens tem resultado em coreografias únicas e envolventes, que celebram a diversidade e a riqueza cultural do Brasil.

Em suma, a fusão de estilos na dança no Brasil tem sido um processo emocionante e enriquecedor, que tem permitido aos artistas locais explorar novas formas de expressão e criar uma cena de dança diversificada. A modernização da dança no Brasil reflete a evolução da sociedade brasileira e a sua abertura para a diversidade cultural. A fusão de estilos na dança tem contribuído para a criação de obras únicas e inovadoras, que refletem a identidade cultural complexa e multifacetada do Brasil. Como resultado, a dança no Brasil continua a evoluir e a surpreender, mantendo-se relevante e inspiradora para as gerações futuras.

 

Por Eleusa Lourenzoni

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Muito além do Quebra Nozes...
 

O mundo do ballet é repleto de balés deslumbrantes que transcenderam os palcos e se tornaram parte intrínseca da cultura artística global. Embora "O Quebra-Nozes" seja amplamente reconhecido e apreciado principalmente durante as festas natalinas, ele compartilha seu lugar de destaque com outros clássicos do repertório do ballet que merecem igualmente nossa atenção e admiração.

 

  1. O Lago dos Cisnes: Um dos ballets mais icônicos de todos os tempos, "O Lago dos Cisnes" foi criado por Pyotr Ilyich Tchaikovsky, o mesmo compositor de "O Quebra-Nozes". A história mágica de amor e redenção entre o príncipe Siegfried e a princesa cisne Odette é contada por meio de dança requintada e trilha sonora emocionante. Este ballet tem sido uma fonte de inspiração para inúmeras adaptações e continua a encantar o público com sua beleza atemporal.

  2. Romeu e Julieta: O amor trágico de Shakespeare ganhou vida nos palcos de ballet através da coreografia de grandes mestres, como Kenneth MacMillan e Sergei Prokofiev, o compositor da trilha sonora. "Romeu e Julieta" é uma narrativa poderosa de paixão e destino, e a dança expressa as emoções dos personagens de maneira cativante. Esta obra é uma prova de como o ballet pode capturar a essência das histórias clássicas e torná-las acessíveis a um público diversificado.

  3. A Bela Adormecida: Com música de Tchaikovsky e coreografia de Marius Petipa, "A Bela Adormecida" é um conto de fadas mágico que encanta gerações. A história da princesa Aurora, que é amaldiçoada a dormir por cem anos até ser despertada pelo beijo do príncipe, é uma celebração da graça e da beleza do ballet clássico. Os movimentos elegantes e a trilha sonora exuberante tornam este ballet um espetáculo inesquecível.

  4. Dom Quixote: Inspirado pelo romance de Miguel de Cervantes, "Dom Quixote" é um ballet cheio de energia e paixão espanhola. A coreografia de Marius Petipa e a música de Ludwig Minkus criam um ambiente vibrante e emocionante, à medida que o cavaleiro sonhador Don Quixote embarca em uma série de aventuras em busca do amor idealizado. A dança flamenca e a exuberante cena do leque são destaques memoráveis deste ballet.

  5. Giselle: "Giselle" é uma obra-prima romântica e trágica que combina uma história cativante com coreografia emotiva. Conta a história de uma jovem camponesa traída por seu amante e que, após sua morte, se junta às Willi, espíritos vingativos das noivas abandonadas. A dança das Willi e a interpretação dramática dos personagens tornam "Giselle" um ballet profundamente comovente.

 

Estes são apenas alguns exemplos dos muitos balés clássicos que enriquecem o mundo da dança. Cada um deles tem sua própria beleza, história e estilo distintos, e todos contribuem para a riqueza da herança cultural do ballet. Assim como "O Quebra-Nozes", esses espetáculos têm o poder de tocar nossos corações, inspirar nossa imaginação e nos conectar com a beleza e a profundidade da arte do ballet. Portanto, não devemos limitar nossa apreciação apenas a um ballet, mas explorar a riqueza de obras-primas que esse mundo encantador tem a oferecer.

por Eleusa Lourenzoni

A dança na resistência e na luta por direitos

A arte da dança é uma das mais ancestrais formas de manifestação humana, ao longo da história desempenhando um papel crucial nos movimentos de resistência e na busca por direitos. Ela transcende barreiras culturais, geográficas e temporais, servindo como um veículo de expressão poderoso e impactante.

Em diversas culturas ao redor do mundo, a dança se firmou como uma ferramenta de protesto, permitindo que indivíduos e comunidades inteiras se expressem de maneira vibrante e significativa. Na América Latina, por exemplo, a dança é um meio de resistência profundamente enraizado nas tradições das comunidades indígenas. Por meio de rituais de dança, essas comunidades não apenas celebram suas identidades culturais, mas também resistem à colonização e à opressão, lutando ferozmente pela preservação de suas terras e recursos naturais.

A história também testemunha a dança como uma arma poderosa na luta pela liberdade e pelos direitos humanos. No Brasil, a capoeira, uma expressão artística que combina dança e arte marcial com raízes africanas, emergiu como um meio de resistência e autodefesa para os escravizados. Praticada clandestinamente, a capoeira não só preservou a cultura africana, mas também desafiou a opressão e a proibição de praticar qualquer forma de luta.

A dança, ademais, tem servido como uma voz para comunidades marginalizadas em todo o globo, unindo, empoderando e capacitando essas populações a levantarem-se contra a injustiça. Na cultura hip-hop, por exemplo, a dança assume uma dimensão política e social, permitindo que jovens urbanos compartilhem suas vivências de marginalização e discriminação. O breaking, um estilo de dança urbana que floresceu nas comunidades afro-americanas e latinas na década de 1970, emerge como uma forma de protesto contra questões como o racismo, a pobreza e a brutalidade policial.

A dança como forma de protesto não conhece fronteiras e tem desempenhado um papel vital em movimentos sociais em todo o mundo. No Egito, durante a Primavera Árabe, manifestantes usaram a dança como símbolo de resistência, dançando em praças públicas e compartilhando vídeos de suas performances nas redes sociais, desafiando assim um regime autoritário.

A luta pela igualdade de gênero também encontrou na dança uma aliada fundamental. Em diversas culturas, a dança é uma forma de expressão feminina que desafia as normas de gênero, fornecendo às mulheres uma plataforma para reivindicarem sua autonomia e liberdade. O movimento da dança do ventre, por exemplo, tem capacitado mulheres no Oriente Médio, desafiando percepções negativas e estereótipos sobre o corpo feminino.

A dança como forma de protesto também ganhou destaque em uma variedade de contextos contemporâneos, incluindo manifestações em prol do meio ambiente, dos direitos LGBTQ+ e da justiça racial. Nos últimos anos, manifestações de dança se tornaram uma parte vital de movimentos como o Black Lives Matter e o Fridays for Future, oferecendo uma maneira criativa e impactante de chamar a atenção para questões prementes e exigir mudanças.

Em síntese, a dança tem sido uma aliada fundamental na resistência e na luta por direitos em todo o mundo. Como uma expressão artística e cultural, ela oferece uma maneira poderosa de desafiar a opressão, afirmar identidades e construir solidariedade. Desde o passado até os dias atuais, a dança continua a ser uma ferramenta inspiradora para promover mudanças e incitar ação coletiva.

Por Eleusa Lourenzoni

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Cia Paulista de Dança com o clássico
O Quebra Nozes 

 

O Teatro Sérgio Cardoso, instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, recebe a Cia Paulista de Dança com O Quebra Nozes, clássico ballet de repertório natalino, com direção artística de Adriana Assaf e sessão única no dia 16 de dezembro, sábado, 20h. 
 

O espetáculo é adaptação de uma das obras mais conhecidas da literatura mundial e já foi traduzida em diversas línguas. Com tantas produções deste ballet, ele se tornou um dos mais lembrados no repertório clássico de natal, no teatro, no balé e no gelo.
Fotos: Renan Livi
 

Onde e Quando
Local: Teatro Sérgio Cardoso - Sala Nydia Licia
Endereço: R. Rui Barbosa, 153 - Bela Vista, São Paulo
Data: 16 de dezembro, sábado, 20h
Ingressos: Inteira R$ 80,00 | Meia R$ 40,00 | Sympla
Duração: 1h45h
Capacidade: 827  lugares
Classificação: Livre

 

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Aprendizes do Núcleo Luz estreiam ensaio na Oficina Cultural Oswald de Andrade

Admiradores da dança poderão assistir “Beira” em dezembro;

Ciclo I, um dos cursos gratuitos do Núcleo Luz - iniciativa do Programa Fábricas de Cultura - abre as inscrições no dia 11/12

 

Os aprendizes do Ciclo II 2022-2023 do Núcleo Luz, projeto de aprofundamento na linguagem da dança do Programa Fábricas de Cultura, apresentam o novo ensaio coreográfico “Beira” na Oficina Cultural Oswald de Andrade nos dias 14 a 16 de dezembro, quinta a sábado, a partir das 19h30. Assim como os cursos, as apresentações também serão gratuitas.

Como uma das iniciativas das Fábricas de Cultura, Programa da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo e gerenciado pela Poiesis, o projeto Núcleo Luz possibilita mais um trabalho criativo da turma do Ciclo II que conclui a formação em dança neste ano. “Beira” foi todo desenvolvido por 24 aprendizes a partir da atividade ARE - Análise, Reflexão e Expressão, por meio da pesquisa de temas norteadores como identidade, afeto, consciência e pulsão. O ensaio coreográfico será exibido em nove duos, um trio e um quarteto, conectados em uma hora de apresentação.

 

Inscrição e processo seletivo para o Ciclo I 2024

O Núcleo Luz abre o edital e formulário de inscrição para o Ciclo I no dia 11 de dezembro pelo site das Fábricas de Cultura para jovens de 14 a 21 anos de idade que vivem na região metropolitana de São Paulo e que tenham vivência em práticas corporais, entre eles, a dança, esporte, circo, capoeira e teatro. Além desses requisitos, a disponibilidade para frequentar as aulas na sede do projeto, no bairro Bom Retiro, em São Paulo, nos dias e horários do curso.

A inscrição segue aberta até 21 de janeiro de 2024, mês quando começa a seleção de pessoas que passam pelas avaliações práticas. O início das aulas está previsto para 12 de março e toda a formação tem cerca de 20 horas semanais, com a duração total de três anos.  O Ciclo I é um curso regular e gratuito de experimentação em dança por onde os aprendizes vivenciam aulas práticas de introdução, experimentação e aprofundamento em diferentes códigos da dança; integram processos criativos e experiência artística; aulas teóricas de construção do pensamento crítico; além de atividades socioemocionais e socioculturais.

As aulas ocorrem de segunda a sexta, das 8h às 12h, na sede do projeto localizado na Rua Talmud Thorá, 52, em São Paulo, próximo ao metrô Tiradentes. Para seguir nesta formação, os aprendizes selecionados recebem benefícios mensais formados por uma bolsa-auxílio de R$ 100,00, alimentação e transporte.

Para conhecer os demais cursos e os espetáculos do Núcleo Luz, acesse o site do projeto.



Quando e Onde:

Apresentações e cursos gratuitos

 

ESTREIA DE “BEIRA” - ENSAIO COREOGRÁFICO

14 a 16/12/2023 - quinta-feira a sábado - 19h30

Intérpretes-criadores | Ciclo II 2022-2023: Ariela Leiva, Arthur Doná, Beatriz Sá, Brena Alves, David Silveira, Eri Sá, Fran Menezes, Gabriela Guimarães, Gabrielly Andrade, Henri Araujo, Jonathan Sá, Júpiter Campos, Lima Dorta, Lua Maciel, Luna Well, Naomi Céspedes, Obed Queiroz, Odri Campos, Prudy Oliveira, Saolla Sousa, Shayla Baila, Taisa Garcia, Vinnycias Silva, Vitória Ferreira.
Orientação artística: Chris Belluomini

 

Sala 7 da Oficina Cultural Oswald de Andrade - Endereço: Rua Três Rios, 363, Bom Retiro - São Paulo/SP

Próxima ao metrô Tiradentes

Entrada gratuita | Distribuição de ingressos 30 minutos antes de cada apresentação

 

 

Processo Seletivo | Ciclo I 2024

1ª Etapa classificatória: formulário de inscrição online;
2ª Etapa classificatória: teste prático presencial

14 a 21 anos | presencial

 

Inscrições online: 11 de dezembro/2023 a 21 de janeiro/2024 (edital e formulário estarão disponíveis no site - clique aqui).

Convocação para teste prático: 24/01/2024
Teste prático presencial: 15 e 16/02/2024
Convocação dos aprovados: 29/02/2024
Início das aulas: 12/03/2024

Aulas na sede do Núcleo Luz - End: Rua Talmud Thorá, 52, Bom Retiro - São Paulo/SP

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Companhia de Danças de Diadema em Presidente Prudente

A Companhia de Danças de Diadema chega ao Sesc Thermas de Presidente Prudente com apresentação de dois espetáculos de seu repertório, sendo um deles para o público infantil. Duas oficinas serão conduzidas pela companhia, contemplando todos os públicos.

 

No dia 15 de dezembro, sexta-feira, apresenta o espetáculo adulto SCinestesia, de Ana Bottosso, às 20h30. No dia 16 de dezembro, sábado, a diretora e coreógrafa Ana Bottosso ministra a Oficina Dança Contemporânea e Processo de Criação, das 10h às 12h30, com inscrições gratuitas.

 

Para o público infantil, no dia 17 de dezembro, domingo, tem o espetáculo Nas Águas do Imaginar, de Ton Carbones e elenco, às 15h. E, na sequência, às 16h, acontece a oficina Bailando em Família, uma atividade interativa para as crianças e seus familiares, ministrada pelos bailarinos Daniele Santos e Carlos Veloso. Ambas atividades são gratuitas.

 

Quando e Onde

 

15 de dezembro. Sexta, às 20h30

Espetáculo: SCinestesia

Local: Área de Convivência. Duração: 60 min. Classificação: 12 anos.

Ingressos: 30,00 (inteira), 15,00 (meia) e 10,00 (credencial plena).

Vendas: Pelo app Credencial Sesc SP, no site sescsp.org.br/prudente ou a partir das 17h na Central de Relacionamento.


16 de dezembro. Sábado, das 10h às 12h30

Oficina: Dança Contemporânea e Processo de Criação

Ministrante: Ana Bottosso. Local: Área de Convivência. Classificação: 12 anos

Gratuita - Inscrições pelo app Credencial Sesc SP, no site sescsp.org.br/prudente ou presencialmente com horário agendado na Central de Relacionamento.


17 de dezembro. Domingo, às 15h

Espetáculo infantil: Nas Águas do Imaginar

Gratuito. Local: Quintal. Duração: 60 minutos. Classificação: Livre.


17 de dezembro. Domingo, às 16h

Oficina: Bailando em Família

Ministrantes: Daniele Santos e Carlos Veloso

Gratuita. Local: Quintal. Menores de 6 anos devem estar acompanhados por responsáveis.

 

Sesc Thermas de Presidente Prudente

Rua Alberto Peters, 111 - Jardim das Rosas. Presidente Prudente/SP.

Tel.: (18) 3226-0400. Na rede: @sescthermas.

Programação completa: sescsp.org.br/prudente

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Chico Buarque e Francis Hime

têm obra apresentada em espetáculo com a Studio3 Cia. de Dança

Espetáculo ‘Francisco(s)’, com arranjos assinados por Francis Hime, une balé e música no palco do MASP Auditório em duas apresentações gratuitas, nos dias 14 e 15 de dezembro. “O começo das comemorações pelos 80 anos de Chico”, diz Francis

 

A Studio3 Cia. de Dança apresenta, nos dias 14 e 15 de dezembro, o espetáculo Francisco(s), uma homenagem a dois ícones da MPB: Chico Buarque e Francis Hime, cuja parceria de longa data gerou obras-primas como Pivete, Amor barato, A Noiva da Cidade, Vai passar e Meu caro amigo. Os ingressos, gratuitos, serão distribuídos na bilheteria na quinta e sexta-feira, duas horas antes de cada espetáculo.

Com coreografia de Anselmo Zolla e direção teatral de William Pereira, Francisco(s) apresenta intensa carga poética, enfocando os vários aspectos da obra dos autores: o lírico, o poético, a reflexão sobre o Brasil e sua pluralidade. Grandes estruturas cenográficas criam um espaço dinâmico, de forte impacto visual, que utiliza andaimes, praticáveis e espelhos formando caleidoscópios — uma metáfora para a poesia dos corpos que se reflete na poesia da canção. A direção musical é do maestro Wagner Polistchuk, regente da Osesp.

William Pereira queria um espetáculo no qual as várias facetas de Chico Buarque pudessem ser dançadas, em um mergulho no espírito das canções. E para esta empreitada, conta com a criatividade e o talento do coreógrafo Anselmo Zolla.

Francis Hime recebeu com muita alegria o convite para escrever os arranjos das músicas do “caro amigo”. Junto de Pereira e Zolla, o roteiro foi dividido em três partes, destacando canções memoráveis de Chico, como O que será, Construção e Deus lhe pague. “Abordamos também algumas de nossas parcerias, tais como 'Atrás da porta', 'Trocando em miúdos' e 'Passaredo'. Acho que temos um belo espetáculo, que faz jus à importância da obra deste meu querido parceiro e quem sabe, pode representar o começo das comemorações pelos 80 anos de Chico", conta.

 

Onde e Quando

Local: MASP Auditório

Endereço: Av. Paulista, nº 1578, Bela Vista, São Paulo, SP

Datas: 14 e 15 de dezembro (únicas apresentações)

Horário: 20h

Entrada franca

Ingressos na bilheteria 2 horas antes do espetáculo

Sujeito à lotação da sala

Telefone: (11) 3149-5959

Estação de metrô próxima: Trianon-Masp

Indicação etária: 7 anos

Duração: 60m

Capacidade de público por sessão: 344 pessoas

 

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World Ballet Competition

Restam apenas 4 semanas para enviar sua inscrição por video para WBC '24!
Prazo para inscrição do concorrente: 10 de janeiro

World Ballet Competition aceita inscrições por de vídeo para a edição final de 2024 até 10 de janeiro.

Envie sua audição de vídeo hoje mesmo em dois cliques usando o sistema de inscrição on-line do World Ballet Competition.

As Finais Mundiais serão realizadas de 22 a 27 de abril de 2024 em Orlando, Flórida, EUA. Sua oportunidade de ganhar US$ 300.000 em bolsas de estudo, prêmios em dinheiro, contratos de trabalho e muito mais!

Além disso, as inscrições já estão abertas para o Master Class Workshop do WBC 2024!

O WBC Master Class Workshop será realizado de 23 a 26 de abril de 2024 e está aberto a bailarinos concorrentes e não competidores com idades entre 8 e 24 anos.

As aulas são oferecidas em técnica de balé, pontas e/ou variações ministradas por diretores de companhia/escola, conceituados jurados do World Ballet Competition e professores mestres convidados. Inscrições clicando aqui.

Em caso de duvidas ou demais informações - contate nossa representante no Brasil Maitre Eleusa Lourenzoni.

Atenção: Todos os solistas concorrentes estão automaticamente inscritos no workshop.

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O Corsário
Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro



Pela primeira vez em sua história, o Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, apresenta na íntegra um dos clássicos mais remontados no mundo, O Corsário, encerrando a temporada artística de 2023, junto com a Orquestra Sinfônica da casa. As récitas acontecerão a partir de 13 de dezembro e se estendem até o dia 23, totalizando dez apresentações, incluindo o Projeto Escola.
 
A música é de Adolphe Adam, Cesare Pugni, Leo Delibes e Riccardo Drigo e o libreto de Vernoy de Saint-Georges e Joseph Mazilier, inspirado em um poema de Lord Byron. Hélio Bejani e Jorge Texeira assinam a remontagem e adaptação do ballet, segundo Marius Petipa. A regência será do maestro Jésus Figueiredo e a direção geral de Hélio Bejani.
 
O Corsário foi apresentado pela primeira vez no Municipal do Rio de Janeiro em 20 de junho de 1968, com o Ballet do Teatro Stanislavski, de Moscou. Em novembro de 2014, o Municipal mostrou a versão original completa de O Corsário com o Balé do Teatro Mariinsky. E em 2022, o público carioca pôde assistir ao balé completo no palco do Theatro com a Cia Bemo, da Escola Estadual de Dança Maria Olenewa.
 
“Para encerrar 2023 com chave de ouro, comemorando os 70 anos da Petrobras, o Theatro Municipal traz o ballet O Corsário, apresentado pelo nosso Corpo de Baile do Municipal, que vai mostrar ao público a beleza desse clássico de repertório. E em 2024, o Theatro volta a todo vapor. A próxima temporada promete ainda diversos espetáculos, com mais cultura e democratização do acesso para a população do Rio de Janeiro. Não perca!” – comemora Clara Paulino, presidente da Fundação Teatro Municipal do Rio de Janeiro.
 
"Nossa temporada segue a toda! Agora em dezembro, teremos O Corsário, com o Ballet do Theatro Municipal. Mais uma grande oportunidade que a casa oferece ao público de ver a Cia. mais tradicional do país! Será a primeira vez neste título. A Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal contará com a regência do Maestro Jésus Figueiredo. Um belíssimo programa para encerrar 2023!" – destaca Eric Herrero, diretor artístico da Fundação Teatro Municipal.
 
“Realizar exige coragem e somente quem não tiver ‘o’ medo de aceitar esse novo tempo que chegou, sem aviso prévio, poderá ter a audácia de trilhar novos caminhos…Esse é o pensamento que dá o tom do nosso espetáculo O Corsário, ballet do repertório clássico mundial que conta uma deliciosa história de piratas que se passa no mar Jônico, na transição da idade média para a idade moderna.” – explica Hélio Bejani, diretor do Ballet do Theatro Municipal (BTM).
 
Quando e Onde
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Endereço: Praça Floriano, s/nº - Centro
Classificação: Livre
Datas e horários: 13, 14, 15, 16, 20, 21, 22, 23/12 -19h; 17/12- 17h; 19/12- 14h - Projeto Escola 
Duração: 2h10 com 20 minutos de intervalo entre os dois atos.

Ingressos
Frisas e Camarotes - R$80,00 (ingresso individual)
Plateia e Balcão Nobre - R$60,00
Balcão Superior - R$40,00
Galeria - R$20,00
 

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Área Suspensa


A Cia Municipal de Dança de Porto Alegre retorna ao palco do Teatro Renascença na cidade de Porto Alegre - RS, para a estreia de Área Suspensa, da coreógrafa paulista Gal Martins, com ingressos antecipados pelo Sympla e na bilheteria do teatro uma hora antes do espetáculo.

O espetáculo propõe uma discussão sobre o conceito de território e territorialidade. Grande parte da população mundial vive atualmente nas cidades, sendo a territorialidade um modo de compreensão contemporâneo da constituição desses espaços de vida. Esse estudo teve como objetivo compreender de que modo o conceito de territorialidade tem se relacionado com os estudos sobre a relação pessoa ambiente no contexto urbano.

Tendo como inspiração direta os pensamentos de Milton Santos, a narrativa coreográfica do espetáculo tensiona as relações dos bailarinos com o território que habitam e como cada um atravessa e é atravessado por ele.

 

A Cia mantém um elenco profissional de bailarinos e já realizou 15 montagens, reunindo um público de cerca de 45 mil espectadores no Brasil, Alemanha e Israel. Atua de forma integrada com as Escolas Preparatórias de Dança (EPDs), que funcionam em cinco escolas municipais da periferia de Porto Alegre com formação em dança para crianças e adolescentes, entre 7 a 17 anos, no turno inverso da escola. Também são mantidos pela Cia Municipal cinco núcleos de Cias Jovem de Dança, que reúnem alunos que se destacam nas EPDs e atuam orientados pelos bailarinos profissionais, fomentando a qualificação e aprimoramento técnico e artístico desses jovens.

 

Área Suspensa – Cia Municipal de Dança de Porto Alegre
15 e 16 de dezembro, 20h (sexta e sábado), 17 de dezembro (domingo), 19h
Teatro Renascença (avenida Erico Verissimo, 307)

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Tudo sobre O Quebra-Nozes

Em dezembro, é difícil não se encantar com a clássica história de "O Quebra-Nozes" ou, pelo menos, com a imagem daquele icônico boneco de madeira em forma de soldado, que é um símbolo da cultura popular alemã e desempenha um papel crucial em toda a trama. Este famoso espetáculo de ballet russo tem mais de um século de existência e continua a cativar gerações em todo o mundo.

 

"O Quebra-Nozes" é uma das três obras de ballet compostas por Tchaikovsky e teve sua estreia em 18 de dezembro de 1892, no Teatro Mariinski, em São Petersburgo, então a capital da antiga Rússia Imperial. Hoje, não só podemos apreciar o ballet em palcos ao redor do mundo, mas também vemos sua história sendo retratada em filmes e desenhos animados.

 

A origem dessa história remonta a 1816, na Alemanha, quando Ernest Hoffman publicou o conto infantil intitulado "O Quebra-Nozes e o Rei dos Camundongos". Algumas décadas depois, em 1844, Alexandre Dumas o adaptou para o francês, e essa versão foi posteriormente transformada em ballet por Tchaikovsky na Rússia, em 1892, com coreografia original de Lev Ivanov.

 

Inicialmente, Tchaikovsky relutou em transformar um conto infantil em um espetáculo de ballet, mas acabou aceitando a ideia para que pudesse lançá-lo em conjunto com a ópera "Yolanta", escrita por seu irmão Modest Tchaikovsky. Assim, ambos os projetos foram apresentados no mesmo dia e no mesmo local. Infelizmente, o ilustre compositor faleceu um ano após a estreia, em 1893, sem testemunhar a inesperada e grandiosa repercussão de sua obra. A aceitação positiva por parte dos críticos veio algum tempo depois, mas o espetáculo já havia deixado uma marca permanente na história do ballet.

 

A trama de "O Quebra-Nozes" se desenrola em uma noite de Natal na Alemanha do final do século XIX, onde o prefeito da cidade, um respeitado médico chamado Jans Stahlbaum, organiza uma bela festa de Natal para sua família e amigos em sua casa. Seus filhos, Clara e Fritz, aguardam ansiosamente os presentes que receberão de Herr Drosselmeyer, um relojoeiro e padrinho de Clara. Drosselmeyer chega um pouco atrasado, aumentando ainda mais a expectativa das crianças, e distribui presentes para todos, incluindo um presente especial para Clara - um boneco quebra-nozes em forma de soldado. Clara fica encantada com o presente, mas seu irmão Fritz acaba quebrando o boneco acidentalmente. Clara fica devastada, e nem mesmo a mágica neve daquela noite consegue consolá-la. O padrinho promete que tudo se resolverá, e a festa termina.

À medida que a noite avança, Clara percebe que seu boneco ganha vida própria e testemunha a aparição de ratos terríveis liderados pelo Rei dos Ratos. O boneco quebra-nozes luta contra esse exército para proteger Clara, e os ratos são derrotados, com o Rei dos Ratos ficando ferido. Logo em seguida, o boneco se transforma em um príncipe e leva Clara em uma aventura mágica pela Terra da Neve, onde eles encontram flocos de neve dançantes, e depois pela Terra dos Doces, onde conhecem a Fada Açucarada e várias guloseimas dançantes. A história termina com Clara acordando e percebendo que toda essa aventura foi um sonho que permanecerá para sempre em sua memória.

Devido ao sucesso mundial ao longo de quase 130 anos, "O Quebra-Nozes" inspirou diversas versões. Entre elas, cinco ganharam destaque especial. Em 1984, o coreógrafo Peter Wright, em colaboração com o Royal Ballet do Reino Unido, manteve a história original, mas enfocou a relação entre Clara e o Quebra-Nozes como uma história de primeiro amor. Christopher Wheeldon, junto à companhia americana Joffrey Ballet, optou por manter a história 100% original para apresentá-la aos imigrantes em 1893.

O Joburg Ballet inseriu elementos das culturas africanas na trama, transformando Clara em alguém apresentado à beleza e aos encantos da África, enquanto o Quebra-Nozes assume a forma de um curandeiro sul-africano. Na versão da Ballet Nacional da China, Fritz se torna Tuantuan e Clara, Yuanyuan, e a trama celebra o Ano Novo Chinês, substituindo os ratos por tigres e dragões.

 

Por fim, a Ópera de Paris, sob a coreografia de Nureyev, lançou uma versão que elimina a Fada Açucarada e a Terra dos Doces, preservando apenas alguns detalhes iniciais do espetáculo, com Drosselmeyer e o Príncipe sendo a mesma pessoa.

Em todos os espetáculos de ballet, há uma bailarina principal conhecida como "primeira-bailarina", que desempenha um papel crucial. Embora Clara seja a personagem central na história de "O Quebra-Nozes", tradicionalmente, o título de primeira-bailarina é reservado para a intérprete da Fada Açucarada. Na estreia mundial de 1892, essa honra coube à bailarina italiana Antonieta Dell’Era. No Brasil, a primeira apresentação de "O Quebra-Nozes" ocorreu apenas em 1957, no Teatro João Caetano, no Rio de Janeiro, sob a direção de Eugenia Feodorova e com a brasileira Dalal Achcar no papel da Fada Açucarada.

 

Por Eleusa Lourenzoni

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Prêmio Governador do Estado

Confira os finalistas da dança do Prêmio Governador do Estado 2023

 

O Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, vai homenagear, em cerimônia no Palácio dos Bandeirantes, no dia 12 de dezembro, representantes do setor cultural que se destacaram ao longo de 2022 por suas realizações. Trata-se do tradicional Prêmio Governador do Estado de São Paulo, criado em 1950. Uma realização de cada categoria receberá R$ 35.500,00.

 

A realização vencedora de 12 categorias receberá o prêmio de R$ 35.500,00 cada. A exceção é a categoria “Instituição Cultural” que não terá premiação em dinheiro.

Nesta edição, foram indicados cinco finalistas para cada uma das 13 categorias. Os ganhadores receberão, além do prêmio em dinheiro, um troféu exclusivo confeccionado para o Prêmio. Entre as categorias estão: Arte para crianças, Artes Visuais, Circo, Teatro, Museus e centros culturais, Valorização do patrimônio cultural, Audiovisual, Incentivo à leitura, Dança, Música, Iniciativas culturais – Terceiro Setor, Iniciativas culturais – Setor Público, ademais de Instituição Cultural.

 

O processo de escolha dos premiados é dividido em 3 etapas. Primeiro, seis comissões compostas por profissionais de reconhecida experiência e conhecimento na área cultural, propõe – cada membro – cinco realizações de grande relevância para a cultura, economia e indústria criativas de São Paulo em 2022 e os respectivos responsáveis por cada uma dessas realizações nas categorias descritas. Na segunda etapa, a Secretária da Cultura, Economia e Indústria Criativas e o Presidente do Conselho Estadual da Cultura, Economia e Indústria Criativas, selecionam, a partir das indicações feitas pelas comissões na etapa anterior, quais serão as cinco realizações finalistas em cada categoria e seus respectivos responsáveis. Por fim, o Governador do Estado, definirá os premiados em cada uma das categorias descritas, sendo uma realização ganhadora para cada categoria.

Confira a lista completa dos cinco finalistas em dança:

 

  • Mônica Tarragó, pelo espetáculo “Bando e Formatura 2022”
  • Kelson Barros, pelo espetáculo “Da cor do cobre”
  • Brisa Diamante, pelo Experimental de Dança de Ubatuba
  • Alex Soares, pelo Instagrimm – Os contos dos irmãos Grimm em Storie
  • Márika Gidali, pela turnê dos 50 Anos – Ballet Stagium

 

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Ensaios Perversos

 

No domingo, dia 10 de dezembro, 'Ensaios Perversos' – realizado há 10 anos pela Cia Perversos Polimorfos, sob a direção de Ricardo Gali – estará de volta. O evento, sempre sediado em um local especial na cidade, promove bate-papos provocadores, apresentações de performances em processo ou prestes a estrear e uma festa com DJ para dançar, compartilhar ideias e encerrar a noite. Será realizado no Greta Galpão, um espaço multidisciplinar e acolhedor próximo ao metrô Vila Madalena. A entrada é gratuita.

A casa abre às 15h para receber os participantes do “Conversas sem Fim", marcado para as 16h, com Alejandro Ahmed, fundador do Grupo Cena 11, de Santa Catarina, e diretor artístico atual do Balé da Cidade de São Paulo, e Ana Teixeira, bailarina, professora das Artes do Corpo na PUC-SP e membro do Comitê Curatorial do Theatro Municipal, com o tema "Irreversibilidade e vida: o tempo nos corpos que dançam". O bate-papo abordará o impacto do processo de transformação corporal, sua inevitável finitude e como isso influencia as técnicas e expressões artísticas na dança. Ambos levantam questões sobre como manipulamos a plasticidade de nossos corpos e as armadilhas presentes nos conceitos de dança ligados a noções de força e beleza, muitas vezes relacionadas a treinamentos que promovem a ideia de imortalidade.

 

Às 18h, o evento 'Preliminares' começa com a apresentação de Célia Gouvêa em "Nada", uma obra em processo que emerge do desejo de despertar os sentidos e experimentar estados de esvaziamento, buscando conexão com o âmago do ser, numa abordagem concreta. Com questionamentos sobre nossa identidade, Célia Gouvêa, reconhecida por diversas criações e prêmios em sua trajetória, fez parte da primeira turma do Mudra – Centro de Pesquisa e Aperfeiçoamento de Maurice Béjart, na Bélgica, foi artista residente na Universidade de Illinois, e bolsista na State University de Nova Iorque, além de receber apoio da Fundação Guggenheim, em Lisboa.

Logo após, às 19h, Rebeca Tadiello apresenta "Estudos sobre mover", um solo em desenvolvimento que explora como imagens relacionadas à 'segmentação' se transformam em movimento. Este trabalho – parte de sua pesquisa de mestrado no Programa de Pós-graduação em Artes Cênicas da ECA-USP (com bolsa FAPESP), sob a orientação de Helena Bastos e influência de Ana Teixeira -, busca analisar os acionamentos e conexões que continuamente moldam o corpo, colocando o movimento como foco central da investigação.

 

 

A partir das 20h, DJ Orum comanda o 'Dance Floor', levando o público a uma viagem musical atemporal e repleta de ritmos envolventes como música afro-brasileira, house, pop e disco. Reconhecido como um artista multifacetado - educador, produtor e pesquisador musical - DJ Orum tem marcado presença em diversas casas noturnas, como Cine Jóia e Tokyo, além de espaços culturais renomados como Memorial da América Latina, Sesc São Paulo, Tomie Ohtake e Casa das Caldeiras. Também participou de eventos emblemáticos em praças públicas, como os Carnavais de São Paulo, Recife e Olinda. Ele é o idealizador do coletivo Paraíso Perdido, uma fusão de quatro DJs e pesquisadores musicais que compartilham o desejo de criar um ambiente de pista fervente, mesclando sonoridades de house-disco, pop-neo-latino e o funk brasileiro. A festa segue até às 22h.

