BAMBAQUERÊ

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BAMBAQUERÊ, palavra de origem nigeriana, que vem do Nagô Yorùbá, quer dizer dança que acaba em confusão. A sonoridade e o significado dialogam com a temática de jogos e brincadeiras da infância presentes na coreografia do Grupo Corpo Molde. Além disso, o título relaciona-se com a música de percussão corporal e coco de roda, uma herança africana presente na montagem, que ganha apresentações virtuais gratuitas – viabilizadas pelo Proac Expresso e Lei Aldir Blanc – nas redes sociais de vários equipamentos culturais da cidade de São Paulo.

Com direção artística e coreografia de Renan Marangoni e cenografia e iluminação da arquiteta Helena Caixeta, BAMBAQUERÊ ganha o universo online com sessões dias 12 de março, sexta-feira, às 12h e 18h, na Fábrica de Cultura do Capão Redondo; 13 e 14 de março, sábado e domingo, às 16h, no Teatro Paulo Eiró; 19 de março, sexta-feira, às 12h e 18h, no Centro de Culturas Negras Mãe Sylva – Jabaquara; e 26 de março, às 12h e 18h, na Casa de Cultura do Campo Limpo. 
Para o coreógrafo Renan Marangoni, a dança que acaba em confusão, aborda o desenvolvimento motor, como processo de formação infantil em seus padrões sociais, familiares e lúdicos. “A representação da temática infância na montagem reconhece e incentiva o processo recreativo no desenvolvimento da criança e busca representar esse cenário por meio da sincronicidade entre iluminação e trilha sonora originalmente composta para a dança”, explica ele.

Quando e Onde.
Dia 12 de março, sexta-feira, às 12h e 18h, na Fábrica de Cultura do Capão Redondo.
Dias 13 e 14 de março, sábado e domingo, às 16h, no Teatro Paulo Eiró.
Dia 19 de março, sexta-feira, às 12h e 18h, no Centro de Culturas Negras Mãe Sylva.
Dia 26 de março, às 12h e 18h, na Casa de Cultura do Campo Limpo.
Duração – 35 minutos. Livre para todos os públicos. GRÁTIS.

 

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