Estudos demonstram que a dança pode ajudar crianças autistas

Compartilhe

A dança permite que tenhamos emoções mais positivas e possamos sonhar! Ela tem ajudado milhões de pessoas desde sempre nestes aspectos. Porém, com o advento da psicologia como ciência vemos que a dança pode ajudar de muitas maneiras diversas populações. Dessa forma, a dança é considerada por muitos estudos uma terapia complementar. Isso significa que a dança serve como um complemento a tratamento de diversas condições. Se você dança já sabe que ela traz alegria, prazer e esperança! Te convido a apenas imaginar todos estes ganhos para populações com transtornos e doenças. Imagine todos os benefícios para essas pessoas! Definitivamente é inspirador, certo? Realmente a dança é professora da vida de diversas formas. Em recente artigo sobre a dança para autistas vemos melhora na parte de imitação, inferência em relação a emoções e sincronização. Mães e pais de crianças autistas já se desdobram para dar conta de tratamentos caros e muitas vezes estressantes. Estes são tratamentos importantes e necessários. Porém, a dança é uma atividade prazerosa que pode ajudar nestes aspectos. Se você é pai ou mãe de autistas sugiro, com embasamento em estudos, que coloque seu filho em aulas de dança. Já se você for professor de dança sugiro que leve estes benefícios para autistas através de parceiros como escolas regulares. A regra aqui é expandir o olhar sobre os benefícios da dança e as populações que recebem estes ganhos. E você? Quais são os ganhos que teve através da dança? Maria Cristina Lopes Psicóloga da dança CRP5/47829 Mestranda pela Universidade de Coimbra Contatos: mariacristinalopes.com | mariacristinalopes@gmail.com | 21993053432 | @marialopescristina REFERÊNCIAS: Hildebrandt, M. K., Koch, S. C., & Fuchs, T. (2016). “We Dance and Find Each Other” 1: Effects of Dance/Movement Therapy on Negative Symptoms in Autism Spectrum Disorder. Behavioral Sciences, 6(4), 24. Koehne, S., Behrends, A., Fairhurst, M. T., & Dziobek, I. (2016). Fostering Social Cognition through an Imitation-and Synchronization-Based Dance/Movement Intervention in Adults with Autism Spectrum Disorder: A Controlled Proof-of-Concept Study. Psychotherapy and psychosomatics, 85(1), 27-35. Koch, S. C., Mehl, L., Sobanski, E., Sieber, M., & Fuchs, T. (2015). Fixing the mirrors: A feasibility study of the effects of dance movement therapy on young adults with autism spectrum disorder. Autism, 19(3), 338-350.