 

Quando e Onde

10/12 (domingo), das 16h às 22h

16h – “Conversas sem fim” – Irreversibilidade e vida: o tempo nos corpos que dançam”, com Alejandro Ahmed e Ana Teixeira

18h – “Preliminares” – apresentação de “Nada”, de Célia Gouvêa

19h – “Preliminares” – apresentação de “Estudos sobre mover”, de Rebeca Tadiello

20h – “Dance Floor” – pista comandada por DJ Orum (até às 22h).

Greta Galpão

R. Pedro Soares de Almeida, 104 - Vila Anglo Brasileira, São Paulo - SP, 05029-030

(próximo ao Metro Vila Madalena)

Grátis

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Audição - Ballet Jovem Minas Gerais

Está aberto o processo seletivo para integrar o Ballet Jovem Minas Gerais (BJMG). Assim, dançarinos de Belo Horizonte, cidade sede do projeto de formação artística, e, tal qual, da região metropolitana, podem se inscrever. Do mesmo modo, membros de outros Estados do Brasil e até mesmo de outros países – mas residentes em território nacional. O prazo é até 9 de dezembro. Os interessados devem ter entre 14 e 24 anos e disponibilidade no horário da manhã. Ao todo, 16 novos integrantes vão ser selecionados. Uma banca constituída por profissionais da área da dança e três integrantes da equipe do BJMG avaliará os candidatos.

“A seleção é feita presencialmente. Eu gosto de ver os candidatos e sempre faço uma entrevista. Na banca, também estarão Tiça Pinheiro e Tiago Camargo, além de profissionais atuantes na área da dança. É bom ter a visão de outras pessoas”, explica Andréa Maia, diretora geral e artística do Ballet Jovem Minas Gerais. “Não temos um perfil definido, mas o candidato ou candidata precisa saber que aqui não é uma escola de dança”, afirma ela, deixando claro que os selecionados terão o dia a dia, a vivência, de um dançarino profissional. “A gente trabalha na formação. Assim, os dançarinos ficarão aptos para migrar para companhias ou grupos de dança do país e do mundo”, completa Andrea.

 

Como proceder

As inscrições devem ser feitas por meio de um formulário online (clique aqui), em que o proponente deve informar nome completo, responsável legal (em caso de menor de idade), telefone, endereço, grau de escolaridade e o motivo pelo qual está interessado em compor o time do Ballet Jovem Minas Gerais. Dançarinos de outras cidades, estados e países, ao fazer a inscrição, devem ter em mente que o projeto não custeia a mudança nem a manutenção do mesmo em Belo Horizonte, onde acontecem os ensaios do BJMG.

Após as inscrições, os candidatos automaticamente poderão participar da seleção, que ocorrerá no dia 9 de dezembro, às 10h, no Auditório do Centro de Referência da Juventude (CRJ), em BH. Nesse momento, eles passarão por cinco etapas: Balé Clássico (barra e centro), Dança Contemporânea, Exercício de Improvisação, Execução de Trechos de Coreografias do BJMG e Entrevista. A avaliação dos candidatos ao Ballet Jovem terá alguns critérios. Assim, relação corpo e espaço, presença cênica e musicalidade. Do mesmo modo, capacidade de apreensão das sequências propostas, qualidade de movimentação, habilidade de improvisação e domínio técnico.

 

Selecionados

Os artistas selecionados pelo Ballet Jovem Minas Gerais, a partir de janeiro de 2024, passarão a integrar as atividades do projeto, que acontecem de segunda a sexta-feira, das 9h às 13h, totalizando 20 horas semanais, no CRJ, em BH. Além dos ensaios diários, estão previstas outras ações, como ensaios aos sábados, apresentação de espetáculos, marcação de palco e viagens. A relação do dançarino selecionado com o BJMG não tem teor empregatício, assim como não está assegurado nenhum tipo de remuneração para o mesmo.

“O Ballet Jovem Minas Gerais existe há 16 anos e é um projeto social de profissionalização na dança. Não existe um projeto como este, afinal, a maioria que se propõe a formação artística cobra um valor. O aluno ou a aluna tem que pagar pela aula, pelo figurino e pelas apresentações. Aqui não! O elenco do BJMG não paga nada e tem a experiência de uma companhia profissional, tendo relação direta com profissionais de várias áreas”, explica Andréa, deixando claro que, neste ano, o Instituto Cultural Vale, por meio do Ministério da Cultura, foi o patrocinador oficial do Ballet Jovem Minas Gerais. 

 

Período: Até 9/12

Local: Online (clique aqui)

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Mantenha seu corpo saudável durante as férias: 10 coisas que devemos e não devemos fazer

Final de ano e a temporada de festas está se aproximando, e para muitos bailarinos, isso significa uma pausa em suas intensas rotinas de dança. Isso pode ser um momento desafiador, e é natural sentir preocupação com a manutenção do físico durante esse período, especialmente com a tentação de biscoitos de Natal e outras guloseimas.

No entanto, existe uma maneira de equilibrar a celebração da temporada e se preparar para retornar com energia em 2024. Aqui estão as 10 principais recomendações da Dança Brasil para manter a saúde do corpo.

 

#1. Tire um tempo para respirar.

Seja gentil e compassivo consigo mesmo. Reserve um tempo para respirar profundamente e apreciar os pequenos momentos. Mesmo no meio da agitação das festas, lembre-se de que esse período é passageiro. Faça o que for melhor para você e não hesite em dar um respiro quando necessário.

 

#2. Não se preocupe com o que os outros estão comendo ou deixando de comer.

Não se deixe influenciar pelos hábitos alimentares dos outros. Apenas porque um amigo está seguindo a última tendência dietética ou sua irmã está preocupada com o peso dela, não significa que você precise fazer o mesmo. Suas necessidades calóricas e nutricionais são únicas. Alimente seu corpo de forma que o apoie durante as festas e permita que você comece o ano novo de maneira positiva, sem sentimentos de derrota ou autocrítica.

 

#3. Continue fazendo refeições regulares e não pule o café da manhã!

Mesmo que sua atividade física diminua durante as festas, é fundamental manter uma alimentação equilibrada para apoiar o metabolismo, preservar a massa muscular e manter os níveis de açúcar no sangue estáveis. Isso ajudará a manter seu humor elevado, reduzir a ansiedade e evitar excessos à noite. Mesmo com uma agenda agitada, não dispense o café da manhã.

 

#4. Evite manter muitos doces em casa.

Isso pode levar a excessos e criar um ciclo prejudicial de compulsão seguido por culpa e restrição alimentar.

 

#5. Permita-se desfrutar de doces em situações sociais.

Aproveite as celebrações ao máximo. Não há problema em saborear alguns doces de Natal da tia, a receita especial do vizinho ou uma fatia daquela torta que só aparece uma vez por ano. Desfrutar dessas delícias de forma moderada é uma maneira saudável de celebrar a vida, diferente de exagerar quando estiver sozinho em casa.

 

#6. Não permita que a culpa em relação à comida afete sua autoestima.

Suas escolhas alimentares não definem o seu valor como pessoa. Aproveitar algumas guloseimas de Natal com amigos não prejudicará uma alimentação saudável. A culpa frequentemente leva à restrição alimentar, que por sua vez pode levar a episódios de fome e excessos. Deixe a culpa de lado e mantenha seus níveis de açúcar no sangue estáveis, alimentando-se conforme as necessidades do seu corpo.

 

#7. Priorize alimentos naturais em sua alimentação.

Isso inclui frutas, legumes, grãos integrais e proteínas vegetais como feijões, lentilhas, ervilhas e soja. Ter uma base alimentar rica em alimentos vegetais, ricos em fibras, permitirá que você aproveite as delícias festivas de forma equilibrada. Além disso, ajuda a manter a massa muscular, preparando-o para o novo ano com energia. Mantenha frutas como maçãs e clementinas à mão para lanches saudáveis e fácil acesso. Lembre-se de incluir pelo menos uma porção de fruta em seus lanches e, se necessário, combine com grãos ou proteínas para obter mais energia.

 

#8. Evite o consumo excessivo de bebidas açucaradas ou álcool.

Isso inclui bebidas de café diversos, que podem conter até 600 calorias. Considere essas bebidas como sobremesas eventuais, não como algo para consumo diário.

 

#9. Continue a tomar suas vitaminas e suplementos, especialmente a vitamina D.

No verão a exposição ao sol com moderação, pode suprir a vitamina D necessária. A vitamina D não apenas fortalece os ossos, mas também atua como um hormônio que melhora o sistema imunológico, a saúde mental e o foco.

 

#10. Não se esqueça de praticar exercícios cruzados.

Mesmo durante a pausa da dança, continue a se exercitar de outras formas. Isso ajudará a manter a força muscular de suporte e reduzirá o risco de lesões quando você retornar em 2024.

Por Carolina Grandi 

 

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"Desvende os Segredos do Piso Flutuante: Mantenha Sua Escola Seca e Segura!"

 

Quem nunca sonhou com um piso flutuante elegante e prático para sua escola? Afinal, beleza e funcionalidade são fundamentais em qualquer ambiente educacional. No entanto, há um detalhe crucial que muitos ignoram - a umidade no contrapiso. Não deixe que esse problema passe despercebido! Vamos desvendar os segredos e garantir que seu piso flutuante permaneça impecável por muito tempo.

 

Primeiro, o que é UMIDADE DO CONTRAPISO?


É a quantidade de água que o contrapiso absorve, e isso pode ocorrer de várias maneiras: residual, ascendente, derrame acidental ou até mesmo por contato com áreas adjacentes.

 

Residual: Esta é aquela água que permanece após a construção do contrapiso, seja por uso durante a obra ou até mesmo devido a derramamentos acidentais.

 

Ascendente: Trata-se da água que o piso absorve do solo úmido por baixo.

 

Contato: É quando a umidade vem de áreas vizinhas, que não possuem uma barreira impermeável adequada.
 

Nessas situações, a estrutura do seu piso flutuante fica comprometida, e o processo de apodrecimento se inicia.

 

A umidade ascendente é um problema comum em edificações e é causada pela água do solo, que invade a estrutura quando a fundação não é devidamente impermeabilizada. Antes de comprar seu piso flutuante para áreas térreas, nossa recomendação é realizar um simples teste de umidade. Use o método do plástico colado no contrapiso por 24 horas ou conte com um medidor de umidade em concreto. O nível máximo aceitável é 4%. Se necessário, faça a impermeabilização.
 

Em andares superiores, as lajes de concreto devem ter pelo menos 90 dias de secagem. É comum que a laje seja revestida com uma camada de cimento de acabamento, que precisa ser analisada quanto a resistência, aderência à laje de concreto e regularidade.
 

Fique atento!
Saliências ou depressões com mais de 3 mm por metro de extensão devem ser corrigidas antes da instalação do piso flutuante de madeira. Procure um profissional de confiança para garantir a durabilidade e a beleza do seu investimento.

 

Agora que você está ciente dos desafios da umidade no contrapiso, está pronto para escolher seu piso flutuante com confiança! Mantenha sua escola seca, segura e com um piso que impressionará a todos. Investir na qualidade do seu piso é investir no futuro da educação.

Por Ivan Grandi - Para estas e outras informações sobre pisos para salas de dança  Consulte Aqui

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Diálogo entre o Ballet Clássico e a Dança Contemporânea

 

O ballet clássico e a dança contemporânea são duas formas de expressão artística que cativam e emocionam plateias ao redor do mundo. Embora possam parecer mundos distintos, essas duas modalidades de dança compartilham uma conexão profunda e fascinante. O ballet clássico, com suas raízes históricas que remontam ao século XVII na França, é uma dança caracterizada pela elegância, graça e precisão técnica. Por outro lado, a dança contemporânea, uma forma de expressão mais recente que surgiu no século XX, desafia as convenções e tradicionais técnicas do ballet para explorar a liberdade de movimento, a criatividade e a expressão pessoal.

 

O ballet clássico, com seus tutus, sapatilhas de ponta e movimentos fluidos, transporta o público para um mundo de contos de fadas e narrativas épicas. É uma arte que exige anos de treinamento rigoroso para dominar a técnica, a postura e a graciosidade. No entanto, é essa mesma técnica que permite que os bailarinos contem histórias de amor, tragédia e triunfo de maneira tão cativante. Cada gesto, cada posição, é executado com precisão milimétrica, criando uma visão etérea que transcende o tempo.

 

Por outro lado, a dança contemporânea desafia as convenções estabelecidas pelo ballet clássico. Nessa forma de expressão, os bailarinos exploram uma ampla gama de movimentos e técnicas, muitas vezes abraçando a improvisação e a experimentação. A dança contemporânea busca a expressão pura da emoção e da narrativa pessoal, muitas vezes desafiando os limites físicos e conceituais. É uma dança que reflete a sociedade em constante mudança e evolução, incorporando elementos da cultura contemporânea e das artes visuais.

 

Embora o ballet clássico e a dança contemporânea possam parecer opostos, eles compartilham uma paixão inegável pela arte da dança. Muitos bailarinos contemporâneos começaram sua jornada no mundo do ballet clássico, e essa base sólida em técnica e disciplina os ajuda a se destacar na dança contemporânea. Da mesma forma, muitos coreógrafos contemporâneos encontram inspiração no legado do ballet clássico para criar obras que desafiam e cativam o público.

 

Em última análise, o ballet clássico e a dança contemporânea são duas faces da mesma moeda, ambas buscando comunicar emoção, contar histórias e explorar o potencial infinito do corpo humano. Cada uma tem seu lugar especial no mundo da dança, e juntas elas enriquecem nosso entendimento da riqueza e diversidade da expressão artística através do movimento. É essa coexistência de tradição e inovação que torna a dança tão vibrante e emocionante, oferecendo aos espectadores uma experiência única e inesquecível.

Por Eleusa Lourenzoni

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Tons de Dança: Explorando a Conexão entre o Ballet Clássico e o Jazz Dance


O ballet clássico e o jazz dance são duas formas distintas de dança que encantam públicos e bailarinos há décadas.

 

Apesar das diferenças óbvias em estilo e abordagem, essas duas modalidades têm uma relação interessante e complementar que ilustra a diversidade e a evolução da dança como uma forma de arte.

 

O ballet clássico é uma forma de dança que remonta aos séculos XVII e XVIII na França, conhecido por sua precisão técnica, postura ereta e movimentos graciosos. Os bailarinos de ballet passam anos aperfeiçoando sua técnica, aprendendo posições específicas e aderindo a um vocabulário de movimentos tradicionais. A ênfase recai na elegância, na narrativa e na perfeição técnica, e os bailarinos frequentemente executam em sapatilhas de ponta. O ballet é frequentemente associado a histórias clássicas e tradições ricas, tornando-se um verdadeiro tesouro cultural.

 

Em contraste, o jazz dance é uma forma mais moderna e vibrante de dança que se originou nos Estados Unidos no início do século XX. O jazz dance é conhecido por sua energia, improvisação, ritmo e liberdade de movimento. Os dançarinos de jazz frequentemente incorporam elementos de música popular contemporânea em suas performances e podem explorar uma ampla variedade de estilos, desde o jazz tradicional até o hip-hop e o funk. O Jazz Dance valoriza a individualidade e a expressão pessoal, permitindo que os dançarinos coloquem sua marca única em cada performance.

 

Apesar das diferenças fundamentais, o ballet clássico e o jazz dance compartilham um respeito mútuo pela arte da dança. Muitos dançarinos de jazz iniciam sua formação com o ballet clássico, aproveitando a disciplina técnica e a base sólida que ele proporciona. Ao mesmo tempo, o jazz dance pode enriquecer a dança clássica com um senso de liberdade e expressão que pode trazer nova vida a performances tradicionais.

 

A relação entre o ballet clássico e o jazz dance ilustra a versatilidade da dança como uma forma de arte em constante evolução. Enquanto o ballet clássico celebra a tradição e a elegância, o jazz dance traz uma vitalidade contemporânea e uma energia contagiante. Ambos têm um lugar distinto e valioso no mundo da dança, mostrando que a dança é verdadeiramente uma linguagem universal que pode emocionar e inspirar de diversas maneiras.

Por Carolina Grandi - Saiba mais - click aqui

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"Desvendando os Bastidores das Audições de Dança: Como Enfrentar a Pressão e Alcançar o Sucesso"

Realizar audições é uma experiência intrinsecamente vulnerável. Até mesmo os artistas mais experientes reconhecem que costumam receber mais "nãos" do que "sins". Quando recebemos um retorno positivo ou conquistamos um trabalho, atingimos o auge da felicidade.

No entanto, quando somos rejeitados, somos desafiados a reunir os fragmentos de um sonho perdido, para estarmos preparados para perseguir outro no dia seguinte. Isso pode ser uma carga emocional significativa para qualquer pessoa, mas especialmente para aqueles que estão no início de suas carreiras na dança.

 

O que se pode esperar durante as audições e como enfrentar as pressões únicas que elas trazem?

 

Conselhos para Ter um Bom Desempenho nas Audições:

Em primeiro lugar, é essencial reconhecer que as pessoas na sala de audições desejam que você tenha sucesso. Em vez de encarar diretores e coreógrafos como juízes intimidantes, é mais produtivo vê-los como torcedores. Essa mudança de perspectiva torna sua energia mais acolhedora e magnética.

Em segundo lugar, a melhor maneira de entrar em audições se sentindo confiante e preparado é aprimorar suas habilidades através de aulas regulares. Isso inclui aperfeiçoar sua técnica e a capacidade de aprender coreografias rapidamente.

Em terceiro lugar, construir relacionamentos por meio de networking é fundamental. Para iniciantes na indústria da dança, começar esse processo na sala de aula é uma estratégia eficaz. Se você estabelecer uma conexão real com um professor, é vantajoso frequentar as aulas desse professor com frequência, pois isso oferece a oportunidade de construir um relacionamento.

Mesmo que você se prepare bem para as audições, é importante lembrar que ainda enfrentará muitas rejeições. No entanto, cada experiência contribui para abrir portas para futuras oportunidades.

 

Lidando com a Pressão Emocional das Audições:

Em relação ao aspecto emocional das audições, é recomendável reservar 15 minutos diariamente para praticar a meditação. Essa prática pode ajudar a cultivar uma mentalidade mais clara e tranquila no dia da audição.

Além disso, encontrar um local privado durante a audição, como um camarim ou banheiro, para realizar exercícios de respiração é uma técnica valiosa. Sente-se por cinco minutos e respire lentamente: inspire no "e," expire no "um," inspire no "e," expire no "dois," até chegar à contagem de quatro; depois, inverta a contagem. Se surgirem pensamentos durante esse processo, simplesmente diga a eles: "Aguarde um momento, estou buscando um momento de calma."

É importante reconhecer que as sensações físicas de ansiedade são semelhantes às sensações físicas de excitação. Em vez de dizer "estou tão nervoso" antes de uma audição, é mais construtivo dizer "estou tão empolgado". Nossas mentes têm um poder significativo na criação da realidade em que vivemos.

Se um dançarino não for selecionado para um trabalho após uma audição, é vital entender que isso não é uma rejeição real de seu talento ou de quem eles são. Audições são, muitas vezes, subjetivas, e não ser escolhido não significa que a pessoa não tenha talento.

Por Eleusa Lourenzoni - Quer saber mais sobre Clique aqui

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Mostra Artística 2023

 

A Mostra Artística das Escolas Preparatórias de Dança (EPDs) e das Companhias Jovens de Dança está agendada para acontecer no Teatro Renascença em Porto ALegre - RS, de quarta-feira, 6 de dezembro, até sexta-feira, 8 de dezembro, todas as noites às 19h30. Durante esse evento, cerca de 300 alunos das EPDs Pasqualini (Restinga), Loureiro da Silva (Vila Cruzeiro), Pepita de Leão (Passo das Pedras), Victor Issler (Mario Quintana) e Liberato Salzano (Vila Elizabeth/Sarandi) terão a oportunidade de apresentar o fruto de seus esforços e aprendizado ao longo deste ano.

 

A entrada para o evento é gratuita, e as senhas serão distribuídas a partir das 18h30 na bilheteria do teatro. Este evento é resultado do trabalho colaborativo entre o projeto Escolas Preparatórias de Dança, que é vinculado à Cia Municipal de Dança de Porto Alegre, e é desenvolvido em parceria pelas secretarias municipais de Educação e de Cultura e Economia Criativa. As atividades dessas escolas oferecem formação em dança para crianças e adolescentes com idades entre 7 e 17 anos, no contra turno escolar.

Além disso, a Companhia Municipal também mantém cinco núcleos de Companhias Jovens de Dança, compostos por alunos que se destacam nas Escolas Preparatórias de Dança e recebem orientação de bailarinos profissionais. Em 2022, a parceria com a OSC Afro-Sul Odomodê na gestão das EPDs, Cia Jovem e Cia Municipal de Dança reforçou o aspecto pedagógico dessas iniciativas.

 

A programação do evento ocorrerá da seguinte forma:

  • Quarta-feira, 6 de dezembro: Apresentação da EPD Pasqualini e da Cia Jovem Pasqualini
  • Quinta-feira, 7 de dezembro: Apresentação da EPD Victor Issler, EPD Liberato Salzano e da Cia Jovem Victor Issler
  • Sexta-feira, 8 de dezembro: Apresentação da EPD Loureiro da Silva, EPD Pepita de Leão, e das Cias Jovens Loureiro da Silva e Pepita de Leão

A Mostra Artística das Escolas Preparatórias de Dança e das Cias Jovens de Dança de 2023 ocorrerá nos dias 6, 7 e 8 de dezembro, sempre às 19h30, no Teatro Renascença, localizado na Avenida Erico Veríssimo, número 307. Lembramos que a entrada é gratuita, com a distribuição de senhas a partir das 18h30 na bilheteria do teatro

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‘Dança na Pina 2023’

A Pina Contemporânea abre suas portas para a dança

 

A Pina Contemporânea, inaugurada em março deste ano, vai abraçar a dança. A Pinacoteca de São Paulo, museu da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, convida a Studio3 Cia de Dança para intervenção artística em três palcos montados no novo edifício. A Pina Contemporânea é um lugar de acolhimento e experimento, localizada a 80 metros do museu principal, a Pina Luz. Os diretores Anselmo Zolla e William Pereira vão apresentar ao público releituras de trabalhos da companhia preparadas especialmente para os espaços no ‘Dança na Pina 2023’. A dupla de criadores Anselmo e William é responsável pelo espetáculo ‘Depois’, sucesso de público e de crítica, eleito o Melhor Espetáculo de Dança de 2019 pelo Guia Folha.

 

A Studio3 Cia. de Dança é uma companhia brasileira de dança que tem representado o País no mundo todo em eventos significativos no cenário da dança, em cidades como Milão, na Itália, Paris, Lyon e Biarritz, na França, Regensburg, na Alemanha, Lisboa e Porto, em Portugal, e também nos palcos do Brasil. A criação da Studio3 Cia. de Dança representa a consolidação de um trabalho artístico cuidadosamente preparado pelo seu coreógrafo e diretor artístico Anselmo Zolla, sob a direção-geral de Evelyn Baruque. Criada em 2005, a companhia hoje conta com 15 bailarinos em seu elenco, provenientes de diversas formações e origens profissionais.

 

Assinada por Renata Pati e Juliana Antunes, a cenografia integra com o ambiente moderno, inclusivo e acessível. Essa dramatização do espaço e a trilha sonora criam a moldura desse espetáculo de uma companhia de dança única, em que vários corpos, gerações e técnicas se unem para intensificar as possibilidades de poetização da vida. O produtor Felipe Venancio, responsável pela pesquisa musical, imprime sua marca na escolha acertada das canções. Já os figurinos do premiado Fábio Namatame, ao mesmo tempo em que, ajudam a contar com riqueza a história, colaboram com os movimentos constantes dos bailarinos.

 

Onde e Quando

Endereço: Avenida Tiradentes, nº 273, Luz, São Paulo, SP

Datas: 02 de dezembro, às 14h

03 de dezembro, às 12h

Entrada franca

Estação de metrô próxima: Tiradentes, da Linha 1- Azul do Metrô

Indicação etária: livre

Duração: 60m

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“Noite de Walpurgis” - Ballet Concerto comemora 30 anos


Nos dias 1º, 2 e 3 de dezembro (sexta, sábado e domingo), o Ballet Concerto comemora 30 anos com “Noite de Walpurgis” no Teatro Renascença (av. Erico Verissimo, 307). O espetáculo que revisita algumas coreografias do repertório clássico e montagens autorais realizadas pela Companhia ao longo de sua trajetória. No primeiro ato, o grupo apresentará Pas de Deux dos ballets “La Bayadère”, “Raymonda”, “Lago dos Cisnes”, “Águas Primaveris” e “Coppélia”. O segundo ato contará com a participação de todo o elenco na remontagem de “Noite de Walpurgis” – suíte que faz parte do início do último ato da ópera “Fausto”, de Charles Gounod. A obra é uma “ode” à sensualidade e à alegria, onde faunos, seres bacantes e núbias dançam celebrando a vida e os prazeres terrenos.

As apresentações contarão com as participações de bailarinos executando peças autorais de Dança Contemporânea e Dança Moderna de Martha Graham.

Desde a sua fundação, o Concerto tem Victória Milanez na direção-geral e artística, e Claudia Corrêa na coordenação de produção cultural.


Quando e Onde

Data: 1º a 3 de dezembro (sexta e sábado às 20h30min, e domingo às 18h).

Local: Teatro Renascença (av. Erico Veríssimo, 307), Porto Alegre.

Ingressos no local ou pelo site Sympla.

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Teatro Guaíra  - "O Quebra-Nozes"

 


Pela primeira vez, os quatro corpos artísticos do Centro Cultural Teatro Guaíra se reúnem para um espetáculo de fim de ano. Balé Teatro Guaíra, Escola de Dança Teatro Guaíra, G2 Cia de Dança Teatro Guaíra e Orquestra Sinfônica do Paraná apresentam “O Quebra-Nozes” no palco do auditório Bento Munhoz da Rocha Neto (Guairão) entre 14 e 20 de dezembro. Ao todo são mais de 150 artistas em ação, além de toda a equipe técnica que faz mágica nos bastidores. A venda de ingressos inicia a partir das 10h30 desta quarta-feira (29).

 

Esta será a terceira montagem de O Quebra-Nozes. A peça foi das primeiras montagens do Balé Teatro Guaíra nos anos 80, com a coreografia de Carlos Trincheiras. Nos anos 2000, sob a direção de Carla Reinecke, o Balé se uniu à Orquestra. As duas foram montagens clássicas e muito marcantes na trajetória do Teatro Guaíra.

“O convite agora é para um espetáculo multilinguagem, um símbolo da retomada da nossa capacidade de público após tantas restrições, a celebração de um ano incrível que nos permitiu tantos encontros nessa casa.  É o nosso presente especial de Natal para a cidade e o Estado”, destaca Cleverson Cavalheiro, diretor-presidente do Centro Cultural Teatro Guaíra.

Dirigido por Luiz Fernando Bongiovanni, o espetáculo será uma releitura do clássico de ballet e terá, ainda, características únicas de dança contemporânea, clássica, folclórica, música erudita ao vivo e até uma surpresa vinda do circo.

 

“Trouxemos o enredo para um contexto mais contemporâneo, com personagens de comportamento bastante atual e, ao meu ver, mais próximos. Clara, a protagonista do espetáculo, poderia ser uma adolescente como qualquer outra. Ela tem toda a vida pela frente e um gosto inato para a aventura. Sua madrinha Drosselmeyer, por meio de seu poder de encantamento e fantasia, proporciona-lhe uma série de experiências nas quais ela aprende, em última instância, sobre si mesma. Pode parecer ficção, mas, no fundo, é uma jornada que cada um de nós pode empreender”, afirma Bongiovanni.

 

A exuberante composição de Tchaikovsky será executada pela Orquestra Sinfônica do Paraná, sob a regência do diretor musical e regente titular Roberto Tibiriçá. A produção ainda conta com convidados ilustres, como Renato Theobaldo na cenografia, Paulinho Maia nos figurinos e Wagner Corrêa na iluminação, além de uma participação especial de Nickolle Abreu e Pedro Mello e Cruz, do Circocan.


“A concepção dialoga com a linguagem do Balé Teatro Guaíra, que é contemporânea, mas assimila as características da Escola e do G2. Então, teremos algumas cenas em sapatilhas de pontas, com as alunas e um duetos dos bailarinos. O casal de circo que fará um número na lira. A cada cena queremos oferecer uma novidade. Vai ser um banquete para os olhos”, define o diretor”, destalha Bongiovanni.
 

Encontro de gerações

Desde a criação, os ensaios e até chegar ao grande palco, estão lado a lado três gerações na mesma cena: os bailarinos G2, os bailarinos do Balé Teatro Guaíra e os alunos da Escola.

A coordenadora da Escola de Dança Teatro Guaíra cita que a montagem trouxe lembranças à tona. “Eu dancei a primeira coreografia que o Luiz Fernando Bongiovanni fez para o Balé e poder estar novamente ao lado dele é incrível. É mágico estar acompanhando esse processo”, destaca Larissa Pansera.

 

Como ex-bailarinos(as) do Balé Teatro Guaíra, os integrantes do G2 já dançaram a maioria das obras do repertório da companhia criadas até 1999. “É um engano pensar que após a criação do G2 seus integrantes deixaram ‘O Quebra-Nozes’ no passado. Pelo contrário, a ligação com ela e tudo o que ela representa é tão forte que nós chegamos a criar uma versão totalmente original deste conto de fadas: o espetáculo La Cena”, conta Júlio Mota, integrante do grupo.

 

A ideia de La Cena era apresentar a perspectiva da preparação da festa de Natal na mansão da família Stahlbaum, anfitriões da festa, não a partir do salão de festas e convidados, mas a partir da cozinha e dos empregados da mansão.

Agora os integrantes do G2 voltam a dançar O Quebra-Nozes. Dessa vez fazendo parte de um grande projeto que envolve pela primeira vez todos os corpos artísticos do Centro Cultural Teatro Guaíra: Escola de Dança Teatro Guaíra, Balé Teatro Guaíra, Orquestra Sinfônica do Paraná e G2 Cia de Dança. Um espetáculo que promete encantar a todos os apreciadores desse clássico e amantes da arte da dança.

 

O espetáculo é realizado por meio da Lei de Incentivo à Cultura, tendo como instituição beneficiada o Hospital Pequeno Príncipe, o patrocíonio da Sanepar, Kuhn, MA Máquinas, All4Labels, Electra Energy, Arotubi e ALT, e a realização da Associação Brasileira de Apoiadores Beneméritos do Teatro Guaíra, PalcoParaná, Centro Cultural Teatro Guaíra, Secretaria de Estado da Cultura, Governo do Estado do Paraná, Ministério da Cultura e Governo Federal: Brasil, união e reconstrução.

 

Quando e Onde

O que:  “O Quebra Nozes”

Onde:  Auditório Bento Munhoz da Rocha Neto (Guairão)

Data: 14, 15, 16, 19 e 20 de dezembro às 20h e 17 de dezembro às 19h*

Ingressos: R$20 (R$10 a meia-entrada)

Classificação etária: Livre

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Teatro Mauá recebe V Festival de Ballet

No dia de 02 de dezembro o Teatro do Mauá, em Santa Cruz do Sul - SC, será palco para o V Festival de Ballet "Alegria Chegou". O evento promete encantar o público com a participação de 80 talentosas bailarinas e 3 habilidosos bailarinos, com idades que variam entre 2 e 15 anos.

O espetáculo reunirá artistas das escolas locais da Terra da Oktoberfest e também da Escola de Ballet Ballare, de Vera Cruz. A colaboração entre as escolas destaca a importância do intercâmbio cultural e do desenvolvimento artístico em comunidades diversas.

Com a temática circense, os espectadores terão uma apresentação repleta de cores, movimentos fluidos e expressividade, transportando-os para o mágico universo do circo. A escolha da temática visa explorar a versatilidade dos bailarinos em uma apresentação para todas as idades. Os ingressos para o festival estão disponíveis com os alunos do Colégio Mauá. 

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Ballet municipal de São Pedro comemora um ano e meio

O Ballet Municipal de São Pedro da Aldeia - RJ,  comemorou um ano e meio de funcionamento com a realização do espetáculo “Poesias em Movimento”. A apresentação, que aconteceu no Teatro Municipal Dr. Átila Costa, encantou o público com coreografias inéditas inspiradas em composições de grandes autores brasileiros, consagradas no cenário da música e da literatura. A companhia de dança é um projeto pioneiro promovido pela Secretaria Municipal de Cultura, composto exclusivamente por bailarinos do município.

Presente durante toda a programação, o secretário municipal de Cultura, Thiago Marques, enalteceu o trabalho da companhia. “Eu fico muito feliz em ver o crescimento desse projeto e o quanto esses bailarinos evoluíram em apenas um ano e meio do Ballet. Ver o resultado desse trabalho no palco, depois de meses e meses de ensaios, de entrega e dedicação, é motivo de orgulho para todos nós e demonstra a magnitude da nossa Cultura e da arte que se faz aqui. Agradeço ao prefeito Fábio do Pastel, que tem apoiado todas as iniciativas e projetos da Cultura, e parabenizo todos os bailarinos que brilharam e nos emocionaram essa noite”, disse.

Com direção e concepção geral de Ramirez Menezes, coordenador do projeto, o espetáculo passeou por modalidades como ballet neoclássico, dança de salão, dança contemporânea, dança livre, bolero, rumba, jazz e sapateado, apresentadas em formato solo, duos, trios e grupos. As apresentações ganharam brilho especial com luzes e elementos móveis em cena, além da projeção de vídeos, que contribuíram na criação de diferentes cenários e efeitos visuais.

A montagem das sequências coreográficas foi inspirada em récitas e obras-primas de artistas como Maria Bethânia, Chico Buarque, Caio Fernando Abreu, Fernando Pessoa, Carlos Drummond de Andrade e Bráulio Bessa, evidenciando a habilidade de interpretação dramática dos bailarinos.

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6ª Temporada de Dança de Atibaia acontece dias 2 e 3 de dezembro

Mostra e oficinas de dança estão entre as atrações de mais uma edição do evento, que será realizado no Cine Itá, no Centro

Nos próximos dias 2 e 3 de dezembro acontece em Atibaia mais uma edição da Temporada de Dança, iniciativa da Secretaria de Cultura da Prefeitura que, literalmente, movimenta a programação cultural da cidade. A 6ª edição do evento será realizada no Cine Itá Cultural (Rua Visconde do Rio Branco, nº 51, Centro), com produção da empresa Drop On, e contará com uma mostra de dança não competitiva reunindo representantes de diversas cidades, além de oficinas de dança gratuitas para o público, portanto a população poderá curtir tanto assistindo às performances quanto participando das atividades oferecidas.

