Como os festivais estão sobrevivendo à pandemia

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Como as competições de dança estão sobrevivendo à pandemia

Os festivais de dança foram os primeiros a serem cancelados quando a pandemia COVID-19 explodiu no Brasil a partir de março, e estão entre os últimos a recomeçar; é o que tudo indica com a divulgação de novas datas agora para novembro e dezembro.

Muito da estrutura tradicional dos festivais - grandes grupos de bailarinos e pais de dezenas de escolas diferentes; uma nova cidade a cada semana - simplesmente não funcionará em nosso novo mundo pandêmico. Atualmente quase todos, migraram para realizarem seus eventos “online”, mas a dança por tratar-se de uma atividade presencial, muitos foram acometidos de videos com “danças” pré-gravadas anteriormente há pandemia ou ainda há décadas, isso não é novidade uma vez que em festivais onde não existem seletivas presencias, muitos já recebiam videos com performances antigas, se valendo de que os jurados não são sempre os mesmos, e utilizam sempre das mesmas coreografias para darem aquele “jeitinho brasileiro” para terem seus trabalhos aprovados e consequente vaga garantida. Durante a pandemia notou-se um grande aumento na oferta de festivais online, com as mais diversas opções e oportunidades.

Como será o futuro?

A maioria dos festivais estão divulgando medidas de segurança - incluindo verificações de temperatura, máscaras obrigatórias e limpezas entre as apresentações, tanto na platéia como nos camaris, palco e etc.  Os promotores de festivais estão confiantes de que este modelo funciona, pelo menos por enquanto. Eles têm uma programação completa para 2021 planejada até agora e estão organizando locais de backup (como espaços ao ar livre) para o caso de os teatros terem que fechar novamente.

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