Festival Dança Sul Bahia

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Festival Dança Sul Bahia

Com cerca de 10mil reais em Prêmios nomes consagrados do mundo da dança tem a difícil tarefa de julgar os trabalhos que devem competir em solo, duo, trios e conjuntos  nas modalidades: balé, contemporâneo, jazz, sapateado, forró, dança do ventre, hip hop, danças populares e outros.

Devido à grande procura, a 3.a  edição do Festival Dança Sul Bahia, agora em 2022 será presencial na 3Via Hall na cidade de Itabuna - BZ, teve ampliação de datas, pensando em não deixar nenhum grupo ou bailarino de fora. O Festival ocorrerá nos dias 28, 29, 30 de abril e 01 de maio. As inscrições irão até dia 15/04/2022. Atraves do site: https://www.dancasulbahia.com/

A idealizadora do Festival, Luciana Pires, informou que este ano mais de 50 grupos e dezenas de bailarinos independentes já se inscreveram no evento. “A cada ano, nossas expectativas são ultrapassadas”, disse Luciana Pires.

O 3.o Festival de Dança acontecerá na 3Via Hall em alusão ao Dia da Dança, com ênfase em valorizar e reconhecer os profissionais de todo o estado e até do país. Para esta edição o FDSB tem como convidados Pedro Seara, Gilmar Sampaio, Alice Arja, Fábio Alcantara, Flávia Burline, Érick Gutierrez, Grei Araújo, Monique Paes, Cleiton Oliveira, Bia Midlej, Cícero Gomes, Pedro Seara, Laura Vasconcelos, Andresa Lima entre muitos outros.

Luciana Pires completa: “Na verdade o sonho desse projeto veio desde quando eu corria muito para profissionalizar meu filho, que graças a Deus hoje é um bailarino conceituado na Europa. Desde 2013 que queria formalizar esse projeto, mas só concretizou em 2018”.

Prata da Casa
O festival não se cansa de promover artistas e profissionais de cidade e região, saiba mais sobre os profissionais convidados da cidade de Itabuna:

Pedro Seara - Natural de Itabuna-BA, iniciou seus estudos de dança aos 9 anos através do Projeto Lar Fabiano de Cristo, sendo premiado em concursos como o Youth American Grand Prix, Prêmio Paulista de Dança e Ballace em Camaçari-BA, onde foi selecionado para a Escola de Teatro Bolshoi no Brasil. Na Escola do Bolshoi participou de produções de balés com Vladmir Vasiliev, Galina Kravchenko, Cecilia Kerche, Jomar Mesquita e Cassilene Abranches. Formou-se na turma do professor Airat Khakimov em 2018 ,logo em seguida foi contratado para fazer parte da Cia Jovem Bolshoi Brasil dançando e atuando em obras clássicas, neoclássicas e contemporâneas . Dançou também na Cia Paulista de Dança e na Curitiba Cia de Dança .Atualmente realiza workshops ,cursos ,projetos e trabalhos de forma independente e autoral ), a Ecoar Cia Jovem de dança, onde o diretor artístico é o adorável e incrível Iaggo Berbet (Diretor Artístico da ECOAR Companhia Jovem de Dança, atua como bailarino profissional e coreógrafo (DRT: 0010797/BA), bacharelando em Artes pela Universidade Federal do Sul da Bahia, professor de dança e co produtor, coreógrafo e bailarino do grupo palavraemdança.),

Bia Midlej, também de Itabuna é formada em Ballet Clássico pelo método da Royal Academy of Dance of London. Única baiana Master Oficial do Jazz Fitness e Master Oficial do Ballet Fitness, metodologias da bailarina Betina Dantas (SP). Única baiana professora especializada no método Body Dance Progress, da bailarina Renata Bardazzi (SP). Professora de sapateado norte-americano da metodologia +quetap do bailarino Erick Gutierres (SP). Especializada na Metodologia Coordenando-se, que trabalha com pessoas portadoras de necessidades especiais. Atuante na linguagem artística como bailarina, professora e coreógrafa há mais de 20 anos. Tendo experiência como diretora e coordenadora de academia, bem como organizadora e produtora de festivais, trabalha na preparação de bailarinos para concursos regionais e nacionais. No decorrer de sua carreira, participou de diversos cursos com renomados maitres: Nikolai Akchurin, Marchina, Ana Botafogo, Carlos Moraes, Karyne Lacerda, Eleusa Lourenzoni, entre outros.

Evolução
Em sua primeira edição (2018) o festival contou com a participação de 19 escolas, já em 2019 (segunda edição), se inscreveram no Festival mais de 37 escolas. Agora em 2022 o festival já conta com 50 grupos e dezenas de bailarinos independentes. Segundo Luciana Pires - “Os festivais são muito importantes. Ao mesmo tempo são ponto de encontro dos bailarinos e espaço para troca de conhecimento, além de abrir as portas para grupos, escolas e bailarinos não conhecidos ainda para mostrarem seus trabalhos”. E completa -“Sempre fui envolvida com a dança por amor, um sonho que ainda vem se realizando aos poucos, venho sempre lutando para amplificar a arte da dança no Brasil”

Mais informações e incrições - https://www.dancasulbahia.com/