 

A mostra acontecerá no sábado (2), a partir das 19h, e no domingo (3), a partir das 18h, com mais de 30 grupos e escolas de dança inscritos, de diferentes localidades, como Atibaia, Jarinu, Extrema, Bragança Paulista, São Paulo e Jundiaí, somando mais de 250 dançarinos participantes.

 

Na Temporada de Dança 2023 também haverá 12 oficinas gratuitas e diversificadas para participação de públicos de todos os estilos e idades, sendo seis no sábado (2) e seis no domingo (3), em ambos os dias a partir das 10h, nas seguintes modalidades: Jazz Adulto; Ballet Juvenil; Dança Contemporânea; Ballet Baby Class; Bachata; Dança Cigana; Ritmos; Hip Hop Freestyle; Dança Kids; Dança Indiana Odissi; Ballet Clássico; e Dança do Ventre. E para participar basta que o munícipe interessado compareça ao Cine Itá com antecedência do evento.

 

Confira a programação completa das oficinas gratuitas:

02/12, 10h - Jazz Adulto, com Michele Maidame

02/12, 11h - Ballet Juvenil, com Hely Calzado

02/12, 12h - Dança Contemporânea, com Barbara Bagattini

02/12, 14h - Ballet Baby Class (4 a 6 anos), com Marcela Sguillaro

02/12, 15h - Bachata, com Fabio & Luna

02/12, 16h - Dança Cigana, com Lady Agatha

03/12, 10h - Ritmos, com Cleber Felipe

03/12, 11h - Hip Hop Freestyle, com Denão 3D

03/12, 12h - Dança Kids, com Juliana Soledade

03/12, 14h - Dança Indiana Odiissi, com Andrea Albergaria

03/12, 15h - Ballet Clássico (Metodologia Amercican Ballet Theatre), com Lucia Weber

03/12, 16h - Dança do Ventre (Linhas de Quadril), com Kira Morai

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Amália Mayer e Kadú Sant´Anna
comemoram 13 anos de uma parceria dedicada à dança


Apaixonada por dança desde sua infância, Amália Mayer demorou um pouco para seguir com os estudos na área. Sua ligação no futuro estava tão predestinada que ainda pequena tinha mania de andar e fazer tudo nas pontas dos pés. Era como se a arte pulsasse em seu coração, tanto que além da dança gostava muito de teatro. E mesmo não podendo, tentava ao máximo estar perto destas artes.

 

 Como não tinha apoio, não conseguia estudar ou se aprimorar daquilo que realmente gostava e sonhava para sua vida. Foi no início da fase adulta, depois de ter cursado apenas 3 anos do curso de direito, que Amália resolveu buscar conhecimento sobre a dança.

E foi em uma escola da cidade de Curitiba que conheceu por indicação do proprietário dois estilos que ganharam sua admiração, o samba de gafieira e a lambada. O seu primeiro contato com os ritmos foi durante um workshop que aconteceria na escola com profissionais renomados no cenário nacional brasileiro. Ali iniciava não apenas sua dedicação a aprender, mas também em seguir sua vida profissional através dela. 

 

Apesar do pouco e rápido contato com os estilos, Amália teve tanta certeza de que queria aprender mais e pediu uma indicação de professor para o proprietário da escola. Foi quando ficou sabendo que estava vindo do Rio de Janeiro um ótimo professor que ficaria 3 meses ministrando aulas na cidade justamente dos ritmos que ela queria aprender.

O professor carioca era Kadú Sant´Anna que diferente de Amália já estudava dança há muito tempo. Desde criança o dançarino estava de alguma forma próximo desta arte e teve contato com a lambada, hip hop, axé e funk. Mas apenas aos 17 anos que teve sua primeira aula no CEI e teve certeza do que queria fazer em sua vida, ser dançarino e professor.

Depois deste momento não parou mais, fez cursos com vários professores como Renata Peçanha e Jimmy de Oliveira. E viajou para ministrar aulas em outros países como França, Suíça e Rússia.

 

Mas foi em Curitiba que sua dança ganhou um novo caminho. Sua aluna Amália que estava toda empolgada com o aprendizado das danças, evolui tanto com suas aulas que se tornou sua parceira. E com isso os 3 meses na cidade foram aumentando cada vez mais.

Juntos, Amália e Kadú estavam sempre viajando ao Rio de Janeiro para fazer cursos e foi em um workshop do mestre Jaime Arôxa que os dois entenderam qual seria o caminho que trilharam na dança e qual seria a filosofia de suas aulas.

 
Os dançarinos e professores têm como filosofia que a dança é possível para todos os corpos. E por isso a busca deles não está em shows e competições, mas sim em levar a dança para todas as pessoas e em qualquer momento da vida delas.  O objetivo principal deles não são apenas os palcos, mas sim ver pessoas que achavam que não podiam dançar ou tinham um bloqueio se encontrarem nesta linda arte.  É isso que estimula os dois todos os dias.

    

E nesta busca de ensinar a qualquer pessoa que queira ou sonha em dançar que os dançarinos completam 13 anos de sua parceria. Juntos eles já ministraram aulas em várias escolas importantes de Curitiba até mesmo em São Paulo, cidade onde escolheram residir atualmente.  Além de terem participado como professores em vários congressos e resorts.

 

É claro que, como muitos profissionais da dança, Amália e Kadú, participaram de grandes campeonatos e festivais , conquistando algumas colocações importantes , entre elas: bicampeões mundiais de Zouk brasileiro pelo FIDES - Festival Internacional de Dança  Esportiva e de Salão 2019 e pela Brasil Dance Festival 2020.

 

Prêmio Desterro com destaque a melhores bailarinos na categoria danças brasileiras

  Mas atualmente o foco principal é continuar levando seu legado , em especial usando o Zouk Brasileiro , a todos que queiram conhecer um pouco mais do estilo e assim ser feliz como eles através da dança.

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26º Cirandança reúne 1200 alunos das Oficinas
de Dança durante seis dias no Centro Cultural Diadema


26º Cirandança - tradicional evento que encerra as atividades do ano do Programa de Oficinas de Dança de Diadema -  acontece entre os dias 28 de novembro e 03 de dezembro, no Teatro Clara Nunes - Centro Cultural Diadema com entrada gratuita. Com o tema Trens, Traços e Trilhos, o Cirandança vai reunir, em 2023, cerca de 1.200 alunos, entre crianças, inclusive bebês de 3 a 5 anos, adolescentes, adultos e idosos, inclusive turmas com e PCD em um grande espetáculo de beleza, arte e integração.

 

Os espetáculos, com 65 turmas diferentes, trazem uma divertida viagem, na qual o copo é simbolizado por um trenzinho mágico, propondo a percepção de que não "temos" simplesmente um corpo, mas que "somos" os nossos corpos. E que é preciso cuidar dele, conhecendo os nossos traços, para cuidarmos também das relações com o mundo em que vivemos.

 

A cada edição, um tema é eleito para o desenvolvimento das coreografias. Cada turma mostra no palco o resultado da inspiração ou de sua leitura sobre o tema proposto. Neste ano, Trens, Traços e Trilhos é um roteiro original desenvolvido da artista orientadora Carolini Piovani, a partir dos 5 Traços de Caráter: estudo psicossomático feito por Alexander Lowen, Wilhelm Reich e Sigmund Freud, que é amplamente utilizado no âmbito pedagógico, nas relações entre professores e alunos. O estudo, trazido pela artista orientadora Daniele Santos, baseia-se nas diferenças e especificidades de nossos corpos, nas particularidades presentes de maneira concreta em cada corpo.

 

No 26º Cirandança as coreografias foram criadas usando a simbologia do nosso corpo como sendo um trenzinho mágico, que percorre os diferentes caminhos dos 5 Traços de Caráter. Um processo lúdico e criativo que ganha vida por meio da dança. “O trajeto desse ‘trem’ revela como o nosso sistema nervoso é moldado na primeira infância, ganhando novas características e habilidades, evidenciadas não só pela forma de nossos corpos, mas pelo modo como lidamos com as emoções para, então, percebermos mais claramente a nossa capacidade de transformação”, afirma Daniele Santos.


Segundo Ana Bottosso, que é coordenadora geral e artista orientadora do Cirandança e diretora e coreógrafa da Companhia de Danças de Diadema, “nesses 26 anos, o Cirandança vem demonstrando a força e importância dessa linguagem na cidade de Diadema, sobretudo pela abrangência do Programa de Oficinas de Dança que acontece nos Centros Culturais da cidade, pelas ações realizadas nas escolas municipais por meio do projeto Bailando nas Escolas, bem como pela presença ativa da Companhia de Danças de Diadema, consolidada na cidade há 28 anos”.

 

A concepção e criação das apresentações contam com participação de todos os integrantes, de forma integrativa e colaborativa, reafirmando a importância da troca de experiências que contribui para o crescimento pessoal e aprendizado de vida de cada um. Durante as oficinas de dança, eles também recebem orientações sobre todo universo de um espetáculo, como noções de iluminação e trilha sonora, iniciação em posicionamento no palco, criação de figurino e acessórios cênicos e relação com a plateia. O Cirandança dá aos alunos a oportunidade de mostrar o resultado das oficinas de dança com o requinte de se apresentarem no palco mais importante de Diadema, o Teatro Clara Nunes. Entre os temas que já nortearam o Cirandança nesses 26 anos estão: Heitor Villa-Lobos, Luiz Gonzaga, Monteiro Lobato, Santos Dumont, Menino Maluquinho, Ivonice Satie e Charlie Chaplin, entre outros.

 

Realizado pela Secretaria de Cultura de Diadema, Associação Projeto de Dança e Companhia de Danças de Diadema, o 26º Cirandança celebra a integração e a inclusão por meio da dança. Além dos 1.200 alunos envolvidos, dos artistas orientadores e demais profissionais das instituições, centenas de familiares e amigos dos alunos lotam a plateia em todas as apresentações, complementando o espetáculo. Os participantes do evento são oriundos das Oficinas de Dança, realizadas nas seguintes instituições: CEU das Artes, Biblioteca Interativa Inclusiva Nogueira, Biblioteca Santa Luzia, C.C. Heleny Guariba, C.C. Serraria, C.C. Diadema, C.C. Vila Nogueira, C.C. Vladimir Herzog, C.C. Eldorado e C.C. Taboão.

 

Quando e Onde

 

26º Cirandança - Trens, Traços e Trilhos

Projeto: Bailando em Cirandas - Etapa 4

28 de novembro a 03 de dezembro de 2023

Ingressos: Gratuitos - Distribuição 1h antes das sessões

Local: Teatro Clara Nunes - Centro Cultural Diadema

Rua Graciosa, 300 - Centro. Diadema/SP.

Tel.: (11) 4056-3366. Capacidade: 377 lugares. Acessibilidade: Sim.

Classificação: Livre. Duração: 60 min. / sessão

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O que é Linóleo passadeira?

 

Existe confusão e o uso histórico do termo "passadeira" para descrever o piso de dança no Brasil até a década de 80. 
 

No Brasil, até a década de 80, o piso usado para práticas de dança era frequentemente chamado de "passadeira". Essa denominação era em grande parte devido à falta de conhecimento técnico e à falta de terminologia específica para descrever o tipo de piso necessário para dança. No entanto, é importante destacar que, na verdade, esses pisos eram feitos de material vinílico especializado, projetados especificamente para atender às demandas dos dançarinos.

Os pisos para dança vinílicos eram e ainda são amplamente utilizados em estúdios de dança, escolas de balé, academias de dança e teatros. Eles têm características específicas que os tornam ideais para a prática de dança, incluindo:

  • Superfície suave: Os pisos vinílicos para dança possuem uma superfície lisa e deslizante que permite aos dançarinos moverem-se com facilidade, evitando atrito excessivo.

  • Aderência adequada: Embora ofereçam uma superfície deslizante, esses pisos também proporcionam a aderência necessária para que os dançarinos mantenham o equilíbrio durante os movimentos.

  • Absorção de impacto: Muitos pisos vinílicos para dança são projetados para absorver o impacto, reduzindo o risco de lesões para os dançarinos.

  • Durabilidade: São feitos de materiais duráveis que resistem ao desgaste causado pelos sapatos de dança e pela prática frequente.

  • Fácil manutenção: São relativamente fáceis de limpar e manter, tornando-os adequados para uso prolongado.

Portanto, é importante reconhecer que, embora o termo "passadeira" possa ter sido usado historicamente, os pisos para dança no Brasil eram, na verdade, pisos vinílicos especializados, especialmente projetados para atender às necessidades dos dançarinos. Hoje em dia, a terminologia mais precisa é "piso de dança vinílico" ou simplesmente "piso para dança", para evitar confusões e refletir a natureza técnica desses pisos.

Para mais informações, consulto o site http://www.linoleo.com.br

 

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SÃO PAULO COMPANHIA DE DANÇA MOSTRA

REPERTÓRIO EM ÚLTIMA APRESENTAÇÃO DE 2023

 

São Paulo Companhia de Dança (SPCD)  realiza a última apresentação de 2023 na Fábrica de Cultura Itaim Paulista no dia 30 de novembro, quinta-feira, às 14h. A sessão gratuita traz ao palco obras clássicas e contemporâneas que revelam a diversidade do repertório da Companhia e celebram os 15 anos de história, recém-completados.

 

Obras clássicas e modernas

As coreografias Sal, A Morte do Cisne, Grand Pas de Deux de Dom Quixote e Veias Abertas integram o repertório da São Paulo Companhia de Dança para as apresentações na Fábrica de Cultura Itaim Paulista.

 

Sal, de Lucas Valente, que foi bailarino da SPCD, é baseado em duas facetas essenciais do sal, a física e a energética, e explora movimentos que capturam sua textura, sua natureza áspera, seca e afiada, buscando uma sensação de intensidade e vigor. A obra explora a riqueza de significados e ideias associadas ao sal na cultura brasileira, que se expressam desde os rituais de banhos de sal grosso, presentes em diversas tradições espirituais, até as manifestações culturais, como o maracatu de baque solto, que utilizam o sal como parte de sua dança em gesto de oferenda e conexão com a terra também estão presentes na coreografia. Esse elemento ritualístico rege a peça, que busca compartilhar uma experiência sensorial, combinando uma narrativa física e uma narrativa conceitual à poderosa energia do sal e à rica diversidade cultural do Brasil.

 

O balé A Morte do Cisne criado em 1907 por Michel Fokine para Anna Pavlova é um solo emocionante, que dialoga com as sonoridades da harpa e do violoncelo, inspirado no poema de Alfred Tennyson (1809-1892) e nos movimentos dos cisnes em seus últimos instantes de vida. Esse solo é interpretado por grandes estrelas da dança e ganha novos acentos e dinâmicas no corpo das bailarinas da São Paulo Companhia de Dança com coreografia de Lars Van Cauwenbergh.

 

Com remontagem de Duda Braz, a partir do original de 1869 de Marius Petipa (1818-1910), o Grand Pas de Deux de Dom Quixote retrata o momento do casamento de Kitri e Basílio, personagens principais dessa obra. Coreografado por Marius Petipa, o balé Dom Quixote é baseado num capítulo da famosa obra de Miguel de Cervantes, que narra as aventuras do barbeiro Basílio e seu amor por Kitri, a filha do taberneiro.

 

Inspirado livremente na obra literária "As veias Abertas da América Latina", do escritor uruguaio Eduardo Galeano (1940-2015), e embalado pelas canções da cantora argentina Mercedes Sosa (1935-2009), Veias Abertas, de Poliane Fogaça, propõe o encontro desses dois grandes artistas que em comum, contaram as histórias dos povos latino-americanos. A obra revela aspectos sociais - como a fome, a falta de oportunidade, a luta contra a repressão - e a resiliência, o amor pelo próximo e a noção de unidade entre os povos. “Quiçá seja uma utopia acreditar que é possível estancar o sangue das veias abertas da nossa sociedade. Mas que seja um sonho em ação, um ato de esperançar um novo futuro de justiça e união. Por meio da poética da arte de dançar, que a dor cesse, que a ferida cicatrize e que nos inspire a cada passo, a sermos e estarmos uns pelos outros”, diz a coreógrafa.

 

“Levar a nossa dança para os espaços das Fábricas de Cultura é sempre uma alegria e faz parte do nosso propósito, de ir além dos espaços convencionais”, explica Inês Bogéa.

 

Onde e Quando

 

FÁBRICA DE CULTURA ITAIM PAULISTA

Endereço: Rua Estudantes da China, 500 – Itaim Paulista, São Paulo.

Dia 30 de novembro, quinta-feira às 14h

Repertório: Sal, A Morte do Cisne, Grand Pas de Deux de D. Quixote e Veias Abertas

Ingressos: Gratuito

Classificação: Livre | Duração: 90 minutos

Capacidade física: 300 lugares

Acessibilidade: Sim

 

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Escola Municipal de Dança de Londrina
celebra três décadas com remontagem de 'O Lago dos Cisnes'

 

“O Lago dos Cisnes”, será apresentado no Cine Teatro Ouro Verde, no 30 de novembro a 3 de dezembro. A versão londrinense de um dos espetáculos de balé clássico mais célebres da história tem um motivo e tanto: a celebração dos 30 anos ininterruptos da instituição, hoje uma das referências na formação em dança no sul do País. Com direção geral de Marciano Boletti , a versão londrinense de “O Lago dos Cisnes” será apresentada na íntegra, com quatro atos e duas horas de duração. A preparação do espetáculo começou em julho com a adaptação coreográfica e ensaios das turmas de balé regular do 2º ao 8º ano da EMD, além da integração dos alunos com bailarinos já formados pela instituição e convidados do Ballet de Londrina.


Segundo Marciano: "Nesses meses de trabalho, vi os bailarinos crescerem de uma forma impressionante, estou muito orgulhoso deles, já que me surpreenderam de uma forma muito positiva", alegra-se. Ao encarar a empreitada com responsabilidade, Boletti sabe que não pode relaxar nesse momento e sua expectativa é que tudo saia perfeito para todos e que os bailarinos dancem bem, mas também divirtam-se e curtam bastante o espetáculo.


O balé de repertório conta a história de amor do príncipe Siegfried e de Odette, transformada em cisne junto de seu séquito pelo mago Rothbart. Apenas em algumas horas do dia, a princesa pode retornar à forma humana. O feitiço só pode ser quebrado por um homem que a ame. Ao longo das décadas, diferentes versões do final foram idealizadas por coreógrafos – assim também será na versão londrinense, que reserva surpresas ao público.
 

Onde e Quando
Teatro Ouro Verde (Rua Maranhão, 85)
Classificação indicativa: Livre

“O Lago dos Cisnes”
De 30/nov a 3/dez (qui a dom)
às 20 horas
“O Lago dos Cisnes (infantil)”
3/dez (dom)
às 16 horas
Ingressos: R$30 e R$15 (meia-entrada)

“Fragmentos de dança contemporânea”
2/dez (sab)
às 16 horas
Ingressos: R$20 e R$10 (meia-entrada)

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Cia Paulista de Dança,

com Direção Artística de Adriana Assaf apresenta

 

GISELLE

 

Um dos maiores clássicos de toda a história do ballet,

espetáculo de repertório será apresentado

Até 26 de novembro, no Teatro Sérgio Cardoso



A Cia Paulista de Dança, com Direção Artística de Adriana Assaf, apresenta GISELLE, obra prima do romantismo que estreou na Ópera de Paris em 1841, com coreografia de Jules Perrot e Jean Coralli e imediatamente se tornou um dos mais famosos e populares ballets do mundo. A obra foi composta por Adolphe Adam sobre um libreto de Jules-Henri Vernoy de Saint-Georges e Théophile Gautier. 

 

GISELLE é uma história de amor, traição, perdão e redenção. Esta remontagem é assinada por Adriana Assaf. A história do ballet Giselle é uma história de amor, traição, perdão e redenção, contada em dois atos. O espetáculo gira em torno da história da jovem camponesa Giselle, que é enganada e morre de amor, voltando para vingar-se do amante traidor na forma de uma Willi, que no argumento original são as jovens noivas virgens que saem à noite de suas tumbas para atrair com sua dança homens para a morte.

 

ATO I
A história acontece em uma pequena vila da Europa no século XIX. Giselle é uma jovem camponesa apaixonada pela dança, que vive com sua mãe viúva. Ela se apaixona por um jovem chamado Albrecht, que finge ser um camponês para conquistar seu coração. Giselle se apaixona profundamente por ele e eles planejam se casar. Entretanto, Giselle descobre que Albrecht é, na verdade, um nobre prometido em casamento a outra mulher, Bathilde. Devastada com a traição de Albrecht, Giselle enlouquece e morre de tristeza e decepção.

 

ATO II
Giselle se torna uma Wilis, o espírito de uma noiva abandonada que dança à noite em busca de vingança contra os homens que a enganaram. A rainha das Wilis, Myrtha, ordena que Giselle dance com Albrecht até a morte. No entanto, Giselle ainda ama Albrecht e o perdoa. Ela salva Albrecht de dançar até a morte convocando a ajuda dos espíritos da natureza e lhe concedendo o perdão final. Giselle, então, retorna à sua sepultura, deixando Albrecht para lamentar a perda de seu amor.


Quando e Onde

Temporada: Até 26 de novembro
17/11 às 20h30 | 18/11 às 16 e 20h30 | 19/11 às 16h | 24/11 às 20h30 | 25/11 às 16h e 20h30 | 26/11 às 16

Ingressos: entre R$ 25 e R$ 50

Venda online pela Sympla: https://www.sympla.com.br

Bilheteria do teatro: das 14h até o início de cada sessão

Teatro Sérgio Cardoso | 835 lugares
Endereço: Rua Rui Barbosa, 153 / Bela Vista - São Paulo/SP
Informações: (11) 3288.0136
Teatro com acessibilidade

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"Dança na Educação Infantil:
Cultivando o Desenvolvimento Integral das Crianças"

 

A dança, como uma forma de expressão artística, desempenha um papel crucial na educação e no desenvolvimento infantil, oferecendo inúmeros benefícios que transcendem o mero entretenimento. Ela proporciona às crianças uma maneira única de se expressarem emocionalmente e de se conectarem com seus corpos de forma profunda. Além disso, a dança fomenta o desenvolvimento físico, emocional, social e cognitivo dos pequenos, tornando-se uma atividade essencial para o crescimento integral das crianças.

A relevância da dança na educação infantil reside em sua capacidade de estimular a criatividade, a imaginação e a expressão pessoal das crianças. Por meio da dança, as crianças aprendem a comunicar-se de maneira não verbal, promovendo o desenvolvimento da linguagem e da comunicação. Além disso, a dança possibilita que as crianças explorem uma ampla gama de movimentos, estimulando a consciência corporal e a coordenação motora.

 

O aspecto emocional é igualmente importante, pois a dança serve como um canal de expressão para os sentimentos das crianças. Elas podem expressar suas emoções de maneira criativa e saudável por meio da dança, contribuindo para o desenvolvimento da autoestima, da confiança e da empatia. Isso cria um ambiente emocionalmente saudável e positivo para as crianças.

Do ponto de vista físico, a dança é uma atividade que promove a saúde e o bem-estar das crianças. Ao praticar a dança, elas exercitam todo o corpo, desenvolvendo força, flexibilidade, resistência e coordenação motora. A dança também contribui para a saúde cardiovascular e o desenvolvimento da consciência corporal, resultando em uma postura e equilíbrio melhorados.

 

A dimensão social da dança não deve ser subestimada. A dança em grupo estimula a cooperação, a colaboração, o respeito mútuo e a empatia, promovendo um ambiente de convivência saudável e positivo. Além disso, a dança é uma forma de arte que conecta as pessoas, fomentando a interação social e o senso de comunidade.

Além dos benefícios mencionados, a dança também estimula o desenvolvimento cognitivo das crianças. Por meio da prática da dança, elas aprimoram a concentração, a memória, a atenção e a capacidade de resolver problemas de maneira criativa. A dança também desperta a percepção sensorial, a capacidade de observação e a habilidade de expressão artística.

 

É importante destacar que a dança na educação infantil deve ser abordada de maneira lúdica e prazerosa, respeitando as fases de desenvolvimento e os interesses das crianças. A dança deve ser uma atividade que ofereça diversão e satisfação, incentivando a criatividade e a expressão pessoal das crianças, sem pressões ou expectativas excessivas.

Além disso, a dança pode ser uma ferramenta eficaz para a integração de conteúdos curriculares, enriquecendo o desenvolvimento global das crianças. Por meio da dança, é possível explorar temas interdisciplinares, promovendo a integração entre diferentes áreas do conhecimento, como história, geografia, ciências, matemática, entre outras.

A dança também promove a valorização da cultura e da diversidade, permitindo às crianças conhecer e experimentar diferentes manifestações artísticas, étnicas e culturais. Através da dança, as crianças podem explorar danças tradicionais, folclóricas e contemporâneas de várias partes do mundo, promovendo a sensibilização e o respeito pelas diferenças culturais.

 

Com todos esses benefícios, a dança emerge como uma atividade essencial na educação e no desenvolvimento infantil. Ela contribui para a formação integral das crianças, promovendo a saúde, a criatividade, a expressão pessoal, a socialização, o desenvolvimento emocional, físico, cognitivo, social e cultural.

Portanto, é fundamental que a dança seja valorizada e integrada ao currículo escolar, tornando-se uma atividade regular e essencial para a formação das crianças. A dança na educação infantil pode ser desenvolvida de forma interdisciplinar, em parceria com professores de arte, educação física, música, história, entre outras áreas, promovendo a integração de conhecimentos e experiências para o pleno desenvolvimento das crianças.

 

Nesse sentido, a dança se torna uma poderosa ferramenta de transformação na educação, possibilitando que as crianças desenvolvam habilidades físicas, emocionais, sociais, cognitivas e culturais de forma lúdica, prazerosa e significativa. Através da dança, as crianças podem descobrir e explorar o mundo de maneira rica, diversificada e criativa, contribuindo para a formação de cidadãos mais conscientes, sensíveis e participativos.

 

Em resumo, a dança na educação infantil é fundamental para promover o desenvolvimento integral das crianças, contribuindo para a formação de indivíduos saudáveis, criativos, confiantes, empáticos e conscientes. A dança proporciona um universo de possibilidades e descobertas para as crianças, promovendo a expressão pessoal, o desenvolvimento físico, emocional, social, cognitivo e cultural de forma integrada e significativa. Assim, a dança se torna uma ferramenta poderosa para a construção de um mundo mais humano, solidário e harmonioso.

 

Por Eleusa Lourenzoni

 

 

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A História da Dança:
Do Folclore ao Ballet Clássico


A evolução da dança ao longo da história é um fascinante mergulho em uma narrativa rica e diversificada, que transcende séculos e fronteiras geográficas. Desde suas raízes em rituais folclóricos ancestrais até a sofisticação do ballet clássico, a dança tem desempenhado um papel primordial na expressão artística e na cultura da humanidade.

 

As origens da dança remontam às civilizações antigas, onde ela era empregada em rituais religiosos, celebrações festivas e até como um meio de comunicação. Nas civilizações grega e romana, a dança ocupava um lugar central na vida cotidiana, sendo uma presença marcante em festivais, cerimônias religiosas e eventos públicos. Antigos manuscritos e mosaicos testemunham a execução de movimentos intricados e coreografias elaboradas por dançarinos habilidosos.

 

Durante a Idade Média, a dança desempenhou um papel crucial no desenvolvimento da cultura europeia, fazendo parte tanto das festividades camponesas quanto das celebrações da nobreza. Ela se tornou uma forma de entretenimento popular e uma maneira de celebrar a vida e a comunidade.

 

O Renascimento marcou um período de formalização e estruturação da dança. Coreógrafos começaram a desenvolver movimentos e passos específicos, bem como a criar narrativas e temas para suas apresentações. Assim, a dança se transformou em um meio poderoso para contar histórias e transmitir emoções. No início do século XVII, na França, o ballet clássico começou a emergir como uma forma de arte distinta, com a criação da Académie Royale de Danse em 1661.

 

O ballet clássico continuou a se aprimorar ao longo dos séculos seguintes, com coreógrafos como Jean-Georges Noverre e Marius Petipa desenvolvendo técnicas de dança mais complexas e exigentes. Ele se tornou uma parte central das produções teatrais europeias, com companhias renomadas como a Ópera de Paris e o Ballet Bolshoi sendo estabelecidas para promover e difundir essa forma de arte.

 

No século XX, a dança testemunhou uma diversificação e uma expansão para novos estilos e expressões. O surgimento da dança moderna e contemporânea trouxe uma abordagem mais experimental e abstrata, desafiando as convenções e tradições do ballet clássico. Visionários como Isadora Duncan, Martha Graham e Merce Cunningham revolucionaram a dança, incorporando movimentos fluidos, expressivos e não convencionais em suas coreografias.

 

Atualmente, a dança continua a evoluir e a se enriquecer, absorvendo influências de diversas culturas e tradições ao redor do mundo. Danças folclóricas, hip-hop, dança de salão e dança contemporânea são apenas alguns exemplos das muitas formas de dança existentes, cada uma com sua própria história, técnica e estética.

 

A história da dança é uma narrativa de inovação, criatividade e expressão humanas. Desde seus primórdios em rituais ancestrais até as produções elaboradas do ballet clássico, a dança tem desempenhado um papel central na cultura e na sociedade. Através da dança, as pessoas encontram uma maneira de se expressar, conectar-se com os outros e celebrar a vida. É uma arte em constante evolução, destinada a continuar inspirando gerações futuras.

Por - Eleusa Lourenzoni

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AMERICAN BALLET COM GISELLE VAI ATÉ A CHINA

Muitas vezes se diz que a cultura une povos e, pela primeira vez em mais de 10 anos, ABT vai tentar provar isso, embarcando numa digressão pela China numa altura em que ambos os países tentam reparar, aos poucos, a sua deteriorada relação.


O grupo, baseado em Nova Iorque, vai levar 85 bailarinos até à noite de abertura no Grande Teatro de Shangai, onde apresentarão obras contemporâneas, mas também peças de coreografia clássicas.
 

A viagem começará por Shangai, passando depois por Berlim, onde o ABT vai levar palco a obra de ballet 'Giselle', uma das peças mais aclamadas no ballet moderno.

"O ballet é uma linguagem universal. Partilhamos a mesma emoção e beleza e forma e musicalidade e amor uns pelos outros através desta expressão artística. E que americanos possam partilhar esse amor e essa linguagem universal com o povo chinês, nesta troca de cultura, é uma experiência muito reconfortante para nós", comentou Susan Jaffe, a diretora artística do ABT, que esteve na China como bailarina em 2000.
 

O espetáculo ia decorrer em 2021, mas a pandemia da Covid-19 complicou a realização dos concertos.
 

A digressão de uma das maiores companhias de dança dos Estados Unidos em solo chinês não é um feito menor, já que surge após meses em que os dois países intensificaram a tensão diplomática. Entre as várias situações que têm deixado Washington e Pequim de costas viradas estão as tensões relativamente a Taiwan, as relações chinesas com Vladimir Putin em plena guerra na Ucrânia, as divergências comerciais no mercado global e questões de direitos humanos (nomeadamente devido à opressão da China sobre Xinjiang).

No entanto, ao longo das últimas semanas, as autoridades diplomáticas dos dois países têm procurado reparar, aos poucos, a fragilizada relação, com uns gestos maiores do que outros.
 

O maior será, sem dúvida, a reunião entre Joe Biden e Xi Jinping, quando os dois líderes se encontrarem durante a cimeira de cooperação económica Ásia-Pacífico, em São Francisco, no final do mês de novembro.
 

Na cultura, além da visita do teatro nova-iorquino, a Orquestra Filarmónica de Filadélfia vai também visitar o país, numa cerimónia que vai marcar o 50.º aniversário da histórica visita da orquestra à China, quando esta ainda era governada pelo líder comunista Mao Tsé-Tung, em 1973.

Ainda na semana passada, o governador da Califórnia teve uma boa receção em Pequim e, por outro lado, o ministro dos Negócios Estrangeiros chinês visitou Washington (embora tenha avisado que o caminho para uma reunião entre Xi e Biden será "complicado").
 

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Etapa Classificatória do Festival Catarinense de Danças Populares

A cidade de Água Doce - SC recebeu, a última eliminatória do evento, seguida pela grande final nos dias 10 e 11 de novembro.
As inscrições da fase classificatória vão até segunda-feira, dia 06, pelo site do festival: festivaldancaspopulares.com.
A programação já iniciou dia 09 com os workshops na parte da tarde.

Com a participação de mais de 500 bailarinos, divididos em 50 grupos, o festival, que já pelos palcos de Xanxerê e Campos Novos, agora distribuirá outros R$40.000 em prêmios, somando um total de R$80.000 que reconhecem a excelência e o esforço dos artistas.
Além das competições, o público também pode aproveita workshops gratuitos, proporcionando uma imersão nas diversas expressões da dança.

O pontapé inicial da grande final foi dado com o espetáculo do grupo MOA de Joinville - Movimento Artístico Patrícia Dalchau, um prelúdio que elevou a expectativa e o entusiasmo para o que veio a seguir.

Além de ser um grande encontro da dança, o Festival é uma fonte de oportunidades para novos trabalhos, promovendo o intercâmbio e formação técnica de bailarinos e coreógrafos como ação de contrapartida social.

 

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Festival de Dança de Erechim

Em sua 3ª edição realizada de 02 á 05 de novembro, o festival recebeu aprovação da Secretaria de Estado da Cultura. A realização é da 
Associação Comercial, Cultural e Industrial de Erechim (ACCIE) e Prefeitura de Erechim, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e Esporte, e apoio institucional da Associação Gaúcha de Dança (Asgadan). A secretária Carla Talgatti, reforça o convite para comunidade prestigiar o evento. "O Festival de Dança vai além de uma competição, é um evento de formação e qualificação de bailarinos com oficinas, palestras, mostras de danças para comunidade, enfim, um espetáculo que vale a pena conferir", destaca a secretária Carla.

 

Um dos aspectos mais notáveis do festival é a acessibilidade. O evento contou com um intérprete de Libras (Linguagem Brasileira de Sinais) para tornar os espetáculos acessíveis aos deficientes auditivos. Além disso, existem facilidades para a mobilidade, incluindo um elevador para deslocamento até o 3º andar do Pólo de Cultura, onde acontecem as apresentações. Desta forma, o festival garante que todos possam apreciar os espetáculos de dança, independentemente de suas habilidades físicas.

Além das apresentações dos mais de 600 bailarinos inscritos, o evento contou com a realização de uma palestra e mesa redonda que versará sobre “Políticas públicas culturais do RS para Escolas e Grupos de Dança”. A palestra aconteceu no dia 4), e teve como palestrante Claudia Dutra, reconhecida por seu trabalho como artista, produtora cultural, professora de ballet, jazz, danças folclóricas e PBT.
 

 O evento também disponibilizou oficinas gratuitas abertas a toda a comunidade, abrangendo diferentes estilos de dança. As oficinas incluem Danças Urbanas, ministrada pelo professor Cristiano Bastos; Flamenco, com a professora Ana Medeiros; Ballet Clássico, com a professora Patrícia Barbosa; Dança do Ventre, com a professora Brysa Mahaila; Dança de Salão, com o professor Claudio Furlim; e Jazz, com o professor Matheus Espinoza. Somente no primeiro dia do Festival, foram mais de 200 estudantes de Escolas Municipais, que tiveram a oportunidade de participar de oficinas de Danças Urbanas, Jazz e Ballet Clássico. As oficinas proporcionaram um espaço rico para o aprendizado, a troca de experiências e a expansão do repertório artístico dos participantes. Como exemplo, na oficina de Danças Urbanas, com o Professor Cristiano Bastos, os participantes podem vivenciar a energia e a liberdade de expressão características desse estilo, enquanto na oficina de Flamenco, com a Professora Ana Medeiros La Negra, mergulham na intensidade e na paixão dessa dança tradicional espanhola.

 

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Fica Comigo retorna ao Rio de Janeiro

Com atmosfera lúdica, romântica e bem humorada, o espetáculo infantil Fica Comigo retorna ao Rio de Janeiro para duas únicas apresentações nos dias 25 e 26 de novembrosábado e domingoàs 17 horas, no Teatro da CAIXA Nelson RodriguesCom preços populares, a montagem do aclamado grupo Ateliê do Gesto conta a estória do Senhor Guardador de Memórias, que passou a vida encaixotando suas lembranças e conta com a ajuda de três bonecos que ganham vida e, juntos, vivenciam momentos especiais através de uma inesquecível aventura em forma de dança. No dia 24 de novembro Fica Comigo tem sessão beneficente para ONGs e instituições.

 

Com direção e coreografia de Daniel Calvet, que divide também a concepção com seu parceiro de grupo João Paulo Gross, o espetáculo é embalado pelo universo sonoro de valsas e músicas que proporcionam um ambiente nostálgico e alegre. Os intérpretes, como bonecos ou como lembranças, ganham vida com os bailarinos Daniel Calvet, Isabel Mamede, Gleysson Moreira e Thais Natsuki, que também colaboram na coreografia. Juntos, constroem um mundo recheado de sutilezas, memórias e lembranças esparramadas pelo espaço lúdico, ambientado pela cenografia composta por 150 caixas de papelão, que se transformam com a projeção cênica.

 

E para emocionar crianças e adultos, Fica Comigo mergulha nas memórias que guardamos ao longo das nossas vidas, com o convite para se aventurar no imaginário de um Senhor que guarda suas lembranças em caixas, através de gestos que se transformam em danças. Os bonecos, que ganham vida para ajudar e até atrapalhar o velho a viver novas aventuras, transformam e ressignificam o que está guardado por muitos anos. Afetos e memórias do Senhor, através da dança, provocando emoções, para a criança.

 

O que será levado dessa experiência e do que é capaz as emoções humanas para além desse mundo tão virtual de hoje? O que fica comigo?

 

Foto - Crédito Lu Bascelos
 

Quando e Onde
Local: Teatro da CAIXA Nelson Rodrigues | Caixa Cultural Rio de Janeiro

Dias: 25 e 26 de novembro de 2023 (sábado e domingo) | às 17h

No domingo, 26 de novembro, apresentação com intérprete de libras.

Endereço: Av. República do Paraguai, 230 - Centro, Rio de Janeiro - RJ, 20031-180

Duração: 40 minutos

Gênero: Infantil

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Nalini Cia de Dança chega a Goiânia

De 22 e 30 de novembro. Depois de passar por cidades do Mato Grosso e de São Paulo, além da Cidade de Goiás, a Nalini Cia. de Dança realiza em Goiânia seus espetáculos "Titiksha" e "Nega Lilu", no Centro Cultural da UFG (Praça Universitária), nos dias 22/11 (4ª feira) e 30/11 (5ª feira), às 20h, com ingressos GRATUITOS.

 

As obras de dança contemporânea abordam temas muito atuais. Titiksha é uma guerreira mística em movimento, que viaja no tempo humano, buscando vencer os desafios existenciais de nossa espécie, incluindo as dores dos povos obrigados a abandonar raízes. Já o espetáculo Nega Lilu trata sobre as afetividades humanas, trata-se de um comentário sobre o amor e a busca da plenitude em nosso tempo. Esta é uma obra inspira o espetáculo Nega Lilu, baseado no livro “Sem Palavras”  de Larissa Mundim e Valentina Prado. Após cada apresentação, haverá um bate-papo com o público sobre o processo de criação e os temas abordados nos trabalhos.

 

Oficina de contato e improvisação

 

Além das apresentações e do bate-papo com o público, o grupo também oferta uma oficina inclusiva e gratuita de contato e improvisação, chamada “Dança e movimento para todos”, no dia 25/11 (sábado), das 10h às 12h. A aula é ministrada pela diretora, coreógrafa e bailarina da Cia Nalini, Valeska Vaishnavi. A oficina terá duração de 2 horas e além de gratuita, também é acessível, contando com intérprete de Libras, para que pessoas surdas ou com baixa audição também possam participar. A aula acontecerá na sede da Nalini Cia. de Dança, e a única exigência é que o/a participante tenha mais de 14 anos. Não é necessário fazer inscrição prévia. Basta se apresentar no dia e no horário da aula.

 

 

Quando e Onde

 

 

- 22 de novembro: Titiksha às 20h

 

- 30 de novembro: Nega Lilu às 20h

Local: Centro Cultural UFG (Goiânia/GO)

 

OFICINA DANÇA CONTEMPORÂNEA - Contato Improvisação 

 

Dia 24/11 (sex) - Local: Sede da Nalini Cia. de Dança - Horário: 

Pré-requisito: idade acima 14 anos 

Entrada gratuita

 

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Parauapebas em Dança

Os apaixonados por entretenimento de qualidade e cultura já podem comemorar. A próxima edição do festival artístico “Parauapebas em Dança” já tem data confirmada: de 1º a 3 de dezembro, no Centro Cultural Parauapebas, no bairro Alvorá.
 

Realizado pela sexta vez por iniciativa do produtor cultural Carlos Henrique Monteiro, o festival não apenas celebra a dança, mas também oferece uma série de atividades gratuitas para o público. Além de promover ações sociais como arrecadação de alimentos e latas de leite ninho para doação as mães assistidas pelo CTA (Centro de Testagem e Aconselhamento de Parauapebas).
 

Além desta troca de experiências, o festival oferece oficinas, bolsas de estudo, premiação em dinheiro e realiza diversas campanhas sociais a cada ano.

Informações: 94981144724
Realização Instituto de Arte e Cultura Carlos Henrique Monteiro - IACCAHM @aghapeiaccahmoficial 
Coordenação Geral: Carlos Henrique Monteiro @heinrikaghape
https://www.instagram.com/reel/CzJeWP9OQwr/?igshid=MTc4MmM1YmI2Ng==

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Cisne Negro Cia de Dança anuncia temporada de "O Quebra-Nozes" no Auditório Ibirapuera

 

 

As celebrações do 40º aniversário do clássico espetáculo da Cisne Negro Cia de Dança, “O Quebra Nozes” ganham novas datas e um palco especial: o icônico Auditório Ibirapuera, projetado pelo renomado arquiteto Oscar Niemeyer. 

"O Quebra-Nozes", em uma edição especial, será apresentado no auditório pela primeira vez, trazendo à vida a história mágica de Clara, uma menina que, na noite de Natal, é presenteada com um boneco quebra-nozes que a leva a um universo onde brinquedos ganham vida, dançam e lutam, transportando-a para os Reinos das Neves e dos Doces. Lá, Clara e seu príncipe são homenageados com danças típicas de diversos países e um gracioso grand pas-de-deux da Fada Açucarada. O espetáculo, encenado pela Cisne Negro Cia de Dança, é uma criação do compositor russo Pyotr Ilyich Tchaikovsky em 1891 e conta com a direção artística e coreográfica de Dany Bittencourt.

 

Com um total de 10 sessões no Auditório Ibirapuera, incluindo uma sessão especial com audiodescrição agendada para o dia 18 de dezembro, as vendas dos ingressos começaram neste sábado, 11 de novembro, e estarão disponíveis exclusivamente através do Sympla. O espetáculo apresentará no palco o elenco fixo de talentosos bailarinos profissionais da companhia paulistana, bem como artistas contratados especialmente para esta produção, incluindo os primeiros bailarinos do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Juliana Valadão e Cícero Gomes. Destaca-se também a participação do experiente ator Felipe Carvalhido, que interpreta o papel de Drosselmeyer há 16 anos, e a interpretação alternada do misterioso tio da menina Clara, realizada pelo talentoso bailarino Victor Ciattei. A temporada do espetáculo receberá uma participação especial do jovem violinista brasileiro Guido Sant’Anna, o primeiro violinista sul-americano a conquistar o prestigiado Concurso Internacional Fritz Kreisler. Dany Bittencourt, diretora artística da Cisne Negro Cia de Dança, compartilha sua empolgação: 'Está sendo a realização de um sonho levar o Quebra-Nozes ao palco do Auditório Ibirapuera, um espaço magnífico que tem um profundo significado para a cultura brasileira. Temos a certeza de que este será o primeiro de muitos anos de uma próspera parceria”. 

 

Na temporada do Auditório Ibirapuera, o espetáculo contará com a participação de bailarinas integrantes da Usina da Dança, como anjos. O elenco faz parte do projeto social desenvolvido pelo Instituto Oswaldo Ribeiro de Mendonça - IORM, de Orlândia-SP, que atua pelo desenvolvimento integral de crianças e adolescentes na região Nordeste do Estado de São Paulo e mantém uma parceria duradoura com a Cisne Negro Cia de Dança. Antes das apresentações, no saguão do auditório, haverá apresentações de corais convidados interpretando músicas natalinas, sob a coordenação da pianista Maria Inês Vasconcellos. 

 

Quando e Onde

Data: De 12 a 19 de dezembro

Sessões: Segunda a sexta-feira às 20h, sábado às 16h e 20h, e domingo às 15h e 19h.

Local:  Auditório Ibirapuera Oscar Niemeyer -  localizados dentro do Parque Ibirapuera, com acesso pelo portão 3  - 

Avenida Pedro Álvares Cabral, S/N 

Ingressos: A partir de R$90, à venda exclusivamente pelo Sympla

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Companhia de Danças de Diadema no Sesc Rio Preto

 

Companhia de Danças de Diadema chega a São José do Rio Preto, SP, com dois espetáculos e uma oficina de dança, que acontecem no Sesc Rio Preto.  No dia 17 de novembro, sexta-feira, às 21h, apresenta o espetáculo adulto Força Fluida, com coreografia assinada por JaeDuk Kim.

 

Para o público infantil e seus familiares, duas atividades estão programadas: a oficina Bailando em Família, no dia 18 de novembro, sábado, das 10h às 12h; e o espetáculo Nas Águas do Imaginar, com coreografia de Ton Carbones e elenco, no dia 19 de novembro, domingo, às 16h.

 

 

Quando e Onde

 

Espetáculo adulto: Força Fluida

Com: Companhia de Danças de Diadema

Dia 17 de novembro. Sexta, às 21h

Ingressos: R$ 40,00 (inteira), R$ 20,00 (meia) e R$ 12,00 (Credencial Plena)

Local: Teatro (240 lugares). Classificação: Livre. Duração: 44 min.


Oficina: Bailando em Família

Com: Integrantes da Companhia de Danças de Diadema

Dia 18 de novembro. Sábado, das 10h às 12h

Gratuita. Inscrições no Local. Vagas limitadas. Para crianças e seus familiares.

Local: Ginásio de Esportes.


Espetáculo infantil: Nas Águas do Imaginar

Com: Companhia de Danças de Diadema

Dia 19 de novembro. Domingo, às 16h

Ingressos: R$ 30,00 (inteira), R$ 15,00 (meia), R$ 10,00 (Credencial Plena) e Grátis para crianças até 12 anos.

Local: Teatro (240 lugares). Classificação: Livre. Duração: 60 min.

 

Sesc Rio Preto

Av. Francisco das Chagas Oliveira, 1333 - Chácara Municipal. São José do Rio Preto/SP.

Telefone: (17) 3216-9300. Acessibilidade: Sim.

sescsp.org.br | Na rede: @sescriopreto.

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2ª SEMANA DA MOSTRA GRATUITA DE DANÇA FLAMENCA CONTEMPORÂNEA

COM 8 NOVOS ARTISTAS

 

 

 

De 15 a 18 de novembro, a Oficina Cultural Oswald de Andrade, em São Paulo, receberá o espetáculo gratuito “O QUE TE TRANSBORDA? Solos de dança flamenca contemporânea”, com direção da bailarina e coreógrafa Ale Kalaf. As apresentações integram o projeto contemplado pela 33ª edição do Programa Municipal de Fomento à Dança para a cidade de São Paulo, que prevê a circulação de espetáculos até fevereiro de 2024.

 

Esta mostra de trabalhos solos de dança é resultado da oficina em que 16 profissionais conceituados da Dança Flamenca, oriundos de diferentes lugares do Brasil, foram instigados a pensarem novos sentidos compositivos para um solo sobre si, exaltando e trabalhando a confiança na potência de ser singular. Esse processo culminou em uma revolução do pensamento sobre a criação em Dança Flamenca feita por artistas brasileiros.

 

Nesta segunda semana participam os seguintes artistas com seus espetáculos solos: Beatriz Carrazza; Carol Ferrari; Deborah Nefussi; Fernanda Viana; Jemima Ruedas; Maira Vitale; Nina Molinero e Priscila Grassi estarão no centro do palco.

 

PESQUISA: O QUE TE TRANSBORDA?

Com essa pergunta, nos quatro meses de pesquisas, a oficina dirigida pela bailarina e coreógrafa Ale Kalaf, em parceria com todas as profissionais convidadas, propôs a desconstrução de dogmas e valores tão impregnados na linguagem flamenca, ao mesmo tempo que abriu espaço para a construção de novos saberes, expondo diferentes caminhos para o universo flamenco brasileiro. O foco foi fomentar a criação em dança, um pensamento sobre ela, a criação de uma nova dramaturgia para o corpo flamenco e o impulsionamento da pesquisa de novos criadores.

 

Quando e Onde

15 a 18/11, quarta a sexta, às 19h30, sábados e feriados 18h

OFICINA CULTURAL OSWALD DE ANDRADE

Rua Três Rios, 363 - Bom Retiro

Entrada Gratuita

Retirada de ingressos 1h antes

Classificação indicativa 12 anos

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Gulbenkian lança prémio internacional de dança no valor de 150 mil euros


Com o objectivo de estimular o percurso de “jovens criadores de dança” e homenagear Jorge Salavisa (1939-2020), bailarino e director artístico do Ballet Gulbenkian entre 1977 e 1996, a Fundação Calouste Gulbenkian lança, nesta segunda-feira, a primeira edição do prémio Salavisa European Dance Award (SEDA), no valor de 150 mil euros.

Atribuído de dois em dois anos, o SEDA é dirigido a bailarinos e coreógrafos de qualquer parte do mundo — inclusivamente de fora da Europa, apesar do nome do galardão —, “sem categoria etária estritamente definida” (os 40 anos são a baliza de referência), cujo trabalho tenha pouca visibilidade nos circuitos internacionais de dança “devido ao seu discurso artístico ou à sua origem social e cultural”, lê-se no comunicado oficial.
Gulbenkian lança prémio internacional de dança no valor de 150 mil euros
Não se trata, portanto, de um prémio de carreira, mas de encorajamento a artistas “com qualidades especiais que mereçam extravasar as suas fronteiras” locais ou nacionais, faz notar a instituição.
Gulbenkian lança prémio internacional de dança no valor de 150 mil euros
A cerimónia de entrega do SEDA será sempre na Fundação Gulbenkian, em Lisboa. A escolha desta edição inaugural está agendada para 27 de Novembro de 2024. Ao artista laureado caberá conceber uma nova criação, com o montante do prémio, e apresentá-la depois nos palcos das sete instituições europeias envolvidas directamente no projecto.
Gulbenkian lança prémio internacional de dança no valor de 150 mil euros
Com o lançamento do SEDA, a Gulbenkian pretende “dar continuidade à sua missão de promover” a dança em território nacional e internacional. Da intervenção da fundação nesta área destaca-se a criação do Ballet Gulbenkian em 1965, companhia que durante 40 anos foi determinante para o desenvolvimento e a profissionalização da dança em Portugal (a própria fundação decidiu extinguir a companhia em 2005); os Encontros Acarte (1987-2000), festival internacional de artes performativas que acolheu e co-produziu várias obras da chamada “nova dança europeia”, contribuindo para impulsionar e solidificar o tecido coreográfico nacional; e, mais recentemente, a atribuição de bolsas de formação e de apoios à criação e internacionalização.

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Francisco(s)

 

Em vigor entre 1972 e 1984, a parceria de Chico Buarque com Francis Hime norteia a segunda das três suítes que compõem o programa de inédito espetáculo da Studio3 Cia. de Dança com orquestra e com o coro Acadêmicos da Osesp.

 

Intitulado Francisco(s), o balé tem estreia programada para 17 e 18 de novembro com duas apresentações gratuitas na Sala São Paulo, na cidade de São Paulo (SP).

 

A montagem do espetáculo foi concebida por Anselmo Zolla e William Pereira. Os ingressos, gratuitos, serão distribuídos na segunda-feira, 13, às 10h, no site da Osesp e, presencialmente, uma hora ante... 

 

 

Sob regência e direção musical do maestro Wagner Polistchuk, o espetáculo tem arranjos de Francis Hime coreografia de Anselmo Zolla e direção teatral de William Pereira. O roteiro de Francisco(s) está dividido em três suítes, todas compostas por músicas de Chico Buarque.

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GUARDE-ME

Com direção artística, concepção e coreografia de Marcia Milhazes, os intérpretes / bailarinos Ana Amélia Vianna e Domenico Salvatore levam para o palco da Sala Maria Thereza Tápias, o espetáculo de 2017 em nova versão de “Guarde-me”, enfatizando “O corpo na arte contemporânea”. A coreografia promove reflexões sobre os processos artísticos e a vida, entendendo que a arte sinaliza saídas para os problemas contemporâneos da alma, e mergulha no campo emocional de um casal, confinado entre o mundo real e dos sentidos. Os artistas travam tentativas de resgate de ligações afetivas que os movem com a força de um silêncio profundo, barulhento, solitário e íntimo. 

 

“Nesta versão de 2023, unimos a remontagem reduzida da premiada produção ‘Guarde-me’ (APCA - Associação Paulista dos Críticos de Arte SP 2018 - indicada como melhor espetáculo) e conversas após os espetáculos, com convidados especiais, profissionais e artistas de diversos meios de saberes. Desejamos criar braços de trocas de pensamentos sobre os laços humanos, contando com os especiais convidados”, diz Marcia.


Quando e Onde

18/11 - sábado, às 18h – Convidadas: Gilda Pitombo e Beth Bonow (psicanalistas)

19/11 - domingo, às 18h - Convidada: Denise Telles (atriz, diretora de cena)

25/11 - sábado às 18h – Convidada: Paula Braun (cineasta e atriz)

26/11 - domingo às 18h - Marcia Milhazes e intérpretes

Classificação etária: Livre

Duração: 30 minutos

Ingressos: R$ 30 (inteira), R$ 15 (meia-entrada) – Sympla: https://www.sympla.com.br/produtor/espacotapias

Local: Centro Cultural Espaço Tápias (Sala Maria Thereza Tápias)

- Rua Armando Lombardi, 175 - Barra da Tijuca

 

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DANÇARINA BRASILEIRA RUMO AO MUNDIAL DE DANÇAS LATINAS

 

   A dançarina e coreógrafa brasileira Érica Menezes está nos Estados Unidos se preparando para o The Summit  - Latin Dance Championship  que acontecerá em janeiro de 2024, em Orlando. A dançarina, que competirá no mundial nas categorias solista feminino de Bachata e Solista Feminino de Salsa, decidiu passar uma temporada em território norte americano para poder se preparar em busca deste sonho e do título inédito para o Brasil. 

 

   Esta será a terceira participação de Érica em um mundial de dança latinas, a diferença é que para melhorar sua performance e resultado, a dançarina deixou a profissão de fisioterapeuta no Brasil e passou a dedicar-se integralmente em sua preparação física e coreográfica, além de aproveitar a oportunidade para se aperfeiçoar com os melhores dançarinos do mundo dos dois estilos. 

 

   Aos 36 anos, Érica, que é dançarina, professora e coreógrafa , é conhecida no Brasil por ser especialista em Bachata, além de dirigir uma das principais companhias femininas de dança latina no país, o Bachaladies.

 

   O grupo dirigido por ela tem por diferencial estudar a cada temporada uma música que é usada no vídeo clipe feito para o encerramento do curso. A ideia que une qualidade, dança e criatividade, rendeu a Érica, elogios e publicações em redes sociais nacionais e internacionais especializadas em dança.

 

   Além de desenvolver a bachata com suas alunas, o projeto tem por objetivo trabalhar a timidez, autoestima e ensinar o quanto é importante ter um olhar belo e positivo sobre si, e tudo isso através da arte de dançar. Fazem parte do grupo dançarinas profissionais e amadoras que visam se desenvolver a cada dia.

 

   Érica Menezes começou a dançar aos 12 anos por pura diversão, porém com passar do tempo, o que era apenas uma atividade física virou também sua profissão. Entre os estilos que estudou estão o Forró, Bolero, Lindy Hope, Salsa, Samba de Gafieira e a Bachata.

 

  A competição sempre esteve presente em sua vida e por causa disso dedica diariamente horas e horas entre ensaios e treinos. E tanta dedicação rendeu a Érica importantes títulos, são eles: 4° lugar profissional Solista Solo Bachata Latin Dance Crown/EUA, 3° Profissional Rising Star Solista Feminino The Summit Championship /EUA, 3° Solista Salsa Dance Open Brasil  2022, 3º lugar Bachata Duo  no Brasil Latin Open 2019  , 2º lugar  Bachata Duo Brasil Latin Open 2018 e 5º lugar sul americano Bachata Duo  Brasil Latin Open 2018. 

 

   A partir de 2020 a dançarina que antes contava com uma pareceria optou em seguir carreira solo. E mesmo diante dos desafios da pandemia decidiu competir no Euroson Latino 2020 versão online na categoria solista de Bachata feminino. Érica também é fisioterapeuta e atuou na linha de frente do combate a Covid-19,e  na reabilitação no pós covid.

 

  Em seu currículo também podemos encontrar participações em congressos, eventos e temporadas como: D&D Be Unlike 2018(Sevilha/Espanha), Costa Cruzeiro, Brasil Bachata Festival 2018 e BBF Summer 2019. 

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Núcleo Luz, abre processo seletivo para curso profissionalizante 

 

Estão abertas as inscrições para o processo seletivo do Ciclo II, curso de profissionalização oferecido pelo Núcleo Luz, projeto de aprofundamento na linguagem da dança do Programa Fábricas de Cultura - da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo e gerenciado pela Poiesis.

Esta será a quinta turma do curso profissionalizante em dança que desde 2014 já capacitou 142 jovens para atuarem como artistas bailarinos/dançarinos e em processos de ensino e aprendizagem do corpo. O Ciclo II tem duração de dois anos, com aulas de segunda a sexta, das 9h às 17h, e aos sábados, das 9h às 13h, na sede do Núcleo Luz, localizada na Rua Talmud Thorá, 52, bairro Bom Retiro, em São Paulo (SP).

 

Os aprendizes recebem mensalmente bolsa-auxílio de R$ 700, auxílio transporte e alimentação, benefícios condicionados à frequência nas atividades. Ao final da formação, podem tirar o registro profissional (DRT) de bailarino/dançarino junto ao Sinddança, com o valor custeado pelo projeto. 

Podem participar da seleção pessoas entre 17 e 24 anos, residentes da região metropolitana de São Paulo e que tenham concluído o 3º ano do ensino médio ou estejam cursando em 2024. É necessário ter alguma vivência na área da dança e em atividade de estudo do corpo e do movimento. Todo o processo e curso são gratuitos.

 

Processo seletivo conta com teste prático e período de experiência 

As inscrições ficam abertas até 29/11, sendo necessário enviar o formulário online preenchido junto aos links para duas pílulas audiovisuais: um vídeo-selfie com um depoimento, falando brevemente sobre si; e um vídeo com a execução de uma célula coreográfica, sem cortes nem adição de efeitos especiais. Os vídeos não podem ultrapassar 1 minuto cada e devem ser publicados na plataforma Youtube no modo público ou não listado.

Por meio destes materiais serão selecionados os candidatos para o teste prático que deve ocorrer entre os dias 30 de janeiro e 2 de fevereiro de 2024. A banca de avaliação irá selecionar aproximadamente 50 candidatos para o período de experiência.

Nesta última etapa, os candidatos pré-aprovados vivenciam durante 13 dias, das 9h às 13h, aulas práticas e atividades em grupo, junto aos professores, equipe e direção pedagógica. Após essa fase, 33 candidatos serão aprovados para formar a nova turma do Ciclo II.

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Cia Jovem de Dança de Jundiaí 
estréia em São Paulo


Cia Jovem de Dança de Jundiaí estréia em São Paulo a temporada no mês de novembro ocupando o SESC Santo Amaro com dois programas. Aos sábados, nos dias 04 e 11, as 20h, a Cia Jovem de Dança de Jundiaí apresenta uma noite com 3 trabalhos de diferentes criadores, sendo duas delas a partir do edital recentemente lançado para novos criadores. Um programa triplo que mostra toda potencia e diversidade do elenco.

 

No programa a Cia apresentará REM - da coreógrafa Karine Silva, desenvolvida a partir dos sonhos e pesadelos dos próprios bailarinos, a obra faz referência ao REM (Rapid Eye Movement), estágio do sono no qual acontecem os sonhos mais intensos. Um mistério que permite ser, estar e sentir.

 

Na sequencia, o dueto Coup de grâce, de Alex Soares, que também faz a direção artística da Cia. A obra, cujo título significa “tiro de misericórdia” em francês, retrata a necessidade de se tomar uma decisão irreversível que fatalmente culmine no término de algo. Na trilha sonora está “Erbarme Dich”, música de Johann Sebastian Bach sobre um pedido de misericórdia para Deus. 

 

Fechando a noite teremos DANÇA PRA LUA, de Ivan Bernardelli, acompanhada pelo trabalho musical de Vitor Araújo, a obra remete aos ritos de sagração da lua, a partir de um movimento coreográfico marcado pela circularidade, repetições, ciclos, mandalas, loopings e espelhamentos.
 

Além disso, a Cia apresentará em todos os domingos,entre os dias 05/11 a 10/12, sempre as 16h, o nosso espetáculo infantil,  “Instagrimm, os contos dos irmãos Grimm em stories”.

Esse espetáculo infantil, foi a primeira produção da Cia sob a direção artística de Alex Soares, que também assina a coreografia e videos. Criado em 2018, já foi encenado em diversos locais e chega para esta temporada.

 

 

Quando?

REM / COUP de GRACE / DANCA PRA LUA

04 e 11/11 sábados 

Horário: 20h

 

INSTAGRIMM05 e 10/12 domingos 

Horário: 16h  

Classificação: Livre

Onde? SESC Santo Amaro - Teatro 

Endereço: Rua Amador Bueno, 505 – Santo Amaro, São Paulo – SP

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SÃO PAULO COMPANHIA DE DANÇA
EMBARCA PARA ALEMANHA E FRANÇA
E ENCERRA SUA TURNÊ INTERNACIONAL 2023 

 

 

São Paulo Companhia de Dança (SPCD) -está de volta aos palcos dos teatros europeus para encerrar sua turnê internacional de 2023. Entre os meses de novembro e dezembro, a Companhia – que completa 15 anos de funcionamento em 2023 - circula por quatro cidades na Alemanha e seis cidades na França, por onde mostrará a diversidade de seu repertório. No primeiro semestre, foi a cidade de Baden-Baden que recebeu o elenco pela 3ª vez em sua história.

 

O primeiro destino é a Alemanha, onde a Companhia apresentará em três – das quatro – cidades o programa com as obras Cartas do Brasil, de Juliano Nunes; Anthem, de Goyo Montero; e Umbó, de Leilane Teles. São elas, Fürth, entre 1 e 5 de novembro no palco do Stadttheater Fürt; Wolfsburg, em 7 de novembro, no Scharoun-Theater Wolfsburg; e Colônia, nos dias 9 e 10 de novembro, no palco do Staatenhaus Saal 1. Por fim, a Companhia se despede da Alemanha com espetáculo no dia 14 de novembro, na cidade de Fürstenfeldbruck, onde se apresenta pela 1ª vez, no Veranstaltungsforum Fürstenfeld. Na data, o repertório conta com Cartas do Brasil, de Juliano Nunes; Anthem, de Goyo Montero; e Agora, de Cassi Abranches.

 

Na sequência, é a vez de embarcar para a França, onde ainda em novembro, nos dias 28 e 29, a Companhia chega em Grenoble para apresentar Só Tinha de Ser com Você, de Henrique Rodovalho; Agora, de Cassi Abranches; Ngali, de Jomar Mesquita; e Umbó, de Leilane Teles, no palco da Maison de la Culture de Grenoble (MC2). Em dezembro, no dia 2, é a vez da cidade de Saint-Étienne receber Só Tinha de Ser com Você, de Henrique Rodovalho; Partita, de Stephen Shropshire; Pássaro de Fogo, de Marco Goecke; e Umbó, de Leilane Teles, no Grand Théâtre Massenet. O mesmo repertório poderá ser visto em Mérignac, no dia 7 de dezembro, no Le Pin Galant, e em Biarritz, em 9 de dezembro, no Gare Du Midi. Entre 12 e 17 de dezembro, a São Paulo Companhia de Dança se apresenta em Lyon, na Maison de la Danse com o programa composto por Cartas do Brasil, de Juliano Nunes; Umbó, de Leilane Teles; Partita, de Stephen Shropshire; e Só Tinha de Ser com Você, de Henrique Rodovalho. O mesmo repertório encerra a turnê entre os dias 19 e 21 de dezembro, em Annecy.

 

As turnês internacionais da São Paulo Companhia de Dança acontecem desde 2010. Ao todo, a SPCD já realizou 208 apresentações no exterior, somando um público de mais de 250.000 pessoas.

 

“É sempre um prazer levar a nossa dança, a dança do nosso país, para os palcos internacionais. Especialmente este ano, em que celebramos 15 anos de atividades da São Paulo Companhia de Dança, expandir o alcance da nossa arte é mais do que nunca a validação da excelência do nosso trabalho em um mercado exigente e competitivo. Além disso, a turnê é uma importante fonte de captação de recursos para a ampliação das atividades em nosso Estado e para a produção artística”, comenta Inês Bogéa, diretora artística da São Paulo Companhia de Dança.

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LUGAR INVENTADO 

ESTREIA NO SESC COPACABANA

 

Para onde você quer ir? Essa pergunta é o ponto de partida do espetáculo LUGAR INVENTADO, selecionado pelo Edital de Cultura Sesc RJ Pulsar, que propõe a criação de um lugar imaginado, um diálogo entre palavras, corpo e espaço, a partir de um dispositivo sonoro de entrevistas feitas com a sociedade. A instalação coreográfica estreia dia 9 de novembro, quinta-feira, às 20h30, no Mezanino do Sesc Copacabana.

 

LUGAR INVENTADO, tem concepção, criação e direção de Ivana Menna Barreto, junto aos criadores-intérpretes João Victor Cavalcante, Juliana Brisson e Marjory Leonardo. O espetáculo, fruto de uma pesquisa sobre migrações, iniciada em 2019, e da ideia e do sentimento de que o lugar onde se está é inventado pelas relações que criamos, instala um dispositivo sonoro no mesmo ambiente onde os artistas irão performar. As vozes coletadas em entrevistas realizadas com moradores de várias cidades e países, respondem à pergunta: para onde você quer ir?

 

No espaço da instalação, os criadores-intérpretes criam movimentos a partir das vozes dos mais de 25 entrevistados. De diferentes trajetórias artísticas, João Victor Cavalcante, Juliana Brisson e Marjory Leonardo apropriam-se das falas para criar caminhos e outros lugares no espaço.

 

A obra tem duração de 75 minutos, sendo 30 minutos de instalação sonora e 45 minutos de performance com os criadores-intérpretes. O espectador pode fruir o trabalho no tempo que desejar: acompanhando-o integralmente ou saindo a qualquer momento. As portas da sala serão fechadas no momento da performance, quando o limite máximo de 60 pessoas no espaço Mezanino do Sesc Copacabana for atingido.

 

Para Ivana Menna Barreto, a instalação coreográfica mescla palavra e movimento para trazer à cena a memória. “LUGAR INVENTADO é uma tentativa de resposta à dificuldade que temos, hoje, de imaginar um futuro – por isso o trabalho solicita, e registra, os testemunhos de muitas vozes. Os caminhos entre o lugar onde estamos e aquele que queremos são inventados a partir de uma necessidade e de um desejo, há outra paisagem e outro futuro quando tomamos uma posição em determinado momento, criando novas relações entre as pessoas e os lugares”, diz a diretora.

 

LUGAR INVENTADO  foi realizado numa primeira versão em 2019 no Sesc Avenida Paulista, em São Paulo, com outros artistas (Clara Anastácia, Eduardo Hermanson e Tony Hewerton). Em 2022 Ivana Menna Barreto e a coreógrafa francesa Youtci Erdos desenvolveram uma outra versão do trabalho na residência artística “Para onde você quer ir?” no Festival Ouverture Exceptionnelle em Grenoble (França) e no Sesc Pinheiros (São Paulo), com base em depoimentos colhidos na França e no Brasil. O resultado da residência foi apresentado durante o festival em Grenoble (outubro 2022), depois no Sesc Pinheiros (dezembro 2022), e no Teatro Cacilda Becker (final de dezembro 2022), com patrocínio do Edital Retomada Cultural RJ 2, da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do RJ.

 

Quando e Onde

De 9 a 19 de novembro, quinta-feira a domingo às 20h30.

Mezanino do Sesc Copacabana – Rua Domingos Ferreira, 160 – Copacabana, Rio de Janeiro. Telefone: (21) 2547-0156. Bilheteria: terça a sexta-feira das 9h às 20h e sábado, domingo e feriado das 14h às 20h.

75 minutos | 14 anos | 60 lugares | De R$ 7,50 a R$ 30,00.

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Encontro da Dança – Cias e Coreógrafos


O novo Festival vai reunir os grupos de dança mais expressivos e ativos no Rio de Janeiro e no Brasil, numa demonstração de união, participação e construção para estabelecer uma reflexão sobre a importância da dança, no estado e na cidade do Rio de Janeiro. Os espetáculos ficam em cartaz de 10 a 19 de novembro e os ingressos já estão disponíveis.

 

“O Rio de Janeiro sempre irradiou sua cultura por nosso país e influenciou outros artistas. No entanto, nos últimos anos, o Rio tem perdido esse protagonismo e nos cabe resgatar esse prestígio, mostrando que existe força e união na nossa classe artística.", destaca Dalal Achcar. Focando na parceria com coreógrafos e Cias, ela tem o objetivo de trazer frescor e um ar mais plural para o mercado do ballet no Brasil. Dalal ressalta ainda a importância do intercâmbio entre as companhias, um movimento muito comum na Europa: “É importante para firmar a força da dança. O processo de criação é uma constante troca.” 

 

Para a primeira edição do encontro foram convidadas cinco companhias e coreógrafos em atividade na cena carioca ao longo das últimas décadas e que trazem a representatividade de diversas vertentes da dança. Nos dias 10, 11 e 12 de novembro, se apresentam Alex Neoral/ Focus Cia de Dança, Cia Regina Miranda & AtoresBailarinos e a Cia de Ballet Dalal AchcarNo fim de semana seguinte, dias 17, 18 e 19 de novembro, sobem ao palco Renato Vieira/ Renato Vieira Cia de Dança, Giselle e Flávia Tápias /Espaço Tápias, Ballet do Theatro Municipal do RJ e a Cia de Ballet Dalal Achcar.

 

Programação “Encontro da Dança – Cias e Coreógrafos”:

 

Focus Cia de Dança (Alex Neoral), Cia Regina Miranda & Atores Bailarinos (Regina Miranda) e a Cia de Ballet Dalal Achcar

Dias 10 e 11 de novembro (sexta e sábado), às 20h 

Dia 12 de novembro (domingo), às 17h

Duração: 1h45 (com intervalo)

 

Renato Vieira Cia de Dança (Renato Vieira), Espaço Tápias (Giselle e Flávia Tápias), Ballet do Theatro Municipal do RJ e a Cia de Ballet Dalal Achcar

Dia 17 e 18 de novembro, sexta e sábado, às 20h

Dia 19 de novembro, domingo às 17h

Duração: 2h (com intervalo)

 

Classificação Livre. 

 

Local: Teatro Prudential - Rua do Russel, nº 804 - Glória – RJ

 

Plataforma de vendas: www.sympla.com.br 

(os valores dos ingressos variam de R$25 a R$80).

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O QUE TE TRANSBORDA?
Solos de dança flamenca contemporânea




Até 18 de novembro, a Oficina Cultural Oswald de Andrade, em São Paulo, receberá o espetáculo gratuito “O QUE TE TRANSBORDA? Solos de dança flamenca contemporânea”, com direção da bailarina e coreógrafa Ale Kalaf. As apresentações ocorrerão durante duas semanas (8 a 11/11 e 15 a 18/11) e integram o projeto contemplado pela 33ª edição do Programa Municipal de Fomento à Dança para a cidade de São Paulo, que prevê a circulação de espetáculos até fevereiro de 2024.

 

Esta mostra de trabalhos solos de dança é resultado da oficina em que 16 profissionais conceituados da Dança Flamenca, oriundos de diferentes lugares do Brasil, foram instigados a pensarem novos sentidos compositivos para um solo sobre si, exaltando e trabalhando a confiança na potência de ser singular. Esse processo culminou em uma revolução do pensamento sobre a criação em Dança Flamenca feita por artistas brasileiros.

 

Na primeira semana (8 a 11/11), participam os seguintes artistas com seus espetáculos solos: Ana Nicolau; André Pimentel; Fabiana Ghisolfi; Isadora Nefussi, Josi Azevedo, Maissa Bakri e Ximena Espejo. Na semana seguinte (11 a 18/11), Beatriz Carrazza; Carol Ferrari; Deborah Nefussi; Fernanda Viana; Jemima Ruedas; Maira Vitale; Nina Molinero e Priscila Grassi estarão no centro do palco.

 

PESQUISA: O QUE TE TRANSBORDA?

Com essa pergunta, nos quatro meses de pesquisas, a oficina dirigida pela bailarina e coreógrafa Ale Kalaf, em parceria com todas as profissionais convidadas, propôs a desconstrução de dogmas e valores tão impregnados na linguagem flamenca, ao mesmo tempo que abriu espaço para a construção de novos saberes, expondo diferentes caminhos para o universo flamenco brasileiro. O foco foi fomentar a criação em dança, um pensamento sobre ela, a criação de uma nova dramaturgia para o corpo flamenco e o impulsionamento da pesquisa de novos criadores.

 

Quando e Onde

8 a 18/11, quarta a sexta, às 19h30, sábados e feriados 18h

OFICINA CULTURAL OSWALD DE ANDRADE

Rua Três Rios, 363 - Bom Retiro

Entrada Gratuita

Retirada de ingressos 1h antes

Classificação indicativa 12 anos

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Companhia Three Tours apresenta espetáculo
“China: arte e magia” em São Paulo

 

Para celebrar e divulgar a magia da Cultura Chinesa no Brasil, a Companhia Three Tours na China volta ao país como uma das atrações da agenda comemorativa do 15º aniversário do Instituto Confúcio na Unesp. Com Entrada gratuita, a apresentação do “China: arte e magia” acontecerá no próximo dia 14 de novembro, a partir das 19h, no Memorial da América Latina, em São Paulo. A entrada é gratuita, mediante retirada antecipada de ingressos pelo Sympla.

 

 

Desta vez, o tema que norteia o aclamado espetáculo, que já passou por países como Estados Unidos, Colômbia, Polônia, Indonésia, Equador e Eslováquia, é “Meus Amigos Chineses e Eu”.  Durante a apresentação, o público poderá conferir exibições de artes marciais, danças do dragão e do leão, danças clássicas e folclóricas, bem como apresentações de músicas tradicionais, cantos folclóricos, demonstrações de caligrafia e desfiles de hanfu e qipao (trajes tradicionais chineses), entre outras atrações.


Quando e Onde
Data: 14 de novembro de 2023  

Horário: A partir das 19h 

Local: Auditório Simón Bolívar do Memorial da América Latina (Avenida Mário de Andrade, 664, Barra Funda, São Paulo)

Classificação etária: A partir de 7 anos de idade.

Duração: Aprox. 75 minutos

Entrada franca, via retirada prévia de ingressos pelo Sympla. 

Link para retirada de ingressos: https://www.sympla.com.br

 

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A Cia Paulista de Dança,

com Direção Artística de Adriana Assaf apresenta

 

GISELLE

 

Um dos maiores clássicos de toda a história do ballet,

espetáculo de repertório será apresentado

de 17 a 26 de novembro, no Teatro Sérgio Cardoso



A Cia Paulista de Dança, com Direção Artística de Adriana Assaf, apresenta GISELLE, obra prima do romantismo que estreou na Ópera de Paris em 1841, com coreografia de Jules Perrot e Jean Coralli e imediatamente se tornou um dos mais famosos e populares ballets do mundo. A obra foi composta por Adolphe Adam sobre um libreto de Jules-Henri Vernoy de Saint-Georges e Théophile Gautier. 

 

GISELLE é uma história de amor, traição, perdão e redenção. Esta remontagem é assinada por Adriana Assaf. A história do ballet Giselle é uma história de amor, traição, perdão e redenção, contada em dois atos. O espetáculo gira em torno da história da jovem camponesa Giselle, que é enganada e morre de amor, voltando para vingar-se do amante traidor na forma de uma Willi, que no argumento original são as jovens noivas virgens que saem à noite de suas tumbas para atrair com sua dança homens para a morte.

 

ATO I
A história acontece em uma pequena vila da Europa no século XIX. Giselle é uma jovem camponesa apaixonada pela dança, que vive com sua mãe viúva. Ela se apaixona por um jovem chamado Albrecht, que finge ser um camponês para conquistar seu coração. Giselle se apaixona profundamente por ele e eles planejam se casar. Entretanto, Giselle descobre que Albrecht é, na verdade, um nobre prometido em casamento a outra mulher, Bathilde. Devastada com a traição de Albrecht, Giselle enlouquece e morre de tristeza e decepção.

 

ATO II
Giselle se torna uma Wilis, o espírito de uma noiva abandonada que dança à noite em busca de vingança contra os homens que a enganaram. A rainha das Wilis, Myrtha, ordena que Giselle dance com Albrecht até a morte. No entanto, Giselle ainda ama Albrecht e o perdoa. Ela salva Albrecht de dançar até a morte convocando a ajuda dos espíritos da natureza e lhe concedendo o perdão final. Giselle, então, retorna à sua sepultura, deixando Albrecht para lamentar a perda de seu amor.


Quando e Onde

Temporada: de 17 a 26 de novembro
17/11 às 20h30 | 18/11 às 16 e 20h30 | 19/11 às 16h | 24/11 às 20h30 | 25/11 às 16h e 20h30 | 26/11 às 16

Ingressos: entre R$ 25 e R$ 50

Venda online pela Sympla: https://www.sympla.com.br

Bilheteria do teatro: das 14h até o início de cada sessão

Teatro Sérgio Cardoso | 835 lugares
Endereço: Rua Rui Barbosa, 153 / Bela Vista - São Paulo/SP
Informações: (11) 3288.0136
Teatro com acessibilidade
*Foto - R. Livi

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CORPO DE DANÇA DO AMAZONAS COMEMORA 25 ANOS

 


CDA atualmente dirigida por Mário Nascimento e conta com uma trajetória com mais de 60 espetáculos e premiações nacionais e internacionais.
O Corpo de Dança do Amazonas comemora 25 anos, neste ano de 2023, com uma programação diversa que celebra essa data ímpar. Fundada pelo Governo do Estado do Amazonas, gerenciada através da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, a companhia se destaca pelo seu trabalho e originalidade, levando em consideração em suas criações a singularidade da Amazônia. São mais de 60 obras realizadas com a colaboração de artistas convidados do Brasil e do exterior, que mostram a diversidade cultural local por meio da pluralidade da dança contemporânea.


Diretor artístico do CDA, destaca a hegemonia e o fruto de um trabalho multiprofissional “O Corpo de Dança do Amazonas é hoje uma das três melhores e maiores companhias do Brasil. Há quem diga que está localizada ‘fora do eixo’, mas o eixo está cada vez mais focado aqui na Amazônia”, diz Mário Nascimento
Só neste ano o CDA esteve em temporada em São Paulo e Belo Horizonte pelo Prêmio Funarte Circulação e Difusão em Dança nos eventos “Abril para dança 2022 - SP”, “Virada Cultural - SP”, “Simpósio Internacional de Dança - BH” e mais recente “Circulação Amazônia - CDA 25 Anos” no Rio de Janeiro pelo Programa de Ocupação Caixa Cultural e “Mostra Giro Dança” em Goiânia - GO .


Entre os dias 14 a 17 de Novembro a companhia retorna ao palco do Teatro Amazonas para a estreia da remontagem de “Floresta do Amazonas” da coreógrafa Sumaia Farias, às 20h, com entrada gratuita, que será acompanhada da Orquestra Amazonas Filarmônica com Música de Heitor Villa-Lobos com regência do Maestro Marcelo de Jesus, em comemoração aos 25 anos da companhia.


Neste ano de 2023, na série de atividades comemorativas, a companhia também estreou os espetáculos “Caput - Art. 5” de Jorge Garcia e “Nowhê” da coreógrafa amazonense e ex -bailarina e assistente de coreografia do CDA, Yara Costa.


CDA ao longo dos anos passou por algumas direções artísticas, dentre elas a de Joffre Santos (1998 a 2002) e Ivonice Satie (2022 a 2005), in memoriam. Monique Andrade (2006 a 2014) em sua fala destaca a ascensão nacional e internacional da companhia: “quando estive à frente do Corpo de Dança do Amazonas busquei construir uma programação, onde o elenco experimentasse o ecletismo técnico e artístico com coreógrafos convidados, além de importantes circulações”.
Já Getulio Lima (2014 a 2019) destaca a relação do CDA com a sociedade e a educação com a criação dos projetos “Dança, Arte, Escola - Espetáculo Didático” e “CDA de Portas Abertas” executados até hoje, no qual corrobora: “No momento em que o Corpo de Dança do Amazonas - CDA comemora 25 anos ainda se faz necessário afirmarmos sua importância como um espaço que promove a experiência estética, a produção de sentidos e sua contribuição na formação, na reflexão e na fruição da arte. Inúmeros são os motivos que me impulsionam a afirmar isso, pois foram duas décadas destinadas a essa companhia que tanto contribuiu na minha formação como ser humano e artista”.
Para o secretário de Cultura e Economia Criativa, Marcos Apolo Muniz, o CDA segue uma projeção crescente no cenário nacional, com apresentações nas principais salas de cultura, reconhecimento do público, da crítica e formadores de opinião. “O Corpo de Dança do Amazonas teve a sua trajetória coroada, comprovando que a dança é um elemento transformador, que consegue dialogar com outras mídias, abordar questões ambientais, relembrar os povos originários e outros temas relevantes da cultura”, avalia o secretário.
“É um momento muito positivo para a dança do Amazonas, de fortalecimentos dos corpos artísticos e que, certamente, vai perdurar com futuros projetos”, complementou Marcos Apolo.

 

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Coreógrafa brasileira Tamara Catharino comanda a abertura dos jogos Pan-Americano Santiago 2023
A especialista em Composição Coreográfica
irá dirigir a cerimônia que acontecerá no dia 20 de outubro, no Chile

 
O Pan-Americano Santiago 2023 começa dia 20 de outubro e a brasileira especialista em Composição Coreográfica, Tamara Catharino, é a responsável pela cerimônia de abertura dos jogos. Este estilo performático consiste em criar imagens e efeitos através dos movimentos de grupos em larga escala. Mostrando que entende do assunto, a performer já trabalhou nas cerimônias das Olimpíadas Rio 2016, Pan-Americano Lima 2019, Copa do Mundo Qatar 2022 e a Copa Africana de Nações 2022, em Camarões. 
O Pan 2023 acontecerá na capital do Chile, de 20 de outubro a 5 de novembro, e promete ser o maior do século. A expectativa é de mais de cem medalhistas olímpicos competindo nos jogos. Isso porque o evento não ocorrerá durante nenhum Campeonato Mundial, proporcionado, assim, o maior número de vagas olímpicas da história. 
Em preparações finais para a abertura, Tamara mantém o segredo sobre o espetáculo. “O que posso falar é que terão muitos elementos artísticos e surpresas para poder tornar esse momento único. Vocês podem esperar um grande show”, garante a artista. 


Tamara Catharino iniciou seus trabalhos em coreografias de larga escala durante as Olimpíadas do Rio, em 2016. Em uma jornada de 6 meses, com raras folgas, a artista viveu de perto os ensaios e se apaixonou por este tipo de trabalho artístico. Pouco depois, em 2019, a coreógrafa saiu pelo mundo expressando a sua arte, já com conhecimento e propriedade no assunto. No Pan Americano em Lima, trabalhou como assistente de coreografia massiva. “Foi enriquecedor poder trabalhar com profissionais que tinham a voz sobre a própria cultura e que me ensinaram muito sobre os costumes locais”, relembra. 


A cada projeto novo Tamara busca entender a singularidade de cada povo e cada cultura. Na Árabia Saudita e nos Emirados Árabes, a coreógrafa refletiu  sobre o papel da mulher na sociedade. Ela conta que, procurando respeitar os costumes e a religião predominante na Arábia Saudita, conseguiu proporcionar uma das primeiras apresentações, dirigida por uma mulher, com um grupo apenas do gênero feminino. Este marco aconteceu durante o Riyadh Opening Season 2021.  Com toda essa bagagem profissional, o público, no Chile e na transmissão ao vivo, pode esperar um espetáculo inesquecível.

 

Sobre Tamara Catharino: apaixonada por dança desde os 5 anos de idade, Tamara é dançarina, coreógrafa, performer e diretora especialista em Composição Coreográfica. Formada em Dança pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), pós-graduada em Artes Performativas pela PACAP2, em Lisboa e mestranda em Artes Visuais na UFRJ, a artista já trabalhou em projetos diversos antes de se especializar em eventos esportivos, a partir de 2016.
 

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Balé da Cidade de São Paulo

estreia nova temporada sob direção de Alejandro Ahmed
Apresentações no Theatro Municipal tem início

nesta quinta-feira (19) e vão até o dia 27 de outubro

 

A companhia, que completou 55 anos em 2023, apresenta “Sixty Eight em Axys Atlas”, de Alejandro Ahmed, baseada na obra de John Cage, e “Variações”, de Davi Pontes, artista que integra o elenco da 35ª Bienal de São Paulo no Pavilhão do Parque Ibirapuera até 10 de dezembro.


Ambos os trabalhos investigam as potencialidades do corpo humano enquanto aparato de movimento e questionam os simbolismos atribuídos pelo senso comum a seus direcionamentos.

 

Ahmed, que assumiu no mês de agosto a direção artística, assina agora a primeira temporada na direção do corpo artístico do Theatro Municipal. O artista, nascido no Uruguai, mas no Brasil desde os três anos, é reconhecido pela trajetória como coreógrafo residente, diretor artístico e bailarino da companhia Cena 11, em Florianópolis.
Se na apresentação de 2022 os instrumentos eram executados pelos músicos da Orquestra Sinfônica Municipal sob a regência de Alessandro Sangiorgi, desta vez quem fica a cargo da execução da partitura algorítmica de John Cage é o coletivo mineiro O Grivo. Em diálogo com a peça, eles recriam, por meios eletrônicos, os processos de indeterminação desta obra, assim como a duração dos mesmos sons e dos silêncios.

 

“Variações”

Na obra, o coreógrafo e pesquisador Davi Pontes explora as capacidades radicais do ato de fazer uma pose. O carioca graduou-se em Artes pela Universidade Federal Fluminense e é mestre em Artes pela mesma instituição.


Com 31 bailarinos em cena se revezando em uma plataforma, eles executam imagens de arquivos pessoais que se repetem e se recombinam, desafiando formas de viajar no tempo e a linearidade. Um jogo que brinca e questiona, aponta e esgarça os limites e perigos de uma história única. Os ingressos estão à venda e os valores vão de R$ 12 a R$ 84. A classificação indicativa é de 18 anos.

 


 

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17ª World Ballet Competition
 

A final mundial tem nova data de 22 a 27 de abril de 2024 - Orlando, Flórida, EUA

Experimente a principal competição internacional de dança conhecida por sua estrita adesão às regras e justiça, usando um sistema de pontuação em tempo real.

Os bailarinos competem por prêmios em dinheiro, bolsas de estudo e ofertas de emprego, avaliados em mais de US$ 300 mil dólares!
 

As inscrições serão aceitas de 23 de outubro a 10 de janeiro, enquanto as vagas e inscrições estiverem disponíveis.
 

O concurso está aberto a bailarinos de 9 a 24 anos nas categorias: Introdutório ao Profissional (Solista), Conjunto e Coreografia.
 

Para saber mais, visite www.worldballetcompetition.com

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Companhia de Danças de Diadema realiza o
Bailando nas Escolas em EMEBs da cidade



A Companhia de Danças de Diadema realiza, até o dia 06 de novembro de 2023, o Bailando nas Escolas em seis Escolas Municipais de Educação Básica da cidade, com atividades nos dois turnos letivos de cada uma delas.

 

O evento inclui apresentação do espetáculo infantil Nas Águas do Imaginar - coreografia de Ton Carbones e elenco - e uma vivência em dança reunindo alunos e professores.

 

As escolas contempladas são: EMEB Cecília Meireles (09/10, às 10h e 14h), EMEB Carlos Drummond de Andrade (20/10, às 10h e 14h), EMEB Cândido Portinari (26/10, às 10h e 13h30), EMEB Dr. Humberto Marouelli Mendonça (27/10, às 10h e 14h), EMEB José Rodrigues Pinto (30/10, às 10h e 13h30), EMEB Santo Dias da Silva (31/10, às 10h e 13h30) e EMEB Tom Jobim (06/11, às 10h e 14h).

 

O Bailando nas Escolas é uma caravana de dança que envolve vivência e difusão por meio de em uma circulação pelas escolas públicas da cidade, realizada pelos profissionais de dança da Companhia de Danças de Diadema. Nesta atividade, crianças, adolescentes, professores e os bailarinos da Companhia desenvolvem interações por meio de ações de corpo e movimento que conjugam vivências em dança e apresentações do repertório da Companhia.

 

A caravana Bailando nas Escolas integra as ações do projeto Bailando em Cirandas - Etapa IV, viabilizado com incentivo da Waelzholz Brasmetal por meio do ProAC ICMS, da Secretaria de Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo. A Companhia de Danças de Diadema tem apoio da Prefeitura do Município de Diadema, Secretaria de Cultura e Secretaria de Educação de Diadema e Associação Projeto Brasileiro de Dança.

 

Sobre Nas Águas do Imaginar 

 

No enredo de Nas Águas do Imaginar, uma criança é surpreendida, na hora de dormir, por seres fantásticos que surgem no quarto, instigando sua imaginação. Ávida pela diversão, ela se arma de coragem e muita criatividade para embarcar em uma viagem ao mundo do imaginar. No início da viagem, as roupas jogadas pelo quarto vão ganhando vida, dançando e se organizando. Como se estivesse sonhando ela sai da cama, os objetos do quarto se transformam e a aventura começa. Surgem Piratas engraçados e atrapalhados; uma Polvo aparece junto com agitadas criaturas Siamesas; um Caçador e uma Sapa planejam roubar a imaginação da criança, ajudados por seres misteriosos, deslizantes e muito suspeitos; no fundo do mar, um navio é comandado pela capitã Polvo e seus Piratas. Enquanto a criança se diverte com brinquedos que ganham vida, transformações mágicas, amigos imaginários e personagens que emitem sons curiosos, o caçador coloca em prática o plano de roubar sua imaginação, mas ele não contava com a astúcia das Siamesas que mostram que a imaginação não pode ser roubada.

 

FICHA TÉCNICA - Direção geral: Ana Bottosso. Coreografia: Ton Carbones e elenco. Assistência de direção e produção administrativa: Ton Carbones. Assistência de coreografia: Carolini Piovani. Concepção musical: Luciano Sallun. Concepção figurino: Salomé Abdala. Cenografia e adereços: Ateliárea - Daniel Sapiência e Paula Martins. Assistência de produção e sonoplastia: Jehn Sales. Intérpretes criadores: Carol Piovani, Daniele Santos, Felipe Julio, Flávia Rodrigues, Guilherme Nunes, Noemi Esteves, Leonardo Carvajal, Thais Lima e Ton Carbones.

 

Quando e Onde

 

20/10 - Sexta, às 10h e 14h - EMEB Carlos Drummond de Andrade

Rua Plínio Salgado, 131 - Jd. Casa Grande - ZL.

 

26/10 - Quinta, às 10h e 13h30 - EMEB Cândido Portinari

Rua Cândido Portinari, 7 - Jardim Portinari - ZL.

 

27/10 - Sexta, às 10h e 14h - EMEB Dr. Humberto Marouelli Mendonça

Rua Maria Helena, 331 - Piraporinha - ZL.

 

30/10 - Segunda, às 10h e 13h30 - EMEB José Rodrigues Pinto

Rua Sebastião Fernandes Tourinho, 60 - Vila Nogueira - ZL.

 

31/10 - Terça, às 10h e 13h30 - EMEB Santo Dias da Silva

Rua 26 de Abril, 301 - Canhema - ZN.

 

06/11 - Segunda, às 10h e 14h - EMEB Tom Jobim

Avenida Dom João VI, 926 - Canhema - ZN.

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Sexta edição da Mostra de Dança Itaú Cultural aborda o corpo-memória, dando luz à diversidade ancestral e à pluralidade de corpos

 

O Itaú Cultural realiza de 26 de outubro a 5 de novembro (sempre de quinta-feira a domingo) a sexta edição da Mostra de Dança, cuja temática atualiza este gênero na contemporaneidade reverberando o corpo-memória. Inspirada pelo conceito de tempo espiralar, criado pela ensaísta Leda Maria Martins para captar temporalidades não-lineares, misturando passado, presente e futuro, a programação volta-se às ancestralidades e à escuta de corpos plurais, reunindo convidados do Amazonas, Bahia, Ceará, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro, São Paulo e Chile para 13 apresentações, que acontecem no palco e na calçada em frente ao IC, dentro do projeto Arte na Rua.

 

Estão programados, ainda, encontros com especialistas da dança, sempre após a última apresentação da noite, e dois momentos de prática em um exercício de traduzir essa memória em movimento.

 

Os ingressos são gratuitos e disponibilizados semanalmente a partir da quarta-feira anterior às apresentações. As reservas devem ser feitas pela plataforma INTI (acesso pelo site www.itaucultural.org.br).

 

A Mostra de Dança começa no dia 26 (quinta-feira), às 20h, com dupla programação na Sala Itaú Cultural. A intérprete e coreógrafa paulista Eliana de Santana, diretora do grupo E² Cia de Teatro e Dança, abre a noite com o espetáculo Tudo Que é Imaginário Existe e Tem. O título norteia o conceito do espetáculo e se inspira em frase dita pela catadora de lixo Estamira Gomes de Sousa, conhecida por sua fala profética registrada no filme-documentário Estamira (2004), de Marcos Prado.

 

Neste solo, Eliana aprofunda a pesquisa da palavra, escrita ou cantada, como referência para as diversas possibilidades de construção no corpo ou na cena. Assim, transforma em movimentos e gestos a força das palavras de Estamira, um legado deixado por ela como testemunho de sua visão de mundo.

 

O segundo espetáculo é DeCor, da mineira Denise Stutz, radicada no Rio de Janeiro. A artista traz em seu corpo a memória e as relações da sua identidade na dança, na cena e no movimento. Segundo ela, este é o ponto de partida para se permitir brincar com o espaço e o tempo, fazendo da dança um jogo de imaginação. A artista transforma o espectador em parceiro dessa ação e o convida a ter um olhar de contemplação, imagens e pensamentos.

 

Após as apresentações, como acontecerá em todos os dias da mostra, a noite encerra com a conversa Pulsações, encontro para refletir sobre as reverberações de cada dança. Reunindo o público e os artistas, tem mediação de um convidado especial. Neste dia é o artista, educador e pesquisador em artes da cena Kleber Lourenço.

 

Na sexta-feira, 27, a mostra também apresenta dois espetáculos seguidos, a partir das 20h. Aqui, o corpo trans e o corpo não-binário são o centro. Artista baiana travestigênere, como ela se identifica, Alice Casagrand apresenta Entre o Corte da Navalha e o Sangue da Rosa. A obra questiona o olhar hipersexualizado e não-digno de afeto sobre os corpos travestis. O debate é relevante no Brasil – país que mais mata pessoas trans e, paradoxalmente, o que mais consome pornô trans.

 

Na sequência, o palco é do solo Bruta, com os chilenos da Compañía Amateur. Interpretado pelo performer Habib De la Jara, explora os limites corporais de um ser não-hegemônico. A obra, realizada em coprodução com a Fundación Santiago Off, busca a relação limite-corpo, desde o excesso físico, mental e fantasioso, para confrontar os espectadores com esses conceitos diante de um corpo brutal, puro e desenfreado.

 

A conversa Pulsações da noite recebe como mediadora Gal Martins, artista e pensadora em dança, criadora e diretora artística da Cia Sansacroma.

 

No sábado, 28, também às 20h, a Mostra de Dança tem sessão única e apresenta Sempre Mais que Um, com direção do paulista Marcus Moreno. A obra questiona como produzir um espaço de afeto coletivo. Nesta busca por respostas que possam ser construídas pela fisicalidade, os corpos de cinco intérpretes materializam imagens e são diluídos com o espaço em uma busca permanente por atualizar o momento presente. A proposta é pensar o “eu” do agora é o “eu” de muitos, atravessado por matérias, memórias, ancestralidades. “O eu é o outro, e é capaz de acionar distintas constelações a cada novo encontro”, observa ele.

 

Após a apresentação, o artista Kleber Lourenço volta à programação para mediar a conversa de reflexão sobre o espetáculo.

 

A primeira semana da programação fecha no dia 29, domingo, às 19h, com Corpos Turvos, primeira obra da trilogia em dança-tragédia criada pelo Coletivo CIDA, do Rio Grande do Norte. A peça coreográfica explora, por meio da dança, temáticas relacionadas à estigmatização, desumanização, extermínio e invisibilidade que afetam as pessoas negras, a comunidade LGBTQIAPN+, as pessoas com deficiência, as mulheres, os povos originários e aqueles que convivem com o HIV ou AIDS.

 

Este é o ponto de partida para trazer à tona a discussão sobre os corpos que frequentemente são reduzidos a simples marcadores sociais. Assim, a obra declara a urgência da sobrevivência, pede por empatia, grita por socorro para que esses corpos deixem de ser números. Na sequência, Gal Martins faz novamente a mediação do encontro Pulsações.

 

Memória, abandono e ancestralidades

A segunda semana da sexta edição da Mostra de Dança do Itaú Cultural começa no feriado de 2 de novembro (quinta-feira), às 19h, recebendo a coreógrafa Mariana Muniz, pernambucana residente em São Paulo, com D’Existir. Este trabalho cênico em dança/teatro tem como referência poética o texto Mal Visto Mal Dito, de Samuel Beckett. Mariana construiu uma dramaturgia que sustenta uma confusão voluntária entre jogo ficcional, sua memória de artista e a articulação precisa de gestos e paragens. Trata-se de uma viagem imaginária pelo tempo, de um corpo que se questiona e se revê em sua trajetória cênica. Ao final da apresentação a ação formativa Pulsações tem o professor e pesquisador Rodrigo Monteiro como mediador na conversa com a artista e o público sobre o espetáculo.

 

Na sexta-feira, 3, às 20h, o coreógrafo paulista Marcos Abranches exacerba no corpo a solidão, o fracasso, a tristeza e a desesperança frente às atrocidades da vida, por meio do solo Canto dos Malditos. Ele leva para a cena seus conflitos e questões sobre o homem e a sua inconsistência, sobre a precariedade das relações que não se completam, sobre o amor e o abandono, o canto de todos os malditos.

 

A desestética do movimento na apresentação é sentida pelo abandono e pela rejeição, entendendo que o alívio está no amparo do amor. O espetáculo é o tema central do Pulsações desta noite, em novo encontro mediado por Rodrigo Monteiro.

 

Em mais uma noite com dupla sessão, a programação no sábado, dia 4, tem início às 20h, com Movendo o Solo de Terrenos Submersos, do artista da dança Neemias Santana, da Bahia. A apresentação envolve consciência, memória, linguagem e banzo, a nostalgia sentida pelos negros trazidos forçadamente da África. Para tanto, o artista organiza um rito para emergir em seu corpo o registro de danças que o constituem e se desenvolve a partir da mescla de danças afro diaspóricas, como o samba de caboclo, ilu, pagode baiano, funk carioca, rumba, krump e ijexá. 

 

A ancestralidade também conduz CorpoCatimbó, que o multiartista e pesquisador cearense Zé Viana Junior apresenta em seguida. O espetáculo parte do desejo de ser “corpo-fumaça” e abrir portais nas frestas encantadas da Jurema Sagrada, incorporando espirais energéticas das entidades próprias deste ritual – mestres, mestras, caboclos, pretos velhos e outros –, em busca de uma poética catimbozeira. É um corpo ancestral na encruzilhada, saravando a potência desse encontro/reencontro entre a cena e o encantamento ritual. As apresentações são tema da conversa que acontece ao final, guiada mais uma vez pelo artista da dança e do teatro Kleber Lourenço.

 

A coreógrafa amazonense Francis Baiardi fecha a mostra no dia 5, domingo, às 19h, com Angelim Vermelho. A obra fala do corpo atravessado por vozes que ecoam de forma pulsante, como o clamor da mãe terra pela sua vida, em meio às violações, invasões e destruições. Em cena, ela mergulha no passado e no presente dos sobreviventes, que se transfiguram e vivem como mata, som, paisagem, pedra e ar. São vidas pulsantes, cruzadas pelos corpos que se transformaram em cinzas, lama e valas. Gal Martins conduz o último encontro do Pulsações, agora sobre Angelim Vermelho.

 

Rua e oficinas

A programação se estende para duas apresentações na calçada em frente ao IC, na Avenida Paulista, e a duas oficinas. Ambas seguem a temática do corpo-memória.

 

No domingo, 29 de outubro, às 15h, dentro do Arte na Rua, que o Itaú Cultural realiza toda semana ao ar livre, é apresentada a instalação/performance SI-PÓ, com o grupo amazonense Corpocontemporâneo21. A obra concebida e dirigida por Odacy Oliveira e Valdemir Oliveira aborda as relações, inquietações, sentimentos e afetações dos corpos no e com os espaços naturais, como a floresta e as árvores, e com os espaços urbanos, onde elas estão ausentes. Os corpos propõem um não-tempo, desacelerando o olhar para momentos de contemplação e “embrenhamento” nos sentidos da relação do homem com a floresta.

 

No domingo seguinte, 5 de novembro, é vez de Roda de Djembe, com a paulista Cia. Fankamaobi. A partir desta roda – reunião ritualística e cotidiana de comunhão dos povos da Guiné e de países vizinhos, para celebrações com casamento e festejos de colheita ou pesca –, a proposta é promover uma espécie de ritual em um encontro com cantos e breves coreografias de ritmos mandigue. O público também é convidado a dançar e trocar de forma improvisada com o grupo, que direciona este encontro.

 

Da plateia para a prática, no dia 27 de outubro (sexta-feira), às 17h, a coreógrafa Denise Stutz conduz a oficina Memória em movimento. A atividade é voltada à experimentação do corpo que se move a serviço da imaginação e dos sentidos, impulsionado por imagens, associações e memórias. Os jogos corporais estabelecem relações e ampliam a percepção do que rodeia: espaço, tempo e outros elementos. Envolve as etapas de aquecimento, improvisação e processo de criação.

 

Na sexta-feira seguinte, dia 3 de novembro, no mesmo horário, o artista baiano Neemias Santana está à frente da oficina Terrenos Submersos. No encontro, ele busca as memórias, linguagens e nostalgias trazidas ancestralmente em seu corpo – apresentadas no espetáculo Movendo o Solo de Terrenos Submersos – para trabalhar com o público a percepção e a escuta para acordar as danças-memórias no corpo.

 

Assim, ele questiona quais novas narrativas são possíveis de elaborar a partir do que o corpo. Nesse processo, são levantadas as lembranças e as possíveis memórias inventadas, por meio de exercícios de improvisação/investigação criativa em dança.
 

Entrada gratuita.

As reservas de ingressos para as programações presenciais – com exceção das atividades formativas – abrem na semana anterior às sessões, pela plataforma INTI. O acesso pode ser feito pelo site do Itaú Cultural www.itaucultural.org.br 

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SÃO PAULO COMPANHIA DE DANÇA REALIZA

APRESENTAÇÕES NAS FÁBRICAS DE CULTURA

 

A São Paulo Companhia de Dança (SPCD) dirigida por Inês Bogéa – apresenta as obras de seu repertório  em quatro unidades das Fábricas de Cultura na cidade São Paulo. As sessões gratuitas acontecem sempre às 14h dos dias 27 de outubro, sexta-feira, na unidade Parque Belém, 9 de novembro, quinta-feira, na Vila Curuçá, 24 de novembro, sexta-feira, na unidade Sapopemba e 30 de novembro, quinta-feira, no Itaim Paulista. No palco, obras clássicas e contemporâneas que revelam a diversidade do repertório da Companhia e celebram os 15 anos de história, recém-completados.

 

Obras clássicas e modernas

As coreografias Sal, Grand Pas de Deux de Dom Quixote, Instante e Veias Abertas integram o repertório da São Paulo Companhia de Dança para as apresentações na Fábrica de Cultura Parque Belém (27 de outubro, sexta-feira, às 14h).

 

Sal, de Lucas Valente, que foi bailarino da SPCD, é baseado em duas facetas essenciais do sal, a física e a energética, e explora movimentos que capturam sua textura, sua natureza áspera, seca e afiada, buscando uma sensação de intensidade e vigor. A obra explora a riqueza de significados e ideias associadas ao sal na cultura brasileira, que se expressam desde os rituais de banhos de sal grosso, presentes em diversas tradições espirituais, até as manifestações culturais, como o maracatu de baque solto, que utilizam o sal como parte de sua dança em gesto de oferenda e conexão com a terra também estão presentes na coreografia. Esse elemento ritualístico rege a peça, que busca compartilhar uma experiência sensorial, combinando uma narrativa física e uma narrativa conceitual à poderosa energia do sal e à rica diversidade cultural do Brasil.

 

Com remontagem de Duda Braz, a partir do original de 1869 de Marius Petipa (1818-1910), o Grand Pas de Deux de Dom Quixote retrata o momento do casamento de Kitri e Basílio, personagens principais dessa obra. Coreografado por Marius Petipa, o balé Dom Quixote é baseado num capítulo da famosa obra de Miguel de Cervantes, que narra as aventuras do barbeiro Basílio e seu amor por Kitri, a filha do taberneiro.

 

Instante é uma criação de Lucas Lima e tem como ponto de partida a música de Max Richter, que ganhou novas dinâmicas no movimento dos bailarinos. Segundo o coreógrafo, a obra trata de “um instante para se encontrar e outro para se perder. Um instante para decidir, para seguir, para voltar, para se arrepender”. É uma coreografia que introduz novos impulsos e dinâmicas nos movimentos do balé, dialogando com a contemporaneidade.

 

Inspirado livremente na obra literária "As veias Abertas da América Latina", do escritor uruguaio Eduardo Galeano (1940-2015), e embalado pelas canções da cantora argentina Mercedes Sosa (1935-2009), Veias Abertas, de Poliane Fogaça, propõe o encontro desses dois grandes artistas que em comum, contaram as histórias dos povos latino-americanos. A obra revela aspectos sociais - como a fome, a falta de oportunidade, a luta contra a repressão - e a resiliência, o amor pelo próximo e a noção de unidade entre os povos. “Quiçá seja uma utopia acreditar que é possível estancar o sangue das veias abertas da nossa sociedade. Mas que seja um sonho em ação, um ato de esperançar um novo futuro de justiça e união. Por meio da poética da arte de dançar, que a dor cesse, que a ferida cicatrize e que nos inspire a cada passo, a sermos e estarmos uns pelos outros”, diz a coreógrafa.

 

O repertório para a Fábrica de Cultura Vila Curuçá (9 de novembro, quinta-feira, às 14h) conta com as obras Cartas de Amor (SPED), Grand Pas de Deux de Dom Quixote, Instante e Veias Abertas.

 

Composta por cinco coreografias, de cinco diferentes artistas — Claudia Palma, Vinícius Anselmo, Kátia Barros, Sérgio Rocha e Leilane Teles — Cartas de Amor, da São Paulo Escola de Dança, é uma obra que aborda o reconhecimento de si diante da partida de uma pessoa amada. Em cena, vinte intérpretes — estudantes dos Cursos Regulares da Escola — revelam a potência da dança em uma obra multifacetada e dinâmica. Com direção artística e educacional de Inês Bogéa, o programa é composto por: Mergulho, de Sérgio Rocha, ao som de 1º movimento das Três Peças Nordestinas: No Reino da Pedra Verde, de Clóvis Pereira; Lamento de Orfeu, de Kátia Barros, com Amor em Lágrimas, de Vinícius de Moraes e Cláudio Santoro; O Último Beijo, de Vinícius Anselmo com Ouve o Silêncio, de Vinícius de Moraes e Cláudio Santoro; Aqua, de Cláudia Palma, com Se Todos Fossem iguais a Você, de Tom Jobim e Vinicius de Moraes e O Samba de Orfeu, de Leilane Teles, com Samba de Orfeu, de Antônio Maria e Luíz Bonfá.

 

As quatro obras voltam a se apresentar na Fábrica de Cultura Sapopemba (24 de novembro, sexta-feira, às 14h). A São Paulo Companhia de Dança encerra a circulação de seu repertório na unidade Itaim Paulista dia (30 de novembro, quinta-feira, às 14h) com as apresentações de Sal, Grand Pas de Deux de Dom Quixote, Instante e Veias Abertas.

 

“Levar a nossa dança para os espaços das Fábricas de Cultura é sempre uma alegria e faz parte do nosso propósito, de ir além dos espaços convencionais. E pela primeira vez vamos levar os estudantes da São Paulo Escola de Dança, que iniciaram este ano o projeto especial em dança e começaram a se apresentar em eventos como este, levando o nome e o trabalho que estamos desenvolvendo por lá”, explica Inês Bogéa.

Quando e Onde

FÁBRICA DE CULTURA PARQUE BELÉM

Endereço: Av. Celso Garcia, 2231 - Belenzinho, São Paulo.

Dia 27 de outubro, sexta-feira às 14h

Repertório: Sal, Grand Pas de Deux de D. Quixote, Instante e Veias Abertas

Ingressos: Gratuito

Classificação: Livre | Duração: 90 minutos

Capacidade física: 277 lugares

Acessibilidade: Sim

 

FÁBRICA DE CULTURA VILA CURUÇÁ

Endereço: Rua Pedra Dourada, 65 - Jardim Robru, São Paulo.

Dia 9 de novembro, quinta-feira às 14h

Repertório: Cartas de Amor (SPED), Grand Pas de Deux de D. Quixote, Instante e Veias Abertas.

Ingressos: Gratuito

Classificação: Livre | Duração: 90 minutos

Capacidade física: 300 lugares

Acessibilidade: Sim

 

FÁBRICA DE CULTURA SAPOPEMBA

Endereço: Rua Augustin Luberti, 300 - Fazenda da Juta, São Paulo.

Dia 24 de novembro, sexta-feira às 14h

Repertório: Cartas de Amor (SPED), Grand Pas de Deux de D. Quixote, Instante e Veias Abertas.

Ingressos: Gratuito

Classificação: Livre | Duração: 90 minutos

Capacidade física: 300 lugares

Acessibilidade: Sim

 

FÁBRICA DE CULTURA ITAIM PAULISTA

Endereço: Av. Celso Garcia, 2231 - Belenzinho, São Paulo.

Dia 30 de novembro, quinta-feira às 14h

Repertório: Sal, Grand Pas de Deux de D. Quixote, Instante e Veias Abertas

Ingressos: Gratuito

Classificação: Livre | Duração: 90 minutos

Capacidade física: 300 lugares

Acessibilidade: Sim

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Balé da Cidade de São Paulo
estreia nova temporada sob direção de Alejandro Ahmed

 

Balé da Cidade de São Paulo estreia uma nova temporada nesta quinta-feira (19), que vai até o dia 27 de outubro. A companhia, que completou 55 anos em 2023, apresenta “Sixty Eight em Axys Atlas”, de Alejandro Ahmed, baseada na obra de John Cage, e “Variações”, de Davi Pontes, artista que integra o elenco da 35ª Bienal de São Paulo no Pavilhão do Parque Ibirapuera até 10 de dezembro.
 

Ambos os trabalhos investigam as potencialidades do corpo humano enquanto aparato de movimento e questionam os simbolismos atribuídos pelo senso comum a seus direcionamentos.

Ahmed, que assumiu no mês de agosto a direção artística, assina agora a primeira temporada na direção do corpo artístico do Theatro Municipal. O artista, nascido no Uruguai, mas no Brasil desde os três anos, é reconhecido pela trajetória como coreógrafo residente, diretor artístico e bailarino da companhia Cena 11, em Florianópolis
 

Se na apresentação de 2022 os instrumentos eram executados pelos músicos da Orquestra Sinfônica Municipal sob a regência de Alessandro Sangiorgi, desta vez quem fica a cargo da execução da partitura algorítmica de John Cage é o coletivo mineiro O Grivo. Em diálogo com a peça, eles recriam, por meios eletrônicos, os processos de indeterminação desta obra, assim como a duração dos mesmos sons e dos silêncios.
 

“Variações”

Na obra, o coreógrafo e pesquisador Davi Pontes explora as capacidades radicais do ato de fazer uma pose. O carioca graduou-se em Artes pela Universidade Federal Fluminense e é mestre em Artes pela mesma instituição.


Com 31 bailarinos em cena se revezando em uma plataforma, eles executam imagens de arquivos pessoais que se repetem e se recombinam, desafiando formas de viajar no tempo e a linearidade. Um jogo que brinca e questiona, aponta e esgarça os limites e perigos de uma história única. Os ingressos estão à venda e os valores vão de R$ 12 a R$ 84. A classificação indicativa é de 18 anos.


Foi criado no dia 7 de fevereiro de 1968 como corpo de baile municipal para acompanhar as óperas do Theatro Municipal e se apresentar com obras do repertório clássico. Em 1974, sob a direção de Antônio Carlos Cardoso, assumiu o perfil de dança contemporânea que orienta sua proposta até hoje.

Desde a década de 1970, a companhia é um constante laboratório de pesquisa e desenvolvimento da dança brasileira, reconhecida por encorajar e estimular os intérpretes por meio de mostras coreográficas, despontando alguns dos mais renomados coreógrafos nacionais.

A bem-sucedida carreira internacional da companhia teve início com a participação na Bienal de Dança de Lyon, na França, em 1996. Desde então, as turnês internacionais são aclamadas tanto pela crítica especializada quanto pelo público de todos os grandes teatros por onde passa.

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Umbó, de Leilane Teles - SPCD - Crédito Iari Davies.JPG

SÃO PAULO COMPANHIA DE DANÇA ESTREIA PETRUSHKA NO SESC PINHEIROS

 

 

A São Paulo Companhia de Dança (SPCD) – traz de 6 a 8 de outubro a estreia de Petrushka, de Goyo Montero, e a apresentação de Umbó, de Leilane Teles, no Sesc Pinheiros. São obras que revelam a diversidade do repertório da Companhia e celebram os 15 anos de história, recém-completados.
 

Depois de Anthem (2019), o bailarino, diretor e coreógrafo espanhol Goyo Montero assina a sua segunda criação para a SPCD: Petrushka. Esta é uma releitura inédita, para um dos balés mais populares do cenário mundial, estrelado por Vaslav Nijinsky, em 1911. Petrushka conta a fábula de amor e ciúme de três bonecos que ganham vida. Em cena, bonecos infláveis gigantes ganham novos contornos e trazem ao palco uma história de amor, morte, alegria, tristeza, rejeição e manipulação. Petrushka ama a Boneca, mas ela prefere o Lutador, que mata Petrushka, cujo fantasma aparece quando a noite cai. “É um teatro dentro de outro teatro, para que eu possa contar essa história de diferentes perspectivas”, fala o coreógrafo.

 

Goyo Montero é diretor e coreógrafo residente do Nuremberg Ballet, na Alemanha, para quem criou mais de 20 obras. Também já criou para outras renomadas companhias como Les Ballets de Monte Carlo, Ballet de Zurich, Ballet de Sodre. Desde 2019, é coreógrafo residente do Acosta Danza, sendo eleito em 2018 como Melhor Diretor pela Revista Dance Europe.

 

“Petrushka nos apresenta uma interpretação única de um clássico, usando bonecos infláveis gigantes para contar uma história de amor. Compartilhamos histórias e emoções por meio do movimento, convidando o público a se juntar a nós nessa jornada de descoberta artística e humana”, fala Inês Bogéa, diretora artística da São Paulo Companhia de Dança.

 

Também integra a programação, Umbó (2021), de Leilane Teles, que se baseia em uma premissa batizada por ela como “a criação do desejo”, que fala sobre a vontade de se tornar quem se quer ser e como isso reverbera no corpo de cada um. O cantor e compositor Tiganá Santana, a cantora Virginia Rodrigues e o coreógrafo Matias Santiago são o ponto de partida da coreografia, que convida o público a apreciar e reverenciar as artes e trajetórias dessas personalidades, bem como os bailarinos em cena e todos os artistas envolvidos na concepção. Esta criação de 2021, agora em 2023, ganha novo formato, pois passa a contar com 14 bailarinos, o que faz com que a cena se reconfigure.

Este projeto é realizado pelo Ministério da Cultura e o Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas e São Paulo Companhia de Dança via Lei de Incentivo à Cultura, Ministério da Cultura e Governo Federal União e Reconstrução.

 

Onde e Quando
 

Endereço: Rua Pais Leme, 195 – Pinheiros, São Paulo

De 6 a 8 de outubro, sexta-feira e sábado às 21h e domingo às 18h

Classificação: Livre | Duração: 80 minutos

Capacidade física:  1.010 lugares

Acessibilidade: Sim

Ingressos: R$ 30,00 (inteira); R$ 15,00 (meia: estudante, servidor de escola pública, + 60 anos, aposentados e pessoas com deficiência); R$ 10,00 credencial plena (trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo matriculado no Sesc e dependentes).

 

As vendas online (via app Credencial Sesc SP e no site centralrelacionamento.sescsp.org.br) terão início às 17 horas do dia 26/9, e presencialmente, às 17 horas do dia 27/9 em todas as unidades do Sesc São Paulo.

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                                                           COLETIVO DIÁRIO COM O ESPETÁCULO AVOAPÉ

O Coletivo Diário – com o espetáculo AVOAPÉ retorna suas apresentações em São Paulo, seu repertório sobe ao palco do CRD - Centro de Referência da Dança - Centro Histórico de São Paulo. Nos dias 10 e 11 de outubro, às 20h, a entrada é franca e sujeita à lotação. Idealizado e gerido por artistas independentes, dirigido por Rodrigo Alcântara, assinando a direção artística e dramatúrgica Rodrigo Alcântara e Sofia Serafim, a obra dá continuidade à pesquisa cênica do projeto Diário De Um Certo Artista (DUCA) iniciada em 2018.

Quando e Onde

Datas: 10 e 11 de outubro - terça e quarta 

Horário: 20h 

Endereço: CRD - Centro de Referência da Dança, Anhangabaú, Praça Ramos de Azevedo - Centro Histórico de São Paulo, São Paulo - SP, 01037-000

Entrada franca

 

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Cia Druw inspirado em Van Gogh em Curitiba

 

Como parte da programação da Semana da Criança em Curitiba (PR), a premiada Cia Druw realiza quatro apresentações gratuitas do espetáculo de dança infantojuvenil Girassóis entre os dias 6 e 8 de outubro de 2023 no Teatro Zé Maria (R. Treze de Maio, 655 - São Francisco, Curitiba). Serão duas sessões na sexta-feira, às 9h e 15h, sábado, às 19h e domingo, às 17h e são viabilizadas por meio do Projeto Diversão em Cena, da Fundação ArcelorMittal. No dia 8, será oferecida uma oficina para crianças de 7 a 12 anos. As inscrições podem ser feitas com até 1h de antecedência, no teatro.

 

Inspirado nas telas de Van Gogh, o trabalho é dirigido, concebido e roteirizado por Miriam Druwe. “A Silvia Leblon, que assina a direção cênica, atuou também como provocadora, me ajudando a conduzir as minhas ideias. Como o tema era bastante amplo, primeiro selecionei as obras dele que mais reverberavam em mim. Depois, compartilhei isso com os bailarinos e entramos em um intenso processo criativo, norteado principalmente pelos autorretratos”, conta a diretora.  

 

A companhia costuma explorar a linguagem do clown nas suas produções – e com Girassóis não foi diferente. “Estudamos conceitos de luz e sombra para entender como os quadros se conectavam conosco. Cada intérprete escolheu um e eu coreografei a partir disso. Mais de 25 telas foram selecionadas”, completa.  

Ao longo da encenação, tanto o pintor holandês quanto vários de seus icônicos personagens ganham vida diante do público. Alguns deles são “Gaughin”, “O Carteiro Roulin” e “O Escolar”. 

O grupo buscou traduzir nos corpos as pulsantes e impulsivas pinceladas do artista, sempre carregadas de emoções. Por isso, a coreografia foi montada a partir dos fluxos de “plantar” e “colher”, conceitos muito presentes na obra de Van Gogh, que retratou camponeses e a natureza de um jeito único.

Para dar uma dimensão ainda mais poética ao espetáculo, algumas cartas do pintor são narradas na montagem. Já a trilha sonora, composta exclusivamente para o trabalho, é de Fábio Cardia

 

O cenário e o figurino de Marco Lima contribuem para evocar o universo íntimo do mestre pós-impressionista. Inclusive, em 2017, Lima ganhou o Prêmio APCA pelos figurinos e direção de arte em "Pescadora de Ilusão"; pela cenografia, figurino e colaboração dramatúrgica em "Alice no País do Iê Iê Iê"; e pela cenografia e figurino dos espetáculos de dança para crianças "Vila Tarsila, Lúdico, Girassóis" e "Poetas da Cor", da Cia. Druw. 

A união de todos esses elementos resulta em uma narrativa leve e lúdica, potencializada pelos vídeos  de Tatiana Guimarães projetados pelo espaço. 

“É interessante observar a percepção das crianças e a dos adultos sobre o espetáculo. Tem coisas que dialogam mais com um ou com outro. É uma experiência rica e emocionante para todos. Sinto que conseguimos humanizar essa figura tão emblemática que é o Van Gogh”, comenta Miriam. 

 

Girassóis
De 6 a 8 de outubro de 2023,
sexta às 9h e às 15h, sábado, às 19h e domingo, às 17h

Teatro Zé Maria - R. Treze de Maio, 655 - São Francisco, Curitiba/ PR
Ingressos: gratuitos |Reservas em
https://www.eventbrite.com/e/curitiba-cia-de-danca-convida-cia-druw-girassois-de-van-gogh-tickets-718082011627?aff=oddtdtcreator

Classificação indicativa: livre
Duração: 60 minutos
Lotação:  177 lugares
Acessibilidade:
Dia 7 de Outubro: Sessão com audiodescrição. Dia 8 de Outubro: oficina e espetáculo com tradução em Libras. 

 

OFICINA

RECEBAM NOSSOS GIRASSÓIS

Oficina de dança voltada a crianças de 07 a 12 anos

Dia 08 de outubro de 2023, domingo às 14h

Duração da oficina: 1h30

Inscrições com até 1h de antecedência no teatro.

Limite de inscritos: 30 participantes

Oficina com tradução em Libras.

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Dança em Cena anuncia programação da primeira edição no Sul de Santa Catarina
 

Edição Sul será realizada nos dias 7 e 8 de outubro no Parque Diamante, em Capivari de Baixo. Tudo gratuito

 

Pela primeira vez, o Dança em Cena realiza uma edição no Sul de Santa Catarina. O projeto, considerado um dos mais importantes do gênero no Estado, levará para o Parque Diamante, em Capivari de Baixo, programação gratuita nos dias 7 e 8 de outubro: mostra de dança, espetáculos de Cias convidadas, workshops, oficinas em escolas municipais e muito mais. Toda a agenda é gratuita e terá recursos de audiodescrição e tradução simultânea em LIBRAS. 

 

Além de celebrar a arte da dança, uma das vocações de Santa Catarina, o Dança em Cena | Edição Sul oportuniza a circulação de companhias com trabalhos já consolidados e assegura a primeira experiência de palco para bailarinas e bailarinos amadores.  

 

Entre os convidados que sobem ao palco estão grupos de trajetória já reconhecida no cenário catarinense: House Dance Floripa, Cia Flamenca Carol Ferrari, Cia Parque Diamante, Cenarium Company e Cia de Dança Garopaba Atitude. 

 

O Dança em Cena é realizado desde 2017 em Florianópolis. De lá para cá, tem contribuído para a formação de público e de novos bailarinos. “Esta edição itinerante é uma oportunidade de intercâmbio e de ampliar o que já estamos fazendo na Capital”, afirma Aline Menezes, diretora artística do Dança em Cena.


Além das atrações no palco montado no Parque Diamante e da praça de alimentação para o público curtir o fim de semana, o projeto chegará também a alunos da rede municipal de ensino de Capivari de Baixo. Os bailarinos Gui Fant e Julia Milan, duas referências em danças urbanas, ministrarão oficinas exclusivas da Cultura Hip Hop nos dias 2, 3 e 4 de outubro em três escolas de educação básica: EMEB Vitório Marco (2/10), EMEB Dom Anselmo (3/10) e EMEB Santo André (4/10).

 

Mostra de Dança em 10 gêneros diferentes

A Mostra de Dança é uma das marcas do Dança em Cena. Na edição Sul, um palco arena montado no Parque Diamante recebe apresentações de solos, duos e conjuntos da região com coreografias em 10 gênero diferentes: Ballet Clássico de Repertório, Ballet Clássico Livre, Dança Contemporânea, Jazz, Danças Urbanas, Dança de Salão, Sapateado, Danças Regionais ou Populares, K-Pop e Estilo Livre. Serão três sessões de apresentações em cada dia, sábado e domingo, sempre à tarde.  


Espetáculos gratuitos de Cias renomadas 

Durante os dois dias de programação, o palco do Dança em Cena | Edição Sul terá apresentações de companhias de dança com destaque na cena de Santa Catarina. Conheça os espetáculos:

 

  • House Dance Floripa apresenta Time to Jack 

Espetáculo Time to Jack percorre brevemente a história do House Dance e House Music desde o surgimento até as culturas e danças que influenciam até hoje esse movimento.  Muito além do que apenas passos rápidos com as pernas, a Cultura House surgiu dentro de espaços que acolhiam as minorias, pessoas pretas, LGBTQIA+ e imigrantes em Nova York, nos Estados Unidos, no final dos anos 70. Desse movimento underground e de resistência surge o House Dance. A montagem tem direção e coreografia de Diego Tavares e Vivian Shimizu, dois pesquisadores e professores da House Dance que atuam em Florianópolis e produzem o House Dance Floripa. 

  • Cia Carol Ferrari apresenta espetáculo de dança flamenca Aire

A curitibana Carol Ferrari leva a experiência e a pesquisa de 27 anos dedicadas ao flamenco para o Parque Diamante. Em Capivari de Baixo, sua companhia apresenta Aire, espetáculo com música ao vivo que expressa a essência desse estilo tipicamente espanhol e com origens que remontam às culturas gitanas. 
Além do Brasil, Carol Ferrari também tem no currículo apresentações, tablaos e workshops nacionais e internacionais, fomentando  intercâmbio de artistas desse estilo de dança e música. 

  • Cenarium Company apresenta espetáculo Convergência

Indicado para todas as idades, o espetáculo Convergência da premiada Cenarium Company, tem elenco eclético que celebra as possibilidades da arte. A montagem tem direção artística de Victoria Scatena e Bárbara Rey, coreografada também por Anderson Anversi. A composição da cena é por meio da linguagem do Ballet Clássico e do Contemporâneo, envolvendo coreografias premiadas e expressivas que evidenciam a pluralidade do movimento.

O grupo é formado com elenco do Jovem Ballet SC e alunas da Cenarium Escola de Dança, uma das principais escolas da Grande Florianópolis, fundada em 2005, com direção geral de Aline Menezes. 

  • Cia Garopaba Atitude apresenta Pão e Circo

Reconhecida pela pesquisa em Breaking em interface com a dança contemporânea, a Cia Garopaba Atitude apresenta Pão e Circo, um grande show case que brinca com o personagem palhaço e suas nuances. O espetáculo é um misto entre realidade e ficção em que os corpos híbridos do elenco se inspiram em bonecos articulados e no imaginário para dar vida a personagens que através da linguagem breaking se movem e constroem uma dramaturgia contemporânea para essa composição.

A Cia Garopaba Atitude surgiu em 2006 e, desde então, vem construindo uma identidade singular no campo das danças urbanas.  

  • Cia Parque Diamante apresenta o espetáculo Surpresa

Prepare-se para uma jornada de descobertas guiada pela Cia Parque Diamante, do diretor Alex Martins. O espetáculo Surpresa gira em torno de um grupo de amigos que decide planejar uma surpresa especial para um membro do grupo que acha que foi esquecido no dia do aniversário. A trama é contada por meio da dança: segredos são revelados, amizades são testadas e o poder da surpresa é explorado. 

Premiada no Festival de Joinville em Jazz e Dança Contemporânea, além de colecionar prêmios na Argentina, Alemanha e México, a Cia Parque Diamante é resultado das aulas gratuitas nas oficinas de ballet e jazz no Parque Diamante. 

 

Capacitação em dança 

Em paralelo à Mostra de Dança, o Dança em Cena | Edição Sul promove capacitação em dança para bailarinos amadores e profissionais. Serão dois workshops e uma mesa redonda, todos gratuitos. 

No sábado (7), às 13h30, os professores Vivian Shimizu e Diego Tavares, da Cia House Dance Floripa, ministram o Workshop Explorando os ritmos: House Dance e Interação Social. Nessa capacitação, eles ensinam sobre a House Dance, uma forma de expressão que combina movimentos inspirados na capoeira, sapateado, jazz, salsa, dança afro e samba. O estilo é originário das animadas boates dos Estados Unidos, já no declínio da era Disco.

Logo depois, às 14h30, cinco bailarinos e professores convidados, Carol Ferrari, Diego Tavares, Alex Martins, Andreia Zaida e Julia Milan, participam de uma mesa redonda sobre a Dança como Carreira. Eles irão compartilhar suas jornadas individuais na dança, desde a formação até a construção das suas carreiras. 

Já no domingo (8), às 13h30, ocorre a Workshop Samba de Gafieira: Brincando com o Tradicional, com  os bailarinos Nando Berto e Laíse Moraes. Trata-se de um workshop indicado para todos os níveis que vai ensinar a base técnica e cultural do samba aliada aos conceitos técnicos da dança de salão.

 

Urbanas em Cena 
Uma das sessões mais aguardadas do Dança em Cena | Edição Sul é o Urbanas em Cena, sessão especial da programação da Mostra de Dança no sábado (7), às 19h15.

Será uma grande celebração coletiva à cultura Hip Hop que conta com a participação de convidados especiais e intervenções artísticas. Os professores Gui Fant e Julia Milan, duas das principais referências da cena urbana de SC, comandam essa ação.

 

Troféu vai reconhecer grupo destaque da edição Dança em Cena | Sul 2023

Novidade desta edição,  Troféu Dança em Cena | Sul 2023 irá reconhecer um grupo destaque com um prêmio no valor de R$ 2 mil. A premiação é destinada apenas para conjuntos previamente inscritos nessa sessão especial e será entregue no domingo (8).

A Mostra de Dança do Dança em Cena é caracterizada por não ser competitiva e o Troféu Dança em Cena tem o propósito de celebrar e incentivar os talentos da região. 

 

O Dança em Cena | Edição Sul é apresentado pela Diamante Energia, e conta com co-patrocínio de Texneo e Buschle, Lepper e JCW Alimentos.  O projeto tem o apoio cultural do Parque Diamante,  Associação Jorge Lacerda e Incentive. A produção é da Marte Cultural. Realização da Cenarium Escola de Dança, do Ministério da Cultura e do Governo Federal.  

 

Quando e Onde

Quando: 7 e 8 de outubro

Onde: Parque Diamante, em Capivari de Baixo 

Quanto: gratuito

Informações: https://www.dancaemcena.com.br/ 

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Atibaia Dance Camp
Uma Oportunidade durante o Carnaval que Combina Diversão e Dança
para Jovens á partir dos 13 anos


Você jovem, está pronto para viver dias inesquecíveis durante o Carnaval? Se a resposta for sim, então o Atibaia Dance Camp é o seu destino ideal! Prepare-se para uma experiência incrível de dança e diversão de 10 a 14 de fevereiro, no Recanto Grandi, em Atibaia, São Paulo. Este é um convite para os jovens que desejam aproveitar o Carnaval de uma maneira única, combinando diversão e aprendizado.

 

Uma Jornada de Dança para Jovens Talentos

O Atibaia Dance Camp é um programa de curta duração projetado especialmente para jovens a partir de 14 anos que desejam aperfeiçoar suas habilidades na arte da dança. Não importa se você é um bailarino experiente ou apenas está começando a explorar esse mundo fascinante, o Dance Camp tem algo incrível para todos.

 

Aulas com Profissionais Experientes

O destaque do Atibaia Dance Camp é a oportunidade de aprender com profissionais altamente experientes no mundo da dança. As aulas abrangem uma ampla variedade de estilos, incluindo ballet, jazz, alongamento, dança contemporânea, e até mesmo diversas palestras inspiradoras. Você terá a chance de aprimorar suas técnicas, explorar novos movimentos e desafiar-se a atingir novos patamares em sua jornada como bailarino.

 

Programação Dinâmica e Diversificada

A programação do Atibaia Dance Camp é repleta de atividades emocionantes. Além das aulas de dança, você também terá acesso a palestras inspiradoras e outras experiências enriquecedoras que ajudarão a aprofundar seu entendimento e paixão pela dança. As atividades acontecerão todos os dias durante o curso, com horários variados para atender às necessidades de todos os participantes. Portanto, você terá a flexibilidade de criar seu próprio itinerário e aproveitar ao máximo essa experiência única.

 

Instalações de Primeira Classe para uma Estadia Confortável

O Recanto Grandi é o local perfeito para abrigar o Atibaia Dance Camp. Com alojamento confortável, banheiros bem equipados e um refeitório que serve seis refeições diárias balanceadas, você terá todo o conforto necessário para aproveitar ao máximo sua estadia. Além disso, se você tiver restrições alimentares, fique tranquilo, pois a equipe está pronta para atender às suas necessidades específicas.

O espaço para aulas é equipado com som e piso especializado para dança, garantindo que você tenha o ambiente ideal para aprimorar suas habilidades. E quando precisar de um momento de relaxamento, a estrutura de lazer com piscina e áreas de convivência estará à sua disposição.

 

Inscrições Abertas Agora!

As inscrições para o Atibaia Dance Camp já estão abertas e as vagas são limitadas. Não perca a oportunidade de se juntar a outros jovens apaixonados por dança e viver um Carnaval repleto de aprendizado, diversão e novas amizades. Pais preocupados em proporcionar experiências valiosas para seus filhos durante o Carnaval, o Atibaia Dance Camp é a resposta para unir diversão e aprendizado de forma única!

Para mais informações e inscrições, acesse o site www.dancecamp.com.br. Garanta o seu lugar nesta jornada emocionante e prepare-se para dançar, aprender e se divertir como nunca antes. O Atibaia Dance Camp espera por você e seus filhos!

 

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Thiago Soares em

O Último Ato


Consagrado entre os maiores bailarinos do mundo, Thiago Soares é um ícone na história da arte. O artista foi Primeiro bailarino do Royal Ballet de Londres, Doutor honorário pela King’s College London, é o atual diretor do Ballet de Monterrey e já se apresentou em mais de 30 países. Agora anuncia o “Último Ato”, sua última turnê internacional, que estreou em Lisboa e chega agora em São Paulo para duas únicas apresentações no Teatro J. Safra, nos dias 7 e 8 de outubro. A turnê começou em Portugal e já passou por várias cidades brasileiras. 

 

Sem cortinas fechadas para a dança. O espetáculo é a vírgula que mostra que os talentos e amor pela arte do bailarino transcendem aos palcos e que agora se dedicará também a novos projetos, e nada de sapatilhas penduradas. 

 

“É um espetáculo que brinca com a ironia de ser de fato um último ato, uma despedida. Dizem que o bailarino tem sua primeira morte quando deixa de dançar, então é uma brincadeira com a morte. Hoje apenas apago uma luz para acender tantas outras”.

 

Diferente de tudo já feito na carreira do artista, segundo Thiago, “Último Ato” é um espetáculo teatral no qual a linguagem utilizada é a dança. “Normalmente espetáculos de Ballet onde chamo estrelas da dança, acabam tornando-se uma versão similar e mais sucinta das apresentações dos grandes teatros. ‘O Último Ato’ é completamente diferente”.

“Nesse espetáculo temos artistas brasileiros, com origem no samba, na dança urbana, até mesmo no parkour. É uma coletânea de informações de movimento que transcende o clássico, ainda sendo um espetáculo de ballet clássico”, explica o bailarino sobre a apresentação que terá cerca de uma hora e meia e incluirá traços inéditos, como uma coda de afrobeat.

 

Entre os 5 artistas que compõem o elenco nesse mix cultural, a coreógrafa e bailarina Tairine Barbosa, descoberta por Thiago há alguns anos atrás no carnaval carioca, será par com o artista em diversas cenas, trazendo justamente a sombra da reflexão. 

Além disso, inovando em cena, a apresentação tem forte interação com o público. “Dessa vez, o público irá decidir o final”, revela, mas sem spoiler. Além disso, ao longo da apresentação diversas mudanças de perspectiva no cenário inserem ainda mais o espectador na história.

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Quando e Onde

Data: dia 7 de outubro, sábado, às 21h | dia 8 de outubro, domingo, às 19h.

Ingressos: entre R$ 25 e R$ 160 
Compras online: https://www.eventim.com.br/artist/bailarino-thiago-soares/?affiliate=JSA

Bilheteria 
Quartas e quintas – 14 às 21h
Sextas, Sábados e Domingos – 14h até o horário dos espetáculos
Aceita os cartões de débito e crédito: Amex, Dinners, Elo, Mastercard, Visa e Hipercard. Não aceita cheques. 
Telefone da bilheteria: (11) 3611-3042

Teatro J. Safra
Endereço: Rua Josef Kryss, 318 - Barra Funda - São Paulo – SP 
Telefone: (11) 3611 3042 e 3611 2561
Abertura da casa: 2 horas antes de cada horário de espetáculo, com serviço de lounge-bar no saguão do Teatro. 
Capacidade da casa: 627 lugares 
Acessibilidade para deficiente físico 
Estacionamento:
Valet Service (Estacionamento próprio do Teatro) - R$ 30,00 
 

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Festival Dança Brasil Pirassununga 2023 Encerra com Brilho e Emoção
 

O Festival Dança Brasil Pirassununga 2023, que apresentou um espetáculo de dança de tirar o fôlego, encerrou com grande sucesso no Centro de Convenções da cidade. Este evento de destaque contou com a participação de escolas de Pirassununga e diversas cidades do estado de São Paulo, consolidando-se como um dos eventos de dança mais significativos da região. Sob a direção da renomada Maitre Eleusa Lourenzoni, o festival proporcionou ao público uma experiência única de dança. A abertura do evento foi marcada pela incrível performance do convidado especial, o talentoso bailarino Juan Santos, representando o Grupo Jovem Faces Ocultas.

 

O público presente teve a oportunidade de testemunhar a habilidade e a paixão que Juan Santos trouxe ao palco.

 

Um painel de jurados experientes, composto por Arilton Assunção, Ilara Lopes e Renan Banov, avaliou os competidores, garantindo que a competição mantivesse os mais altos padrões de excelência artística.

 

Além das competições emocionantes, o Festival Dança Brasil Pirassununga 2023 ofereceu uma série de workshops ministrados por profissionais renomados da dança, incluindo Ilara Lopes, Arilton Assunção e Carolina Grandi. Essas oportunidades de aprendizado enriqueceram a experiência dos participantes, permitindo-lhes aprimorar suas habilidades e conhecimentos.

 

O festival não se limitou apenas à glória da competição, mas também recompensou os vencedores com prêmios valiosos. Os premiados receberam medalhas, troféus, prêmios em dinheiro e vale-compras da Só Dança. Além disso, foram concedidas bolsas de estudos para os melhores cursos de verão, incluindo o Curso Mostra Dança, Internacional Faces Ocultas, Rio Ballet Summer e Atibaia Dança Brasil. Além disso, os talentosos participantes conquistaram vagas para o prestigiado Festival de Dança de Joinville, a World Ballet Competition e o Tanzolymp.

 

Para descobrir quem foram os talentosos vencedores do Festival Dança Brasil Pirassununga 2023, visite o site oficial do festival em http://www.dancabrasilfestival.com.br. Lá, você encontrará uma lista completa de premiados, fotos e detalhes adicionais sobre este emocionante evento de dança que encantou Pirassununga e além.

 

O Festival Dança Brasil Pirassununga 2023 é um testemunho da paixão, dedicação e talento abundante que a comunidade da dança traz para a cidade. Parabenizamos todos os participantes, vencedores e organizadores por fazerem deste festival um evento inesquecível.

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Verdes e Ouvirdes

As palavras têm a capacidade de dançar? Quando estão envolvidas com a bailarina e coreógrafa Jussara Miller, referência no Brasil na Técnica Klauss Vianna, elas ganham vida a partir de reflexivas coreografias. Por exemplo, em Verdes e Ouvirdes, solo de dança premiado da artista, o ponto de partida vem justamente do texto do ambientalista Ailton Krenak. O resultado será apresentado nos próximos dias 15 e 16 de setembro, às 20h, no Teatro do SESI São Paulo. 

O espetáculo, em circulação pelo país, já passou por regiões como Araras, Pirassununga, Marília e Campinas. Agora, encerra temporada com essa agenda na capital paulista. Além da performance, Jussara Miller também ministra a oficina 'A Escuta do Corpo', baseada em seu livro homônimo, em 16/09, às 14h. Para participar, basta fazer a reserva de ingressos pelo site da unidade. 

Com direção de Norberto Presta, diretor e escritor teatral ítalo-argentino, e audiovisual de Christian Laszlo, o solo Verdes e Ouvirdes, de 55 minutos, estreou em 2021 para celebrar os 30 anos de carreira da bailarina e as duas décadas do Salão do Movimento, seu espaço de dança e investigação, localizado em Campinas (SP). A primeira temporada, que foi totalmente on-line, garantiu à Jussara Miller o Prêmio de Dança Denilto Gomes na categoria Melhor Projeto.

“Estou muito feliz com todo o reconheci;mento e em fazer uma temporada presencial, pois a dança é uma arte da presença e a troca ao vivo com o espectador alimenta a nossa arte. As artes vivas como a dança precisam dessa troca calorosa com as pessoas presentes no encontro do teatro como uma maneira de compartilhar a arte e a vida”, destaca a bailarina. 

A inspiração do espetáculo vem do livro Ideias para adiar o fim do mundo, de Ailton Krenak, escritor, ambientalista e pesquisador, além de referência do movimento socioambiental e de defesa dos direitos indígenas no Brasil. “O solo quer ser uma dança para adiar o fim do mundo, uma última história para deter a queda do céu. Ou seja, um corpo contemporâneo que quer se reconciliar com a natureza”, destaca o diretor Norberto Presta.

E como é dançar inspirada nas palavras de Ailton Krenak? Jussara Miller reflete: “Ele traz um pensamento crítico à ideia de humanidade como algo separado da natureza. E isso se abre para um imaginário que é muito favorável para criar danças. A maneira que escreve convida as pessoas a pensarem o quanto estamos distanciados da nossa natureza humana, ficando anestesiados do sentir e do agir em consonância com o meio ambiente. As palavras de Krenak provocam uma urgência para sairmos dessa zona de conforto que o corpo urbano se encontra na rotina do dia a dia”.

Nesse sentido, Verdes e Ouvirdes busca trazer à cena, de maneira poética e política, a temática do impacto ambiental, além de denunciar o verde roubado diariamente das terras brasileiras. “De acordo com a organização International Global Forest Watch, de 2018 a 2019, o Brasil esteve entre os cinco países no mundo que mais perderam florestas primárias, as nossas matas virgens, resultando num impacto ambiental sem precedentes”, destaca a bailarina.

Para dar cores e movimentos ao solo, Jussara Miller se fundamenta na Técnica Klauss Vianna de dança contemporânea em diálogo com a fotografia. Por sinal, marca primordial da estética da bailarina. “Trata-se de uma abordagem multimídia que apresenta imagens fotográficas em movimento projetadas na tela e no corpo, revelando a interface entre dança e audiovisual. O solo evidencia a natureza humana indissociável da natureza ambiental, confirmando que a dança pode carregar significados que despertem um olhar sensível e crítico”, afirma Jussara.

Mais do que dançar a sustentabilidade do meio ambiente, Jussara Miller deseja plantar uma semente de criticidade e esperança em cada espectador. “Esse trabalho busca apresentar a arte como defensora da vida e quer entender como a luta ambiental pode aparecer poeticamente por meio da dança, utilizando-se da inventividade para criar possibilidades de diálogos, de trocas e de ações éticas, estéticas, poéticas e políticas de maneira crítica e criativa”, conclui.
 

Quando e Onde
Quando: 15 e 16/09, sexta-feira e sábado, respectivamente, às 20h
Onde:    Av. Paulista, 1313 – Sede
Quanto: Entrada Gratuita
 

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Refúgio

“Refúgio”, criação do Núcleo Menos1 Invisível, que inspira-se nas discussões presentes no livro “Cosmopoéticas do Refúgio”, do filósofo e escritor francês “afropeu” Dènètem Touam Bona, para dançar a "marronagem" – arte da fuga e da camuflagem, que subverte e resiste aos mecanismos de controle contra quem ousa cruzar mares e fronteiras -, estreia no Centro de Referência da Dança da Cidade de São Paulo – CRDSP, nos próximos dias 14 e 15 de setembro (quinta e sexta, às 19h). Entrada gratuita.
Com “Refúgio”, a companhia de dança dá continuidade à investigação sobre as questões de quem atravessa, se desloca e circula para sobreviver e seu devir para escapar de sistemas e infra-estruturas de captura e confinamento; sobretudo corpos “Marrons”, indóceis, que se camuflam, desviam e atacam, mas também celebram. “Fruto da reflexão de cada intérprete criador a partir de suas poéticas em torno do que seria o seu refúgio, criamos danças que evitam romantizações, assumindo a racialidade desta discussão”, afirma Cléia Plácido, diretora da companhia.
O trabalho se divide em cenas onde a camuflagem, as danças/lutas de sobrevivência e as espirais de acolhimento e celebração da convivência permeiam os momentos, reforçando um comprometimento com a plasticidade, a performatividade e a pluralidade de corpos.
todo o mês de setembro: Oficina Cultural Oswald de Andrade (dias  19, 20 e 21, às 20h), Teatro Flávio Império (23 e 24,  sábado, 20h; domingo, 19h), Centro de Culturas e Arte Batakerê (dia 30, 18h). A circulação de estreia encerra em outubro (dias 14 e 15, sábado, 20h, domingo, 17h), no Centro Cultural Olido.


Quando e Onde
14 e 15 de setembro (quinta e sexta – 19h)
Centro de Referência da Dança da Cidade de São Paulo - CRDSP 
Endereço: Galeria Formosa - Baixos do Viaduto do Chá s/n, Praça Ramos de Azevedo – 
Centro Histórico de São Paulo.
 
19, 20 e 21 de setembro (terça, quarta e quinta, 20h)
Oficina Cultural Oswald de Andrade
Endereço: R. Três Rios, 363 - Bom Retiro.
 
23 e 24 de setembro (sábado, 20h; domingo, 19h
Teatro Flávio Império
Endereço: R. Prof. Alves Pedroso, 600 – Cangaiba.
 
30 de setembro (quarta, 18h)
Centro de Culturas e Arte Batakerê
Endereço: R.Cinturão Verde, 227 - Comunidade Vila Santa Inês.
 
14 e 15 de outubro  (sábado, 20h; domingo, 17h)
Centro Cultural Olido
Endereço: Av. São João, 473 - Centro Histórico de São Paulo.
 
Duração: 60 minutos | Classificação indicativa: Livre
Acessibilidade: Sim
Entrada gratuita

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Ciranda de Retina e Cristalino

Com direção e concepção da bailarina e coreógrafa Fernanda Amaral, a Cia. Dança sem Fronteiras apresenta o espetáculo Ciranda de Retina e Cristalino nos dias 09 e 10 de setembro, no Teatro Sérgio Cardoso, instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas e gerido pela Associação Paulista dos Amigos da Arte. Os ingressos, gratuitos, serão distribuídos na bilheteria do teatro uma hora antes do início do espetáculo. A sessão do dia 09 de setembro contará com recurso de audiodescrição.

“O Teatro Sérgio Cardoso traz a dança novamente para o palco, expressão artística que com muito entusiasmo temos procurado valorizar em nossa curadoria, com uma resposta do público muito positiva”, afirmou Glaucio Franca, diretor-geral da Amigos da Arte. 
 

Criado entre os anos de 2020 e 2021, durante a pandemia e com ensaios on-line, o espetáculo é marcado pela improvisação, que desempenhou um papel fundamental na criação da dramaturgia e na preparação do elenco. O olho, o olhar, o ver e o ‘não ver’ foram temas da pesquisa de criação da obra, dirigida pela fundadora do grupo, Fernanda Amaral. As vivências dos bailarinos e seus processos diários de mudanças e adaptações nos tempos de rígido afastamento social e encontros através de telas também serviram de inspiração.

As composições coreográficas foram cuidadosamente desenhadas, como uma poesia em movimento, levando em consideração os corpos dos bailarinos e suas características únicas. Em conjunto com a trilha sonora e a iluminação, o espetáculo convida o público a lançar um novo olhar sobre a dança contemporânea, fortalecendo a diversidade e ultrapassando rótulos e preconceitos sobre dança e deficiência. "A dança nunca é somente sobre a dança, nem neutra, e sim rica em significados", afirma Fernanda Amaral, diretora da Cia Dança Sem Fronteiras.
 

O elemento círculo, representado pela roda que gira, gira e dá voltas, como uma grande ciranda da memória, é peça central no espetáculo, dividido em três olhares. O primeiro é com todo o elenco, o segundo com a aparição dos personagens, e, no terceiro, elenco e  personagens se reencontram. Há Retina, mulher com baixa visão que baila atrás de sua janela; Cristalino, jovem com baixa visão que se equilibra fazendo malabarismos; Desfocado, que dança com sua roda em sua cadeira de rodas, além de Cecília, Íris e Cornelia, todos isolados em seus círculos, mas também conectados por suas narrativas corporais.
As apresentações do espetáculo "Ciranda de Retina e Cristalino" no Teatro Sérgio Cardoso têm patrocínio da Bosch através da Lei Federal de Incentivo à Cultura. A sessão do dia 09 de setembro contará com recurso de audiodescrição.
 

Quando e Onde
Local: Teatro Sérgio Cardoso - Sala Paschoal Carlos Magno (R. Rui Barbosa, 153 - Bela Vista, São Paulo - SP, 01326-010)
Data: Dias 09 e 10 de setembro, sábado e domingo, às 19h
A sessão do dia 09 de setembro contará com recurso de audiodescrição.
Ingressos: Gratuito | 1 hora antes na bilheteria do teatro 
Duração: 60 minutos 
Capacidade: 146 lugares + 6 espaços para cadeirantes
Classificação: Livre 

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”Cinza como o sol”

Espetáculo, que estreia no Rio de Janeiro, é inspirado no universo de Kazuo Ohno
De 9 a 24 de setembro na Sala Maria Thereza Tápias – sábados e domingos, às 20h


O universo do bailarino, coreógrafo e mestre da dança Butô, Kazuo Ohno, inspirou a criação do espetáculo Cinza com Sol. A obra apresenta um duo entre a artista Raquel Botafogo e um boneco habitável semelhante ao artista japonês. As relações entre ambos são desenvolvidas por meio da dança, do teatro de formas animadas e da música, revelando uma paisagem interior em movimento, como um céu de primavera repleto de contradições.

 

Não dá para perceber se chove ou se faz sol, apenas é possível observar o movimento ininterrupto que perpassa diversos tons e, inevitavelmente, faz morrer e também florescer. Nessa trajetória, não há como negar a dor da morte, a doença, o sofrimento da perda, mas também improvável conter a força de renovação da vida. É para dar cor e contorno a essa força, elaborar lutos, transmutar e lavar a alma que a dança acontece.

 Raquel Botafogo é artista e pesquisadora da área da dança, do teatro e do teatro de formas animadas. É integrante da Cia PeQuod de Teatro de Animação, e fundadora do Coletivo Eu Amo a Rua, tendo realizado diversas obras que investigam estes campos em suas fronteiras e cruzamentos.
 
Quando e Onde
Estreia: 9 de setembro - sábado
Temporada: de 9 a 24 de setembro – sábados e domingos
Horário: 20h
Censura 14 anos
Duração: 40 minutos
Ingressos: R$40,00 (inteira) R$20,00 (meia) – Sympla: https://www.sympla.com.br/produtor/espacotapias
Local: Centro Cultural Espaço Tápias (Sala Maria Thereza Tápias)- Rua Armando Lombardi, 175- Barra da Tijuca. 

 

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Bailando na Cidade

A Companhia de Danças de Diadema realiza o Bailando na Cidade em cinco eventos gratuitos, durante o mês de setembro: Centro Cultural Canhema - Casa do Hip Hop - dia 14/9, quinta, às 15h; Centro Cultural Vladimir Herzog - dia 15/9, sexta, às 19h; Centro Cultural Taboão - dia 16/9, sábado, às 15h; Centro Cultural Heleny Guariba - dia 22/9, sexta, às 15h; e Centro Cultural Vila Nogueira - dia 23/9, sábado, às 15h.

 

Em cada espaço, a Companhia apresenta parte do espetáculo Antropo100 - De Cascudo a Eros, coreografia de Ana Bottosso e elenco, com trilha sonora especialmente criada por Loop B. Na sequência, ocorrem apresentações com os alunos das Oficinas de Dança de Diadema dos respectivos locais e também da Biblioteca Santa Luzia (16/9) e Biblioteca Interativa de Inclusão Nogueira (23/9).

 

O Bailando na Cidade é uma caravana de dança que envolve formação e difusão. Consiste em uma circulação realizada pelos profissionais de dança da Companhia de Danças de Diadema pelos espaços de cultura da cidade, como centros culturais, instituições de cultura, teatros, além de espaços públicos como ruas, parques e praças. Nesta atividade, crianças, adolescentes e os bailarinos da Companhia desenvolvem interações por meio de ações de corpo e movimento, onde acontecem vivências em dança com os integrantes do Projeto Oficinas e apresentações do repertório da Companhia.

 

 

Quando e Onde

 

Dança: Bailando na Cidade

Projeto: Bailando em Cirandas - Etapa IV

Com: Companhia de Danças de Diadema

Espetáculo: Antropo100 - De Cascudo a Eros

Apresentações: Alunos das Oficinas de Dança

Entrada gratuita. Classificação: Livre. Duração total: 60 minutos.

 

14 de setembro. Quinta, às 15h - Centro Cultural Canhema - Casa do Hip Hop

Rua 24 de Maio, 38 - Jardim Canhema. Diadema/SP. Tel.: (11) 4075-3792.

 

15 de setembro. Sexta, às 19h - Centro Cultural Vladimir Herzog

Rua Eduardo de Matos, 159 - Campanário. Diadema/SP. Tel.: (11) 4091-2299.


16 de setembro. Sábado, às 15h - Centro Cultural Taboão

Avenida Dom João VI, 1393 - Taboão. Diadema/SP. Tel.: (11) 4077-1643.

 

22 de setembro. Sexta, às 15h - Centro Cultural Heleny Guariba

Rua Barão de Uruguaiana, 87 - Jardim Ruyce. Diadema/SP. Tel.: (11) 4067-4292.


23 de setembro. Sábado, às 15h - Centro Cultural Vila Nogueira

Rua Marcos de Azevedo, 240 - Vila Nogueira. Diadema/SP. Tel.: (11) 4071-9300

 

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Bienal Sesc de Dança

 

De 14 a 24 de setembro, Campinas, no interior do estado de São Paulo, vai respirar dança ao longo de 11 dias. A 13ª Bienal Sesc de Dança marca o retorno do festival ao formato presencial após a realização, em 2021, de uma edição completamente on-line devido à pandemia da Covid-19 e reafirma seu compromisso com a difusão da produção artística nacional e estrangeira apresentando uma programação com foco na pluralidade de corpos e nas poéticas da dança contemporânea. O festival acontece em Campinas desde 2015, após oito edições em Santos (de 1998 a 2013). 

 

Para iniciar a maratona de dança o espetáculo Encantado, da Lia Rodrigues (em) Companhia de Danças, do Rio de Janeiro, sobe ao palco do Sesc Campinas dia 14 de setembro, quinta-feira, às 20h. É a primeira vez, desde que a Bienal Sesc de Dança passou a ser realizada em Campinas, que um espetáculo brasileiro faz a abertura do festival.

Com obras e artistas do Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Santa Catarina e São Paulo, a Bienal Sesc de Dança também apresenta ações da África do Sul, Chile, Coreia do Sul, França, Moçambique, Ruanda, Síria e Suíça. 

 

A edição 2023 aposta em aulas abertas com muito movimento, inclusão e socialização. A Praça Bento Quirino no Centro de Campinas e o Jardim do Galpão do Sesc Campinas servirão de palco para o Baile Carioca, Baque Rosa tá na rua: dançando maracatu com Mestra Joana Cavalcante, Pantsula – um ritmo sul-africano e Aulão do Movimento – Uma experiência de dança com música ao vivo.

 

Durante a Bienal Sesc de Dança, a área de convivência do Sesc Campinas se transforma em uma pista de dança com direito a shows, performances e discotecagens. Além de aproveitar o momento para um intercâmbio descontraído em torno das atividades da Bienal, o Ponto de Encontro é um espaço para que todas as pessoas mexam seus corpos como desejarem. 

 

Programação completa no site sescsp.org.br/bienaldedanca.

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A Tecnologia por Trás dos Pisos Flutuantes em Salas de Dança
 

Entenda o segredo por trás da fluidez e segurança nas salas de dança modernas! Nesta reportagem, mergulhamos fundo na engenharia dos pisos flutuantes, revelando como eles absorvem impactos, minimizam lesões e proporcionam um ambiente ideal para a prática artística. Com insights de especialistas da indústria e casos de estudo impressionantes, mostramos por que dançarinos e instrutores estão cada vez mais adotando essa tecnologia inovadora.


Na busca pelo melhor piso para sua sala de dança, o Piso Flutuante destaca-se como uma escolha de alto desempenho. Reconhecido como o piso oficial de dança, ele oferece durabilidade, segurança e performance excepcionais. Composto por camadas sobre amortecedores de borracha, este piso proporciona absorção de impacto superior, garantindo o conforto tanto dos bailarinos quanto dos professores. Sua resistência contribui para a saúde muscular, otimizando a execução de exercícios, coreografias e diversos treinamentos.

O Piso Flutuante adapta-se a diferentes superfícies, como contra-pisos lisos, concreto ou piso frio. Além disso, oferece opções de acabamento, como verniz, linóleo ou cru, dependendo da modalidade de dança praticada. Desde ballet e hip hop até dança contemporânea e sapateado, ele atende a uma variedade de estilos.
A empresa Shop Linóleo Dança é uma referência nesse segmento. Com especialização em projetos, materiais de qualidade e montagem eficiente, eles prezam pela satisfação do cliente. A instalação envolve um sistema de amortecimento exclusivo, dispensando o uso de pregos ou parafusos visíveis. Isso proporciona a flexibilidade de remover e relocar o piso sem danos.

A Shop Linóleo Dança Brasil possui uma equipe de profissionais experientes, equipamentos modernos e compromisso com a excelência na execução de projetos. Sua reputação é evidenciada pelo fato de que nove entre dez escolas e academias de dança preferem o Piso Flutuante da empresa. Para mais informações, acesse www.linoleo.com.br e descubra como transformar sua sala de dança em um espaço de performance, conforto e segurança.

 

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Região de Campinas recebe estreia do espetáculo de dança “Mulheres de Arrimo”

 

Projeto realizado por dançarinas do Núcleo BPI
apresenta trabalho artístico desenvolvido a partir de encontro com mulheres de diferentes realidades da região de Campinas/SP

 

As dançarinas Elisa Costa, Mariana Jorge e Nara Cálipo, do Núcleo BPI, estreiam em setembro o espetáculo de dança “Mulheres de Arrimo”. A primeira apresentação acontece no dia 1º, sexta-feira, às 20h, no Centro Cultural Casarão, localizado no distrito de Barão Geraldo, em Campinas. Além deste dia, o trio também realizará outras sessões na cidade, além de levar o espetáculo para palcos de Hortolândia e Jaguariúna. Os ingressos são gratuitos e mais informações podem ser conferidas no Instagram do grupo, em @mulheresdearrimo. (Veja a programação abaixo).

 

Em “Mulheres de Arrimo” as três dançarinas convidam o público a refletir e sentir, através do contato com a dança contemporânea, sobre as diferentes maneiras pelas quais as mulheres estão inseridas nas estruturas do patriarcado e do capitalismo – e como isso as afeta, individual e coletivamente.

 

“De repente, nos vemos como arrimo de uma estrutura que não foi feita por nós e nem para nós. Assumimos o desmanche para poder dançar aquelas que são exiladas. Damos permissão para que bailem as nossas partes rejeitadas, não aceitas e que não cabem nas realidades que nos foram impostas”, conta o grupo. “Este é um convite ao delírio para responder à urgência de transgredir normas enrijecidas, através do corpo em movimento. Entre arrimar e desmoronar se faz o pulso de nós três, para que possamos encarnar, a cada momento, a força truculenta de estarmos vivas.”

 

Para a apresentação o trio conta com o apoio primordial do Núcleo BPI, do qual fazem parte. Através de seu método criado pela profª. Dra. e diretora artística Graziela Rodrigues, a equipe realizou diversas pesquisas, rastreamentos e idas a campo que visaram um encontro com as ‘mulheres de arrimo’ presentes nas ruas do centro da cidade, em comunidades e acampamentos.

 

“O que se vê neste trabalho é uma força de se colocar em pé, que se sustenta precariamente e desarrima, um movimento de destruição e reconstrução constantes”, explica Mariana Jorge, uma das integrantes do coletivo. “Queremos com este espetáculo provocar reflexões sobre construções sociais, mas fazendo isso também com um certo humor, uma ironia e uma ruptura”.

 

O projeto “Mulheres de arrimo: transgredir para amar” é uma realização do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas.

 

 

 

Quando e Onde

 

Campinas – Centro Cultural Casarão

Data: 01 e 02/set (sexta-feira e sábado), às 20h

Endereço: Rua Maria Ribeiro Sampaio Reginato, s/n, Barão Geraldo

Ingressos: Grátis

Acessibilidade: Não | Classificação etária: 14 anos | Duração: 50min

 

Campinas – Sala dos Toninhos

Data: 08/set (sexta-feira), às 16h; 28/set (quinta-feira), às 20h

Endereço: Rua Francisco Teodoro, Vila Industrial

Ingressos: Grátis

Acessibilidade: Audiodescrição aberta e Libras no dia 08 | Classificação etária: 14 anos | Duração: 60min

 

Hortolândia – Escola Augusto Boal

Data: 30/set (sábado), às 20h

Endereço: Rua Casemiro de Abreu, Jardim Amanda II

Ingressos: Grátis

Acessibilidade: Não | Classificação etária: 14 anos | Duração: 50min

 

Jaguariúna – Teatro Municipal Dona Zenaide

Data: 05/out (quinta-feira), às 20h

Endereço: Rua Alfredo Bueno, 1151, Centro

Ingressos: Grátis

Acessibilidade: Não | Classificação etária: 14 anos | Duração: 50min

 

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MASP PROMOVE A 5ª EDIÇÃO DA SEMANA PAULISTA DE DANÇA
 

A programação oficial traz grandes companhias do País como a Studio3 Cia. de Dança, Cia. de Ballet Dalal Achcar, São Paulo Companhia de Dança e Cia. de Dança Carlinhos de Jesus e apresentações que se estendem ao vão livre do MASP
 
De 23 a 27 de agosto de 2023 a 5ª edição da Semana Paulista de Dança, com apresentações no MASP Auditório e também no vão livre do museu. Com curadoria de Anselmo Zolla, coreógrafo e diretor artístico da Studio3 Cia. de Dança, a temporada conta com a participação das companhias Studio3 Cia. de Dança (SP), Marcia Milhazes Companhia de Dança (RJ), Cia. de Dança Palácio das Artes (MG), Cia. de Ballet Dalal Achcar (RJ), Grupo Cena 11 Cia. de Dança (SC), Companhia de Danças de Diadema (SP), São Paulo Companhia de Dança (SP), São Paulo Escola de Dança (SP) e Cia. de Dança Carlinhos de Jesus (RJ).
 
Idealizada em 2018, a Semana Paulista de Dança tem o propósito de aproximar a cidade da dança e da cena contemporânea, por meio de uma programação diversa e gratuita. “O MASP, referência cultural e histórica, com uma política aberta e de excelência, mais uma vez abre suas portas para a dança, oferecendo gratuitamente o acesso à 5ª Semana Paulista de Dança, que é essencial para aproximar o público desta arte”, afirma o curador Anselmo Zolla.
 
Para a noite de estreia da Semana, a Studio3 Cia. de Dança apresenta o espetáculo ‘Paris’, de Anselmo Zolla e Jorge Takla. Na quinta-feira (24), o MASP traz o espetáculo ‘Paz e amor II’, da Marcia Milhazes Companhia de Dança, com a participação da pianista japonesa Yuka Shimizu.
 
A respeitada Cia. de Ballet Dalal Achcar apresenta, na sexta-feira (25), o espetáculo ‘Macabéa’, de Márcia Jaqueline. Na mesma noite, a Cia. de Dança Palácio das Artes faz a estreia nacional do espetáculo ‘Poderia ser rosa’, de Henrique Rodovalho.
 
A programação do fim de semana começa com espetáculos que trazem coreografias concebidas especialmente para o vão livre do MASP, incluindo a montagem de ‘Rio de Janeiro’, da renomada Cia. de Dança Carlinhos de Jesus, com Carlinhos de Jesus em cena acompanhado de dez dançarinos. À noite, o Grupo Cena 11 Cia. de Dança apresenta, no Grande Auditório, o espetáculo ‘Eu não sou só eu em mim’, de Alejandro Ahmed.
 
No domingo (27), a Semana Paulista de Dança promove uma apresentação voltada para o público infantil, da Companhia de Danças de Diadema, com o espetáculo ‘Nas Águas do Imaginar’, de Ton Carbones e elenco. De noite, é a vez da São Paulo Companhia de Dança, cuja direção está a cargo de Inês Bogéa, apresentar as obras ‘Veias Abertas’, de Poliane Fogaça, ‘Instante’, de Lucas Lima, e ‘Umbó’, de Leilane Teles.
 
Confira a programação:
 
Quarta, 23 de agosto 20h
Grande Auditório
 
Studio3 Cia. de Dança
Espetáculo: ‘Paris’
De Anselmo Zolla e Jorge Takla
 
Quinta, 24 de agosto 20h
Grande Auditório
 
Marcia Milhazes Companhia de Dança
Espetáculo: ‘Paz e amor II’
De Marcia Milhazes
 
Sexta, 25 de agosto 20h
Grande Auditório
 
Cia. de Ballet Dalal Achcar
Espetáculo: Macabéa
De Márcia Jaqueline
 
Cia. de Dança Palácio das Artes
Espetáculo: ‘Poderia ser rosa’ - estreia nacional
De Henrique Rodovalho 
 
Sábado, 26 de agosto 14h
Vão Livre do MASP
 
São Paulo Escola de Dança
Espetáculo: ‘Cartas de Amor’
De Sérgio Rocha; Kátia Barros; Vinícius Anselmo; Cláudia Palma e Leilane Teles
 
Cia. de Ballet Dalal Achcar
Espetáculo ‘Sem Você’
De Éric Fréderic
 
Cia. de Dança Palácio das Artes
Espetáculo: ‘(In)tensões’
De Beatriz Kuguimiya e Cláudia Lobo
 
Studio 3 Cia. de Dança
Espetáculo: ‘Rasga o Coração’
De Anselmo Zolla e William Pereira

Cia. de Dança Carlinhos de Jesus
Espetáculo: ‘Rio de Janeiro’
De Carlinhos de Jesus

20h
Grande Auditório

Grupo Cena 11 Cia. de Dança
Espetáculo: ‘Eu não sou só eu em mim’
De Alejandro Ahmed
 
Domingo, 27 de agosto 11h
Grande Auditório
 
Companhia de Danças de Diadema
Espetáculo: ‘Nas Águas do Imaginar’ – infantil
De Ton Carbones e elenco
 
20h
Grande Auditório
 
São Paulo Companhia de Dança
Espetáculos: ‘Veias Abertas’
De Poliane Fogaça
 
‘Instante’
De Lucas Lima
 
‘Umbó’
De Leilane Teles
 
 
Quando e Onde
De 23 a 27 de agosto de 2023
MASP — Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand
Avenida Paulista, nº 1578, Bela Vista, São Paulo, SP
Telefone: (11) 3149-5959
Estação de metrô próxima: Trianon-Masp
Entrada gratuita
Distribuição de ingressos conforme horário de chegada

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Espetáculo de dança-teatro A Vida das Bonecas Vivas tem sessões grátis no SESI São José dos Campos

Inspirado nas Living Dolls, o espetáculo de dança-teatro traz uma leitura contemporânea do butô e kabuki, tendo Helena Ignez como atriz convidada.


O espetáculo de dança-teatro A Vida das Bonecas Vivas, concebido e dirigido por Dan Nakagawa, faz duas apresentações no Teatro do SESI São José dos Campos, nos dias 23 e 24 de agosto de 2023, quartas e quinta-feira, às 20 horas. Os ingressos são gratuitos e devem ser reservados no site do SESI.

 

Com estética recheada de referências do butô, do kabuki e da dança contemporânea, A Vida das Bonecas Vivas parte do movimento das Living Dolls para tratar de existências humanas à margem de uma sociedade que cerceia a diversidade e a subjetividade. A encenação surge como uma resposta-celebração para uma existência possível no mundo patriarcal e embranquecido. 

 

Segundo o diretor, as personagens de A Vida das Bonecas Vivas vão ao encontro de sua sombra, de seu duplo, tendo por base conceitos da psicanálise como o ‘estranho-familiar’, de Sigmund Freud, o ‘nosso outro no espelho’, de Jacques Lacan, o ‘retornar a si pela experiência do outro’, de Antonin Artaud. Ele conta que usou também como referência os trabalhos do dramaturgo e coreógrafo grego Dimitris Papaioannou, da companhia de dança Cena 11 e do performer e coreógrafo japonês Hiroaki Umeda para trazer à tona perspectivas de um renascimento identitário que transponha os limites do engessamento social e dos papéis desempenhados diariamente. 

A Vida das Bonecas Vivas teve sua pré-estreia em apresentação remota pelo YouTube, no dia 19 de novembro de 2020, devido às restrições impostas pela pandemia, permanecendo online por três meses, até 05 de março de 2021. Em 2023, a montagem circula por unidades do SESI São Paulo, já tendo passado por Ribeirão Preto (julho) e, em setembro, segue para Campinas.

 

Quando e Onde
23 e 24 de agosto – Quarta e quinta, às 20h
Ingressos: Grátis – Reservas pelo site https://www.sesisp.org.br/eventos 
Duração: 80 min. Classificação: 14 anos. Gênero: Dança-teatro. 

SESI São José dos Campos 
Av. Cidade Jardim, 4389 - Bosque dos Eucaliptos. São José dos Campos/SP.
Tel.: (12) 3919-2000. Local: Teatro. Capacidade: 4850 lugares.
 

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Muti: Crime e Poder

A Revista Dança Brasil mergulhou no suspense de "Muti: Crime e Poder", um filme eletrizante da A2 Filmes que nos deixou sem palavras! 
@a2filmesoficial @_leorolim 

😍 Prepare-se para ser surpreendido a partir de 24 de agosto, quando o filme chegará às salas da rede Cinemark, dublado e legendado. Não dá para perder essa dose de emoção! 🕵️‍♂️🔍 

💥 Com direção de George Gallo e um elenco estelar incluindo Cole Hauser, Peter Stormare e o icônico vencedor do Oscar Morgan Freeman, a trama nos prendeu do início ao fim. 

MUTI: CRIME E PODER
EUA | 2022 | 93 min. | Suspense – Policial

Título Original: The Ritual Killer
Direção: George Gallo
Roteiro: Bob Bowersox, Jennifer Lemmon, Joe Lemmon
Elenco: Morgan Freeman, Cole Hauser, Peter Stormare, Julie Lott, Paul Sampson, Ron Goleman, Vernon Davis, Luke Stratte-McClure
Distribuição: A2 Filmes

 

Sinopse: O filme segue o detetive Boyd, que, incapaz de lidar com a morte de sua filha, embarca em uma caça a um serial killer que mata de acordo com um ritual tribal brutal chamado Muti. A única pessoa que pode ajudar Boyd é o Professor Mackles, um antropólogo que esconde um segredo terrível. A linha entre a sanidade e a loucura diminui à medida que Boyd se aprofunda no mundo do assassino e entende a cultura por trás do ritual.

☕️ E não para por aí! O coffe break foi a cereja no topo desse evento incrível da @gelatoboutique 

#MutiFilme #CrimeePoder #SuspenseCinematográfico #CinemaEmocionante #A2Filmes #NãoPerca

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Festival Escolar de Dança de Santana de Parnaíba agita a cidade

 

A Prefeitura de Santana de Parnaíba - SP está realizando nesta semana, entre os dias 15 a 18/08, o XV Festival Escolar de Dança. O evento sob a coordenação da Secretaria de Educação tem por objetivo favorecer a criatividade e o processo de construção de conhecimento dos alunos, através de apresentações promovidas na Arena de Eventos, localizada na Av. Esperança, 450, Campo da Vila.


Segundo a Secretaria de Educação,  a dança, enquanto processo educacional, contribui na aquisição e aprimoramento das habilidades básicas, dos padrões fundamentais do movimento, das potencialidades humanas e da relação dos alunos com o mundo. 

O Festival de Dança de Santana de Parnaíba conta com jurados especializados e a participação de estudantes dos Ensinos Fundamental I, Fundamental II e Médio. Além das medalhas entregues a cada participante, após apresentações que valorizam a cultura brasileira, o evento premiará os cinco melhores na grande final, programada para sexta-feira, dia 18/08, das 8h às 12h.

 

foto: Dario Souza e Fabiano Martins - PMSP/SECOM

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Fábricas de Cultura SP: projeto de dança Núcleo Luz abre inscrições para minicurso
 

O Núcleo Luz, projeto de aprofundamento na linguagem da dança do Programa Fábricas de Cultura - da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo e gerenciado pela Poiesis - abre as inscrições para a segunda turma de 2023 da Oficina Núcleo Luz: Dança em Composição, entre 10 e 24 de agosto.
 

No total, serão oferecidas 40 vagas a jovens de 14 a 22 anos que vivem no estado de São Paulo e possam frequentar as aulas presenciais na sede do Núcleo Luz, localizado no bairro Bom Retiro, em São Paulo. Não é necessário ter qualquer formação em dança para fazer parte da turma. As inscrições online ficarão abertas pelo site do projeto (clique aqui) e a seleção será feira por sorteio online, caso o número de inscritos supere a quantidade de vagas.
 

O curso, também gratuito, tem um formato compacto e focado na experimentação em práticas corporais, e neste ano voltará a ser 100% presencial após edições híbridas devido a pandemia. As aulas serão realizadas de 12 de setembro a 16 de novembro, às terças e quintas-feiras, das 14h às 17h. As pessoas matriculadas receberão uma ajuda de custo no valor de R$ 200,00 e o certificado de participação ao concluir o curso, condicionados à frequência.
 

“Desde 2019 essa oficina é uma oportunidade para jovens conhecerem o Núcleo Luz e poderem experienciar - em uma curta e intensa jornada - estudos do corpo e do movimento, além de um processo de criação e composição coreográfica. Os encontros são conduzidos por profissionais que foram aprendizes do projeto anos atrás e hoje retornam na posição de educadores. É algo gratificante”, destacou Chris Belluomini, diretora artístico-pedagógica do Núcleo Luz.

A dupla Camila Bosso e Cristiano Saraiva, ex-aprendizes do projeto e atuantes no cenário da dança, irá ministrar as aulas presenciais e o processo de investigação, cujo resultado será apresentado para convidados.

 

 

Onde e Quando

OFICINA NÚCLEO LUZ | DANÇA EM COMPOSIÇÃO

Turma 2-2023
14 a 22 anos | gratuito | presencial

Inscrições online de 10 a 24/08 - clique aqui
Aulas de 12/09 a 16/11, às terças e quintas, das 14h às 17h
Local do minicurso - sede do Núcleo Luz: rua Talmud Thorá, 52, Bom Retiro - São Paulo/SP

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Companhia de Danças de Diadema participa

do evento Circula Múltipla com Força Fluida



No dia 17 de agosto, quinta-feira, a Companhia de Danças de Diadema apresenta o espetáculo Força Fluida, de JaeDuk Kim, na abertura do evento Circula Múltipla, que acontece entre os dias 17 e 20 no Teatro Clara Nunes - Centro Cultural Diadema, de quinta a sábado, às 20 horas, e domingo, às 17 horas. Ainda no dia 17/8, apresenta-se o Núcleo Disparador com Manifesto Mang(Uni), de Jonatan Vasconcelos. Os ingressos custam R$ 20,00 e R$ 10,00.

 

As demais companhias que se apresentam no Circula Múltipla são: Raça Cia. de Dança (com É Assim que Acaba, de Monique Paes) e Balletomane, escola da região (com trechos de Cidade Insana, de Jaqueline Batista e elenco), no dia 18/8; Cisne Negro Cia. de Dança (com A Luz que Há em Ti..., de Roberto Amorim, e Cálice, de Dany Bittencourt) e Sopro Cia. de Dança (com sE nÃo É aMoR, de Roberto Amorim), no dia 19/8; Grupo Divinadança (com Rosa Que Te Quero Minha, de Andrea Pivatto), Núcleo Stanzza (com Reverteris, de Alex Martins) e Attos Cia. de Dança, escola da região (com Formas, de Nilson Rodrigues), no dia 20/8.

 

O Circula Múltipla é a nova ação do Múltipla Cias de Dança SP, um coletivo de companhias e grupos profissionais do Estado de São Paulo, agraciado com o Prêmio APCA 2022 na categoria Dança - Programa, Projeto, Difusão e Memória. O objetivo desta ação é percorrer cidades paulistas, além da capital, com performances, espetáculos, mesas-redondas e workshops, fazendo com que o movimento multiplique possibilidades, público e parcerias, formando uma rede de produção cultural em variadas formas. Essa ampliação de teatros ocupados, público alcançado e ação experimentada é uma das características e o objetivo maior do Múltipla: a busca por ocupar e existir criando novas propostas de fazer artístico.

 

 

Quando e Onde

 

Evento/Dança: Circula Múltipla

Classificação: Livre. Duração média/dia: 90 minutos.

Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia).

Bilheteria: 3h antes dos eventos. Na rede: @multipladancasp

 

17 de agosto - Quinta, às 20h

Força Fluida - com Companhia de Danças de Diadema

Manifesto Mang(Uni) - com Núcleo Disparador


18 de agosto - Sexta, às 20h

É assim que acaba - com Raça Cia. de Dança

Cidade Insana - com Balletomane


19 de agosto - Sábado, às 20h

A Luz que Há em Ti... | Cálice - com Cisne Negro Cia. de Dança

sE nÃo É aMoR - com Sopro Cia. de Dança

 

20 de agosto - Domingo, às 17h

Rosa Que Te Quero Minha - com Grupo Divinadança

Reverteris - com Núcleo Stanzza

Formas - com Attos Cia. de Dança

 

Teatro Clara Nunes - Centro Cultural Diadema

Rua Graciosa, 300 - Centro. Diadema/SP.

Tel: (11) 4056-3366. Capacidade: 377 lugares. Acessibilidade: Sim.

Força Fluida -Cia Diadema -foto de Silvia Machado

 

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Podcast com Ballet Couple - Larissa Dal’Santo e Luiz Fernando Xavier

 

Entrevistamos a dupla Ballet Couple com Larissa Dal’Santo e Luiz Fernando Xavier @ballet_couple como convidados especiais. Junte-se a nós neste instante para conhecer a história inspiradora desses talentosos bailarinos, seus desafios no mundo da dança e momentos inesquecíveis que marcaram suas carreiras.

É um episódio repleto de paixão e emoção que você não pode deixar passar! 🎙️

Compartilhe esta novidade agora mesmo com seus amigos apaixonados por dança e vamos todos juntos celebrar o poder da arte da dança! 🌟

Siga-nos imediatamente para ficar por dentro de todas as atualizações e não perder nenhum detalhe deste lançamento urgente! Estamos ansiosos para tê-los conosco nesta incrível jornada com a Dupla Ballet Couple! 🌹

 

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Cia de dança do Ceará leva para São Paulo o espetáculo
“O Cheiro da Lycra”, em apresentação gratuita
   
 

A Cia Alysson Amancio, do Ceará, estará em São Paulo no próximo dia 12 de agosto para apresentar o espetáculo “O Cheiro da Lycra” no Instituto Caleidos, na Lapa, zone oeste da capital. A Cia. cearense está em temporada nacional através do Prêmio FUNARTE Circulação e Difusão da Dança 2022 e “O Cheiro da Lycra” já foi apresentado em Manaus, Natal, Fortaleza e Campina Grande. Além da apresentação, o bailarino Alysson Amancio irá ministrar a oficina “Corpos de Enfrentamento”. Tanto o espetáculo como a oficina serão totalmente gratuitos.
 
O ‘Cheiro da Lycra’ é uma obra de dança contemporânea.  A dramaturgia se faz a partir das memórias do intérprete-criador, seus enfrentamentos de assumir-se gay/bailarino/negro haja vista ter nascido “macho” no interior do Ceará onde as expectativas eram e ainda são, na maioria dos casos, marcadas por estereótipos de gênero. A constante e árdua luta de descolonializar-se da  brancacisheteronormatividade.
 
A obra teve um primeiro formato estreado no Museo del Chopo na Cidade do Mexico em fevereiro de 2020. E a composição ampliada foi desenvolvida através do Laboratório de Criação em Dança do Porto Iracema das Artes. O Cheiro da Lycra teve tutoria  do coreógrafo Fauller e colaboração dos artistas Luiz Renato e Kel Maia.  
 
Sobre a Oficina
A ação formativa “Corpos de Enfrentamento” é um desdobramento da tese de doutorado ' Danças de Enfrentamento', pesquisa desenvolvida por Alysson Amancio no PPGARTES na UERJ. Para Alysson, os novos tempos que nos solicitam outros de modos de ser e estar no mundo. Corpos atentos, porosos, sensíveis, multifacetados e que estejam disponíveis para repensar as fronteiras coloniais sociais que muitas vezes estão impregnadas não só nas nossas peles, mas também nas nossas danças.  Romper as fronteiras do mover/pensar também são micropolíticas de enfrentamento. 
 
A oficina “Corpos de Enfrentamento” é a busca uma experiência descolonizadora, o processo prevê experimentos de educação somática, dança contemporânea, improvisação, o diálogo entre corpo e visualidade em processos criativos na perspectiva de proporcionar aos participantes uma ampliação de seu repertório artístico e seu processo de criação.

Cia Alysson Amancio
O que: Oficina “Corpos de Enfrentamento”
Quando: dia 12 de agosto, das 16h às 18.h 
Onde: No Instituto Caleidos, à rua Mota Pais, 213, Lapa, São Paulo, SP..
Quanto: evento gratuito, basta aparecer.
 
O que: Espetáculo “O Cheiro da Lycra”
Quando: dia 12 de agosto, às 20.h 
Onde: No Instituto Caleidos, à rua Mota Pais, 213, Lapa, São Paulo, SP..
Quanto: gratuito, retirada dos ingressos uma hora antes do espetáculo.
 
 

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Festival “Nas Batalhas” celebra resistência da cultura Hip Hop
em programação gratuita no Sesc Belenzinho em S. Paulo

 

Jade Lyrio, Edson Guiu, DJ KL Jay, Eduardo Dialético, Drica e Zaila são destaques da edição que celebra 50 anos do Hip Hop
 

A produtora cultural Jade Lyrio e o pesquisador em danças urbanas e negras Eduardo Dialético chegam com mais uma edição do "Nas Batalhas". O festival, que acontece no dia 13 de agosto, das 10h às 18h, no Sesc Belenzinho, tem como propósito proporcionar um espaço acolhedor e democrático. Desta vez, celebrando os 50 anos de resistência da cultura hip hop.
 

Durante a programação, completamente gratuita, artistas de dança, com destaque para identidades afrodescendentes, indígenas e suas diversidades, comandam a festa.

Para começar, a partir das 10h, o público pode participar da vivência aberta com Edson Guiu. Em seguida, às 11h30, haverá uma cypher livre com o grupo SP House.

Um pouco depois, às 12h30, o início das batalhas de dança. Os MCs Félix Pimenta, Jô Gomes e Gisoul conduzirão as competições que irão contar com as categorias "Masculinidades Diversas", "Mulheres Plurais", pessoas "Trans" e LGBTQIAPN+. O júri será composto pelo já citado Édson Guiu, Chicano, Wallison Culu, Drica e Zaila. As inscrições podem ser feitas no link disponibilizado na bio do @nas_batalhas.
 

O encerramento do evento será às 17h, com a discotecagem do DJ KL Jay, proporcionando um momento de celebração e descontração para todos os presentes.

No repertório, ritmos como o Funky, P-Funk, Gangsta Funk, Crunk, Break Breat, Gangsta Rap, Rap Underground, Rap Nacional, Disco Music, House Music, Disco House, ElectroFunk, entre outros

“A cultura Hip Hop nasceu nos guetos, nas periferias e vem tornando-se uma grande potência, mas, junto desse crescimento, os principais fundamentos estão sofrendo com o apagamento, assim como as pessoas que resistiram pra que essa cultura se tornassea força que é. Precisamos lembrar que o movimento Hip Hop foi formado por pessoas periféricas negras que mostraram nossa inteligência ancestral diante dos apagamentos sistêmicos dos nossos corpos”, ressaltam os idealizadores.

Após o sucesso do "Nas Batalhas", Jade Lyrio e Eduardo Dialético estão se dedicando ao projeto "Na Beira do Território", que busca dar visibilidade a outros projetos que necessitam de apoio cultural.
 

Quando e Onde 
13 de agosto, domingo, das 10h até 18h
Local: Sesc Belenzinho 
Rua Padre Adelino, 1.000, Belenzinho, São Paulo
ENTRADA GRATUITA
Classificação indicativa: Livre

 

PROGRAMAÇÃO COMPLETA

10h - Vivência aberta com Edson Guiu, pioneiro das danças urbanas no Brasil
11h30 - Cypher aberta ao público com SP House
12h30 - Início das batalhas com MC’s Félix Pimenta, Jô Gomes e Gisoul. Júri: Édson Guiu, Chicano, Wallison Culu, Drica e Zaila. Categorias no formato de “Seven To Smoke” de : “Masculidades Diversas”, “Mulheres Plurais”, pessoas “Trans” e LGBTQIPA+.
Entre os intervalos das batalhas aocntecem com Cyphers livres, apresentações e intervenções dos grupos convidados dos grpos The legacy, Street Sisters, Lords Of Krump e Waacking Sessions
17h - Encerramento com discotecagem do DJ KL Jay
Para se inscrever, acesse: https://forms.gle/nfJAG6uvd9oyZDv96
 

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Cia Híbrida com seu espetáculo Antiflow pela cidade do RJ. 

Através do Fomento à Cultura Carioca, concedido pela Secretaria Municipal de Cultura, Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, a Companhia Híbrida apresenta seu espetáculo Antiflow em temporada de apresentações pela cidade.
 
Antiflow é a primeira de um novo conjunto de obras que pretende responder como caminhar em sentido contrário ao de uma sociedade cujas ferramentas de controle foram internalizadas pelo indivíduo, e desembocam quase inequivocamente no esgotamento.
 
Esta atividade é mais uma ação do projeto CIA HÍBRIDA – MANUTENÇÃO DIFUSÃO FORMAÇÃO, contemplado pelo FOCA – FOMENTO À CULTURA CARIOCA, da PREFEITURA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO E SECRETARIA MUNICIPAL DE CULTURA.

Programação:
20 de agosto – domingo – 18h - Teatro Gonzaguinha - R. Benedito Hipólito, 125 – Centro
1 de setembro - – sexta-feira -  19h -  Areninha Carioca Sandra Sá - R. 12, 1 - Santa Cruz
2 de setembro – sábado – 19h -  Centro de Artes da Maré - Rua Bitencourt Sampaio, 181 - Maré
22 de setembro – sexta-feira – 19h – Arena Fernando Torres - R. Bernardino de Andrade, 200 – Madureira
27 de outubro – sexta-feira – 19h - Areninha Carioca Hermeto Pascoal - Praça Primeiro de Maio, s/n - Bangu
 
 Serviço:
Classificação: Livre
Duração: 45 minutos
Ingressos : R$ 1,00 – hum real
 
Fotos: crédito Renato Mangolin

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A São Paulo Companhia de Dança (SPCD) e o Theatro São Pedro (TSP) -  preparam apresentações com música ao vivo entre os dias 17 e 20 de agosto, a Companhia estreia ‘Le Chant du Rossignol’ e traz de volta ao palco ‘Di’
 
As apresentações terão a participação da Orquestra do Theatro São Pedro e da Orquestra Jovem do Theatro São Pedro sob a regência do maestro Claudio Cruz. Neste programa, o público irá conferir a estreia de Le Chant Du Rossignol, de Marco Goecke, além de reviver Di, de Miriam Druwe, cuja estreia aconteceu neste mesmo teatro e traz as cores, texturas, sensações e imagens que povoam o universo do pintor Di Cavalcanti (1897-1976) ao som dos Choros nº 6, de Heitor Villa-Lobos (1887-1959). 

A obra de Goecke, tem sua origem na ópera homônima do compositor russo Igor Stravinsky (1882-1971), baseada no conto “O Rouxinol”, de Hans Christian Andersen. A coreografia inspira-se na dualidade do natural versus o artificial, contando com a figura de um pássaro real justaposta com sua versão mecânica. Segundo Marco Goecke, “os ingredientes desta peça são: um canto, um pássaro, a urgência de voar, a natureza que vive e morre, a fragilidade que é leve como uma pluma. Uma peça que está no ar, que é um sopro. Se pudéssemos segurar um pássaro na mão, sentiríamos o seu tremor, sua vontade de fugir, sua fragilidade aliada a um poder que nos permite ter vontade de voar também”. O Canto do Rouxinol traz a assinatura do coreógrafo, com movimentos rápidos que somem no espaço escuro do palco.   

“É sempre um prazer estar de volta ao Theatro São Pedro e conferir a união da dança com a execução da música clássica ao vivo. Um encontro potente, que eleva as obras que sobem ao palco e transformam a experiência do público”, afirma Inês Bogéa, diretora artística da São Paulo Companhia de Dança.


Atividades Educativas Gratuitas 
Quarenta e cinco minutos antes dos espetáculos, o público interessado em se aprofundar nas histórias e nos bastidores das criações poderá conversar com Inês Bogéa em palestras gratuitas sobre os processos criativos das obras. As conversas têm duração de cerca de 30 minutos. Também está previsto um Espetáculo para Estudantes e Terceira Idade, que acontece no dia 16 de agosto, às 19h. A atividade é gratuita mediante inscrição prévia no site https://forms.gle/2oYHa1Ni8Gs8uepQ9  
 

Onde e Quando
Local: Theatro São Pedro
Endereço: Rua Barra Funda, 161 – Barra Funda – São Paulo/SP
Horários: Quinta-feira, sexta-feira e sábado, às 20h | domingo, às 17h
Capacidade física: 636 lugares
Acessibilidade: Sim
Preço: Variam de R$ 100 (inteira) a R$ 30 (meia), à venda no site https://feverup.com/m/131679 

Foto: Charles Lima
 

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40º Festival de Dança de Joinville
primeiros lugares e premiações especiais

O 40º Festival de Dança de Joinville  terminou no ultimo dia 30 de julho, saiba quem são os grandes campeões e prêmios especiais onde a grande maioria dos premiados em atrações competitivas como Festival 40+, Meia Ponta e Mostra Competitiva ficou mais concentrado nas mãos de grupos e escolas de São Paulo (36 prêmios), Goiás (dez prêmios) e Rio de Janeiro e Santa Catarina  com nove prêmios cada).

A liderança do ranking de grupos da Mostra Competitiva foi conquistado pelo Balé do Teatro Escola Basileu França, com 90 pontos. A companhia de Goiânia (GO) levou para casa sete primeiros lugares, dois segundos lugares e dois terceiros lugares. O destaque do Meia Ponta ficou com Lapidari Companhia de Dança, de Praia Grande (SP), com 48 pontos: três primeiros lugares e três segundos lugares. Já no Festival 40+, a Academia de Ballet Elisa, de São Bernardo (SP), cravou média final 10 e o título de Melhor Grupo.

Ao longo de 13 dias, o evento reúne 13 mil dançarinos, com uma ampla faixa etária, de dez a quase 90 anos. O encontro de todas as gerações da dança no ano que vem já tem data marcada. O 41º Festival de Dança de Joinville deve ser realizado de 15 a 27 de julho de 2024.
 

Melhor apresentação

• Meia Ponta: Doroteia Centopeia, da Lapidari Companhia de Dança, de Praia Grande (SP);

Mostra Competitiva: “A Dança Cósmica de Shiva”, do Street Company Tatiana Souza, de Maringá (PR).

Melhor Bailarina

• Meia Ponta: Lara Furlanes Alves, do Sheila’s Ballet, de Sorocaba (SP);

Mostra Competitiva (Medalha Tatiana Leskova de Melhor Bailarina): Milena Gabriela Floriano, do Raça Centro de Artes, de São Paulo (SP).

Melhor Bailarino

• Meia Ponta: Nicolas Librais, Cia "Petite Danse Infantil", do Rio de Janeiro (RJ);

Mostra Competitiva: Vinícius Freire, do Ballet Fernanda Dangelo, de Recife (PE).

Melhor Coreógrafo

Mostra Competitiva: Caique Bonforte, do Núcleo de Dança Caique  Bonforte, de Três Rios (RJ).

 

Melhor Grupo

• Festival 40+: Academia Ballet Elisa, de São Bernardo (SP);

Meia Ponta: Lapidari Companhia de Dança, de Praia Grande (SP);

Mostra Competitiva: Balé do Teatro Escola Basileu França, de Goiânia (GO).

Prêmio Daniel Camargo

Mostra Competitiva: João Pedro Silva, do Balé do Teatro Escola Basileu França, de Goiânia (GO).

 

Prêmio Especial

Mostra Competitiva / Figurino e Trabalho de Pesquisa: Programa Dançando na Escola da Escola Municipal Governador Pedro Ivo Campos, de Joinville (SC)

 

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Cia Diversidança no Teatro Paulo Eiró

Cia Diversidança apresenta o espetáculo “Tirem os sapatos e dancem conosco” em SP
Com entrada gratuita, agenda tem datas confirmadas no Teatro Paulo Eiró, Casa de Cultura do Butantã e Ocupação Artística Canhoba

Após uma curta temporada de apresentações online, a Cia Diversidança leva o espetáculo presencial "Tirem os sapatos e DANCEM conosco" para vários pontos da capital de São Paulo até 29 de julho.
 

As performances de junho estão sendo destinadas exclusivamente para alunos dos espaços envolvidos. Já em julho, todas as datas serão abertas ao público e com entrada gratuita. Já estreado no dia 08/07, no Centro Cultural da Penha. Nos dias 14, 15 e 16/07, ocupam o Teatro Paulo Eiró. Na sequência, a Casa de Cultura do Butantã (22/07) e a Ocupação Artística Canhoba (28 e 29/07).
 

Em agosto, a Cia apresenta a 3ª Edição do "Micro Danças" no Espaço Cultural CITA e, posteriormente, todos os vídeos que compõem o trabalho serão disponibilizados no Instagram e YouTube da Cia.
 

Quando e Onde

Teatro Paulo Eiró
Datas: 14, 15 e 16/07, sexta, sábado e domingo.
Horários: 21h, sexta e sábado; 19h, domingo.
Endereço: Avenida Adolfo Pinheiro, 765 - Santo Amaro, São Paulo - SP.
Casa de Cultura do Butantã

Data: 22/07, sábado.
Horários: 12h e 19h30.
Endereço: Avenida Junta Mizumoto, 13 - Jardim Peri Peri, São Paulo - SP.

Ocupação Artística Canhoba
Data: 28 e 29/07, sexta e sábado.
Horários: 15h, sexta; 19h, sábado.
Endereço: Rua Canhoba, 299 - Vila Fanton, São Paulo - SP.

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Theatro Municipal do Rio de Janeiro completa 114 anos

No  dia 14 de julho, e na celebração da data abrirá as portas ao público com 10 horas de programação gratuita, a partir das 9h, na área externa e no salão nobre. No mesmo dia, às 19h, terá a tão esperada pré-estreia da ópera Carmen, de Bizet, reunindo solistas, coro, balé e a Orquestra Sinfônica da casa. A direção musical e a regência levam assinatura do maestro Felipe Prazeres.

A presidente da Fundação, Clara Paulino, destacou a importância da comemoração. "Já são 114 anos trazendo arte e cultura para o Rio de Janeiro. Neste aniversário, para comemorar, apresentamos uma programação rica e democrática, com participação de todos os corpos artísticos do Theatro Municipal, que se encerrará com chave de ouro com uma belíssima encenação de Carmen, de Bizet", disse.

Após quatro reformas, o edifício, inaugurado em 1909, é considerado um dos mais imponentes e belos do centro da cidade, exibindo fachadas que misturam elementos clássicos e barrocos, tem atualmente 2.252 lugares, divididos entre plateia, três andares de balcão, camarotes e frisas. Conhecida como a principal casa de espetáculos do Brasil e uma das mais importantes da América Latina. Sua história mistura-se com a trajetória da cultura do País.

Programação Completa
09h – Banda dos Fuzileiros Navais: Frente do Theatro Municipal – Escadaria externa
Publicidade
10h – Camerata Jovem do Rio de Janeiro: Foyer
11h – Orquestra Sinfônica Jovem do RJ: Boulevard da Av. 13 de Maio
12h – Escola Estadual de Dança Maria Olenewa (EEDMO): Salão Assyrio
12h30 – Ballet do Teatro Municipal (BTM): Assyrio
Publicidade
13h30 – Escola Estadual de Dança Maria Olenewa (EEDMO): Assyrio
14h – Quinteto Ciro Pereira: Foyer
15h – Orquestra Sinfônica Jovem Fluminense: Boulevard da Av. 13 de Maio
16h – Recital canto e piano: Escadaria Interna
17h – Banda da Guarda Municipal: Escadaria da frente do Theatro Municipal
19h – Pré-estreia Ópera Carmen de Bizet: Grande Sala

Dentro da lista, haverá ainda dois grupos de visitas guiadas, às 11h e 14h. O Theatro Municipal fica na Praça Floriano, na Cinelândia, no Centro do Rio.
 

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"Angelina" estreia em Belo Horizonte no Centro Cultural Unimed

 

O espetáculo, com direção e atuação de Rosa Antuña, estreia na sexta-feira, 21 de julho.

 

 Rosa dá vida a palhaça Angelina depois de adiar o projeto por causa da pandemia.A bailarina e coreógrafa ficou muito tempo desenvolvendo as técnicas e  o texto estudando o processo até chegar a ideia de fazer o espetáculo que teria sua estreia mas foi adiadomas que faz sua estreia esse mês em Belo Horizonte e depois sai em temporada pelo Brasil. 

 

“Eu resolvi misturar dança, teatro, música e poesia, envolvendo esse universo da palhaça. Essa personagem traz um mundo poético e sensível, é uma peça para adultos, faz reflexões filosóficas sobre a sociedade em que vivemos, sobre a mulher e sobre a existência.”, diz Rosa Antuña

 

Depois de realizar os espetáculos A mulher que cuspiu a maçã ( direção da italiana Roberta Carreri) , O Vestido e a Mulher Selvagem, que fazem parte da "Trilogia do Feminino" a coreógrafa e diretora assinou a direção e coreografia para muitos artistas e grupos.

 

 O mais recente é o trabalho de coreografia de "Rios Voadores" para o Corpo de Dança do Amazonas, que estará em Belo Horizonte no segundo semestre deste ano no CCBB. 

 

“A princípio eu falava que um dia ainda faria uma palhaça. E um dia veio o nome na minha cabeça: Angelina. O batismo dela aconteceu no final de uma imersão que fiz com o Grupo Trampulim, em Belo Horizonte. Foram as queridas Adriana Morales e Poliana Tucchia, mulheres e palhaças que eu admiro muito, que batizaram a Angelina.”E completa:“Angelina é solitária. Estou imersa neste novo trabalho 24 horas por dia. Gosto de trabalhar em imersão”. 

 

 
Quando e Onde 

Dia 21 de julho às 19:30h 

Ingressos 30,00 reais inteira e 15,00 reais meia 

Já à venda no site eventin 

Centro Cultural Unimed - BH Minas

Rua da Bahia, 2.244, Lourdes

https://www.eventim.com.br/event/angelina-cia-rosa-antuna-centro-cultural-unimed-bh-minas-17266325/

 

Fotos:

Crédito: Makely Ka

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Russian State Ballet Stevanovich
chega a São Paulo


Para duas apresentações inéditas no Teatro J. Safra. O espetáculo reúne grades solistas, do ballet e da ópera, dos famosos Teatros de Moscou e São Petersburgo para trazer os melhores momentos do clássico O Lago dos Cisnes.


Ballet dramático do compositor russo Piotr Ilitch Tchaikovsky, a peça conta partes da história da princesa Odette, uma jovem aprisionada no corpo de um cisne pelo feiticeiro Von Rothbart. Vivendo ao redor de um lago formado pelas lágrimas de sua mãe, Odette permanece em condição animal durante o dia, revelando sua natureza humana somente por algumas horas da noite.

 

 

RUSSIAN STATE BALLET AND OPERA OF MOSCOU

Os melhores momentos de O Lago dos Cisnes e Óperas

 

Direção: Anastasiia Kazakova e Valery Borisovich

Elenco: Yulia Nepomnyashchaya, Elizaveta Korneeva, Yulia Balashova, Nemirovich-Danchenko, Anastasiia Miliachhenko, Valerii Shestakov, Anastasiia Volkova,Inga Karpova, Eduward Schnurr, Liia Krasilovskaia, Diana Shnurr, Igor Kochurov, Gennadii Gorozhankin, Lorenzo Lodi.

 

Duração: 100 min

Classificação: 4 anos

Gênero: Ballet

 

Data: dias 18 e 19 de julho, às 20h

Ingressos: entre R$ 125 e R$ 500

Compras online: https://www.teatrojsafra.com.br/espetaculo.html?id=469

Bilheteria

Quartas e quintas – 14 às 21h

Sextas, Sábados e Domingos – 14h até o horário dos espetáculos

Aceita os cartões de débito e crédito: Amex, Dinners, Elo, Mastercard, Visa e Hipercard. Não aceita cheques. 

Telefone da bilheteria: (11) 3611-3042

 

Teatro J. Safra

Endereço: Rua Josef Kryss, 318 - Barra Funda - São Paulo – SP 

Telefone: (11) 3611 3042 e 3611 2561

Abertura da casa: 2 horas antes de cada horário de espetáculo, com serviço de lounge-bar no saguão do Teatro. 

Capacidade da casa: 627 lugares 

Acessibilidade para deficiente físico 

Estacionamento:

Valet Service (Estacionamento próprio do Teatro) - R$ 30,00 

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Dança e Saúde, Conferência Internacional
dia 22 de setembro na Mosa Ballet School – Liège (Bélgica)

 
E se dançar, além do prazer que proporciona, ajudasse a melhorar a saúde e a manter uma vida com qualidade? E se a dança fosse utilizada como uma verdadeira ferramenta preventiva na saúde mental e física pelos profissionais?
A Mosa Ballet School, através do seu programa de impacto social Quand on Danse, está a organizar uma Conferência Internacional que reunirá oradores de todo o mundo, especialistas em dança e questões de saúde.
Através de apresentações em tradução simultânea francês-inglês e vários workshops práticos, iremos explorar e trocar, durante um dia, os temas da saúde e psicologia através da dança. A edição de 2023, Dança com Idosos, terá como tema os benefícios da dança para a terceira idade. Será dada especial atenção à doença de Parkinson e à demência.
Um painel de especialistas internacionais conduzirá o dia. Em particular, serão bem-vindos:
• CLARE GUSS-WEST MA (Suíça), Especialista em saúde através da dança
• DAVID LEVENTHAL (Estados Unidos), Diretor do programa Dance for PD® (Doença de Parkinson)
• MIRJAM BROCKNÄS (Suécia), psicogerontologista, projeto de dança e demência
• JOAKIM STEPHENSON (Suécia), dançarino e coreógrafo, projeto de dança e demência
• Doutor PETER LOVATT (Grã-Bretanha), Psicólogo de Dança
• Doutor OLIVIER BOUQUIAUX (Bélgica), Neurologista do Hospital Universitário de Liège e fundador da Fit your Mind/Kinesiphilia.
Este dia destina-se a profissionais das áreas da saúde, desporto e dança, mas também a um público mais alargado. Seguir-se-á, no sábado 23 e domingo 24 de setembro, workshops de formação profissional ministrados pelos oradores da Conferência sobre os temas de:
• Saúde e dança do envelhecimento
• Dança e Parkinson.
 
When We Dance, programa de impacto social da Mosa Ballet School
Criar pontes entre os setores da dança e da saúde é o objetivo da Quand on Danse. Concebido em colaboração com profissionais de saúde e de investigação, bailarinos e coreógrafos, bem como com associações, o programa Quand on Danse da Mosa Ballet School combina workshops de dança, ações de sensibilização, formação e recursos digitais.
A Mosa Ballet School carrega em seu DNA uma visão aberta, unida e responsável. Convencida de que a dança é uma ferramenta poderosa para contribuir com a saúde e o bem-estar de todos, ela pretende gerar um impacto positivo na sociedade, apoiando a mudança e o progresso social por meio da dança.
 
Informações e inscrições: https://www.quand-on-danse.org

 

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Sagrado Seja o Caos

O mais recente trabalho da Dentre Nós Companhia de Dança, dirigida pelo bailarino e coreógrafo Rivaldo Ferreira, faz única apresentação nesta quarta, 14 de junho, às 21h, no Teatro Arthur Azevedo. A entrada é gratuita e os ingressos serão distribuídos uma hora antes do início da apresentação.